O Anticristo e a Reforma Protestante

A Reforma Protestante em 1500, literalmente, mudou o curso da história. Ela ajudou a movimentar a Europa para fora da Idade das Trevas e levou ao surgimento da verdadeira liberdade religiosa. Estes princípios originais finalmente encontraram expressão na Primeira Emenda da Constituição dos Estados Unidos da América, que ensina que quando se trata de religião, os governos da Terra não têm o direito de controlar a consciência.

O verdadeiro Protestantismo, ensina a salvação pela graça através da fé em Jesus (Efésios 2:8) e a supremacia da Bíblia acima da igreja visível (2 Timóteo 3:16) – acima das tradições, pastores, padres, papas e reis (Ver D’Aubigné História da Reforma do século XVI, XIII, livro, capítulo VI, pp. 520-524). Também ensina o sacerdócio de todos os crentes (2 Pedro 2:9-10) e que todas as pessoas em todos os lugares podem ser salvas, vindo diretamente ao nosso amoroso Pai Celestial através de Seu Filho único, Jesus Cristo (João 14:6). “…há um só Deus e um só Mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, homem,” (1 Timóteo 2:5).

O que os principais reformadores protestantes ensinam sobre o Anticristo? Se você concorda ou não com eles, é importante perceber o que eles ensinaram. As citações a seguir não são com o intuito de fomentar a má vontade em relação a qualquer ser humano, pois isso seria contrário ao ensinamento de Jesus Cristo (João 13:34-35), mas simplesmente apresentar o que alguns dos mais influentes líderes cristãos que já viveram acreditavam sobre o “chifre pequeno” de (Daniel 7:8), “a besta” de (Apocalipse 13:1), o “homem do pecado” de (2 Tessalonicenses 2:3) e sobre o Anticristo.

Martinho Lutero (1483-1546) – Batista: “Lutero … provou, pelas revelações de Daniel e S. João, pelas epístolas de São Paulo, São Pedro e São Judas, de que o reinado do Anticristo , previsto e descrito na Bíblia, era o Papado … E todo o povo disse: Amém! Um santo temor se apossou de suas almas. Foi o Anticristo quem ele viu sentado no trono pontifício. Essa nova idéia, que ganhou maior força a partir das descrições proféticas lançadas adiante por Lutero para o meio dos seus contemporâneos, infligiu o golpe mais terrível em Roma.” Extraído de JH Merle D’Aubigné História da Reforma do século XVI, livro VI, Capítulo XII, p. 215.

Baseado nesses estudos proféticos, Martin Luther finalmente declarou: “Temos a convicção de que o papado é a sede do verdadeiro e real Anticristo.” (18 de agosto de 1520). (Extraído de The Prophetic Faith of Our Fathers, por LeRoy Froom. Vol. 2., Pg. 121.)

João Calvino (1509-1564) (Presbiteriano): “Algumas pessoas pensam que somos demasiadamente severos e censuradores quando chamamos de Anticristo o pontífice romano. Mas aqueles que são desta opinião não consideram que eles trazem a mesma carga de presunção contra o próprio Paulo, de quem falamos, e cuja línguagem adotamos … vou brevemente mostrar que as (palavras de Paulo em II Tessalonicenses 2) não são capazes de qualquer interpretação diferente do que a aplicação ao papado.” Extraído de Institutes of the Christian Religion, by John Calvin.

John Knox (1505-1572) (Presbiteriana Escocesa): John Knox tentou contrariar “a tirania que o próprio papa têm por tantos séculos, exercido sobre a Igreja”. Tal como aconteceu com Lutero, ele finalmente concluiu que o papado era “o verdadeiro anticristo, o filho da perdição, de quem falava Paulo.” (extraído de The Zurich Letters, by John Knox, pg. 199.)

Thomas Cranmer (1489-1556) (anglicana): “Roma segue para ser a sede do anticristo, e o papa a ser o próprio anticristo. Eu poderia provar o mesmo por muitas outras escrituras, escritores antigos, e razões fortes”. (Referindo-se às profecias do Apocalipse e Daniel.) extraído de Works by Cranmer, Vol. 1, pp. 6-7.

Roger Williams (1603-1683) (Primeiro Pastor Batista na América): Pastor Williams falou sobre o Papa como “o pretenso vigário de Cristo na terra, que se assenta como Deus sobre o Templo de Deus, exaltando-se não só acima de tudo o que é chamado de Deus, mas sobre as almas e as consciências de todos os seus vassalos, sim, sobre o Espírito de Cristo, sobre o Espírito Santo, sim, e do próprio Deus … fala como o Deus do céu, pensando em mudar os tempos e as leis, mas ele é o filho da perdição (II Tessalonicenses 2). ” (extraído de The Prophetic Faith of Our Fathers, by Froom, Vol. 3, pg. 52.)

A Confissão de Fé de Westminster (1647): “Não há outro cabeça da igreja, senão o Senhor Jesus Cristo. Nem pode o papa de Roma, em qualquer sentido ser o seu chefe, mas é este o Anticristo, o homem do pecado e filho da perdição que se exalta na Igreja contra Cristo e tudo o que é chamado de Deus.” (Extraído de Philip Schaff’s, The Creeds of Christendom, With a History and Critical Notes, III, p. 658, 659, ch. 25, sec. 6.)

Cotton Mather (1663-1728) (Teólogo Congregacional): “Os oráculos de Deus predisseram o surgimento de um Anticristo na Igreja Cristã, e no Papa de Roma, todas as características do Anticristo são tão maravilhosamente respondidas que, se qualquer um que ler as Escrituras não vê-lo, há uma maravilhosa cegueira sobre eles”. (Extraído de The Fall of Babylon by Cotton Mather in Froom’s book, The Prophetic Faith of Our Fathers, Vol. 3, pg. 113.)

John Wesley (1703-1791) (Metodista): Falando do papado, John Wesley escreveu: “Ele está em um sentido enfático, o homem do pecado, como que aumentando todos os tipos de pecado acima da medida. E ele é, também, devidamente intitulado como “o Filho da Perdição”, como ele tem causado a morte de inumeráveis multidões, tanto de seus opositores como seguidores … Ele é o que … se levanta contra tudo que se chama Deus, ou que é adorado … reivindicando maior poder, e maior honra … reivindicando as prerrogativas que pertencem somente a Deus.” (Extraído de Antichrist and His Ten Kingdoms, by John Wesley, pg. 110).

Uma grande nuvem de testemunhas: “Wycliffe, Tyndale, Lutero, Calvino, Cranmer, no século XVII, Bunyan, os tradutores da Bíblia King James e os homens que publicaram as confissões de fé batistas e de Westminster, Sir Isaac Newton, Wesley, Whitfield, Jonathan Edwards, Spurgeon e, mais recentemente, o bispo JC Ryle e o Dr. Martin Lloyd-Jones; estes homens, entre inúmeros outros, todos viram o papado como o anticristo”. (Extraído de All Roads Lead to Rome, by Michael de Semlyen. Dorchestor House Publications, p. 205. 1991)

Artigo de Steve Wohlberg traduzido pelo site www.setimodia.wordpress.com, do original The Antichrist and the Protestant Reformation.

O Anticristo é Apenas um Homem?

Paulo chamou o Anticristo de “o homem do pecado … o filho da perdição” (2 Tessalonicenses 2:3). É principalmente por causa deste verso que milhões de pessoas têm vindo a acreditar que haverá apenas um super-sinistro Sr. Pecado, que subirá ao poder após o arrebatamento. É verdade? Haverá apenas um homem – o Anticristo? É isso o que Paulo realmente queria dizer?

Primeiro de tudo, no pequeno livro de 1 João, a Bíblia diz claramente que há “muitos anticristos” (1 João 2:18) e um “espírito do anticristo” (1 João 4:3). João também escreveu que qualquer pessoa que nega a verdadeira doutrina de Jesus Cristo é “o enganador e o anticristo” (2 João 1:7-9). Assim, até agora, a idéia da existência de apenas “um” anticristo falha no teste bíblico.

Há outras declarações igualmente inspiradas na Bíblia em paralelo com a expressão de Paulo, “o homem do pecado”. A Profecia também se refere a este mesmo Anticristo como o “chifre pequeno” (Daniel 7:8), a “besta” (Apocalipse 13:1), “o mistério da iniqüidade” (2 Tessalonicenses 2:7), e “o iníquo” (2 Tessalonicenses 2:8). Será que todas estas expressões referem-se a uma pessoa do mal que subirá ao poder após o arrebatamento? Você está prestes a ver que não.

A maioria concorda que o “chifre pequeno” de Daniel, a misteriosa “besta” do Apocalipse, e o “homem do pecado” de Paulo, todos se referem à mesma coisa. Daniel 7 descreve quatro animais – um leão, um urso, um leopardo, e um dragão-como besta com dez chifres (Daniel 7:3-7). Depois vem o “pequeno chifre” fora da cabeça da quarta besta (Daniel 7:8). Este pequeno chifre tinha “olhos como os olhos de um homem”, “uma boca que falava com insolência”, e “fazia guerra contra santos” (Daniel 7:8-21). Isto é exatamente o que “a besta” tem e faz em Apocalipse 13:5-7. Assim, o “pequeno chifre” é o mesmo que “a besta”. Mas o que muitos não conseguem perceber é que, em Daniel 7, a besta é claramente definida como um reino, não como um homem. A Palavra Sagrada diz: “… o quarto animal será um quarto reino na terra” (Daniel 7:23).

A Bíblia não diz que o “chifre pequeno” é um homem, mas sim que teria “olhos como os olhos de um homem” (Daniel 7:8). Quando Paulo usou a expressão, “o homem do pecado”, em 2 Tessalonicenses 2:3, ele estava simplesmente referindo-se ao “chifre pequeno” com seus “olhos, como os de um homem.” No entanto, esse mesmo chifre é chamado de “besta” em Apocalipse 13:1, e a Bíblia nos diz claramente que uma besta que representa um grande reino (Daniel 7:23).

Um estudo cuidadoso de 2 Tessalonicenses 2 revela a impossibilidade de “o homem do pecado”, também chamado de “o mistério da iniqüidade” e “o iníquo”, como apenas aplicável a um homem. Primeiro, “o mistério da iniqüidade”, embora com moderação, “já estava em operação” no tempo de Paulo (versículo 7). Segundo, ele vai continuar por todo o caminho até o retorno visível de Jesus Cristo no fim do mundo (versículo 8). Assim, não pode se referir a um só homem, porque o tal teria de ter então quase 2.000 anos de idade!

Será que Paulo sempre usa a expressão “o homem” em qualquer dos seus outros escritos, de tal maneira que não se refira a apenas um homem? Sim. Paulo escreveu: “Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça, a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra” (2 Timóteo 3:15-17). Aqui “o homem de Deus” não se refere a apenas um homem santo, mas sim a uma sucessão de homens de Deus ao longo da história, que seguem as Escrituras. Paulo também usou a frase “o ministro de Deus” (Romanos 13:4) para se referir a todos oficiais públicos ao longo da história, que restringem o mal. Assim, a frase misteriosa de Paulo, “o homem do pecado”, que é o mesmo que o “chifre pequeno”, e a “besta” corretamente podem se referir a um REINO “real” com “os olhos como os olhos de um homem”, isto é, um reino centrado em uma sucessão histórica de homens supremamente exaltados, os quais contrários às escrituras fazem parte do “mistério da iniquidade”.

Artigo escrito por Steve Wohlberg, traduzido pelo blog www.setimodia.wordpress.com do original “Is Antichrist Only One Man?”

Conceitos da Nova Era no Livro A Cabana

O romance de William P. Young,  A Cabana tornou-se um fenômeno de vendas nos EUA, alcançando o concorrido (e cobiçado) posto de primeiro lugar na lista dos mais vendidos do The New York Times (no Brasil, A Cabana já figurou em primeiro lugar na lista de ficção da revista Veja). Apesar do sucesso, muitos o tem denunciado como perigoso, herético, um “trojan horse” no seio do Cristianismo pela maneira como apresenta a Trindade. Na verdade creio que o livro contenha nada mais nada menos do que conceitos da Nova Era.

Aqui estão algumas declarações enganosas feitas pelo “Jesus” e “Espírito Santo”, do romance de William P. Young, A Cabana:

Eu posso lhe dar liberdade para superar qualquer sistema de poder em que você se encontra, seja religioso, econômico, social ou político. Você vai crescer na liberdade de estar dentro ou fora de todos os tipos de sistemas e de circular livremente entre as mesmos.”

“Você vai me ver na Bíblia … Basta não olhar para regras e princípios, olhe para o relacionamento – uma maneira de vir a estar conosco.”

“Tanto o mal como a escuridão só podem ser compreendidos em relação à luz e o bem, pois eles não têm qualquer existência real.”

“Submissão não é sobre autoridade e não se trata de obediência, trata-se de relações de amor e respeito. Na verdade, estamos submetidos a você da mesma forma”

“Então é você quem determina o bem e o mal. Você se torna o juiz … o que você determina ser bom vai mudar ao longo do tempo e das circunstâncias …”

“Ao escolher declarar o que é bom e mal, você procura determinar o seu próprio destino”

Não se deixem enganar. Tais noções da NOVA ERA nunca seriam ditas pelo verdadeiro Deus da Bíblia. Em vez disso, elas vêm de um “outro Jesus” (2 Coríntios. 11:4), cujo objetivo é “… enganar, se possível, até os escolhidos” (Mateus 24:24).

Artigo acima escrito por Steve Wohlberg, traduzido pelo blog www.setimodia.wordpress.com do original “Seduced by The Shack”.

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Segue abaixo artigo de Cindy Tutsch Impresso pela primeira vez na Adventist Review de 13 de agosto de 2009.

A Cabana – Que Lições Podemos Aprender?

Best Seller no New York Times, mais de sete milhões de cópias impressas. Louvado por pastores, celebridades e jovens adultos. O que move a imensa popularidade do recente livro de William Young, A Cabana?

Neste romance moderno, Mack, que sofreu uma tragédia pessoal indescritível, é convidado pelo pai (Deus) para passar o fim de semana com ele em uma cabana remota nas montanhas. Lá Mack encontra um Deus Trino composto por uma mulher Afro-Americana, um tipo carpinteiro do Oriente Médio, e uma asiática Européia chamada Sarayu. Mack descobre um Deus que está buscando relacionamento, que tem respostas para a questão perene de “Por que Deus permite o sofrimento e dor?” E que está ansioso para se comunicar teológicamente na linguagem do século 21. Então, o que há para não gostar?

Infelizmente, o “deus” da Cabana e o “Deus” da Bíblia são muito desiguais.

Vamos considerar algumas dessas inumeráveis diferenças:

1. O deus da Cabana abraça a Reconciliação Universal, ou seja, todos serão salvos. (164, 217, 227).
2. O deus da Cabana descreve uma segunda chance de confessar [o pecado] após a morte. (217).
3. O deus da cabana não deseja que os não cristãos se tornem cristãos. (184).
4. O deus da cabana chama o homem religioso como criador de terror que causa confusão mental e ansiedade. (181).
5. O deus da Cabana não quer tristeza pelo pecado. (186).
6. O deus da cabana atribui o mal e a dor à humanidade, e nunca á Lucifer. (133,134, 138,192).
7. O deus da Cabana repetidamente eleva a experiência ou revelação subjetiva acima das Escrituras. (67,68, 206).
8. O deus da Cabana denigre a verdade absoluta ou a certeza teológica (205).
9. O deus da Cabana sugere que a submissão (obediência), é
inerentemente má. (124-125)
10. O deus da cabana promove o modalismo, o ensino não-bíblico de que Deus, o Pai se fez carne e morreu, assim como o Filho. (97.105)
11. O deus da Cabana segue o ensinamento Unitário-Universalista de
que Deus é um verbo, ou implicitamente, uma força. (206)
12. O deus da Cabana gosta de música funky, usa expressões vulgares e zombaria, e tolera palavrões em sua presença. (90, 92, 107, 226)
13. O deus da Cabana repetidamente desvaloriza e contradiz as Escrituras. (68.169, 225)
14. O deus da Cabana não tem expectativas ou regras. (91, 205.208)
15. O deus da Cabana permite a comunicação desafiadora com o Pai sem a mediação de Cristo Jesus. (121)
16. O deus da Cabana não tem praticamente nada para dizer do pecado, como escapar dele, ou a realidade do juízo.

Muitos adventistas podem estar mentalmente preparados para resistir ao “Olhai ,ele está no deserto”. Afinal, não temos aprendido Mateus 24:26 desde o jardim de infância da Escola Sabatina? Alguns podem estar menos preparados para resistir ao Deus distorcido que aparece na Cabana. Mas ambos os enganos poderiam causar estragos em nosso relacionamento com o Deus verdadeiro das Escrituras, e finalmente afetar nosso destino eterno. O discernimento espiritual vem de conhecer bem a Bíblia o suficiente para ser capaz de distinguir a verdade da mentira, mesmo quando essa mentira é tecida em uma narrativa convincente emocionalmente.

“Dizendo-se sábios, tornaram-se loucos e mudaram a glória do Deus incorruptível em semelhança da imagem de homem corruptível…” (Romanos 1:22-23).

Documentário: Em Defesa de Cristo

Os evangelhos biblicos são documentos confiáveis? Cristo realmente existiu? Há alguma razão para se crer que a ressurreição de Jesus foi um evento histórico verdadeiro? Neste documentário, Lee Strobel apresenta uma pesquisa detalhada sobre as evidências históricas da existência de Jesus, seu ministério, morte e ressurreição. Este vídeo, baseado no livro Em Defesa de Cristo (Editora Vida), é indispensável a toda pessoa que deseja conhecer melhor o que há de concreto em pesquisa histórica sobre este judeu palestino do século I.

Para assistir ao documentário clique sobre os links abaixo:

Parte 01 / Parte 02 / Parte 03 / Parte 04 / Parte 05 / Parte 06 / Parte 07 / Parte 08

Documentário: Deuses da Nova Era

Com cenas explosivas, este vídeo explica porque milhões de pessoas são levadas a aceitar o misticismo do Oriente. Porque milhares de assíduos freqüentadores de igrejas começaram a acreditar nas mentiras contadas pela serpente no Jardim do Éden. Porque Yoga, meditação, terapia psicológica e auto-ajuda estão levando milhões a uma visão pagã do mundo.

Como o ocidente está sendo, intencionalmente, invadido pelos místicos orientais e os visionários da Nova Era. Este filme explora o sobrenatural mundo dos ego-maníacos gurus e de seus correspondentes do oeste, os new agers. Em uma série de francas entrevistas nós compartilhamos dos pensamentos do “mestre” e testemunhamos a devoção cega e obediência insensata do “discípulo”. Deuses da Nova Era nos mostra encontros clandestinos organizados por gurus indianos desde a década de sessenta até chegarem aos corredores de escolas, faculdades e até igrejas. Você assistirá paralelos entre a cultura oriental de hoje e seu similar que tomou conta do 3º Reich de Hitler a uma geração atrás.

Para assistir este documentário no youtube, clique sobre os links abaixo:

Parte 01 / Parte 02 / Parte 03 / Parte 04 / Parte 05 / Parte 06

Para fazer o download  do documentário via megaupload Clique Aqui !

Documentário “Expelled, No Intelligence Allowed” com Legendas em Português

O excelente documentário de Ben Stein, “Expelled, No Intelligence Allowed – Expulso: Não se permite inteligência”, está agora disponível no Youtube, completo e com legendas em português.

Ben Stein é um daqueles atores coadjuvantes que as pessoas sabem quem é mas nunca lembram do nome – ficou famoso como um professor de economia em “Curtindo a Vida Adoidado” (1986). Neste documentário, em que ele também assina o roteiro, Ben mostra sua proeza intelectual investigando o que chama de cientistas esnobes. Além de apresentar professores e mestres, os confronta em assuntos polêmicos como a existência de Deus e a teoria do darwinismo.

Este é um documentário indesejado pelos darwinistas, que vem pôr a nu a falta de liberdade de expressão que existe na maior parte do meios acadêmicos e a discriminação de que são alvo todos os cientistas que questionem a Teoria da Evolução de Darwin.

Afinal porque é que questionar o Darwinismo e defender o Design Inteligente é um “tabu” na maior parte da comunidade cientifica? Por vezes só o facto de falar, de fazer uma alusão ao Design Inteligente já é motivo para um cientista sofrer descriminação, ser considerado um herege, e ver toda a sua carreira cientifica posta em causa por parte dos Darwinistas dominantes. Mas porquê?

Será que é porque a Teoria da Evolução é assim tão bem fundamentada como os darwinistas propalam? Ou será precisamente o contrário? Vejam o documentário!

Para assistir ao documentário clique nos links abaixo:

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Resposta a Crítica: Os Adventistas citam muito o AT como prova de suas Doutrinas

Objeção 01: Os Adventistas citam muito o AT como prova de suas Doutrinas, especialmente a Lei e o Sábado. Já os cristãos encontram suas orientações e doutrinas no NT.

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Por Francis D.Nichol.

RESPOSTA: Nós citamos muito o Antigo Testamento, como também citamos muito do Novo. Na verdade, nós não fazemos distinção de autoridade entre o Antigo e o Novo Testamento, e é por essa mesma razão que nós, somos cristãos. Acreditamos que toda a Bíblia, do Gênesis ao Apocalipse, é inspirada por Deus e, portanto, com razão, o guia para as nossas vidas.

Algumas pessoas, quando discutem sobre a lei e o sábado, procuram estabelecer um contraste, ou mesmo conflitos entre o Antigo e o Novo Testamento, como se o primeiro fosse de pouco ou nenhum valor e completamente substituível por este último. Este falso contraste está na raiz de grande parte do raciocínio errado, que marca os argumentos daqueles que afirmam que a lei e o sábado foram abolidos na cruz.

A “Bíblia” dos apóstolos era o que hoje é conhecido como o Velho Testamento. Os primeiros escritos desses primeiros ministros cristãos não começaram a vir de suas penas vinte, trinta ou mais anos após a ascensão de Cristo. Também não existiam prensas de impressão e serviços de correio para rapidamente distribuir esses escritos. Só aos poucos é que eles ganharam circulação. É inteiramente razoável acreditar que, durante o primeiro século da era cristã o termo Escrituras, mencionado várias vezes no Novo Testamento, era amplamente entendido como o que chamamos de Antigo Testamento.

Cristo admoestou aos judeusExaminais as Escrituras, porque julgais ter nelas a vida eterna; e são elas que dão testemunho de mim (João 5:39). E então ele acrescentou: “… se, de fato, crêsseis em Moisés, também creríeis em mim; porquanto ele escreveu a meu respeito. Se, porém, não credes nos seus escritos, como crereis nas minhas palavras?” (João 5:46-47). A razão pela qual os discípulos não compreenderam os acontecimentos da semana da crucificação era que eles não entendiam corretamente as Escrituras, o Antigo Testamento. (Ver Lucas 24:27). No dia de sua ressurreição Ele mostrou-lhes como a Sua morte e ressurreição foram um cumprimento da profecia: “Então, lhes abriu o entendimento para compreenderem as Escrituras (Lucas 24:45).

Nem os apóstolos deram qualquer evidência de que deviam suprimir o Velho Testamento em favor de alguns escritos que eles começaram a produzir. Paulo escreveu a Timóteo: “…desde a infância, sabes as sagradas letras, que podem tornar-te sábio para a salvação pela fé em Cristo Jesus. Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça, a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra.” (2 Timóteo 3:15-17).

Tanto Cristo como os apóstolos citavam repetidamente o Antigo Testamento para a confirmação de seus ensinamentos. Para Satanás, Cristo disse: “Está escrito”, e três vezes citou o Antigo Testamento. (Ver Mateus. 4:4-10). Ele repreendeu os escribas e fariseus, citando o quinto mandamento, do livro do Êxodo, e citando as palavras de Isaías. (Ver Mateus. 15:1-9). Veja também o diálogo de Cristo com o jovem rico e com o doutor da Lei em (Mateus 19:16-19, Lucas 10:25-28). Proeminente nestas referências ao Antigo Testamento são as citações dos Dez Mandamentos.

Como Paulo pôde provar que todos os homens, judeus e gentios, eram culpados diante de Deus e, portanto, tinham necessidade da salvação oferecida por Cristo? Citando o Antigo Testamento. (Veja Romanos 3:9-18). E como ele sabia que ele era um pecador perante Deus e necessitava do evangelho? Chamando à mente o que foi escrito no Antigo Testamento, mais especificamente o que foi escrito nos Dez Mandamentos (Veja Romanos 7:7). Para a igreja de Roma, Paulo ordenou: “A ninguém fiqueis devendo coisa alguma, exceto o amor com que vos ameis uns aos outros; pois quem ama o próximo tem cumprido a lei.” (Romanos 13:8). Ele professa estar estabelecendo um novo código, o qual foi o resultado de uma nova revelação dada a ele? Não, ele cita o Antigo Testamento, especificamente os Dez Mandamentos. (Ver os versículos 9 e 10 de Romanos 13) E como é que Paulo apoiava o seu apelo para os filhos obedecerem a seus pais? , Citando o Antigo Testamento, especificamente os Dez Mandamentos. (Cf. Efésios 6:1-3).

Como Tiago desenvolveu seu argumento de se ter “respeito às pessoas”, ele estabeleceu novas leis? Não, ele cita o Antigo Testamento, concentrando-se nas citações dos Dez Mandamentos. (Veja Tiago 2:8-12). E que prova Pedro ofereceu em apoio à sua declaração de que deveríamos ser “santos”? “porque escrito está: Sede santos, porque eu sou santo.” (1 Pedro 1:16). Sua prova é uma citação de Levítico 11:44 “Eu sou o SENHOR, vosso Deus; portanto, vós vos consagrareis e sereis santos, porque eu sou santo.

As Escrituras, do Gênesis ao Apocalipse, são um todo. A fonte do Antigo e do Novo Testamento é a mesma: a inspiração do Espírito de Deus. O seu objetivo é o mesmo: desdobrar o plano de Deus, revelar a Cristo, alertar contra o pecado, e apresentar o santo e correto padrão de Deus.

Alguém há muito bem observou: O Novo Testamento está escondido no Antigo, o Velho Testamento é revelado no Novo. Podemos compreender melhor a promessa no último livro da Bíblia, de uma re-criação, uma nova terra, e uma verde árvore da vida, quando nos voltamos para o primeiro livro da Bíblia que os descreve. A terra boa, com a sua árvore original da vida, que saiu das mãos de Deus quando Ele primeiro criou este mundo. Compreendemos melhor o significado da cruz, e as palavras de Cristo: “E eu, quando for levantado da terra, atrairei todos a mim mesmo”, quando lemos o relato da queda do homem.

Nós nunca devemos esquecer que os títulos “Antigo Testamento” e “Novo Testamento” são títulos dados pelo homem. Os escritores da Bíblia, portanto, não dividiam assim as Escrituras. Ambos os Testamentos tratavam sobre o drama do pecado e da salvação. O Antigo Testamento apresenta a promessa de uma nova terra e um novo pacto, bem como retrata as iniqüidades do homem desde os primeiros dias. O Novo Testamento descreve em pormenor o “velho homem” do pecado e o antigo problema da rebelião do homem, bem como descreve o “novo homem” em Jesus Cristo e as glórias de um mundo vindouro.

A inter-relação do Antigo Testamento com o Novo, a dependência um do outro, jamais foi compreendida pelo nosso adversário, o Diabo. É por isso que ele há muito tempo começou seus ataques contra a Bíblia, procurando minar a historicidade e autenticidade do Velho Testamento. Foi nesse ponto que a maior crítica a Bíblia começou. E com o velho destruído, o novo logo desmorona por falta de fundamento histórico e significado. É compreensível que os modernistas devam ter se encontrado minimizando a autoridade espiritual e o significado do Antigo Testamento. Mas o que é inexplicável é a atitude de alguns que se consideram fundamentalistas dos fundamentalistas no que diz respeito ao Antigo Testamento.

Por que eles procuram rasgar em duas a túnica inconsútil da Escritura? Porque estabelecem a doutrina de que uma santa ordem de Deus no Antigo Testamento deve aguardar ser reestabelecida no Novo antes que tenha autoridade na Era Cristã, quando o registro é claro de que os escritores do Novo Testamento, citavam o Velho, não apenas para informar os seus leitores que determinada passagem do Velho ainda era obrigatória, mas para corroborarem que suas declarações recentemente proferidas no Novo Testamento concordavam com o velho e, portanto, eram igualmente vinculativas. Em outras palavras, os apóstolos, lembravam a seus leitores que os “homens santos de Deus” nos “velhos tempos” falaram inspirados pelo Espírito Santo, desejava que estes leitores vissem que eles, os apóstolos, falavam pelo mesmo Espírito Santo. (2 Pedro 1:21) Assim, eles repetidamente citavam em apoio à sua fundamentação doutrinária as admoestações e palavras dos homens “santos” que escreveram o Antigo Testamento.

É verdade que os rituais cerimoniais descritos no Antigo Testamento expiraram, por prescrição, na cruz, para, em seguida, a sombra conhecer a realidade. E os escritores do Novo Testamento, especificamente atestaram, que esses ritos, conforme definidos em uma série de leis cerimoniais, tinham chegado ao fim. Mas esse fato em nada faz o Velho Testamento inferior ao Novo ou justifica a alegação de que o novo suplantou o antigo.

Extraído do Livro “Answers to objections – Respostas a Objeções” de Francis D.Nichol págs 15 e 16.

Assista aos Vídeos da Série Provai e Vede

A série de vídeos Provai e Vede já está disponível no Portal Adventista, ela apresenta relatos de pessoas, no Brasil e em outros sete países sul-americanos, que mostraram fidelidade a Deus em várias áreas da sua vida. São histórias que mostram, por exemplo, como o desapego a recursos financeiros ajuda espiritualmente, a importância de se seguir preceitos bíblicos como o descanso semanal do sábado e mesmo o cuidado com a saúde e uso das habilidades em favor da pregação das mensagens bíblicas.

A série foi produzida a pedido do departamento de Mordomia Cristã da Divisão Sul-Americana da Igreja Adventista. A área de Mordomia Cristã foi estabelecida para ajudar a desenvolver o estímulo à espiritualidade individual de cada pessoa através de projetos, programas e ações que envolvem a adoção de comportamentos e hábitos saudáveis tanto sob o ponto de vista mental, quanto físico e emocional. [Equipe ASN, Felipe Lemos]

Para assistir aos vídeos basta clicar sobre as imagens abaixo !

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Provai e vede (Jan/2010) – O Sonho de Deus

Ao sul do grande Vale de Mantaro, o mais bonito do Peru, onde declina majestosa a Cordilheira dos Andes, se localiza a cidade de Huancayo. Lá vive Alejandrina Huzco, que por mais de 10 anos frequentou a igreja, sem entender corretamente o plano da mordomia cristã.

Alejandrina não sentia a necessidade de devolver os dízimos ao Senhor, porque não o entendia. Participou do Programa “40 madrugadas com Deus”, e chegou a ler a apostila até a parte onde é mencionado o dízimo. “Assim como separamos o dízimo para o Senhor, também somos separados para Ele”. Essas palavras ficaram gravadas em sua memória e a fez refletir e meditar, e desde esse momento, Alejandrina começou a devolver o que era de Deus.

Uma noite, ela se deitou pensando no tema do dizimo, que tinha lido em seu estudo de meditação, bem cedo pela manhã. Foi então que um sonho marcou a sua vida espiritual. Estando no hospital onde trabalhava, um homem elegantemente vestido, se dirigiu até ela dizendo: “Alejandrina! Não estás sendo honesta Comigo, tu estás enriquecendo”. Sem entender a afirmação do senhor, ela negou dizendo não possuir nada. Assustada, Alejandrina acordou às 3 h e começou a orar pensando no que aquela pessoa havia dito.

Quando chegou o sábado seguinte, Alejandrina testemunhou para a igreja o ocorrido. Todos se surpreenderam. Se sentindo envergonhada diante de todos, ela ficou pensando em que momento de sua vida, havia roubado o Senhor. A partir dessa data, Alejandrina se tornou verdadeiramente fiel a Deus, devolvendo com alegria o dízimo do seu salário, dos plantios, e do negócio de transporte que possui com sua família.

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Provai e vede (Fev/2010) – Amor e Gratidão

Em Rio Branco, no Acre, extremo norte do Brasil, lugar de natureza exuberante, preservada em seu estado ainda primitivo, onde a Amazônia, há mais de um século, vem derramando suas lágrimas para o chamado “progresso”, vive Luiz Kleber, homem simples, trabalhador e temente a Deus.
Logo que aceitou a Jesus, descobriu a importância da fidelidade cristã na administração da vida. Começou com uma granja. Naquela época, estava completamente envolvido com três séries de evangelismo. Enquanto isso, Deus cuidava do seu negócio. Do ponto de vista humano, sua granja era igual à de todos na região, mas seu Sócio a fazia produzir muito mais.

Hoje, ele possui uma companhia de reflorestamento e, enquanto outros conseguem índices de germinação com media de 50%, seu viveiro tem índices próximos a 100%. Neste negócio, Luiz Kleber já rejeitou propostas muito lucrativas para preparar mudas de café, pimentas, etc, pois o desejo de estar ao lado de Deus falou mais alto.

Luiz descobriu como o amor e a gratidão a Deus são importantes e básicos para o crescimento da fé e que esta é a única maneira de demonstrar a gratidão a Deus. Hoje, 1/3 das suas rendas são dedicadas ao Senhor. Ele também ajuda a manter 20 alunos estudando nos colégios adventistas.

Luiz acredita que Deus tem uma proposta para o Seu povo, só necessitando que o caminho esteja desobstruído para que Ele conceda Suas bênçãos ilimitadas.

Através de sua fidelidade, Deus concedeu o privilégio a Luiz de ofertar a construção de uma igreja e levar esperança para a sua comunidade, pois ele aguarda o dia que Jesus em breve voltará.

Esta pequena igreja na Amazônia tem atualmente 10 de seus jovens estudando teologia para apressar a volta de Jesus.

Uma Resposta Mais Profunda para um Desastre Mais Agudo

O desespero no Haiti vai além do terremoto e tem a ver com a pobreza.

3 Fev 2010, Silver Spring, Maryland, Estados Unidos
Nathan Brown

Na sequência do terremoto do Haiti, muita atenção tem sido dada a vários comentaristas loquazes que têm buscado lançar a responsabilidade pelo desastre e devastação seja sobre Deus ou o diabo. Mas a consequência imediata de tal evento provavelmente não seja a circunstância mais adequada sobre que discutir teologias alternativas do sofrimento. Em vez disso, estes dias e semanas deviam ser a respeito de uma teologia de compaixão e serviço – e sobre como pôr essa teologia em prática.

Assim, ao fazermos nossas doações, nossas comunidades participarem em iniciativas de levantamento de fundos e os obreiros de socorro fazerem o seu melhor para aliviar o sofrimento sobre o terreno no Haiti, vale considerar por que devemos nos preocupar com essa tragédia. Especialmente quando, em alguns ambientes, até isso parece estar aberto para debate.

O destacado blogger da ESPN, Paul Shirley, foi retirado do site após insistir que o povo do Haiti não “merecia” assistência. “Eu sinto náuseas ante a noção de que SE ESPERA que eu faça alguma coisa”, escreveu Shirley. “Gostaria de ajudar, mas somente se sentir que minha assistência é merecida e justificada”.

Lamentavelmente, os seus comentários e muitas das respostas positivas a eles revelam uma triste ignorância sobre a natureza da pobreza. E a escala de destruição, morte e desespero no Haiti diz muito mais respeito a pobreza do que ao terremoto em si. O terremoto que abalou o Haiti em 12 de janeiro trouxe extrema tensão e um ponto de interrogação de partir o coração — bem como atenção maciça da imprensa – a uma situação já desesperadora e trágica.

E é exatamente por isso que o impacto do terremoto tem sido tão severo. A pobreza não é somente a ausência ou pouca disponibilidade de dinheiro, é a falta de recursos, oportunidades e escolhas. A pobreza conduz a um enfoque sobre a mera sobrevivência hoje, antes que sobre construir vidas em formas que possam ser mais resistentes aos inevitáveis desastres da vida. A pobreza é opressão da mente, corpo e espírito. Tende a esmagar a esperança, energia e empenho. A pobreza significa que lares e edifícios públicos são muitas vezes mal construídos, a infra-estrutura é limitada e o valor da vida humana diminuída. Tudo isso já existia antes da catástrofe ser televisionada.

Num lugar como o Haiti, esta pobreza é em grande medida tomada como fato assentado. É um conjunto complicado de questões envolvendo economia, política, história, cultura e sociedades —  tópicos não tão facilmente noticiados no noticiário noturno. Em geral, a mídia — e a maior parte de nossa atenção — somente ressalta os quadros dramáticos e relatos extra-traumáticos. E a maior parte do tempo não falamos ou pensamos sobre as lentas tragédias que são muito maiores do que qualquer terremoto ou outros eventos que ocupam as manchetes.

Sim, precisamos dar e trabalhar para aliviar o sofrimento imediato na sequência do terremoto do Haiti. E, sim, Paul, espera-se que façamos alguma coisa — mas não somente esta semana ou este mês. Devemos fazer algo muito maior para confrontar a pobreza constante do Haiti e em tantas outras partes do mundo. Isso pode reduzir o impacto de desastres futuros bem como aliviar o sofrimento diário de tantas pessoas por todo o mundo.

Isso é parte da condição humana. Como uma escritora em minha tradição confessional declarou, “Todos somos tecidos juntos na rede da humanidade. O mal que sobrevem a qualquer parte da grande fraternidade humana traz perigo a todos” (Ellen White, “A Ciência do Bom Viver”, pág. 345).

E a Bíblia nos oferece uma motivação ainda mais elevada: “O que oprime ao pobre insulta ao seu Criador; mas honra-o aquele que se compadece do necessitado”. (Provérbios 14:31).

– Nathan Brown é redator de Signs Publishing Company em Warburton, Victoria, Austrália, e autor do livro “7 Reasons Life is Better With God” [7 Razões Por Que a Vida É Melhor Com Deus” (Review & Herald Publishing, 2007).

Fonte: Rede Adventista de Notícias

Quem é Miguel o Arcanjo?

migueloarcanjo

Um fato Surpreendente: Quando o Rei Humberto da Itália herdou o trono, Nápoles estava à beira da insurreição contra a monarquia. Políticos argüiram violentas medidas para forçar as pessoas à submissão, mas o rei não o permitiu. Depois, a cólera subitamente eclodiu na cidade, e junto com a temida doença veio a fúria. O jovem rei, ignorando as advertências de seus conselheiros, deixou o palácio e visitou sozinho os lotados hospitais de Nápoles. Emocionado com a situação, com dedicação e amor à causa, ele ministrou inclusive às pessoas ingratas com suas próprias mãos. Muitas pessoas que sofriam, suspiraram orações de gratidão para com o jovem médico que os servia, não sabendo que ele era o seu menosprezado rei. Quando a praga foi finalmente contida, muitos descobriram a verdadeira identidade do nobre enfermeiro que tinha cuidado deles. Nápoles, em seguida, tornou-se uma cidade conquistada, não pela força, mas pelo amor e piedade do monarca que uma vez recusara. A partir de então, o povo de Nápoles se tornou fiel ao Rei Humberto.

O Enigma de Miguel

Perguntas freqüentes surgem nos círculos cristãos sobre a verdadeira identidade do misterioso personagem bíblico conhecido como Miguel, algumas vezes chamado de “o Arcanjo Miguel” e “Miguel, o Grande Príncipe.” Alguns alegam que Miguel é o mais elevado dos anjos celestiais, um dos querubins cobridores ou um mensageiro especial desejado por Gabriel. Sendo, portanto, um ser criado. Outros, como o comentarista bíblico Matthew Henry, afirmam que Miguel é simplesmente mais um dos muitos nomes do próprio Jesus. Poderemos nós conhecermos a verdadeira identidade deste misterioso Ser? Obviamente, a chave para decifrar esta pergunta intrigante é encontrada nas Escrituras. “Pois é preceito sobre preceito, preceito sobre preceito; regra sobre regra, regra sobre regra; um pouco aqui, um pouco ali”. (Isaías 28:10)

Uma rápida olhada em uma Concordância Bíblica revela que há 15 referências ao nome Miguel nas Escrituras. Dez dessas vezes, ele é simplesmente chamado de Miguel. De fato, a entrada para “Miguel” no léxico (grego e / ou dicionário hebraico) afirma: “O nome de um arcanjo e nove israelitas.”

É a identidade de Miguel, o arcanjo e príncipe, mencionado nas últimas cinco referências que buscamos neste importante estudo.

A primeira destas três referências de Miguel está no Antigo Testamento, no livro do profeta Daniel. Os dois últimos são mencionados nos livros do Novo Testamento de Judas e Apocalipse. Com um honesto estudo de comparação destes e de outros versos, rapidamente surgem pistas que nos levam a uma inescapável conclusão da verdadeira identidade de Miguel; Ele não é senão Jesus, Ele não é um anjo criado ou querubim, mas seu nome é um dos muitos títulos do grande Filho eterno de Deus!

À primeira vista, o Antigo Testamento retrata Miguel como um príncipe, e o Novo Testamento o descreve como um arcanjo. Mas, olhando para outras Escrituras relacionadas onde são utilizadas semelhante expressão e linguagem, vamos ver emergir um padrão interessante.

Um Aviso

Antes de proceder qualquer outra coisa, por favor, leia com atenção e entenda este próximo pensamento. Porque a palavra “anjo” significa mensageiro, ela é muito usada livremente e em grande parte das Escrituras. Às vezes, homens são chamados anjos na Bíblia (1 Samuel 29:9, Gálatas 4:14). Às vezes anjos são chamados de homens (Gênesis 32:24). E em outros lugares, como será demonstrado em breve, o próprio Deus é identificado como um anjo! Claro que, mesmo os anjos são chamados de anjos.

Normalmente, quando uma pessoa pensa em um anjo, imagina vários níveis de espíritos ministradores conhecidos como Anjos, Serafins, ou Querubins. Ao contrário de Jesus, estes seres celestiais são criados. Existem alguns cultos que ensinam que Jesus, antes de Sua encarnação terrena, foi realmente apenas um poderoso anjo que tinha uma exaustiva contenda, com Seu companheiro desobediente: o anjo Lúcifer. Por sua vez, isto significaria que Jesus é uma criatura que tem sido promovida por seu Pai e por isso não é o Deus eterno como os cristãos acreditam. Este estudo rejeita categoricamente essa opinião. Jesus é, e sempre tem sido, o Filho do Deus eterno e, na verdade, o próprio Deus. Qualquer comparação feita a Jesus como um anjo no presente estudo é simplesmente no sentido clássico, como um grande mensageiro da salvação e de forma alguma têm a intenção de diminuir Sua divindade eterna.

A chave está no Nome

Primeiro, vamos examinar o significado de algumas palavras e nomes. No Novo Testamento grego, a palavra “anjo” significa “mensageiro”, e “arc” significa “chefe, principal, maior, ou mais elevado.” Então, “arcanjo” significa simplesmente “mais elevado ou importante mensageiro.” O nome hebraico “Miguel”, encontrado no Antigo Testamento, significa “quem é como Deus” ou, por vezes, ele forma uma pergunta: “Quem é como Deus?” Então o título Miguel o Arcanjo pode ser traduzido como “O maior mensageiro que é Deus”. Se esse nome é uma pergunta, afirmação, ou um desafio será ainda mais evidente pelo estudo. Um anjo que professa ser como Deus. Isso abrange também um querubim caído das cortes celestiais – Lúcifer, que se tornou o Diabo e Satanás, por ter a pretensão de “ser semelhante ao Altíssimo” (Isaías 14:14). Em Apocalipse 12:7, Satanás se opõe à “Miguel e seus anjos” e foi expulso do céu.

O Anjo do Senhor

A frase “anjo do Senhor” é encontrada 68 vezes na Bíblia. Às vezes, aplica-se a Gabriel que apareceu a Daniel, Zacarias, e Maria. Mas Gabriel é chamado de “um” anjo do Senhor (Lucas 1:11). Ele não é referido como “o” anjo do Senhor. Ele também nunca é chamado de “Arcanjo”. (E enquanto nós estamos discorrendo sobre o assunto, deve se observar que o popular anjo Rafael não aparece em qualquer lugar da Bíblia [66 livros].) Gabriel é provavelmente um dos dois querubins que cobre o trono de Deus. Lembre-se que ele disse ao profeta Zacarias, “Eu sou Gabriel, que assisto na presença de Deus” (Lucas 1:19). Lúcifer, presidia outra posição antes de sua queda (Ezequiel 28:14). Se o mais alto cargo presidido por um anjo é o de querubim que são os cobridores do trono de Deus, o que é um arcanjo? E quem é esse poderoso indivíduo identificado como “o anjo do Senhor”, que executa um papel proeminente na redenção do homem?

Deus o Pai criou todas as coisas através de Jesus (Hebreus 1:2, Efésios 3:9). Não é implausível de se supor que Cristo veio à terra e se tornou um homem em Sua batalha contra Satanás para salvar os seres humanos, e Ele poderia também ser, de algum modo, identificado como anjo para protegê-los da maligna influência de Satanás no céu. De fato, há várias referências na Bíblia de um misterioso ser identificado como “o anjo do Senhor” antes da encarnação terrena de Cristo. Contudo, cada vez que Ele é mencionado, há indícios de Sua identidade. Vamos analisá-las brevemente na ordem em que aparecem.

Hagar

Após Hagar, a serva de Abraão, dar a luz a Ismael, ela e a estéril Sara já não podiam coexistir pacificamente. Sara a tratou severamente por ela ter se ensoberbecido até que Hagar fugiu para o deserto e “o Anjo do SENHOR a encontrou no deserto, perto de uma fonte” (Gênesis 16:7). O anjo disse para Hagar voltar para trás e apresentar-se a Sara e prometeu que o seu filho, Ismael, seria o pai de uma grande nação. Quando o “anjo” desapareceu, Hagar “invocou o nome do SENHOR, que lhe falava: Tu és Deus que vê; pois disse ela: Não olhei eu neste lugar para aquele que me vê?” (versículo 13). Parece que Hagar reconheceu que o “anjo do Senhor”, que tinha falado com ela era realmente Deus.

Abraão

Deus disse a Abraão que sacrificasse o seu filho Isaac no monte Moriá. Assim, quando ele estava prestes a cravar sua adaga no filho da promessa, o anjo do Senhor o parou. “Mas o anjo do Senhor lhe bradou desde o céu, e disse: Abraão, Abraão! Ele respondeu: Eis-me aqui. Então disse o anjo: Não estendas a mão sobre o mancebo, e não lhe faças nada; porquanto agora sei que temes a Deus, visto que não me negaste teu filho, o teu único filho”. (Gênesis 22:11,12)

É claro que Abraão estava oferecendo o seu filho a Deus e não a um simples anjo. “Então, do céu bradou pela segunda vez o Anjo do SENHOR a Abraão, e disse: Jurei, por mim mesmo, diz o SENHOR, porquanto fizeste isso e não me negaste o teu único filho, que deveras te abençoarei e certamente multiplicarei a tua descendência como as estrelas dos céus e como a areia na praia do mar; a tua descendência possuirá a cidade dos seus inimigos, nela serão benditas todas as nações da terra, porquanto obedeceste à minha voz.” (Gênesis 22:15-18). Recontando esta experiência de Abraão, em Atos 3:25, Pedro também identifica este “anjo do Senhor” que fez um pacto com o Patriarca, como Deus.

Jacó

Enquanto fugia de seu zangado irmão Esaú, Jacó teve um sonho em que Deus confirmou a aliança de Abraão com ele. Depois de receber a garantia de que Deus estaria com ele e o levaria de volta em segurança para sua casa, em Canaã, Jacó jurou devolver a Deus um dízimo de todo o seu rendimento. Jacó tomou a pedra que havia posto por travesseiro e a erigiu em coluna, sobre cujo topo entornou azeite. Em seguida, ele nomeou o lugar de Betel, ou casa de Deus, pois Deus havia lhe aparecido lá.

Vinte anos mais tarde, Jacó estava em seu caminho para casa,  não como um pobre fugitivo, mas como um homem rico. Deus decidiu relembrar que tinha realmente lhe trazido sucesso. Veja como Jacó conta a história: “E o Anjo de Deus me disse em sonho: Jacó! Eu respondi: Eis-me aqui!”. (Gênesis 31:11). No versículo 13, este “anjo de Deus” identifica-se: “Eu sou o Deus de Betel, onde ungiste uma coluna, onde me fizeste um voto”.

Então, quando Jacó lutou com um ser divino (Gênesis 32:22-32), foi lhe dado um novo nome (Israel) e ele foi abençoado. “Àquele lugar chamou Jacó Peniel, pois disse: Vi a Deus face a face, e a minha vida foi salva.”. No Novo Testamento, Jesus é o que abençoa o Seu povo e lhes dá um novo nome (Mateus 5:3-12; Apocalipse 2:17). Como você pode ver, está se tornando cada vez mais claro que o anjo do Senhor é o próprio Jesus.

Quando Jacó estava em seu leito de morte e abençoou os 2 filhos de José, Efraim e Manassés, ele usou os termos “anjo” e “Deus” intercambiavelmente: “O Deus em cuja presença andaram meus pais Abraão e Isaque, o Deus que me sustentou durante a minha vida até este dia, o Anjo que me tem livrado de todo mal, abençoe estes rapazes; seja neles chamado o meu nome e o nome de meus pais Abraão e Isaque; e cresçam em multidão no meio da terra.” Gênesis 48:15, 16).

As Escrituras são muito claras, não há outro redentor e salvador, mas apenas Deus. “Eu, eu sou o SENHOR, e fora de mim não há salvador.” (Isaías 43:11-14). Mais uma vez vemos que o anjo que redimiu Jacó é outro nome para o nosso Redentor, Jesus!

Moisés

Moisés viu um arbusto queimando que não se consumia e “apareceu-lhe o anjo do Senhor em uma chama de fogo do meio duma sarça” (Êxodo 3:2). O Verso 4 identifica este anjo: “Vendo o SENHOR que ele se voltava para ver, Deus, do meio da sarça, o chamou” E, no versículo 6, Ele identifica-se novamente. “Eu sou o Deus de teu pai, o Deus de Abraão, o Deus de Isaque e o Deus de Jacó. Moisés escondeu o rosto, porque temeu olhar para Deus.” O anjo do Senhor identifica-se como Deus!

Em seu último sermão antes de ter sido apedrejado até à morte, Estevão concorda com o que o Êxodo conta: “Decorridos quarenta anos, apareceu-lhe, no deserto do monte Sinai, um anjo, por entre as chamas de uma sarça que ardia. Moisés, porém, diante daquela visão, ficou maravilhado e, aproximando-se para observar, ouviu-se a voz do Senhor: Eu sou o Deus dos teus pais, o Deus de Abraão, de Isaque e de Jacó. Moisés, tremendo de medo, não ousava contemplá-la.” (Atos 7:30-32).

Israel

Em outro exemplo, os filhos de Israel foram conduzidos através do deserto por Deus. “O SENHOR ia adiante deles, durante o dia, numa coluna de nuvem, para os guiar pelo caminho; durante a noite, numa coluna de fogo, para os alumiar, a fim de que caminhassem de dia e de noite.” (Êxodo 13:21). Moisés depois descreve este ser que os conduzia desta maneira: “Então, o Anjo de Deus, que ia adiante do exército de Israel, se retirou e passou para trás deles; também a coluna de nuvem se retirou de diante deles, e se pôs atrás deles”. ( Êxodo 14:19). Mais uma vez, “o anjo de Deus” é identificado como Deus.

Balaão

O anjo do Senhor novamente é uma figura proeminente na história de Balaão e sua conversa com a jumenta. É um anjo que protege a jumenta de seu mestre implacável e quase mata o cobiçoso profeta, que está no seu caminho para amaldiçoar o povo de Deus (Números 22:21-35). Depois de Balaão estar perto da porta da morte, “tornou o Anjo do SENHOR a Balaão: Vai-te com estes homens; mas somente aquilo que eu te disser, isso falarás. Assim, Balaão se foi com os príncipes de Balaque.” (versículo 35). O próximo capítulo revela que Deus colocou as palavras na boca do profeta: “Encontrando-se Deus com Balaão … o SENHOR pôs a palavra na boca de Balaão e disse: Torna para Balaque e falarás assim.” (Números 23:4, 5 ). Aqui, novamente, “o anjo do Senhor” acaba por ser o próprio Deus.

Juízes

Agora vamos avançar para o livro dos Juízes, quando lemos, “Subiu o Anjo do SENHOR de Gilgal a Boquim e disse: Do Egito vos fiz subir e vos trouxe à terra que, sob juramento, havia prometido a vossos pais. Eu disse: nunca invalidarei a minha aliança convosco.” (2:1). Por agora, devemos reconhecer um padrão. Vemos o anjo que trouxe os israelitas do Egito e fez um pacto com Israel que nunca seria invalidado – o anjo do Senhor – é o pré-encarnado Filho de Deus? Sim! A resposta é que é a mesma pessoa.

Gideão

Gideão tem um encontro com o anjo do Senhor no livro de juízes. O anjo disse a Gideão que o Senhor estava com ele “o Anjo do SENHOR lhe apareceu e lhe disse: O SENHOR é contigo, homem valente.” (Juízes 6:12) . Gideão chama a atenção para a opressão de Israel pelos Midianitas como prova do contrário. “Então, se virou o SENHOR para ele e disse: Vai nessa tua força e livra Israel da mão dos midianitas; porventura, não te enviei eu?” (Juízes 6:14). Ao longo do resto da narrativa de juízes capítulo 6, a pessoa que está falando com Gideão é intercambiavelmente identificada como o Senhor, o Anjo do Senhor, e o Anjo de Deus.

Manoá

A mãe de Sansão, a esposa de Manoá, era estéril. “Apareceu o Anjo do SENHOR a esta mulher e lhe disse: Eis que és estéril e nunca tiveste filho; porém conceberás e darás à luz um filho” (Juízes 13:3). Esse anjo disse-lhe que ela teria um filho que iria libertar o apóstata Israel de seus opressores pagãos. Ela rapidamente chamou Manoá, e oraram para outra visita do “homem de Deus.” Quando o anjo veio pela segunda vez, Manoá perguntou-lhe o seu nome. A Versão King James da Bíblia afirma que o anjo disse a Manoá que seu nome era “Secreto”, com uma nota de rodapé que se traduz como “Maravilhoso.” Isto nos faz lembrar imediatamente da profecia de Isaías de que Jesus seria chamado de “Maravilhoso, Conselheiro, Deus Poderoso, o Pai eterno, o Príncipe da Paz ” (Isaías 9:6). O nome “Maravilhoso” para o anjo do Senhor que apareceu a Manoá liga este “anjo”, com a vinda do Messias que seria chamado de “Maravilhoso”.

Mais uma vez, depois de ver este “Maravilhoso mensageiro”, Manoá declarou que tinha visto Deus. “Disse Manoá a sua mulher: Certamente morreremos, porquanto temos visto a Deus”. (Juízes 13:22).

Ninguém viu o Pai

Nós temos mais versículos para prosseguir! Podemos ver claramente que o “anjo do Senhor” é frequentemente identificado como sendo o próprio Deus, “Ninguém jamais viu a Deus; o Deus unigênito, que está no seio do Pai, é quem o revelou.” (João 1:18). João 6:46 também nos diz, “Não que alguém tenha visto o Pai, salvo aquele que vem de Deus; este o tem visto.” Obviamente, uma vez que nenhum homem viu a Deus o Pai, todos estes avistamentos do Deus do Antigo Testamento como o “anjo do Senhor” deve ter sido Jesus, Deus o Filho, velando Sua glória para que os homens pudessem suportar sua presença, sem serem consumidos.

O Anjo da Aliança

Uma das mais famosas profecias messiânicas é encontrada em Malaquias 3:1: “Eis que eu envio o meu mensageiro, que preparará o caminho diante de mim; de repente, virá ao seu templo o Senhor, a quem vós buscais, o Anjo da Aliança, a quem vós desejais; eis que ele vem, diz o SENHOR dos Exércitos.” O mensageiro da aliança falado aqui em Malaquias é claramente uma referência ao advento de Jesus Cristo. A palavra traduzida como mensageiro (mal’ak) é a mesma palavra usada nas passagens anteriores do Antigo Testamento traduzidas como ‘anjo do Senhor’. Portanto, esta seria também uma boa tradução: Eis que eu envio o meu anjo, que preparará o caminho diante de mim“. O que poderia ser mais claro?

O Acusador

Existe mais uma referência importante em que o anjo do Senhor aparece no Antigo Testamento. Ao profeta Zacarias foi dada uma visão “Deus me mostrou o sumo sacerdote Josué, o qual estava diante do Anjo do SENHOR, e Satanás estava à mão direita dele, para se lhe opor” (Zacarias 3:1). Aqui vemos o adversário contendendo junto a um ser humano pecador . Os trajes sujos de Josué simbolizam seu pecado. (Zacarias 3:3).

Nesta narrativa, o nome muda rapidamente de “o anjo do Senhor” (versículo 1) para “Senhor” (versículo 2), indicando mais uma vez que eles são os mesmos. Então o Senhor faz uma declaração interessante. “Mas o SENHOR disse a Satanás: O SENHOR te repreende, ó Satanás; sim, o SENHOR, que escolheu a Jerusalém, te repreende” (Zacarias 3:2). Há apenas um outro lugar na Escritura, Judas 1:9, em que esta frase é encontrada – e é  Miguel O Arcanjo quem a fala!

Na curta epístola de Judas, assistimos a uma vinheta semelhante à de Josué e o anjo em Zacarias. “Mas quando o arcanjo Miguel, discutindo com o Diabo, disputava a respeito do corpo de Moisés, não ousou pronunciar contra ele juízo de maldição, mas disse: O Senhor  te repreenda” (Judas 1:9). As situações são espantosamente paralelas: Cristo e Satanás estão em contenda sobre o destino dos dois grandes homens de Deus (um vivo, no caso de Josué, um morto, no caso de Moisés). O debate é encerrado abruptamente quando Jesus diz: “O Senhor te repreenda”.

Esta passagem levanta outra questão válida. Algumas pessoas ficam confusas por parte deste versículo em Judas 1:9 onde Miguel repreende o diabo. Eles perguntam: Se Miguel é realmente um outro nome para Jesus, então porque é que ele invoca o nome do Senhor, quando repreende Satanás? Porque Ele mesmo não o faz, como fez quando tentado no deserto. “Então ordenou-lhe Jesus: Vai-te, Satanás”. (Mateus 4:10).

Ao estudar as Escrituras e a linguagem de Jesus, nós rapidamente vemos que era uma prática muito comum que Jesus falasse de si mesmo na segunda pessoa, como em Lucas 18:8: “Contudo, quando o Filho do homem vier, ele encontrará fé na Terra?”. E se ainda há alguma dúvida nesta questão, temos a clara Escritura em Zacarias 3:2, onde o Senhor fala a mesma coisa que Miguel fala em Judas. Ele invoca o seu próprio nome quando repreende o diabo. “E o Senhor disse a Satanás, O SENHOR te repreende, Satanás!” Talvez essas Escrituras sejam exemplos do Filho de Deus, apelando para o nome de Seu Pai na repreensão de Satanás.

Miguel o Príncipe

Miguel é mencionado em Daniel mais do que em qualquer outro livro na Escritura. (Ver Daniel 10:13; 10:21; 12:1). Em todas as três referências, ele é chamado de Príncipe, o Seu Príncipe e o Grande Príncipe. A profecia de Isaías sobre o Messias (Isaías 9:6) revela os seus principais nomes e um dos que seriam aplicados ao Messias  “Príncipe da Paz”.

Há um outro versículo em Daniel 8:25 em que o “Príncipe dos príncipes” é mencionado. Novamente, o conflito cósmico está sendo jogado com Cristo de um lado e o diabo de outro, com a humanidade servindo como campo de batalha. “O Príncipe dos príncipes” é, na realidade, o mesmo termo que é traduzido “Príncipe do Exército” no versículo 11 . Isto é semelhante ao “Senhor dos senhores” (Salmo 136:3), “Deus dos deuses” (Deuteronômio 10:17) e “Rei dos reis” (Apocalipse 19:16). Todos estes são títulos de divindade. Ele ainda é referido como o “ungido, o Príncipe” (Daniel 9:25).

Quem é este de que os anjos chamam de o Grande Príncipe? Vamos deixar que a Bíblia nos diga:

# Isaías 9:6: “E o seu nome será chamado… O Príncipe da Paz“.

#Atos 3:14, 15: “Mas vós negastes o Santo e Justo… e mataste o Príncipe da Vida.” [frase da King James. A versão Almeida fala de "Autor da Vida".]

# Atos 5:30, 31: “O Deus  de nossos pais ressuscitou a Jesus, ao qual vós matastes, suspendendo-o no madeiro; sim, Deus, com a sua destra, o elevou a Príncipe e Salvador.”

# Apocalipse 1:5: “e da parte de Jesus Cristo, que é a fiel testemunha, o primogênito dos mortos e o Príncipe dos reis da terra“.

Estes versos claramente confirmam os três versos de Daniel em que Miguel é chamado de “Príncipe”.

Miguel é apenas um de muitos?

Daniel 10:13 é provavelmente o mais difícil versículo sobre Miguel: “Mas o príncipe do reino da Pérsia me resistiu por vinte e um dias; porém Miguel, um dos primeiros príncipes, veio para ajudar-me, e eu obtive vitória sobre os reis da Pérsia.” Afigura-se à primeira vista que Miguel é apenas “um dos” primeiros príncipes. Esta é uma tradução infeliz na King James [equivalente a Almeida]. A palavra “um” vem da palavra hebraica “echad”, que também é freqüentemente traduzida como “primeiro”, como é a esposa do presidente sendo chamada de “primeira-dama.” (ver Gênesis 1:5; 8:13.) Isso muda todo o significado do versículo para Miguel ser um dos primeiros, uns dos maiores ou mais altos, para o Chefe dos príncipes, novamente uma referência a Jesus. O príncipe do reino da Pérsia, que resistira ao anjo foi, sem dúvida, o diabo que aparece freqüentemente trabalhando na sombra dos monarcas terrestres, como o rei da Babilônia, o rei de Tiro, e o poder romano (Isaías 14:4, Ezequiel 28 : 2, Apocalipse 12:4). E lembre-se que Jesus chama Satanás “o príncipe deste mundo” (João 12:31).

Daniel 10:21 diz: “Contudo eu te declararei o que está gravado na escritura  da verdade; e ninguém há que se esforce comigo contra aqueles, senão Miguel, vosso príncipe”. Aviso aqui que o anjo se refere a Miguel como o nosso Príncipe. Quem foi o príncipe de Daniel? No capítulo anterior, vemos a resposta. Em Daniel 9:25, o messias de Daniel é chamado o príncipe, que é outra indicação clara da identidade de Miguel! Então Gabriel está dizendo que o arcanjo Miguel é Jesus, que sabe toda a verdade das Escrituras.

Miguel Se Levanta

A última referência a Miguel em Daniel está no capítulo 12: “Naquele tempo se levantará Miguel, o grande príncipe, que se levanta a favor dos filhos do teu povo”. Aviso aqui que Miguel não é chamado um grande príncipe, mas “O Grande Príncipe”. Existe algum príncipe maior senão Jesus? Ele também é identificado como aquele que “se levanta a favor dos filhos do teu povo.” Isto significa que Ele intercede, defende e ainda permanece como um substituto. Que outro poderia ser, senão Jesus?

Comentando este versículo, Matthew Henry afirma: “Miguel significa, “Quem é como Deus”, e seu nome, com o título de “o Grande Príncipe”, recorda o Divino Salvador. Cristo era para os filhos de nosso povo como um sacrifício, um substituto para suportar a maldição, para suportar o pecado deles. Ele os defende pleiteando para eles no trono da graça”. Jesus é claramente aquele que sempre está em nosso lugar e para a nossa defesa.

Miguel se levantando é também uma referência ao Senhor que se prepara para vir. Repare que Miguel é tão exaltado e poderoso, que seu levantar inicia o grande tempo de angústia. Este, por sua vez, é seguido pela segunda vinda de Jesus e da ressurreição (Daniel 12:2).

A Voz de Miguel

Se formos isolar e estudar a palavra “arcanjo”, vemos uma outra combinação interessante. A única outra passagem na Bíblia que usa a palavra “arcanjo” é de 1 Tessalonicenses 4:16. E anote o seu contexto: “Porque o mesmo Senhor descerá do céu com um grito, com a voz do arcanjo, e com a trombeta de Deus: e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro” [king James] É a voz do arcanjo que levanta os mortos em Cristo, é o próprio Senhor quem grita. Isto indica que eles são uma e a mesma pessoa. Jesus é aquele que grita com a voz do arcanjo, ou “o maior mensageiro”, para levantar os mortos!

Obviamente, anjos não têm o poder de ressuscitar os mortos. Só Deus que dá vida tem o poder de restaurá-la. “Pois assim como o Pai tem vida em si mesmo, assim também deu ao Filho ter vida em si mesmo… Não vos admireis disso, porque vem a hora  em que todos os que estão nos sepulcros ouvirão a sua voz e sairão” (João 5:26, 28, 29).

Em Judas, vemos o arcanjo disputando com o diabo o corpo de Moisés, o qual, aliás, foi ressuscitado e levado para o céu , onde posteriormente apareceu no monte da transfiguração a fim de incentivar Cristo (Marcos 9). Em 1 Tessalonicenses, o apóstolo Paulo descreve a ressurreição acontecendo em resposta à voz de arcanjo. Novamente vemos o paralelo entre estes dois versos; na qual descrevem o arcanjo no ato da ressurreição.

Adorando o Comandante

Em Apocalipse, Miguel é retratado como o líder das hostes celestes, ou exércitos, na guerra contra o rebelde Satanás: “Então houve guerra no céu: Miguel e os seus anjos batalhavam contra o dragão. E o dragão e os seus anjos batalhavam”. (Apocalipse 12:7). Aqui, o termo “dragão” é um nome simbólico para Satanás, o líder do mal (versículo 9), por isso é muito seguro assumir que o Miguel é um outro nome emblemático para Jesus, a encarnação e líder do bem. Mas há mais evidências.

Quando Israel se preparava para sua primeira batalha após a passagem para a Terra Prometida, Josué teve um encontro com um incomum guerreiro. “Ora, estando Josué perto de Jericó, levantou os olhos, e olhou; e eis que estava em pé diante dele um homem  que tinha na mão  uma espada  nua. Chegou-se Josué a ele, e perguntou-lhe: És tu por nós, ou pelos nossos adversários? Respondeu ele: Não; mas venho agora como príncipe do exército do Senhor. Então Josué, prostrando-se com o rosto em terra, o adorou e perguntou-lhe: Que diz meu Senhor ao seu servo? Então respondeu o príncipe do exército do Senhor a Josué: Tira os sapatos dos pés, porque o lugar em que estás é santo. E Josué assim fez”. (Josué 5:13-15). Não só Josué prestou culto a Ele, como o capitão celeste recebeu seu culto. Se ele tivesse sido um mero anjo, ele teria repreendido Josué como o anjo repreendeu João por tentar adorá-lo (ver Apocalipse 19:10, 22:8, 9).

Em todos os casos em que o anjo do Senhor aceita culto, é claramente o Filho de Deus. Mas onde anjos criados são adorados, eles recusam-se! “Está escrito: Ao Senhor teu Deus adorarás, e só a ele servirás” (Lucas 4:8).

De fato, todos os anjos criados são ordenados para adorar Jesus como o fizeram durante o seu primeiro advento. “E outra vez, ao introduzir no mundo o primogênito, diz: E todos os anjos de Deus  o adorem.” (Hebreus 1:6). O diabo está furioso porque ele sabe que um dia ainda vai ser obrigado a reconhecer Jesus como rei e adorá-Lo. “Para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho dos que estão nos céus, e na terra, e debaixo da terra e toda língua confesse que Jesus Cristo é Senhor, para glória de Deus Pai”. (Filipenses 2:10, 11).

Observe a conexão surpreendente que Paulo faz entre um anjo de Deus e Cristo Jesus. “…vocês me receberam como se eu fosse um anjo de Deus ou mesmo como se eu fosse Cristo Jesus.” (Gálatas 4:14). A expressão “Senhor dos exércitos” aparece 245 vezes na Bíblia, e remete para o “comandante do exército angelical de Deus.” Assim, o “Capitão do Exército do Senhor” que Josué viu não era um anjo, mas o próprio Jesus. Isso explica por que Ele exigiu que Josué removesse seus sapatos. O lugar era sagrado porque Jesus estava lá, assim como a presença de Jesus na sarça ardente fez desse um fundamento sagrado para Moisés. Então, Miguel, o capitão do Exército do Senhor é mais um título para Jesus.

Quem é como Deus!

Quando Felipe pediu que Jesus mostrasse o Pai aos discípulos, Jesus respondeu: “Respondeu-lhe Jesus: Há tanto tempo que estou convosco, e ainda não me conheces, Felipe? Quem me viu a mim, viu o Pai; como dizes tu: Mostra-nos o Pai?(João 14:9) Alguns pensam que o Filho de Deus esperou 4000 anos para intervir pessoalmente nos assuntos do homem. Nem tanto! Embora seja verdade que a encarnação ocorreu 4000 anos depois da queda do homem, Deus o Filho, se envolveu pessoalmente na história e nos assuntos de seu povo. É por isso que Jesus disse: “Abraão, vosso pai, exultou por ver o meu dia; viu-o, e alegrou-se”. (João 8:56). Jesus apareceu pessoalmente a Abraão quando o patriarca intercedeu por Ló (Gênesis 18:26).

Que maravilhosa verdade que Jesus, o Filho do Deus eterno,  se ocupou em vigiar ativamente, providenciando a proteção de Seus filhos! Ele falou face a face com Abraão e Moisés e lutou com Jacó. Ele conduziu os israelitas através do deserto, fornecendo comida e água e vitória contra os seus inimigos.

Lembre-se que o título de “Miguel O Arcanjo” significa “O grande mensageiro, que é como Deus”. Era Jesus, “a imagem do Deus invisível” (Colossenses 1:15), que trouxe a maior mensagem de esperança, o evangelho, para nosso mundo que perecia!

Conclusão

Em conclusão, vemos este majestoso e misterioso Ser, às vezes chamado Miguel, por vezes, o anjo do Senhor, ou então, o Comandante do Exército do Senhor, velando Sua divindade e aparecendo sob a forma de um humilde anjo. No entanto, este Ser enigmático tem o poder, autoridade e os atributos que pertencem somente a Deus. Ele luta contra o diabo no Céu, Ele ressuscita os mortos, Ele intercede pelos santos, Ele julga e  Se levanta inaugurando o grande tempo de angústia [tempo de prova]. Ele resgata os santos e recebe a sua adoração. Ele nos oferece um novo nome.

Agora você pode saber quem é Miguel, mas o diabo também sabe e isso não vai salvá-lo. A grande questão é: você conhece Miguel, como Jesus, seu Senhor e salvador?

Nota do Tradutor: Algumas traduções de Zacarias 3:2 como a King James e a Almeida Revista e Atualizada remetem esta frase ao “SENHOR” e outras como a Almeida Atualizada ao “Anjo do Senhor”.

Artigo escrito pelo Pastor Doug Batchelor, do Ministério Adventista Amazing facts. Traduzido pelo blog Sétimo Dia do original “Who is Michael the Arcangel?”

A Verdade deixada para trás no Filme “Deixados para trás”

Um fato surpreendente: o mundo ficou chocado com a tragédia no final de março de 1997, quando 39 membros da seita Heaven’s Gate (Portal do Paraíso), tiraram suas próprias vidas. Os membros da seita cometeram suicídio ingerindo doses fatais de um coquetel letal de fenobarbital e vodka. Os Heaven’s Gate acreditavam sinceramente que o Hale-Bopp, um cometa excepcionalmente brilhante, era um sinal de que eles deveriam deixar seus corpos terrenos (ou “containers”) e seriam arrebatados até uma nave espacial viajando atrás do cometa que iria levá-los para um plano superior de existência. Uma mensagem postada em seu site afirmou que ” a aproximação do Hale-Bopp é o “sinal” que nós estivemos esperando no tempo para a chegada da nave espacial para nos levar para casa, para “o seu mundo” literal nos céus “. Eles sinceramente acreditavam que o cometa marcara o início de um nível evolucionário Humano. “Estamos preparados para deixar felizes este mundo”, escreveu o líder do culto Marshall Applewhite (também conhecido por “Do”), que citou seleções da Bíblia e vários episódios de Star Trek para apoiar os seus ensinamentos de que eles seriam arrebatados para esta nave invisível .

As pessoas ao redor do mundo, estão se esforçando para compreenderem as profecias do tempo do fim contidas na Bíblia. Cristãos em todo lugar sentem que Jesus Cristo em breve retornará ao planeta Terra.

Na década de 1990, o estudioso da Bíblia Tim LaHaye e Jerry Jenkins um contador de histórias se uniram para criar uma fascinante série de novelas destinadas a tornar o livro do Apocalipse mais real para os cristãos de hoje. Seu primeiro livro, publicado em 1995, foi simplesmente chamado Left Behind (Deixados para Trás). Este único livro vendeu milhares de cópias nas livrarias e foi “Um dos dez maiores best-sellers do século 20″. E.U.A. Hoje o classifica como “extremamente popular e muito controverso”.

Devido a esta popularidade incrível, LaHaye e Jenkins decidiram expandir o projeto em uma seqüência de 12 livros. O Possuído-A Besta Toma Posse, foi listado nos BestSellers do New York Times. A Marca-A Besta Controla o Mundo, tornou-se um hit imediato. Surpreendentemente, todo o projeto está sendo chamado de “O melhor best-seller de todos os tempos.” Em 2 de fevereiro de 2001, Deixados para Tráz: O Filme, produzido pela Cloud Ten Pictures, estreiou nos cinemas em toda a América.

Uma Saga Emocionante

A história começa com o súbito desaparecimento de cristãos no ar, que é comumente chamado de arrebatamento. O resto da humanidade, tendo sido deixada para trás, de repente, acordam para o pesadelo de um mundo enlouquecido. Confusão em massa como veículos não tripulados e fora de controle, acidentes com aviões sem piloto, fogos em erupção, e uma histeria total varrendo o mundo. “Os desaparecimentos” vão introduzir o mundo em um “período de sete anos chamado a Tribulação”. Em meio a esse pânico universal, um homem misterioso e mal chamado Nicolae Carpathia (o Anticristo) sobe para pôr ordem no caos. Com uma personalidades poderosa e carismática, Carpathia assume o controle das Nações Unidas. Discernir sua maldade interior é uma corajosa missão para os novos crentes que estão determinados a resistirem ao seu poder hipnótico. Finalmente, este líder mundial sinistro revela seu derradeiro teste de fidelidade: a inserção de um biochip de alta tecnologia na testa e nas mãos de todos os povos.

A Série deixados para Trás acompanha as vidas de alguns personagens fictícios que, tendo perdido o arrebatamento, são forçados a lutar contra o Anticristo, a sua comunidade global e, finalmente, contra a aplicação da marca da besta.

Assim como milhões de americanos acompanham a vida de seus atores prediletos de novela, igualmente milhões de cristãos estão agora acompanhando a vida dessas personalidades fictícias de “Deixados para Tráz” com a saga continuando a desenrolar-se. Mesmo os jovens estão sendo afetados através de uma versão especial da série só para crianças, que inclui um kit do “Comando Tribulação”.

Debaixo da excitação e do drama desta história incrivelmente popular, é possível que algo não esteja certo? Será que esta série sobre pessoas desaparecidas, está de acordo ou simplesmente oculta as verdades da Bíblia? Em caso afirmativo, quais verdades estariam sendo ocultadas? Paulo escreveu: “Examinai tudo, retende o que é bom” (1 Tessalonicenses 5:21).

Aceito x Exato

A Bíblia certamente ensina a verdade emocionante que Jesus Cristo voltará para o Seu povo. O próprio Jesus disse: “Eu voltarei e vos receberei para mim mesmo” (João 14:3). O texto mais claro na Bíblia sobre o arrebatamento é 1 Tessalonicenses 4:17. Inúmeros cristãos sabem disso no coração, e é também citado em Deixados para trás: O Filme. Paulo escreveu que os crentes em Jesus Cristo, um dia serão “arrebatados … entre nuvens, ao encontro do Senhor nos ares” (1 Tessalonicenses 4:17). O que devemos fazer é examinar cuidadosamente o momento do arrebatamento, pois esta é uma questão crucial.

De acordo com o filme “Deixados para Trás”, o retorno de Jesus Cristo ocorre em duas fases distintas. Em primeiro lugar, Jesus volta silenciosamente e secretamente para arrebatar os verdadeiros crentes. Com isto começa o “período de sete anos chamado – a Tribulação”. Durante a Tribulação, esse homem diabólico conhecido como Anticristo sobe para reforçar a marca da besta. No final da Tribulação, nosso Senhor retorna visivelmente, no chamado “glorioso aparecimento” de Cristo.

Portanto, de acordo com “Deixados para trás”, o arrebatamento vem em primeiro lugar e, em seguida, sete anos depois, é a segunda vinda de Jesus Cristo no fim do mundo. Com pequenas variações, este cenário é agora reconhecido por milhões de cristãos crentes na Bíblia em todo o mundo como um quadro preciso dos eventos do fim dos tempos.

Há três pilares poderosos que se destacam neste ensino, e é seguro dizer que todo o projeto da série “Deixados para Trás” se assenta firmemente sobre cada um deles.

Pilar 1 - O arrebatamento não ocorre na visível segunda vinda de Jesus Cristo, mas sete anos antes.
Pilar 2 – Aqueles que perderem o arrebatamento terão uma segunda chance de aceitar Jesus e ser salvo.
Pilar 3 - Os verdadeiros crentes de hoje não terão que enfrentar o anticristo ou a marca da besta.

Queremos seguir o conselho de Paulo para “provar todas as coisas” pelo exame minucioso destes pilares, à luz das Escrituras, ao prestar atenção para quaisquer sinais de rachaduras estruturais.

Sincronismo Perfeito

O Pilar 1 diz que o arrebatamento e a segunda vinda não ocorrem simultaneamente. Paulo diz claramente em 1 Tessalonicenses 4:17 que “nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados”.Uma simples comparação do versículo 17 com o versículo 15, que diz: “nós, os que ficarmos vivos para a vinda do Senhor”, deixa muito claro que os crentes serão “apanhados” na vinda do Senhor.

Neste ponto, temos de examinar cuidadosamente o que a Bíblia diz sobre a Sua vinda. Será que os crentes serão levados em uma silenciosa e invisível vinda do Senhor antes da Tribulação, como nos ensinou o livro e filme Deixados para Trás? Ou será que os crentes serão “apanhados” no ensurdecedor e “glorioso aparecimento” de Jesus Cristo no fim do mundo?

Mesmo entre os versos 15 e 17, Paulo escreveu: “Porque o Senhor mesmo descerá do céu com grande brado, à voz do arcanjo, ao som da trombeta de Deus, e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro” (1 Tessalonicenses 4:16). A Série Deixados para Trás ao contrário do que diz a Bíblia descreve este evento como um acontecimento silencioso e secreto, Será que na concepção deles  o som não é bastante alto e barulhento? Notem novamente o que se passa no verso Bíblico: Há um grande brado, uma voz e som de trombeta.

Há muito tempo atrás, Jeremias registrou uma profecia sobre a vinda do Senhor, que claramente faz paralelos com 1 Tessalonicenses 4:16. Ele escreveu: O SENHOR lá do alto rugirá e da sua santa morada fará ouvir a sua voz; rugirá fortemente contra a sua malhada, com brados contra todos os moradores da terra, como o eia! dos que pisam as uvas. Chegará o estrondo até à extremidade da terra, porque o SENHOR tem contenda com as nações, entrará em juízo contra toda carne; os perversos entregará à espada, diz o SENHOR. Assim diz o SENHOR dos Exércitos: Eis que o mal passa de nação para nação, e grande tormenta se levanta dos confins da terra. Os que o SENHOR entregar à morte naquele dia se estenderão de uma a outra extremidade da terra; não serão pranteados, nem recolhidos, nem sepultados; serão como esterco sobre a face da terra.” (Jeremias 25:30-33).

Tanto Jeremias quanto Paulo descrevem a vinda do Senhor, durante a qual existe um “grande brado”. Jeremias fornece informações adicionais, dizendo que o Senhor “rugirá fortemente”, e então ele diz que o “estrondo” será ouvido no mundo inteiro. Nada disto soa como um retorno silencioso e secreto de Jesus antes da tribulação.

Um Ladrão na Noite

Paulo disse que este tremendo “dia do Senhor” vai finalmente chegar como “um ladrão na noite” (1 Tessalonicenses 5:2). Muitos interpretam que isso significa que Jesus virá como um ladrão silencioso para levar seus fiéis para fora deste mundo. Em seguida, os carros irão bater, os aviões vão colidir, zagueiros em jogos de futebol irão desaparecer, e os bebês desaparecerão de seus berços. O popular filme cristão “Um ladrão na noite”, que é similar a “Deixados para trás: O Filme”, também apresenta essa perspectiva. No entanto, isto é realmente o que Paulo está dizendo?

Mais uma vez, vamos dar uma olhada nas Escrituras. Paulo escreveu: “pois vós mesmos estais inteirados com precisão de que o Dia do Senhor vem como ladrão de noite. Quando andarem dizendo: Paz e segurança, eis que lhes sobrevirá repentina destruição, como vêm as dores de parto à que está para dar à luz; e de nenhum modo escaparão.” (1 Tessalonicenses 5:2-3).

Você vê o que Paulo está dizendo? A Vinda de Jesus como um ladrão na noite não significa que Ele virá discretamente e invisível para levar seus fiéis para fora deste mundo, como é ensinado em “Deixados para Tráz”. Pelo contrário, isso significa que Ele virá inesperadamente, trazendo “repentina destruição” sobre os incrédulos. Não é um evento secreto, mas súbito, repentino. Aviso novamente o que Paulo disse: Mas vós, irmãos, não estais em trevas para que aquele dia vos surpreenda como um ladrão. Vós sois todos filhos da luz e filhos do dia: nós não somos da noite nem das trevas ” (versos 4-5). Você entendeu isso? Jesus não vem como um ladrão na noite para os crentes, mas somente para aqueles que são da noite. Será que aqueles que são “da noite”, isto é, os despreparados receberão uma segunda chance para serem salvos? Paulo escreveu: “de nenhum modo escaparão” (verso 3).

O apóstolo Pedro também escreveu sobre este mesmo retorno de Jesus Cristo como um ladrão na noite: “Mas o dia do Senhor virá como um ladrão na noite, no qual os céus passarão com grande estrondo, e os elementos, ardendo, se fundirão, a terra, e as obras que nela há, se queimarão” (2 Pedro 3:10). Segundo Pedro, a vinda de Jesus Cristo como um ladrão na noite definitivamente não é um acontecimento silencioso e secreto que antecede um período de sete anos de tribulação. Pelo contrário, este dia chega de repente, com “grande estrondo” (como também descrito por Jeremias), e está claramente associado com o fim do mundo! A rachadura está se formando no Pilar 1.

E sobre o arrebatamento ter lugar “num momento, num abrir e fechar de olhos”? Este é provavelmente o segundo maior texto na Bíblia a ser utilizado agora para apoiar a idéia de fuga dos cristãos antes da Tribulação. Paulo escreveu: “Eis que vos digo um mistério: nem todos dormiremos, mas transformados seremos todos, num momento, num abrir e fechar de olhos, ao ressoar da última trombeta. A trombeta soará, os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados. ” (1 Coríntios 15:51-52).

Paulo está dizendo que os crentes misteriosamente desapareceriam da face da terra antes da Tribulação, enquanto os seus entes queridos estavam a piscar?Obviamente que não ! Ele está dizendo que os mortos serão ressuscitados e os seus corpos serão transformados “num momento, num abrir e fechar de olhos.” Mas quando é que este “momento” terá lugar? A resposta de Paulo é clara. Ele irá ocorrer no ressoar “da última trombeta”, quando “a trombeta soará,” no fim do mundo. Este som é o mesmo “clamor de trombeta” que Jesus disse que seria ouvido na Sua segunda vinda (Mateus 24:31)!

Pilar 1 está se desintegrando.

Esperando até que Seja Tarde Demais

Como observado anteriormente, o Pilar 2 que apoia o projeto “Deixados para tráz” é a teoria de que quem perder o arrebatamento terá durante a Tribulação uma segunda chance para ser salvo. Essa idéia é perigosa porque leva algumas pessoas a racionalizarem que “Se a Bíblia é realmente verdade e se o arrebatamento acontecer, então eu vou saber com certeza que Deus é real. Pode ser difícil, mas eu ainda posso me juntar ao “ComandoTribulação” (um grupo que no livro Deixados para Tráz é organizado por novos fiéis a Cristo, e que passam a combater Nicolae Carpathia, o anticristo) durante os sete anos de tribulação. Mesmo que esse cara Anticristo tente me matar, vou resistir a marca para ser salvo! “

Apesar de promover esta atitude insensata, certamente esta não é a intenção dos autores de “Deixados para trás”, no entanto, a teoria do arrebatamento secreto pode facilmente levar as pessoas a adotarem a filosofia do “esperar para ver”, e assim adiar a tomada de uma decisão de seguir Jesus. Paulo escreveu que todos os que não estiverem totalmente do lado do Senhor, quando os crentes forem “apanhados” (1 Tessalonicenses 4:17) “não escaparão” (1 Tessalonicenses 5:3). Como você pode ver, o Pilar 2 tem problemas muito graves.

“Deixados para Trás” também ensina que a Igreja não estará aqui na terra para o Armagedom. Isso é verdade?

A palavra “Armagedom” aparece apenas uma vez na Bíblia. Pode ser encontrada em Apocalipse 16, o grande capítulo que descreve a queda das sete últimas pragas. Entre a sexta e a sétima última praga, Jesus Cristo diz: “(Eis que venho como vem o ladrão. Bem-aventurado aquele que vigia e guarda as suas vestes, para que não ande nu, e não se veja a sua vergonha). Então, os ajuntaram no lugar que em hebraico se chama Armagedom.” (Apocalipse 16:15-16).

Você entendeu isso? Jesus está falando à Igreja! Enquanto as sete pragas estão caindo, e imediatamente antes da batalha do Armagedom, Jesus Cristo ainda não chegou como um ladrão! Portanto, ele deve vir como um ladrão no Armagedom, que deve ser o momento em que Ele vem para reunir a sua Igreja.

Paulo usou a linguagem militar, quando, como um comandante, ele pediu aos soldados da cruz “tomai toda a armadura de Deus, para que possais resistir no dia mau e, depois de terdes vencido tudo, permanecer inabaláveis.” (Efésios 6:13). Como poderemos estar no “dia mau” se nós já tivermos desaparecido? Jesus Cristo também disse aos fiéis: “Então, sereis atribulados, e vos matarão. Sereis odiados de todas as nações, por causa do meu nome. … Aquele, porém, que perseverar até o fim, esse será salvo.” (Mateus 24:9-13). Paulo também alertou a igreja que “É necessário que passemos por muitas tribulações para entrarmos no Reino de Deus” (Atos 14:22).

Jesus irá salvar sua igreja, não da tribulação, mas sim através dela! Nosso Senhor nos ama e nos fortalecerá nos momentos finais. É por isso que Ele prometeu: “Eu estou convosco todos os dias, até o fim do mundo” (Mateus 28:20). Podemos confiar nisto !

O que mais sobre os Sete Anos?

O texto bíblico que serve de fundamento para toda a teoria de sete anos de Tribulação é Daniel 9:27, que é o primeiro versículo citado no “Deixados para Trás: O Filme”. Ele diz: “Ele fará firme aliança com muitos, por uma semana; na metade da semana, fará cessar o sacrifício…”

Um dia em profecia representa um ano (Números 14:34 e Ezequiel 4:6), portanto, o período de “uma semana” na verdade representa sete anos. Milhões de pessoas estão agora a aplicar isto a um futuro período de sete anos de tribulação. O “Ele” de Daniel 9:27 é interpretado como o Anticristo, que fará uma aliança com os judeus durante a Tribulação.

O que muitos não percebem é que há uma interpretação mais lógica que tem muito mais apoio bíblico. Ela foi ensinada por muitos estudiosos da Bíblia credíveis que escreveram comentários respeitados que estão agora nas bibliotecas dos pastores por toda a América. Um exemplo é o mundialmente famoso comentário da Bíblia de Matthew Henry. “Não se aplica Daniel 9:27 para o Anticristo nem se aplica a “uma semana” para um período de sete anos de tribulação após o arrebatamento. Em vez disso, aplica-se a profecia à Jesus Cristo, que, após três anos e meio do seu ministério de amor, morreu “no meio da semana”, o que acabou por cessar todos os sacrifícios de animais!

Aqui está a citação do famoso comentário de Matthew Henry: “Ao oferecer-se em sacrifício uma vez por todas, ele [Jesus] pôs fim a todos os sacrifícios de levítico”. 1 Outro excelente comentário bíblico escrito por Adam Clarke diz que, durante o prazo “de sete anos” (Daniel 9:27), Jesus Cristo “confirmou ou ratificou a nova aliança com a humanidade”. 2 Aqui está mais um dos muito respeitados Jamieson, Fausset e comentários de Brown: “A confirmação do pacto é atribuída a Ele.” 3

Tome um olhar cuidadoso em Daniel 9:27. A Palavra de Deus diz: “Ele firmará um concerto com muitos por uma semana.” Repare que o próprio Jesus Cristo disse: “Este é o meu sangue da nova aliança, que é derramado por muitos (Mateus 26:28, NVI). Um ajuste perfeito! Ambos usam a expressão “aliança, Concerto” e “muitos”.

Nosso Senhor Jesus Cristo é aquele através do qual “o pacto foi… confirmado” (Gálatas 3:17, ver também Romanos 15:8, NVI). No meio da semana, após três anos e meio, Jesus deu a Sua vida por nós “fazendo cessar o sacrifício”. Ele foi o sacrifício final. Não mais sacrifícios devem ser oferecidos (Hebreus 10:12).

A idéia de “Deixados para Trás” sobre o período de sete anos de tribulação após o arrebatamento pode entrar para a história como a maior interpretação evangélica de todos os tempos. O conceito inteiro é como uma bolha gigante. Depois que Daniel 9:27 é corretamente entendido e a verdade trazida a Tona, “Ploft, lá se vão os Sete anos” !

Uma Questão de Vida ou Morte

Quero terminar falando sobre o Pilar 3, que afirma que os verdadeiros crentes de hoje não terão que enfrentar o anticristo e a marca da besta. É aqui que as emoções voam e a razão desaparece tão instantâneamente quanto aqueles cristãos desaparecendo em “Deixados para Trás, o Filme”. Isso porque a misteriosa marca da besta é um assunto de vida ou morte. Trata-se do destino da alma humana. Admitindo que a Igreja continuará na terra durante a Grande Tribulação final significa que algum dia os cristãos devem encarar o anticristo e a marca da besta e as questões sobre as quais eles podem perder suas almas. Muitas pessoas estão profundamente com medo disso, assim concluem que deve haver um arrebatamento secreto antes da tribulação.

Um profundo medo da marca afeta muitas pessoas, porém, não isso não deve ser assim. Os verdadeiros cristãos não precisam ter medo. Podemos confiar em Jesus Cristo, pois Ele prometeu: “Eis que estou convosco todos os dias, até o fim do mundo” (Mateus 28:20). Se o fictício “Comando Tribulação” do filme Deixados para trás pode superar o anticristo e a marca da besta com a ajuda de Deus, então nós também podemos!

Para aqueles que não querem mesmo razoavelmente considerar esta questão, nenhuma quantidade de provas Bíblicas irá convencê-los. Estão fechados para os fatos.

O resultado? A verdade é deixada para trás !

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Matthew Henry’s Commentary on the Whole Bible, Vol. IV-Isaiah to Malachi, Complete Edition. New York: Fleming H. Revell Co. 1712, notes on Daniel 9:27, p. 1095.
The Holy Bible with a commentary and critical notes by Adam Clarke, Vol. IV-Isaiah to Malachi. New York: Abingdon-Cokesbury Press, notes on Daniel 9:27, p. 602.
Rev. Robert Jamieson, Rev. A. R. Fausset, and Rev. David Brown, A Commentary Critical and Explanatory on the Whole Bible, Complete Edition. Hartford, Conn.: S.S. Scranton Co., notes on Daniel 9:27, p. 641.
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Artigo Escrito pelo Pastor Steve Wohlberg. Artigo traduzido pelo Blog Sétimo dia do Original “Truth Left Behind”.

Podcast 13 – História do Movimento Adventista – Pr.Alberto Timm

Em Busca de Adão e Eva – Com Rodrigo Silva

Podemos considerar como real a narrativa que fala de uma serpente falando e enganando um casal desnudo num jardim paradisíaco? A história de Adão e Eva, tentados por uma serpente e que acaba numa mordida mortal no fruto proibido, vulgarmente chamado maça parece para muitos um relato simplório demais ou até mesmo infantil. Como podemos crer que um episódio assim justificaria o começo histórico da humanidade? Estariam os primeiros capítulos do Gênesis mais para uma fábula do que para um relato histórico das origens? Saiba a resposta assistindo aos vídeos do Dr. em Arqueologia Bíblica, Rodrigo silva.

Para assistir aos vídeos clique sobre os links abaixo:

Parte 01 / Parte 02 / Parte 03

Dois Judeus Identificam o Israel Espiritual

Um fato surpreendente: Os pássaros cuco europeus são conhecidos como um “bando de parasitas”. Não constróem ninhos, a fêmea deposita seus ovos (do mesmo tamanho, formato e cor do hospedeiro) em ninhos de outras aves menores (geralmente pardais), deixando para os outros o trabalho de chocar seus ovos e criar seus filhotes. Esses outros pássaros inconscientemente, chocam, alimentam, e cuidam dos jovens impostores às custas de sua própria descendência real!

O diabo tem plantado com sucesso uma mentira perigosa na teologia cristã, a qual foi sem querer incubada, adotada e nutrida pela maioria das igrejas evangélicas. Hoje, milhões de pessoas em todo o mundo que estão interessadas nas profecias bíblicas tem seus olhos fixos em Jerusalém. Os cristãos estão constantemente especulando sobre o moderno Estado de Israel, a reconstrução do templo judeu, e um Armagedon no Oriente Médio. Esses assuntos estão sendo discutidos em revistas, em vídeos, nos livros, no rádio, no púlpito, nos seminários, na Internet, e em conferências de profecia bíblica.

É impressionante quantos cristãos conectam automaticamente o fim dos tempos das profecias bíblicas com a nação de Israel. Por exemplo, o conhecido autor Dave Hunt ecoa estes pontos de vista na contracapa de seu popular livro, “um copo de tremor”. Ele escreve: “Velozes eventos no Oriente Médio apontam quase diariamente para o grande final, o momento de maior sofrimento para o povo judeu no mundo inteiro, vai ao clímax na terrível batalha do Armagedom e no retorno glorioso do Messias para salvar Israel e reinar sobre o mundo do trono restabelecido de Davi em Jerusalém”.

Esta abordagem do “Oriente Médio” na profecia tornou-se popular entre as igrejas históricas nos anos 80 com uma série de livros da pena de Hal Lindsey. Em seus bestsellers “A Agonia do Grande Planeta Terra” e “Contagem Regressiva para o Armagedom”, o Sr. Lindsey emprega esta abordagem dispensacionalista à profecia, fazendo várias previsões muito específicas. O arrebatamento secreto da igreja iria ocorrer em 1981, seguido pela construção de um novo templo judaico, o advento do Anticristo, a grande tribulação, a invasão de Israel, a batalha do Armagedom, e o começo do milênio até 1988. Apesar do fato de todas essas previsões terem caído por terra, seus livros continuam a vender. Pior ainda, as sementes de erro que continham brotaram e tornaram-se firmemente enraizadas em muitas igrejas.

Embora existam diferenças de opinião entre os evangélicos, a maioria concorda com os seguintes cinco eventos,  como núcleo das profecias:

- O renascimento do Estado de Israel em 1948.
- A breve-vinda do “período de sete anos da Grande Tribulação”.
- A reconstrução do templo judaico no Monte do Templo, em Jerusalém.
- A ascensão do anticristo durante a tribulação, que vai entrar nesse templo e proclamar que ele é Deus.
- A guerra final contra a nação de Israel, que resultará na batalha do Armagedom no Oriente Médio.

Isso já aconteceu antes!

Aqui está a grande questão. Todas estas profecias do tempo do fim nas Escrituras sobre Israel e o templo estão falando apenas da nação literal dos judeus e um edifício físico, ou há uma aplicação espiritual mais profunda?

Lembre-se, quando Jesus veio a primeira vez, seu próprio povo não compreendeu corretamente as profecias sobre o Seu reino. Eles estavam esperando ansiosamente que ele fosse estabelecer literalmente um reino terreno. Jesus sempre tentava lhes explicar que sua primeira vinda era para estabelecer um reino espiritual. Ele disse: “…Não vem o reino de Deus com visível aparência. Nem dirão: Ei-lo aqui! Ou: Lá está! Porque o reino de Deus está dentro de vós”. (Lucas 17:20-21.)

Como os persistentes e populares ensinamentos dessa época centravam-se num Messias muscular que iria derrotar os romanos e sentar-se no trono de Davi, os discípulos ignoravam os comentários de Jesus sobre o Seu reino espiritual. Eles tentaram tornar as profecias espirituais literais, e suas expectativas foram esmagadas pela cruz. Eles lamentaram: “nós esperávamos que fosse ele quem havia de redimir a Israel”. (Lucas 24:21). Mesmo depois de sua ressurreição, os discípulos ainda estavam agarrados a estes pontos de vista populares e na esperança de um reino iminente e literal. “Então os que estavam reunidos lhe perguntaram: “Senhor, é neste tempo que vais restaurar o reino a Israel?” (Atos 1:6 NVI).

É possível que a igreja em geral esteja cometendo hoje o mesmo erro pela aplicação errada das profecias sobre o Israel espiritual e o templo ao tentar interpretá-los em um sentido literal? Se assim for, eles podem estar se preparando para abraçar um engano diabólico para não mencionar uma decepcionante e devastadora experiência.

O nome “Israel”

É impossível compreender claramente o assunto de Israel deixando de lado um estudo cuidadoso do Antigo Testamento. A primeira vez que o nome “Israel” aparece na Bíblia foi quando foi falado a Jacó depois de sua longa noite de luta com um adversário poderoso. O divino ser disse finalmente, “O seu nome não será mais Jacó. Você lutou com Deus e com os homens e venceu; por isso o seu nome será Israel”. (Gênesis 32:28 NTLH). Assim, o nome “Israel” foi o primeiro nome de origem celeste aplicado a Jacó primeiramente. Ele representou sua vitória espiritual sobre o pecado, através de batalha na oração e reivindicação da graça de Deus.

Jacó teve 12 filhos, que mais tarde mudaram-se para o Egito. Os descendentes desses filhos, posteriormente multiplicaram-se em 12 tribos que foram escravizadas pelos egípcios até a época de Moisés. Então Deus disse a Faraó, através de Moisés, “Israel é meu filho, meu primogênito…deixa ir meu filho, para que me sirva…” (Êxodo 4:22-23). Note-se que aqui o nome “Israel” é expandido para incluir os descendentes de Jacó. Portanto, o nome “Israel” foi aplicado pela primeira vez a um homem vitorioso, em seguida, para o seu povo. Logo veremos por que isso é um ponto muito importante.

Israel, Filho de Deus

Cerca de 800 aC, o Senhor falou através do profeta Oséias, dizendo: “Quando Israel era menino, eu o amei; e do Egito chamei o meu filho”. (Oséias 11:1). No entanto, por esta altura a nação de Israel não conseguiu viver  o significado espiritual de seu próprio nome. Este versículo em Oséias eclode com enorme importância em apenas um momento, quando olhamos para o Novo Testamento.

Aproximadamente 800 anos após a profecia de Oséias: “Jesus nasceu em Belém da Judéia nos dias do rei Herodes”. (Mateus 2:1). Porque Herodes foi ameaçado por este novo rei, ele enviou soldados para “matar todos os meninos que estavam em Belém”. (Versículo 16). José foi avisado da iminente crise com antecedência. “O anjo do Senhor apareceu a José em sonho, dizendo: Levanta-te, toma o menino e sua mãe, foge para o Egito, e ali fica até que eu te diga”. (Versículo 13). Assim, a Sagrada Família, levantou-se e “partiu para o Egito.” (Versículo 14).

Mateus escreve que o pequeno Jesus  permaneceu no Egito “até a morte de Herodes, para que se cumprisse o que foi dito da parte do Senhor pelo profeta: Do Egipto chamei o meu filho” (Versículo 15). Note que Mateus está citando Oséias 11:1, que originalmente se refere à nação de Israel saindo do Egito, mas agora ele declara a profecia  “cumprida” em Jesus Cristo! Aqui Mateus está começando a revelar um princípio verdadeiramente chocante que ele desenvolve em todo o seu Evangelho.

Por exemplo, um tempo após a cura de um grupo de pessoas, modestamente, Jesus “ordenou-lhes que eles não deviam fazê-lo conhecido: para que se cumprisse o que foi falado por Isaías, o profeta, dizendo: “Eis o meu servo, a quem Eu escolhi, o meu amado, em quem a minha alma se compraz: porei meu espírito sobre ele, e ele anunciará juízo aos gentios. Não contenderá, nem gritará, nem alguém ouvirá nas praças a sua voz ”. (Mateus 12:16-19). Aqui, o escritor do Evangelho está citando Isaías 42:1-3, uma passagem que originalmente era aplicada a “Israel, meu servo …”. (Isaías 41:8). Mas Mateus novamente nos diz que é “cumprido” em Jesus Cristo!

O apóstolo Paulo também seguiu o princípio da aplicação das declarações originalmente feitas sobre a nação de Israel à Jesus Cristo. Deus chamou Israel de “o meu primogênito” em Êxodo 4:22. No entanto, Paulo disse que era Jesus Cristo, “o primogênito de toda criatura”. (Colossenses 1:15).

O exemplo mais claro de todos eles é onde Deus chamou Israel de “semente de Abraão”Isaías 41:8. No entanto, Paulo escreveu mais tarde que a semente de Abraão não se referia a “muitos”, mas sim a “um … que é Cristo”. (Gálatas 3:16). Assim descobrimos que repetidamente no Novo Testamento, declarações que originalmente eram aplicadas à nação de Israel são aplicadas a Jesus Cristo. O Messias é agora “a semente”. Portanto, Jesus é a própria essência de Israel! Esta é uma verdade explosiva!

Um estudo muito cuidadoso do primeiro livro do Novo Testamento revela que Cristo realmente repetiu a história do antigo Israel, ponto por ponto, e a superou, onde tinham fracassado. Observe os seguintes paralelos incríveis entre a história do antigo Israel e de Jesus Cristo:

No Antigo Testamento, um jovem chamado José tinha sonhos e foi para o Egito para preservar viva sua família (Gênesis 45:5). No Novo Testamento, encontramos um outro José, que também tinha sonhos e depois foi ao Egito para preservar sua família (Mateus 2:13).

Quando a jovem nação de Israel saiu do Egito, Deus chamou a nação “meu filho” em (Êxodo 4:22). Quando o bebê Jesus saiu do Egito, Deus disse: “Do Egito chamei o meu filho.” (Mateus 2:15).

Quando Israel deixou o Egito, o povo atravessou o Mar Vermelho. O apóstolo Paulo diz que “Em Moisés, todos eles foram batizados… no mar.” (1 Coríntios 10:2). Jesus também foi batizado “para cumprir toda a justiça”, e logo em seguida Deus o proclama, “o meu Filho muito amado” (Mateus 3:15-17).

Após os israelitas atravessarem o Mar Vermelho, eles passaram 40 anos no deserto. Imediatamente após o Seu batismo, Jesus foi “conduzido pelo Espírito ao deserto” durante 40 dias (Mateus 4:1-2).

No final dos 40 anos vagando pelo deserto, Moisés escreveu o livro de Deuteronômio. No final dos 40 dias no deserto, Jesus resistiu às tentações de Satanás, citando três Escrituras, todas de Deuteronômio!

No Salmo 80:8, Deus chama Israel de “videira” que ele trouxe “para fora do Egito”. No entanto, mais tarde Jesus declarou: “Eu sou a videira verdadeira.” (João 15:1). No Antigo Testamento, o nome “Israel” é aplicado pela primeira vez a um homem, Jacó e representou a vitória  espiritual de Jacó sobre o pecado. Mesmo assim, no início do Novo Testamento, descobrimos que Jesus Cristo é o novo Israel que veio “para fora do Egito.” Ele é o homem vencedor que superou todos os pecados!

Uma Nova Nação

Ainda há mais. Lembre-se que o nome “Israel” não se refere apenas a Jacó, mas também para seus descendentes, que se tornou Israel. O mesmo princípio é visto no Novo Testamento.

Por exemplo, o Senhor havia dito aos antigos israelitas: “E vós sereis para mim um reino de sacerdotes e uma nação santa.” (Êxodo 19:6). No Novo Testamento, Pedro aplica estas palavras exatas para a igreja: “Mas vós sois a geração eleita, o sacerdócio real, a nação santa, um povo peculiar”. (1 Pedro 2:9).

Da mesma forma, logo após a declaração de Paulo em Gálatas capítulo 3 sobre Jesus ser “a semente”, ele disse então a seus convertidos gentios [um gentio é qualquer pessoa que não era da fé judaica] “E, se sois de Cristo, também sois descendentes de Abraão e herdeiros segundo a promessa.” (Gálatas 3:29). Assim, no Novo Testamento, o nome de Israel não se aplica somente a Jesus Cristo, mas também para todos aqueles que são nascidos em Cristo, Sua igreja! Em outras palavras, todos os verdadeiros cristãos são agora o Israel Espiritual de Deus.

Visão Dupla

Você já foi duramente atingido na cabeça e depois começou a ver tudo duplicado? Bem, do que temos estudado, o mundo cristão precisa de uma pancada amorosa na cabeça com esta verdade do Novo Testamento, para que mais pessoas comecem a “ver duas vezes”  o assunto Israel! De acordo com o Novo Testamento, há agora dois Israéis. Um grupo é composto de israelitas literais “segundo a carne” (Romanos 9:3-4). O outro é o “Israel espiritual”, composto de judeus e gentios que crêem em Jesus Cristo.

Paulo escreveu: “nem todos os de Israel são, de fato, israelitas” (Romanos 9:6). Ou seja, nem todos são parte do Israel espiritual de Deus que é a nação literal de Israel. Paulo continuou, “não são os filhos naturais[descendentes físicos de Abraão], que são filhos de Deus, mas os filhos da promessa é que são considerados descendência de Abraão.” (Romanos 9:8). Os filhos da carne são apenas os descendentes naturais de Abraão, mas os filhos da promessa são contados como semente verdadeira. Hoje qualquer pessoa, judeu ou gentio pode tornar-se parte desta nação espiritual de Israel por meio da fé em Jesus Cristo.

Deus Olha para o Coração

Assim como há dois Israéis, também existem dois tipos de judeus: (1) Judeus que são apenas os descendentes naturais de Abraão, e (2), judeus no espírito que crêem em Jesus Cristo. Paulo escreveu: “tu, que tens por sobrenome judeu, e repousas na lei, e te glorias em Deus. … a circuncisão tem valor se praticares a lei; se és, porém, transgressor da lei, a tua circuncisão já se tornou incircuncisão. Se, pois, a incircuncisão (Gentios) observa os preceitos da lei, não será ela, porventura, considerada como circuncisão? … Porque não é judeu quem o é apenas exteriormente, nem é circuncisão a que é somente na carne, Porém judeu é aquele que o é interiormente, e circuncisão, a que é do coração, no espírito, não segundo a letra, e cujo louvor não procede dos homens, mas de Deus. ” (Romanos 2:17, 25, 26, 28, 29).

Você entendeu isso? As implicações são surpreendentes! Alguém que é “chamado judeu” porque é um descendente físico de Abraão, e que vive como um transgressor da lei, “não é um judeu.” Sua “circuncisão já se tornou incircuncisão”. Assim, para Deus, ele é um gentio. E um gentio, que pela fé mantém “a justiça da lei”, sua incircuncisão é contada como circuncisão. Assim, para Deus, ele é um judeu. João Batista pavimentou o caminho para este princípio quando ele advertiu os judeus de confiarem em sua ascendência literal para a salvação. “Produzi, pois, frutos dignos de arrependimento; e não comeceis a dizer entre vós mesmos: Temos por pai a Abraão; porque eu vos afirmo que destas pedras Deus pode suscitar filhos a Abraão.” (Mateus 3:8-9).

Mais tarde, Jesus repetiu este mesmo princípio em um confronto com os líderes religiosos.“…Responderam-lhe: Abraão é nosso pai. Disse-lhes Jesus: Se fôsseis filhos de Abraão, faríeis as obras de Abraão “… “Vós tendes por pai ao diabo, e quereis satisfazer-lhes os desejos.” (João 8:39-44).

Paulo escreveu: “Sabei, pois, que os que são da fé, esses são filhos de Abraão.” (Gálatas 3:7)“Porque a circuncisão somos nós, que servimos a Deus em espírito, e nos gloriamos em Cristo Jesus, e não confiamos na carne.” (Filipenses 3:3). Assim, segundo Paulo, um judeu real aos olhos de Deus é um judeu ou gentio, que tem fé pessoal em Jesus Cristo!

Eventualmente, esta verdade Pedro disse a uma sala cheia de gentios convertidos, “Então Pedro, tomando a palavra, disse: Na verdade reconheço que Deus não faz acepção de pessoas; mas que lhe é aceitável aquele que, em qualquer nação, o teme e pratica o que é justo.” (Atos 10:34-35).

Todo Israel Será Salvo?

Apenas os judeus serão salvos. Além disso, todos os judeus serão salvos! Agora, depois que você se levantou do chão, permita-me explicar estas declarações em negrito.

Todos nós sabemos que somos salvos sob a nova aliança, certo? Observe a letra da nova aliança: “Eis que vêm dias, diz o Senhor, que farei uma nova aliança com a casa de Israel, e com a casa de Judá”. (Jeremias 31:31). E no livro de Hebreus, Paulo desenvolve este conceito: “Eis que dias vêm, diz o Senhor, quando farei uma nova aliança com a casa de Israel e com a casa de Judá. … Porque este é o pacto que farei com a casa de Israel depois daqueles dias, diz o Senhor: Porei as minhas leis no seu entendimento, e gravá-los-ei em seu coração e eu serei o seu Deus, e eles serão o meu povo: “E não ensinará cada um a seu vizinho, e cada um a seu irmão, dizendo: Conhece ao Senhor, porque todos me conhecerão, desde o menor até o maior. Porque serei misericordioso para com suas iniquidades, e de seus pecados e de suas iniqüidades não me lembrarei mais. “ (Hebreus 8:8, 10-12).

A nova aliança é feita “com a casa de Israel”! Deus nunca faz um pacto de salvação com gentios. Na verdade, em nenhum lugar nas Escrituras você encontrará algum pacto feito com qualquer pessoa, senão com israelitas! Portanto, se você quer ser salvo, você deve nascer de novo, como um ser espiritual judeu. Isso não quer dizer que todos os cristãos devem agora ser circuncidados e sacrifícarem cordeiros, mas temos de ter o equivalente espiritual dessas coisas, Jesus, o Cordeiro de Deus, e a circuncisão do coração.

Deus não tem um método de salvação para os judeus e um outro diferente para não-judeus.Todo mundo é salvo da mesma forma, no âmbito do mesmo programa. Pela graça através da fé. Paulo usou a analogia de uma oliveira para explicar que todos os gentios, que são salvos são enxertados no estoque de Israel. “E se alguns dos ramos foram quebrados, e tu, sendo zambujeiro, foste enxertado em meio deles, e feito participante da raiz e da seiva da oliveira, não te glories contra os ramos. E, se contra eles te gloriares, não és tu que sustentas a raiz, mas a raiz a ti.” (Romanos 11:17-18).

A religião cristã é baseada em um manual judeu chamado Bíblia. (À luz desta realidade, é extremamente difícil de entender como qualquer verdadeiro cristão poderia ser anti-semita.) Cristianismo não é uma nova religião, mas sim a conclusão da fé judaica.

Com essa verdade em mente, podemos agora compreender melhor o que Paulo queria dizer quando disse: “E assim todo o Israel será salvo”. (Romanos 11:26). Alguns têm tomado este versículo para dizer que Deus acabará por salvar todos os judeus literais. Se isso fosse verdade, seria contrariar todos os princípios das relações de Deus com os seres humanos ao longo da história e das Escrituras. Deus não é racista. Aos olhos de Jesus: “Não há judeu nem grego”. (Gálatas 3:28).

Somos salvos com base nas escolhas que fazemos em relação a provisão de Deus, e não sobre o estatuto da cidadania nacional ou física. Mas se quando Paulo diz que “todo o Israel será salvo” ele está falando do Israel espiritual, e se entendermos que nos tornamos um “verdadeiro judeu” apenas por uma escolha, então tudo faz sentido.

A Aplicação da Profecia

Como é que tudo isto se aplica a profecia? O maior livro sobre profecia, o livro do Apocalipse, fala sobre o Monte Sião, Israel, Jerusalém, o templo, o Eufrates, Babilônia, e o Armagedom. Assim, é evidente que o Apocalipse usa a terminologia do Oriente Médio, em suas profecias. Mas o que está acontecendo agora em todo o planeta Terra é que os cristãos sinceros estão automaticamente aplicando estas profecias aos lugares literais do Oriente Médio e para a nação moderna dos judeus. No entanto, uma vez que compreendemos os princípios do Novo Testamento expostos no presente artigo, devemos ser capazes de ver que há “algo de errado com essa imagem.” É como ver mensagens de erro aparecendo em nossas telas de computador! A verdade é que a Revelação se centra ao redor de Jesus Cristo e do Israel de Deus no Espírito, e não no Israel da carne!

Nunca se esqueça de que “… nem todos os que são de Israel são israelitas” (Romanos 9:6). “Porque a circuncisão somos nós, que servimos a Deus em espírito, e nos gloriamos em Cristo Jesus, e não confiamos na carne.” (Filipenses 3:3).

Compartilhe com os outros a verdade de que agora “não há judeu nem grego, … porque todos vós sois um em Cristo Jesus. E, se sois de Cristo, então sois descendência de Abraão, e herdeiros conforme a promessa.” (Gálatas 3:28-29).

Não vamos viver na carne ou aceitar populares e complicados ensinamentos que se concentram em um estado terreno. Pelo contrário, vamos viver no Espírito. Como Jacó , vamos lutar em oração e nos agarrar a Jesus pela fé, até o ouvirmos dizer: “não te chamarás Jacó, e sim Israel, pois como príncipe lutaste com Deus e com os homens e prevaleceste.” (Gênesis 32:28).

Shalom!

Artigo Escrito por Steve Wohlberg e Doug Batchelor, traduzido pelo blog Sétimo dia, do original “Two Jews Identify Spiritual Israel”

TV Americana Destaca o Trabalho da Igreja Adventista no Haiti

A Igreja Adventista no Haiti pós desastre:

Como Escolher uma Igreja

Por Doug Batchelor and Karen Lifshey

Um fato surpreendente: Em 1967 a cidade de Long Beach, Califórnia, comprou o navio Queen Mary da Companhia de Navegação Britânica Cunard Lines. Cerca de 63 milhões de dólares foram gastos para transformá-lo em um ponto turístico, com um museu, lojas, restaurantes e um hotel. Muitos na cidade de Long Beach olharam para este gigantesco navio, ancorado em frente do oceano, como um elefante branco flutuante. Sem possibilidade de navegar pelos mares, o Queen Mary era como propaganda enganosa, um navio cheio de atividade que nunca saia do porto.

Como Escolher uma igreja?

“E consideremos uns aos outros para nos incentivarmos ao amor e às boas obras. Não deixemos de reunir-nos como igreja, segundo o costume de alguns, mas procuremos encorajar-nos uns aos outros, ainda mais quando vocês vêem que se aproxima o Dia”. (Hebreus 10:24- 25).

Você pode ser cristão sem pertencer a uma Igreja se:  Você conseguir ser uma abelha sem colméia, se você conseguir ser um soldado sem exército, se você conseguir ser um vendedor sem clientes, se você conseguir ser um político que é um eremita, se você conseguir ser um jogador de futebol sem um time.

Um homem que havia sido educado na Rússia, veio para os Estados Unidos, na esperança de se tornar um cidadão. Em seu desejo de misturar-se e ser um bom americano, ele tentou adaptar-se ao maior número de costumes possíveis.

“O que os americanos comem no café da manhã?” ele perguntou a um amigo certa vez.

“Bem, a maioria das pessoas comem cereais”, respondeu o amigo.

Assim, o imigrante russo indo ao supermercado mais próximo pediu ao balconista onde poderia encontrar o cereal. O balconista dirigiu-o para um corredor tão comprido quanto um terminal de aeroporto e disse: “Faça a sua escolha!”

Pilhas intermináveis de cereais de todos os tipos e cores estavam alinhadas de ambos os lados do corredor. Cereais quentes, cereais frios, caixas grandes, pequenas caixas de cereais para crianças com personagens de desenhos animados na frente ou com brindes dentro. Alguns cereais eram quase puro açúcar, alguns não tinham açúcar. Havia cereais instantâneos com Multigrãos e flocos de fibra.

Por mais de uma hora o homem vagava sem rumo para cima e para baixo no corredor sem saber como escolher uma caixa de cereal ou por onde começar a fazê-lo. Ele estava completamente atordoado tentando escolher qual cereal que levaria para casa.

Hoje em dia vemos, empresas como a Kellogg’s por exemplo fazendo dezenas de diferentes tipos de cereais matinais que apelam para o mais amplo espectro da sociedade possível. Desse modo, eles tem esperança de capturar uma fatia maior do mercado consumidor.

Da mesma forma, o diabo tem criado muitas religiões diferentes e muitas igrejas diferentes para capturar uma parte maior do mercado de adoração no mundo. Algumas pessoas pensam que o diabo é contra a religião. Errado! Ela é tudo para ele, contanto que seja falsa. Ele tenta capturar o homem através da introdução de falsos sistemas de adoração dizendo-lhe que não importa como uma pessoa adora a Deus, conquanto ela seja uma pessoa religiosa. Por ter um caleidoscópio de confusas e falsas igrejas, Satanás está tentando camuflar a verdadeira igreja. É como esconder um diamante em uma pilha de vidro quebrado.

Mais do que um Bom Nome

“…Conheço as suas obras; você tem fama de estar vivo, mas está morto.” (Apocalipse 3:1).

Um visitante em uma cidade estranha estava voltando de um jantar, quando viu uma tabuleta na janela dianteira de uma loja que chamou sua atenção. Lia-se “Lavanderia Chinesa”. Ele fez uma anotação mental do local porque tinha tido tempo suficiente para ter necessidade de uma boa lavanderia. Na manhã seguinte, ele chegou na loja com uma sacola cheia de roupas sujas. Ele empilhou as roupas no balcão antes do chocado balconista atendê-lo.

“O que é isto?” o atendente perguntou.

“A minha roupa”, veio a resposta. “Eu sempre ouvi dizer que as lavanderias chinesas fazem um trabalho excelente”. O balconista perplexo rapidamente informou ao visitante que o estabelecimento não era uma lavanderia chinesa.

“Mas o que aconteceu com a tabuleta na janela?” perguntou o visitante confuso.

“Ah, isso não é uma lavanderia, é uma loja de placas”, o atendente respondeu.

Algumas pessoas lutam com a desilusão porque escolheram uma igreja baseada em um bom nome na placa do edifício. Mas isso é como escolher um bom cereal matinal, por força de uma imagem bonita na caixa. Vamos enfrenrae a realidade, algumas igrejas têm grandes nomes: “Igreja de Deus”, “Santos dos Últimos Dias”, “Igreja de Cristo”, “Assembléia de Deus”, etc, mas uma vez lá dentro você pode encontrar nelas bingo, bazares, eventos sociais ao invés de um programa de limpeza da alma. A igreja, por vezes, envia sinais falsos sobre a sua finalidade. Pessoas carentes trazem sua “roupa suja” a elas apenas para descobrirem que a cruz do perdão nada mais é do que uma tabuleta na janela e que os atendentes não estão preparados para lidar com vidas sujas pelo pecado.

A Verdade é o que Importa

Desde o tempo do Jardim do Éden, Satanás tem conhecimento de que a humanidade foi criada com o desejo inato de adoração, e cria formas erradas de adoração para desviá-los. Cain caiu numa armadilha de Satanás. Ele fez uma oferta de acordo com sua própria concepção e, em seguida, matou seu irmão Abel. Os homens que crucificaram Jesus eram extremamente religiosos. A Bíblia nos diz que mesmo aqueles que receberem a marca da besta, nos últimos dias estarão adorando.

Satanás não é contra a religião. É por isso que ele até convidou Jesus para adorá-lo, mas ele é furiosamente contra a verdade da religião de Cristo, que expõe suas artimanhas para as pessoas que fazem a vontade de Deus.

O diabo ouviu Jesus dizer: “E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará” (João 8:32). É por isso que ele está trabalhando freneticamente para encobrir a verdade e confundir as pessoas sobre a forma como elas devem procurar pela verdadeira igreja.

Eu fiz uma pesquisa, para levantar às razões mais populares que levam as pessoas se juntarem a uma igreja, e aqui estão algumas das respostas que recebi em comum:

É a igreja dos meus pais.

É perto de nossa casa.

As pessoas são amigáveis e amorosas.

A música é linda.

O pregador é elegante ou dinâmico.

Eles têm um programa de qualidade para crianças.

A arquitetura do prédio é impressionante.

Pessoas importantes ou influentes frequentam esta igreja.

Os cultos são emocionantes

A igreja precisa de mim.

Embora cada um desses elementos possa ser bom em si mesmo, nenhum, nenhum deles é a correta razão pela qual devemos participar de uma igreja. Isso significa que a maioria das pessoas se unem à igrejas pelo motivo errado.

Há apenas uma razão correta para se participar de uma igreja, os seus ensinos devem ser os mesmos ensinos da Bíblia e de Jesus e você estar empenhado em seguir a verdade.

À luz disto, você ficaria espantado como poucas pessoas podem dizer-lhe sobre os ensinamentos específicos de sua igreja. Ainda que seja sobre doutrinas básicas sobre Deus, a lei, o batismo, a salvação, a morte, a segunda vinda, o céu e o inferno, a maioria dos cristãos têm apenas um conhecimento superficial das posições de suas Igrejas sobre estas verdades fundamentais.

Infelizmente a maioria, das pessoas escolhem uma igreja da mesma forma que escolhem cereais matinais para seus filhos. Elas gostam da imagem na caixa ou querem o prêmio dentro dela, mas se esquecem do critério mais importante, a leitura dos ingredientes.

A primeira e mais importante pergunta que deve ser feita ao se escolher uma igreja é: “Quais são suas crenças?”

São os ensinamentos desta igreja coerentes com os ensinamentos de Jesus? Se as doutrinas desta denominação são coerentes com os ensinamentos de Cristo e da Bíblia, então esta é a igreja de Deus, e você deve se tornar um membro e ficar por lá, mesmo que: as pessoas sejam mal-humoradas e ranzinzas, a música se pareça com os ruídos da hora da alimentação no zoológico, o edifício da igreja seja uma lanchonete renovada, os sermões do pastor sejam tão entediantes que os morcegos deixam o campanário às 11 horas da manhã de cada sábado, os membros estejam tão divididos que existe uma linha fluorescente pintada no meio do santuário, as pessoas venham à igreja em tanques do exército.

O Objeto da Raiva de Satanás

“E o dragão ficou furioso com a mulher, e ele foi fazer guerra com o resto de sua descendência, os que guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus Cristo ” (Apocalipse 12:17, NVI).

Alguma vez você já se perguntou se a verdadeira igreja de Deus realmente existe? Suponha-se que Deus tem uma igreja em algum lugar especial que detém a verdade em seus ensinamentos fundamentais. Seria parecido com o “perfeito” da igreja? Será que todos os membros possuem auréolas e sorrisos piedosos? Será que o edifício tem uma estrela de Natal a pairar sobre cada noite com música angelical emanando de cada janela?

Ou o contrário, seria o supremo objeto de ódio de Satanás e atrairia sua atenção concentrada. O diabo tentaria introduzir tantos problemas e conflitos dentro da igreja quanto possível para desencorajar os membros e os recém-chegados. Ele provavelmente iria inspirar o mundo para os acusarem de serem uma seita da mesma maneira que as pessoas que viviam nos dias de Jesus disseram que Ele tinha demônio (João 7:20). Ele tenta seduzi-los a abandonar o navio, jogarem a toalha ou deixarem de combater o combate da fé.

Lembre-se que quando Jesus estava na terra Seus discípulos representavam a verdadeira igreja, mas eles estavam lutando pela posição mais alta, roubando fundos, e negando-O quando sob pressão. No entanto, eles eram a igreja verdadeira, nesse momento, porque eles tinham a Jesus, a verdade no meio deles! Ouvistes o que foi dito, “A igreja não é um hotel para os santos, é um hospital para pecadores”. E às vezes até mesmo o pessoal do hospital fica doente.

“Durante séculos de trevas espirituais a igreja de Deus tem sido como uma cidade edificada sobre um monte. De século em século, através de sucessivas gerações, as puras doutrinas do Céu têm sido desdobradas dentro de seus limites. Fraca e defeituosa como possa parecer, a igreja é o único objeto sobre que Deus concede em sentido especial Sua suprema atenção. É o cenário de Sua graça, na qual Se deleita em revelar Seu poder de transformar corações”. (Atos dos Apóstolos, pág 12).

Quando devido à sua falta de fé, murmurando, reclamando, e cobiçando o Egito, os filhos de Israel tiveram de deixar as fronteiras da Terra Prometida e foram forçados a retornar e vaguear no deserto, não foram sozinhos! Fiéis como Moisés, Aarão, Josué e Calebe não romperam com eles, mas permaneceram com os seus mais fracos, irmãos infiéis. Não só Moisés ficou com eles, Deus ficou com eles, também! Apesar de suas falhas freqüentes, os filhos de Israel estavam na igreja de Deus. Por quê? “Por que lhes foram confiados os oráculos de Deus” (Romanos 3:2).

Eles eram a igreja verdadeira, porque eles eram o Seu povo da profecia e tinham a verdade da Sua palavra. “É este Moisés quem esteve na congregação no deserto, com o anjo que lhe falava no monte Sinai e com os nossos pais; o qual recebeu palavras vivas para no-las transmitir.” (Atos 7:38).

Será que devo Deixar a Igreja?

Dois irmãos adolescentes, Bo e Joe, decidiram aproveitar o tempo quente, e numa tarde de domingo foram de de carro até o cais do oceano para nadar.

“Eu não vejo a hora mergulhar”, disse Bo

“Nem eu”, respondeu Joe enquanto estacionavam o carro.

Eles colocaram suas sungas e foram em direção ao cais.

“Quem pular por último é um ovo podre”, gritou Bo, enquanto corria cais abaixo para pular.

“Ei, espere por mim”, Joe respondeu, correndo até o fim do cais e parando.

Sendo um pouco mais cauteloso do que seu irmão, Joe fez uma pausa para olhar o fim do cais antes de mergulhar. Lá, para seu horror, viu o corpo de seu irmão, flutuando no raso, com o pescoço quebrado por rochas que se escondiam um pouco abaixo da superfície da água. O adolescente perdeu a vida por meio de um mergulho na maré baixa.

Você pode pensar que Bo foi pouco inteligente por não parar para olhar antes de pular, mas, como Bo, muitos hoje estão mergulhando para fora da igreja como ratos correndo às cegas de um penhasco no mar. Eles nunca param para olhar antes de pular, nem pensam se existem ou não rochas abaixo. Eles só vêem problemas na igreja e acompanham aqueles que dizem, “quem sair por último é um ovo podre”.

É fácil ficar desanimado quando consideramos todos os possíveis problemas que podemos encontrar em uma igreja. Há tantas vozes lá fora, sempre lembrando-nos de toda a hipocrisia e fracassos. Alguns ministérios independentes estão sempre fornecendo informações de tablóide, regurgitando escândalos presentes e passados, o esbanjamento de dinheiro, falta do Espírito Santo, a fome da pregação bíblica real, etc, como razões para deixar a igreja.

Alguns perguntam: “Eu não posso ser parte da igreja de Deus, sem fazer parte de uma denominação ou a organização? Devo suportar pregações patéticas? Existe um tempo para sair da igreja?”

Sim, há um tempo para sair da igreja! E os critérios e princípios para se deixar uma igreja são os mesmas que para aderir.

Quando a doutrina oficial da Igreja já não são os ensinamentos de Cristo, quando você não está mais autorizado a ensinar e praticar a verdade entre seus amigos, então obviamente você não tem escolha senão ir para outro lugar.

Agora, perceba que membros da igreja não são um elevador para o céu, e que muitos, daqueles cujos nomes estão no roll de membros da igreja aqui na terra não podem ser cidadãos do reino de Deus no céu. Ao mesmo tempo, Satanás sabe que “unidos nós resistimos, mas divididos cairemos”, então ele está a trabalhar freneticamente para dividir o povo de Deus e dispersá-lo do exército até que se evapore o nosso poder. Se você realmente ama a Jesus e está comprometido com a verdade, você vai querer ser uma parte de seu corpo, e Ele quer que você se junte aos seus membros, ainda que com as falhas que possam ter.

Focar sobre alguns dos desafios que ameaçam as nossas igrejas pode deixar uma pessoa com a idéia de que os membros da igreja devam ter uma experiência negativa. Mas, na realidade, Deus tem projetado sua igreja como um ambiente muito positivo e amoroso. Mas este artigo é para nos lembrar que, mesmo que não seja, nós continuamos comprometidos com o movimento de Deus.

É por isso que é tão importante que grudemos nossas mãos no arado, e nunca olhemos nem voltemos para tráz. “Quem começa a arar a terra e olha para trás não serve para o Reino de Deus.” (Lucas 9:62).

“Não me instes para que te deixe e me obrigue a não seguir-te; porque, aonde quer que fores, irei eu e, onde quer que pousares, ali pousarei eu; o teu povo é o meu povo, o teu Deus é o meu Deus. Onde quer que morreres, morrerei eu e aí serei sepultada; faça-me o SENHOR o que bem lhe aprouver, se outra coisa que não seja a morte me separar de ti” (Rute 1:16-17).

Artigo escrito pelo Pastor Doug Batchelor, do ministério adventista Amazing Facts. Traduzido do original “How to Choose a Church”.

Reportagem da Fox News sobre Igreja Adventista em Porto Príncipe

Segundo um artigo publicado no site de notícias da Divisão Inter-Americana pelo editor Libna Stevens, os líderes da igreja adventista no haiti, confirmaram a morte de 522 membros, sendo a maioria jovens. Mais de 55 igrejas foram destruídas, 60 igrejas foram parcialmente destruídas, e cerca de 27.000 membros da igreja ficaram desabrigados na cidade capital de Port-au-Prince.

Há cerca de 100.000 membros da igreja adventista que vivem em Port-au-Prince, mais de 120 edifícios de igreja, um hospital, e dezenas de escolas.

Os membros da Igreja Adventista estão reunidos, ajudando completamentente uns aos outros e também aos estranhos. Muitos têm congregado nos terrenos de suas igrejas, auxiliando uns aos outros na sobrevivência e levantando suas vozes em louvor a Deus.

Para assistir a recente reportagem da FoxNews sobre a igreja adventista em Port-au-Prince clique aqui (vídeo em inglês) ou clique aqui (vídeo em português).

Fonte: Adventist Mission

Haiti: Hospital Adventista é o único em funcionamento em Porto Príncipe

Porto Príncipe, Haiti … [ASN] O único hospital que está em funcionamento na cidade de Porto Príncipe, no Haiti, é o Hospital Adventista. A informação é da Agência de Notícias Reuters, que faz a cobertura do socorro as vítimas do terremoto que atingiu o país na terça-feira, 12 de janeiro.

“Os mais pobres dos pobres foram afetadas e as crianças em particular, estão sofrendo com a catástrofe”, diz a matéria. O texto ainda destaca as maiores necessidades dos voluntários que atuam na linha de frente de socorro.

De acordo com a Reuters várias organizações estão atuando no país, com a distribuição de kits de primeiros socorros, roupas, cobertores e garrafas de água. A Handicap International também está se preparando para distribuir alimentos e reforçou a sua equipe com logística e fisioterapeutas.

“Ainda era período escolar no Haiti, por isso muitas crianças estão agora à procura de seus pais. Estamos cuidando destas crianças”, relatou Harry Donsbach, da Visão Mundial, Conselho de Administração da Aktion Deutschland Hilft, à equipe da Reuters.

“O único hospital funcional em Porto Príncipe é o Hospital Adventista do Haiti, membro da organização ADRA. Colegas do Haiti estão relatando que o hospital está completamente cheio e que não há medicamentos suficientes”, destacou a matéria.

De acordo com informações da Divisão Interamericana da Igreja Adventista do Sétimo Dia, o prédio onde o Hospital Adventista funcionava sofreu danos durante o terremoto, mas tendas foram montadas no campus da Universidade Adventista onde os médicos atuam provisoriamente.

Equipes de médicos de várias instituições médicas adventistas ao redor do mundo foram destacadas para auxiliar no Haiti.

A ADRA já investiu mais de US$ 100 mil no atendimento às vítimas do terremoto, mas a cada dia as necessidades aumentam. Por isso, os líderes da agência estão liderando uma campanha de arrecadação de fundos para que o trabalho possa ser continuado no país. A Igreja Adventista do Sétimo Dia na América Central criou uma conta de fundo especial especificamente para ajudar os membros da igreja. [Equipe ASN, Francis Matos, com informações da Agência Reuters e da Divisão Inter Americana]

Portal Adventista

Quem Você Pensa que é?

Por Pastor Doug Batchelor

Um fato surpreendente: O roubo de identidade é uma criminalidade crescente na América. Ela acontece quando alguém injustamente obtém e usa os dados pessoais de outra pessoa para a fraude ou engano, tipicamente para obterem ganho econômico. Ao contrário de suas impressões digitais, os seus dados pessoais – especialmente o seu número do seguro social, conta bancária ou número do cartão de crédito – podem ser terrivelmente usados se caírem em mãos erradas, que se aproveitam às custas do outro. Todos os dias, centenas, senão milhares, de pessoas em todo o país relatam fundos roubados de suas contas. No pior dos casos, os criminosos assumem completamente as identidades das vítimas, fazem enormes dívidas e cometem crimes, deixando as vítimas com o crédito destruído e um registro criminal que leva anos para ser corrigido.

Você sabia que o diabo tentou roubar sua identidade, deixando-o em débito e com um registro criminal além de seus meios para pagar?

Um naturalista visitando uma fazenda, foi surpreendido ao ver uma bela águia no galinheiro do fazendeiro. Perplexo, perguntou: “Por que esta águia está vivendo como uma galinha?”

“Bem”, respondeu o fazendeiro, “Um dia, eu encontrei um ovo de águia abandonado e coloquei-o no galinheiro, uma galinha o adotou e cuidou da criatura depois de nascida. Assim, ele acha que é uma galinha”. A águia bicava os grãos e andava desajeitadamente em círculos.

“Ela nunca tentou voar para fora de lá?” Perguntou o naturalista, percebendo que o pássaro nunca levantava o olhar.

“Não”, disse o fazendeiro. “Eu duvido que sequer ela saiba o que significa voar.”

O naturalista pediu para levar a águia por alguns dias para que fizesse algumas experiências e o fazendeiro concordou.

Em primeiro lugar, o cientista colocou a águia sobre uma cerca e empurrou-a para fora, gritando, “Voe!” Mas o pássaro apenas caiu no chão e continuou com suas bicadelas. Ele então subiu-a ao topo de um palheiro e fez a mesma coisa, mas o pássaro assustado apenas gritou e voltou desajeitadamente ao terreiro, onde retomou as suas ciscadelas.

Finalmente, o naturalista carregou consigo a dócil ave para bem longe do ambiente a que estava acostumada, levando-a ao lugar mais alto do município. Após uma subida longa e suada ao cume de uma montanha com o passarinho debaixo do braço, ele olhou para o precipício, e depois falou com delicadeza, “Amigo, você nasceu para voar. É melhor que você morra aqui hoje sobre as rochas abaixo do que viver o resto de sua vida pensando ser um frango. Não é isso o que você é”

De repente, o confuso pássaro, com sua visão aguçada, avistou outra águia subindo e voando acima do cume da montanha, e um desejo oculto se acendeu dentro dela. O naturalista jogou o majestoso animal pela borda da montanha, gritando “Voa! Voa! Voa!” O pássaro começou a cair em direção as rochas abaixo, mas depois num rompante abriu os seus sete metros de asas, planando graciosamente pelo céu azul. Com um grito forte, ela instintivamente começou a bater as poderosas asas, subindo cada vez mais alto pelas espirais térmicas invisíveis. Logo depois, a poderosa águia desapareceu no brilho do sol da manhã.

Amnésia Espiritual

Minha mãe costumava me dizer que meu irmão Falcon e eu tínhamos personalidades muito diferentes. Lembro-me dela lhe perguntando: “Quem você pensa que é?” quando ele tinha apenas três ou quatro anos. Ele sempre respondia: “Eu sou Falcon Batchelor.” Ele nunca teve dúvidas. Mas quando ela me fez essa pergunta, me fez pensar muito tempo. “Quem sou eu? De onde eu vim?” Para Falcon era muito simples, mas para mim foi um mistério profundo.

Da mesma forma, muitas pessoas estão confusas sobre quem elas são, pois elas têm uma crise de identidade. Edgar Rice Burroughs’s nas crônicas sobre Tarzan narra a vida de um homem que foi adotado por gorilas ainda bebê quando seus pais missionários foram mortos na África. O menino cresceu até a maturidade pensando que era um macaco. Longe de ser fantasia, o livro é baseado em alguns relatos verdadeiros de bebês humanos sendo criados por animais selvagens, como o menino lobo na França, que corria de quatro. Ele era um homem que não sabia que era humano, ele não sabia quem ele realmente era.

Para os cristãos ter esse tipo de crise de identidade é uma verdadeira tragédia. É como um motorista perdido dirigindo sem ter idéia de onde esteja indo. Isso é muito ruim.

Casos de amnésia completa são muito raros: Uma pessoa recebe algum tipo de trauma na cabeça e acorda se sentindo bem, tudo funcionando normalmente – exceto que ela não sabe mais quem ela é. Creio que muitos cristãos na igreja de hoje estão passando por todos os movimentos, mas eles estão realmente confusos – sofrem de “amnésia espiritual”. Eles estão nervosos, sentindo insegurança em sua relação com o Pai e caem mais facilmente em pecado

Mas não teria que ser desta maneira, se eles se lembrassem de quem eles realmente são.

Escravos do Esquecimento

A Bíblia diz: “Porque, como ele pensa em seu coração, assim ele é” (Provérbios 23:7 NTLH). O que você pensa sobre si mesmo tem um grande impacto sobre a forma como você se comporta. É verdade! Para a prova, não precisamos olhar mais longe do que a nação de Israel no Antigo Testamento. Eles haviam sido tratados como escravos no Egito durante tanto tempo que eles começaram a pensar que não eram nada além disso.

Eles não sabiam quem eles eram, assim Deus continuou tentando dizer-lhes que estavam destinados a ser um grande povo. “E vós sereis para mim um reino de sacerdotes e uma nação santa” (Êxodo 19:6). Israel foi o povo escolhido pelo Todo Poderoso, contudo, por vezes, eles desejavam voltar para sua terra de escravidão. Esse é o epítome de uma crise de identidade

Como pode um povo escolhido por Deus não saber quem eles são? Deus estava no meio deles, mas muitos ainda sofriam de amnésia espiritual. Como cristãos que hoje sofrem com este mesmo dilema, seus problemas vinham do pensar carnalmente, e foi esta crise que os manteve a tropeçar, tanto que muitos deles nunca chegaram à terra que manava leite e mel .

Isto é muito diferente da história de seu ancestral e grande herói judeu José, que experimentou a mudança mais radical possível, em circunstâncias extremas e ainda assim manteve o conhecimento de quem ele era. Mesmo que a atitude das pessoas ao seu redor, muitas vezes mudasse de repente, isso nunca afetou sua atitude para com Deus ou a sua percepção dos pensamentos de Deus para com ele. Lembrou-se de que Deus escolhera sua família, mesmo quando ele terminou como um escravo em terra estranha. Conduziu-se com lealdade e dignidade, apesar de ser falsamente acusado e lançado em cadeia. Nem uma vez ele pensou ser um escravo ou um prisioneiro, nunca permitiu que o ambiente ao seu redor ditasse para ele quem ele era.

Então, um dia, estava ele diante do Faraó, que reconheceu em José um sentimento de nobreza e liderança e o promoveu para o cargo de primeiro-ministro do poderoso império. José não não havia se esquecido de quem ele era, não importava o quão baixo se encontrava, José sempre flutuava para cima.

Verificando a Realidade

Muita conversa hoje gira em torno da auto-estima, geralmente para aqueles que não a têm suficientemente. Mas às vezes podemos tê-la em demasia, algumas pessoas estão muito apaixonadas por si mesmas. Ambos os extremos são contrários ao que Deus quer para nós. Além disso, eu não tenho visto muitas apresentações “saudáveis” sobre a diferença entre uma boa atitude em Cristo e uma superabundância de auto-estima. Muitas pessoas nessa confusão se apegam a uma visão realista de grandeza.

Assim, a Bíblia nos lembra: “Porque, pela graça que me foi dada, digo a cada um dentre vós que não pense de si mesmo além do que convém; antes, pense com moderação, segundo a medida da fé que Deus repartiu a cada um” (Romanos 12:3). Observe que Paulo não diz: “Pense pouco de si mesmo” Não, ele está nos dizendo para sermos realistas a respeito de nós mesmos.

Temos dois extremos que devemos evitar. Algumas pessoas pensam em si mesmas como lixo e deixam todos ao seu redor lhe pisarem. Por outro lado, imagine uma reunião de Michael Jordan na quadra de basquete e alguém lhe perguntando: “Você pode jogar basquete?” Ele responde: “Eu ainda estou aprendendo.” Isso não seria humildade – seria uma mentira! No mínimo, ele deveria dizer: “Eu sou muito bom jogando.” Ser realista não é ser arrogante, e os cristãos devem ter uma razoável certeza sobre o que podem (e não podem) fazer.

No outro extremo do espectro, temos os problemas da presunçosa e arrogante igreja dos últimos dias que acha que é muito melhor do que realmente é. Apocalipse 3:17 adverte: “Você diz: Rico sou, e estou enriquecido, e de nada tenho falta; e não sabes que és um coitado, e miserável, e pobre, e cego, e nu “. Jesus não está de fato dizendo aqui: “Você não sabe quem você realmente é”? A igreja dos últimos dias é miserável e pobre, mas os seus membros pensam que são superiores e ricos. Precisamos desesperadamente entender quem realmente somos, e qual nossa verdadeira condição diante de Deus.

Essencialmente, é melhor vir a pensar um pouco menos de si mesmo do que pensar demasiadamente mais do que convém. Se você não tiver certeza sobre como se sente sobre si mesmo, tome cuidado para pensar menos do que mais. Você deve deixar o Senhor nivelar seus pensamentos para você. Jeremias 45:5 ordena: “E procuras tu grandezas para ti mesmo? Não as busques…”. Está certo buscar coisas grandes? Sim, mas não para si mesmo! Busque grandes coisas para Deus, e Ele vai mostrar quem você é.

Uma fonte confiável

Para descobrir quem você é, o último lugar onde você precisa olhar é o mundo. Você não é o que o mundo pensa que você é. Jesus não obteve sua identidade pelo que o mundo pensava dele, eles nem sequer sabiam quem ele era. Infelizmente, os seus não O receberam. Se o mundo não consegue descobrir quem é Jesus, porque é que devemos nos preocupar com o que ele acha de seus seguidores?

Jesus pergunta: “Se eu, vosso Senhor e Mestre, fui perseguido e rejeitado, por que você está esperando o contrário?” Não espere que o mundo o aprecie ou o reconheça e saiba quem você é em Cristo. Isso nunca vai acontecer. Lembre-se, a nação de Israel foi destruída porque não sabia quem era Jesus!

O apóstolo Paulo diz, “Temos nos cansado de trabalhar para nos sustentar. Quando somos amaldiçoados, nós abençoamos. Quando somos perseguidos, agüentamos com paciência. Quando somos insultados, respondemos com palavras delicadas. Somos considerados como lixo, e até agora somos tratados como a imundície deste mundo” (1 Coríntios 4:12-13). Espere apenas isso do mundo, não tente obter a sua identidade a partir dele. O mundo olha para nós como a escória.

A Igreja de hoje começa a ter um monte de problemas por tentar obter a sua auto-estima do mundo. Muitas vezes, quer ser apreciada e aprovada pelo mundo, e esse desejo equivocado leva alguns na igreja a adotar características mundanas – no estilo, na adoração, na conduta, no vestir, e na música – e colhe conseqüências mundanas. Da mesma forma, se você está tentando ser reconhecido pelo mundo, provavelmente você está fazendo algo errado. Jesus disse: “Ai de vós, quando todos os homens falarem bem de você! Porque assim faziam seus pais aos falsos profetas” (Lucas 6:26).

Os ensinamentos de Jesus são estranhos ao mundo. Eles são radicais e estranhos: amai os vossos inimigos, vire a outra face, vá duas milhas ao invés de uma. Como pode o mundo entender o que é tão diferente? Não entendo por que você iria a pé de volta à mercearia para devolver o níquel extra que recebeu de troco por engano, ou por que ser completamente honesto com seus impostos, quando você poderia facilmente enganar. É ilógico!

Não obtenha sua identidade do mundo, que tenta fazer você acreditar que não somos muito mais do que um macaco. Mas Romanos 12:2 diz: “Não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus” (NTLH).

Uma árvore ou um Nabo?

Agora eu quero que você explore quem você é – em termos bíblicos. Isto é, onde você pode obter uma correta e confiante imagem sobre quem você é em Deus, Aquele que te criou e te conhece melhor do que ninguém.

Isto pode parecer um pouco estranho, mas você é uma árvore ou um nabo? Deixe-me explicar!

Algumas pessoas estão sempre em um frenesi, convencidas de que a vida é uma maratona de compras. Elas estão correndo, comendo e bebendo e tentando obter o maior prazer carnal tanto quanto possível, acreditando que estamos aqui por pouco tempo. Nabos têm uma vida útil muito curta, medida em semanas, e então eles murcham, secam, e morrem. É isso que você é? Ou você é uma árvore – um pau-brasil sem idade? O que diz a Bíblia?

“Porque, como os dias da árvore, assim será o dia do meu povo, e os Meus eleitos gozarão das obras das suas mãos” (Isaías 65:22 NTLH).

Se você ganhasse 10-minutos para uma maratona de compras em uma loja de eletrônicos, você iria fazer as compras com fúria ou casualmente? Claro, você percorreria os corredores em velocidade alucinante para cima e para baixo para encher o carrinho com os itens mais caros. Você estaria em um frenesi. Por quê? Porque você estaria pensando como um nabo – o seu tempo é curto.

Se tudo o que você vê na vida é o prazer momentâneo do agora, você vai estar sempre freneticamente tentando obter o máximo possível, a todo o instante sem nunca perceber que esta vida é para obtermos uma boa base para a vida na eternidade. Deus quer que experimentemos a vida como uma árvore de pau-brasil, não como um nabo.

Você está aqui apenas um pouquinho? A sua resposta irá afetar a sua filosofia sobre todo o resto. Alguns cristãos dizem que crêem no céu e na eternidade, mas no íntimo de suas almas eles estão pensando como um nabo, e estão sofrendo de amnésia espiritual. Eles estão frenéticos, porque seu tempo está se esgotando.

Quem você pensa que é? Se você é como eles, você vai estar sempre em frenesi, porque esta vida é realmente curta. Mas se você acha que é uma árvore, vivendo com a promessa de vida eterna, você não vai precisar ter todo o prazer do aqui e agora. Você ficará satisfeito vivendo com abnegação, porque você sabe que grandes coisas o esperam na eternidade. Você deve pensar como uma árvore. Aquele que confia no Senhor é “como uma árvore plantada junto a ribeiros de águas, que dá o seu fruto no seu tempo; as suas folhas não cairão, e tudo quanto fizer prosperará” (Salmo 1:3). Este mundo é temporário – você não tem que ser.

Você é um Santo?

Alguma vez você já se perguntou por que Paulo e outros escritores da Bíblia se referem a nós como santos ? (Veja Romanos 1:7 para um exemplo). Acho que Paulo se dirigia a Igreja como santos, porque ele esperava que seriam levados ao céu na ocasião. Se ele falou com eles como se fossem santos, eles começam a agir mais como santos.

Ouvi falar de pastores que visitam os membros apostatados da igreja e os abordam como cristãos, embora eles já estivessem ativos novamente. Ele corajosamente pedia a estes pródigos para visitarem um vizinho solitário que precisasse de encorajamento e oração. E estes membros desviados deviam pensar: “Eu? Fazer oração por eles? Eu estive longe por tanto tempo!” No entanto, eles fizeram o que seu pastor lhes pede e de repente começaram a viver com novas e reais expectativas.

É o mesmo com os maus hábitos como o tabagismo. Quando você ouvir a si mesmo dizendo: “Estou tentando parar de fumar”, você está em apuros. Em vez disso você deve dizer: “Eu parei de fumar.” Há uma grande diferença na abordagem, porque você precisa se ver livre do fumo, você precisa pensar em si mesmo de forma diferente.

Se você sempre se vê como caído, oprimido, e um cativo do diabo, você estará em cativeiro espiritual. Você tem que ver a si mesmo como livre. Jesus prometeu: “Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres.” (João 8:36). Você está tentando ser livre, ou ele já te fez livre? Percebe a diferença? Deus nos diz que somos santos! “dando graças ao Pai, que vos fez idôneos à parte que vos cabe da herança dos santos na luz. Ele nos libertou do império das trevas e nos transportou para o reino do Filho do seu amor,” (Colossenses 1:12, 13). É vontade de Deus nos salvar, ou que Ele já nos salvou? Quando você acredita nisso pela fé, torna-se algo real. Jesus disse, “Que lhes seja feito segundo a fé que vocês têm!” (Mateus 9:29).

Antes de Agostinho se converter, ele viveu uma vida muito profana e imoral. Mas algum tempo depois, ele experimentou sua radical conversão. Ele estava andando por uma rua em Milão, na Itália, e uma de suas antigas namoradas o viu e ficou surpresa que ele olhou bem para ela, mas continuou sem sequer dar um aceno de reconhecimento. Ela o perseguiu pela rua, gritando: “Agostinho, sou eu! sou eu!” Mas ele se virou e olhou para ela dizendo: “Mas eu já não sou mais o mesmo”.

Esta é a essência da justiça pela fé. Você se torna justo quando você acredita em Suas promessas. “Portanto, se alguém está em Cristo, nova criatura é: as coisas velhas já passaram, eis que tudo se fez novo” (2 Coríntios 5:17). Você acha que você é uma velha criatura moribunda, ou uma nova criatura vivendo em Cristo? O que diz a Bíblia? “…como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos pela glória do Pai, assim também andemos nós em novidade de vida.” (Romanos 6:4), as palavras de Paulo foram cuidadosamente escolhidas!

Então, quem você pensa que é? Todas as coisas são novas, quando você está em Cristo. Isso é quem você é, e é maravilhoso quando você torna este pensamento real em sua vida. “Pelo que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo.” (2 Coríntios 5:17).

Você é um Escolhido?

“Porque tu és povo santo ao SENHOR, teu Deus; o SENHOR, teu Deus, te escolheu, para que lhe fosses o seu povo próprio, de todos os povos que há sobre a terra.” (Deuteronômio 7:6). Essa promessa vem desde o Antigo Testamento, mas eu acredito que muito se aplica ao seu povo hoje. Nós somos o Israel espiritual, e Deus diz que somos especiais.

Pedro confirmou isso quando escreveu: “Vós, porém, sois raça eleita, sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus, a fim de proclamardes as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz” ( 1 Pedro 2:9). Pedro havia escrito a uma igreja que tinha amnésia espiritual, uma igreja, cuja auto-estima estava muito baixa. Eles se esqueceram de quem eles eram, e Pedro teve de lembrá-los.

A igreja precisa ser lembrada disso muitas vezes, mas especialmente hoje. Pense nisso: Quantas gerações têm havido na história do mundo? Agora quais delas têm sido as mais privilegiadas? Indiscutivelmente, há duas: a geração que testemunhou a primeira vinda de Jesus – quem não teria gostado de viver nela? – E a geração que irá contemplar Sua segunda vinda. Que privilégio será evitar o gosto da morte, de estar vivo na terra quando o Senhor voltar!

Deus está dizendo a você e a mim quem nós somos – nós não temos que estar confusos a respeito disso. Nós somos peculiares e únicos. Somos escolhidos para revelar a sua verdadeira identidade perdida. Este é o propósito para o qual você tem sido chamado – é por isso que você nasceu.

Um Novo Nome

Em 1970, o governo federal americano instituiu o Programa Federal de Proteção à Testemunha. Este projeto prevê uma nova identidade para os indivíduos que dão testemunho em tribunal ou servem como testemunhas, embora se possa colocar em perigo as suas vidas, como nos casos contra o crime organizado. Em troca por este testemunho valioso, o governo dá a estas testemunhas identidades completamente novas, fornecendo-lhes novos nomes, documentos legais, novas ocupações, e casas. (O governo cria de fato novas histórias para essas pessoas, oferecendo-lhes ensino médio completo e diplomas universitários! Em alguns casos, se a testemunha tem um registro criminal antecedente, ele é perfeitamente limpo!)

Da mesma forma, Deus promete a Seus remidos: “Você terá um novo nome, um nome que o SENHOR lhe dará.” (Isaías 62:2). Deus deu a cada um de Seus filhos uma nova identidade em Cristo, e como no melhor Programa de Proteção às Testemunhas, substitui aquela que o diabo nos ofereceu no jardim do Éden, quando tentou roubar a nossa verdadeira identidade de filhos de Deus.

Cristo pagou “um preço alto” por você – pagou com seu sangue – para fornecer essa nova identidade. Nós pertencemos a Deus. “Porque fostes comprados por bom preço: glorificai pois a Deus no vosso corpo e no vosso espírito, que é de Deus” (1 Coríntios 6:20 NVI).

Quem você pensa que é? Você é dEle! De onde você acha que você pertence? Da equipe vencedora! Você não precisa mais estar sofrendo de amnésia espiritual, você não precisa estar no fundo de uma crise de identidade. “Vejam como é grande o amor do Pai por nós! O seu amor é tão grande, que somos chamados de filhos de Deus e somos, de fato, seus filhos. É por isso que o mundo não nos conhece, pois não conheceu a Deus!” (1 João 3:1 NTLH).

Esta mensagem tem extraordinariamente um bom potencial evangelistico, embora possa parecer mais adequada para os cristãos que crêem. A salvação é toda sobre a obtenção dessa nova identidade! Quanto mais dizemos às pessoas que elas estão em Deus, mais elas estarão dispostas a mudar de conduta. Elas deixarão de serem escravas do diabo e tornar-se-ão servas do Senhor. Pergunte a elas quem pensam que são, em seguida, diga-lhes o que Jesus lhes diz. Elas vão descobrir o que significa viver a vida como um pau-brasil e não como um nabo, pois se tornarão novas criaturas que vivem para a eternidade.

Se tornarão santos, Sua geração escolhida.

Artigo escrito pelo Pastor Doug Batchelor do Ministério Amazing Facts. Traduzido do original Who do you think you are?

Catástrofes como Jamais se Viu

Por Sikberto R.Marks

Quando não acontece conosco, as notícias de catástrofes se tornam rotineiras e nos acostumamos em vê-las na televisão ou em lê-las nos jornais. Nossos sentimentos já nem são mais afetados. Nos tornamos quase indiferentes ao sofrimento humano. Na América do Sul chove bem acima da média, vemos enchentes, deslizamentos, soterramentos, destruição e mortes. Em muitos lugares do mundo o problema é o mesmo que aqui. Tornaram-se quase diárias as notícias de cidades sofrendo com as chuvaradas e com ventos fortes. Estradas interrompidas e pontes caídas também são bem freqüentes. Ver pessoas mortas por essas calamidades é algo que só comove os parentes próximos.

Terremotos também são cada vez mais freqüentes. Esse do Haiti agora está nos noticiários, mas bem logo será substituído por outro e mais outro. É calamidade em cima de calamidade, uma após outra. O planeta envelheceu e está cambaleando como uma bêbado inveterado. A natureza está se revoltando contra o ser humano, que a deveria administrar, não destruir.

No Pólo Norte são as tundras do fundo do mar que estão liberando gás provocador do efeito estufa. O gelo derrete e esse gás que está retido nas profundezas das águas do mar vem subindo em bolhas somando-se ao gás que o homem libera por meio de suas atividades industriais e pelos veículos. Isso só aumenta os nossos problemas de calor, já bastante graves. Há mais de quatro mil anos atrás os antediluvianos foram responsáveis pela destruição da estrutura rochosa da Terra, quando provocaram a tal ponto a DEUS que Este os destruiu pelo dilúvio. Naquele tempo a camada de rochas foi rompida e se formaram as placas tectônicas. A nossa geração está destruindo a natureza exterior da Terra, aquela que conseguiu se formar após o dilúvio. Agora não temos mais estrutura estável no interior da Terra nem condições seguras de vida em sua superfície. A natureza em lugar algum do mundo oferece segurança. Todos estamos ameaçados. Se não é o terremoto, podem ser as chuvas, e se não forem esses dois, pode ser o vento. A destruição da natureza está sendo total. Vemos e continuaremos vendo as manifestações extremas da natureza se manifestando em intensidade cada vez maior, seja no interior, seja na superfície da Terra.

No plano social, o que estamos assistindo é a destruição da juventude, e de toda a sociedade. Em especial nas cidades maiores, eles formam gangues de auto-afirmação, onde se drogam, andam armados, se tornam violentos e aterrorizam as pessoas. São jovens entre 15 a 20 anos, eles querem mostrar que tem poder. Disputam as garotas como se imagina que foi durante os tempos bárbaros idos do passado. Mas meninos e meninas de pouca idade, que deveriam estar brincando, também interessam-se só por violência e destruição. Há uma ausência quase total de educação, só se vê a formação materialista.

No plano político o mundo está, ao mesmo tempo, buscando ações coordenadas conjuntas enquanto agem forças de fragmentação. As nações em geral, com seus poderosos exércitos, reúnem-se a todo tempo para tratar dos grandes problemas da humanidade. Enquanto isso, grupos terroristas atacam onde querem, e ameaçam qualquer coisa que a liderança consiga melhorar. Se, por exemplo, algum país, no caso como o Iraque, politicamente estiver se volvendo à estabilidade, basta um grupo de alguns homens radicais e terroristas para acabar com tudo. O planeta é como um gigantesco organismo, muito poderoso, sendo atacado por um microscópico vírus capaz de destruir todo o organismo. Os exércitos unidos de todos os países do mundo não mais são suficientes para deter a ação de pequenos grupos radicais. Assim está a nossa situação em termos de segurança.

No plano religioso é que vemos hoje a maior movimentação. As igrejas cristãs se esforçam por se unir como uma grande fraternidade global, que formaria um poder de mais de 2 bilhões de fiéis. Se adiciona a esse número os muçulmanos, em torno de 1,2 bilhão de adeptos, mais os judeus, poucas pessoas (umas 15 milhões) mas com muito poder econômico e político, e teremos mais de 3,2 bilhões de almas viventes, em torno da metade de todos os habitantes do mundo. Essa união está bastante adiantada. Vem sendo impulsionada pelos grandes problemas do planeta, pois se diz que ela vem para resolvê-los. Há no entanto a exceção de pequenas igrejas, que não estão participando da unidade global dos adoradores. Além dessas três chamadas grandes religiões monoteístas, temos as politeístas pagãs e as ideologias e doutrinas de vida. Esses todos estão participando de um grande movimento global pela unificação da adoração chamado “Diálogo Inter religioso”. Unindo a todos os adoradores, e incluindo de alguma forma os ateus, mas que crêem em algum tipo de doutrina, o mundo pretende enfrentar e resolver aqueles problemas que assolam o planeta e que estão se tornando globais.

O que estamos vendo no presente momento é a ação poderosa de satanás. Ele está criando ou reforçando catástrofes para que sirvam de motivação a unidade religiosa bem como causa de perseguição aos poucos crentes que se mantiverem fiéis aos preceitos bíblicos, portanto, adorando ao DEUS Criador. Vemos uma movimentação estranha, imperceptível a muitos, mas facilmente visível a alguns mais atentos. Catástrofes se intensificando, sociedade se fragmentando e políticos se unindo aos movimentos unionistas das igrejas para reverter as grandes tendências destruidoras. Esses fenômenos são globais. Isso indica que estamos próximos de grandes eventos, os do final da história de horror do pecado. Sem dúvida, JESUS logo volta !

A Vontade de Deus

“Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus”. (Mateus 7:21).

Este verso é muito importante para toda humanidade, devemos analisar que Jesus deixa muito claro que só serão salvos os que fazem a vontade do Pai!

Mas qual é a Vontade do Pai?

Se pensarmos que temos que fazer algo para ganhar a salvação estaremos em um caminho de grandes ciladas, pois a Bíblia diz que “Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus” (Efésios 2:8).

Se somos salvos pela graça e esta só é alcançada por meio da fé, a qual é um dom de Deus, então não devo fazer nada para ser salvo!?

A resposta é sim, observe o que diz o senhor Jesus:

“Assim, pois, não é da vontade de vosso Pai celeste que pereça um só destes pequeninos” (Mateus 18:14).

A vontade de Deus é que todos se salvem, esta é umas das vontades de Deus, por isso Ele da à salvação de graça, por meio da fé, e ainda tem mais, isso tudo é dEle, nada vem de nós, mas o verso diz que “nem todo” entrará no reino dos céus. Por que se não é preciso fazer nada?

A Bíblia é um livro fantástico, ela mesmo responde, veja:

“Deleito-me em fazer a tua vontade, ó Deus meu; sim, a tua lei está dentro do meu coração” ( Salmos 40:8).

Que Lindo! O Salmista diz que é um prazer fazer a vontade de Deus, e ele ainda responde de que forma: “é tão bom fazer a vontade de Deus, tendo a Lei de Deus no coração”.

Ainda não satisfeito, observe o verso seguinte:

Ensina-me a fazer a tua vontade, pois és o meu Deus. O teu Espírito é bom; guie-me por terra plana” ( Salmos 143:10).

O fruto ou a marca de quem já faz a vontade de Deus é a Lei no coração, isso mediante a fé, pois é preciso pedir e crer como diz o salmista “ensina-me a fazer a tua vontade”. Mas muitos não crêem que é possível ter a lei de Deus no coração, eles dizem senhor, senhor! Expulsam demônios, fazem milagres e prodígios, mesmo assim não crêem, que é possível fazer a vontade do Pai.

O nosso Senhor Jesus fez a vontade do pai, veja:

“Não cuideis que vim destruir a lei ou os profetas: não vim ab-rogar, mas cumprir” (Mateus 5: 17).

Cristo fez a vontade do Pai!

Ele fez a vontade do Pai por amor, assim fez para nos deixar o exemplo e pedir-nos para guardarmos os seus mandamento:

Se me amardes, guardareis os meus mandamentos” ( João 14:15).

Muitos não terão o amor, por isso não entrarão no reino dos céus, pois querem ser salvos por suas obras, por suas forças, isso é salvação pelas obras, pois eles não tem o amor de Cristo.

Jesus disse:

“Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim” (João 14:6).

Jesus é a verdade? Sim!

“Tu estás perto, ó SENHOR, e todos os teus mandamentos são a verdade (Salmos 119:151).

Os mandamentos ou lei são a verdade, portanto, Jesus é Lei!

Portanto serão salvos aqueles que tiverem Jesus no coração, pois estes são os que fazem a vontade do Pai.

“Sede, pois, imitadores de Deus, como filhos amados” (Efésios 5:1).

Os imitadores de Cristo, são os que herdarão o seu reino !

Os que fazem a vontade do Pai são os que “…obedecem aos mandamentos de Deus e permanecem fiéis a Jesus” (Apocalipse 14:12).

Elias Vasconcelos.

Ele Pode ser Imortal – Capa da SuperInteressante de Fev/2010

Ainda não tive acesso a matéria na íntegra, mas no site da revista SuperInteressante, já aparece a capa da Edição 275 (Fev/2010), com a “Sensacional” chamada:  “Ele Pode ser Imortal” – Em 50 anos, é possível que ninguém mais morra de velho.

Que os avanços da ciência estão a todo vapor ninguém duvida, afinal isso foi até profetizado “Mas tu Daniel, fecha estas palavras e sela este livro, até o fim do tempo. Muitos correrão de uma parte para outra, e o conhecimento se multiplicará (Daniel 12:4). Até aí nada de novo com relação aos eventos proféticos que se cumpririam antes da volta de Cristo.

Que tais avanços na medicina, ciências contribuiram e muito para aumentar a expectativa de vida da população mundial também é fato comprovado.

Atualmente o país com a maior expectativa de vida é o japão, onde as pessoas vivem em média 82,6 anos. O Brasil ocupa a 92º Posição. Entre as regiões brasileiras, a região Sul tem a maior expectativa de vida (74,2 anos de idade), enquanto o Nordeste tem a menor (69 anos de idade). Os países africanos figuram entre aqueles com as piores taxas de expectativa de vida no mundo, com (39 anos de idade).

Segue abaixo o Ranking com os 10 países com as melhores e piores taxas de expectativa de vida no mundo:

01. Japão – 82,6 anos

02. Hong Kong (R.P.China) – 82,2 anos

03. Islândia – 81,8 anos

04. Suiça – 81,7 anos

05. Austrália – 81,2 anos

06. Espanha – 80,9 anos

07. Suécia – 80,9

08. Israel – 80,7 anos

09. Macau (R.P.China) – 80,7 anos

10. França – 80,7 anos

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92. Brasil – 72,4 anos

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186. Libéria – 45,7 anos

187. República Centro Africana – 44,7 anos

188. Afeganistão – 43,8 anos

189. Vietnã, 43,5 anos

190. Angola, 42,7 anos

191. Lesoto – 42,6 anos

193. Zâmbia – 42,4 anos

194. Moçambique – 42,1 anos

195. Suazilândia – 39,6 anos

Pessoas mais velhas do mundo (já falecidas):

01. Jeanne Calment (1875-1997) – 122 anos, 164 dias – França.

02. Shigechiyo Izumi (1865-1986) – 120 anos, 237 dias – Japão.

03. Sarah Knauss (1880-1999) – 119 anos, 97 dias – Estados Unidos.

04. Luccy Hannah (1875-1993) – 117 anos, 248 dias – Estados Unidos.

05. Marie-Louise Meilleur (1880-1998) – 117 anos, 230 dias – Canadá.

06. Maria Capovilla (1889-2006) – 116 anos, 347 dias – Equador.

07. Tane Ikai (1879-1995) – 116 anos, 175 dias – Japão.

08. Elisaberh Bolden (1890-2006) – 116 anos, 118 dias – Estados Unidos.

09. Carrie C.White (1874-1991) – 116 anos, 88 dias – Estados Unidos.

10. Kamato Hongo (1887-2003) – 116 anos, 45 dias – Japão.

Pessoas mais velhas do mundo (ainda vivas):

01. Kama Chinen (1895-Vivo) – 115 anos – Japão.

02. Mary Josephine Ray (1895-Viva) – 115 anos – Estados Unidos.

03. Neva Morris (1895-Viva) – 115 anos – Estados Unidos.

04. Eugénie Blanchard (1896-Viva) – 114 anos – França.

05. Daisey Bailey (1896-Viva) – 114 anos – Estados Unidos.

06. Florrie Baldwin (1896-Viva) – 114 anos – Reino Unido.

Fonte: Wikipedia

Na verdade, esta capa da Revista Super nem é tão nova assim, em Janeiro de 2005 na Ed.209 da mesma revista, era publicada a matéria Quem quer viver até os 1000 anos? Segue abaixo trechos desta matéria:

“O sonho da vida eterna é tão antigo quanto a autoconsciência humana da inevitabilidade da morte. Segundo os textos bíblicos, é acalentado desde o dia em que a curiosa e desobediente Eva se rendeu à tentação do conhecimento, experimentou o fruto proibido e foi expulsa do paraíso, o preço da desobediência foi descobrir-se mortal. O fato é que, do primeiro casal para cá, não somente perdemos a prerrogativa da imortalidade como também alguns séculos de vida, Adão teria morrido aos 930 anos. Desde então, a pessoa que, comprovadamente, viveu mais tempo foi a francesa Jeanne-Louise Calment, morta em 1997, aos 122 anos – sinalizando que esse seria aproximadamente o limite de sobrevivência do corpo humano.

Agora a ciência trabalha para fornecer ao ser humano condições para que o mesmo possa ampliar e muito sua expectativa de vida.

Mas, se ainda não descobriu a improvável receita da imortalidade, a humanidade já obteve conquistas sólidas, em especial no último século: nunca na história tantos viveram tanto como nos dias atuais. A faixa da população que mais cresce no mundo é a dos idosos, sobretudo os com mais de 100 anos – que, segundo as previsões, no ano de 2050 formarão um grupo 20 vezes maior que o de centenários do ano 2000. A maioria deles viverá nos países desenvolvidos. Nos Estados Unidos, estima-se que haverá 131 000 pessoas com um século ou mais de vida em 2010 e 834 000 em 2050. Entre 1990 e 2020, aumentará 74% o número de idosos de 65 a 74 anos naquele país, onde a expectativa de vida ao nascer saltou de 47,3 anos no início do século passado para 78 anos ao seu final. No Japão, atualmente, a expectativa de vida ultrapassa 80 anos, enquanto no Brasil chegou a 71,3. A média mundial situa-se em 66 anos – 20 mais do que em 1959.

Para se ter uma idéia do extraordinário avanço que isso representa, basta dizer que, entre os antigos romanos, a expectativa de vida era de 20 anos. Um terço deles sucumbia antes dos 6 anos e apenas 60% sobreviviam até os 16. Aos 26 anos, 75% haviam desaparecido e, aos 46, a morte já havia tolhido 90% dos romanos. À condição de ancião, alcançada aos 60, somente chegava 3% da população.

Mas, enquanto antigamente nos perguntávamos se chegaríamos a envelhecer, hoje a questão é: será que vale a pena prolongar tanto o período da vida em que somos naturalmente mais frágeis e vulneráveis? Segundo o estudo Our Ageing World (Nosso Mundo que Envelhece), de Justin Healey, publicado em 2003, na Austrália, a resposta é sim, a vida vale a pena mesmo aos 100 anos. A pesquisa constatou que apenas um terço dos centenários vive acamado e precisa de cuidados constantes. Um outro terço precisa de alguma ajuda e o restante é capaz de viver com independência. O mesmo autor afirma que somente 3% a 4% das pessoas com 60 a 74 anos são dependentes de cuidados de terceiros e que, entre os que têm de 75 a 85 anos, esse índice sobe para 10%. Após os 85 anos, 21% dos homens e 28% das mulheres precisam de ajuda no dia-a-dia – o que significa que mais de 70% conseguem dar conta de si mesmos. E esse percentual tende a crescer.

Tendências

• CENTENÁRIOS

No mundo todo, a faixa da população que vem crescendo mais é a dos idosos, sobretudo aqueles com mais de 100 anos. No ano de 2050, eles deverão formar um grupo 20 vezes maior que o de centenários do ano 2000.

• PERSPECTIVA

Mesmo levando-se em conta os avanços da ciência que devem ocorrer nos próximos anos, a maioria dos cientistas se mantém cética quanto à possibilidade de um aumento dramático na expectativa de vida do homem neste século.

• QUALIDADE DE VIDA

Se não vamos viver muito mais, ao menos deveremos viver melhor durante a velhice. O número de idosos que conseguem viver sem a ajuda de outras pessoas tende a crescer.

Eterna obsessão

Para o movimento transumanista, a tecnologia vai mudar o homem e, cedo ou tarde, torná-lo imortal.

Enquanto os místicos tentam transcender os limites do corpo pela força espiritual, alguns pensadores, na direção oposta, acreditam que poderemos chegar ao paraíso pelo caminho da ciência e da tecnologia. Eles se autodenominam “transumanistas” e acreditam que a humanidade será radicalmente modificada pela tecnologia no futuro – a tal ponto que, em algum momento da história, nossos descendentes deixarão de ser, sob muitos aspectos, seres humanos. Uma das idéias combatidas pelos transumanistas é que o envelhecimento e a morte são acontecimentos inevitáveis. Mas, ao contrário de algumas religiões, que pregam a imortalidade espiritual ou a vida depois da morte, os transumanistas acreditam na possibilidade da imortalidade física. Para isso, bastaria superar as atuais limitações biológicas do homem, por meio dos avanços esperados em áreas como nanotecnologia, engenharia genética e cibernética. Para os transumanistas, cedo ou tarde, vai chegar o dia em que a morte só ocorrerá por acidente ou por decisão voluntária.

Um dos principais teóricos do transumanismo foi o escritor F.M. Esfandiary. Filho de um diplomata iraniano, ele nasceu na Bélgica, em 1930, e escreveu algumas obras de ficção científica antes de mudar seu nome para FM-2030, por acreditar que viveria pelo menos até os 100 anos. “Eu não tenho idade. Nasço e renasço todos os dias. Pretendo viver para sempre. E provavelmente viverei, a não ser que ocorra um acidente”, disse certa vez.

FM-2030 morreu em 2000, aos 69 anos, vítima de câncer no pâncreas. Seu corpo foi congelado na Alcor Life Extension Foundation, nos Estados Unidos, seguindo a prática da criogenia, que consiste em preservar o corpo à baixa temperatura – à espera de um dia em que a ciência possa ressuscitá-lo e realizar sua obsessão de vida eterna.”

Agora quer saber o que a Bíblia Sagrada diz a respeito da imortalidade do homem?

Então leia os artigos recomendados logo abaixo:

DEPOIS DA MORTE

• IMORTALIDADE DA ALMA: ANALISANDO AS QUESTÕES DA NATUREZA E DESTINOS HUMANOS

• HOMEM! MORTAL OU IMORTAL?

Os Reis do Orgulho

Por Doug Batchelor

Um fato surpreendente: Joshua Abraham Norton sofria de delírios de grandeza. Ele preferia ser chamado de Sua Majestade Imperial Norton I, e em 1859, se auto proclamou imperador dos Estados Unidos. Naturalmente, as pessoas se divertiam com as grandes reivindicações feitas pelo pobre coitado, mas ainda que fosse geralmente considerado um pouco “louco”, ele comia de graça nos melhores restaurantes de São Francisco e os jornais da cidade publicavam muitas de suas proclamações – Incluindo a dissolução do Congresso dos E.U.A pela força e a construção de uma ponte através da baía de São Francisco. Seu humor e obras ficaram famosos não só na cidade em que vivia mas em todo o mundo.

Rudyard Kipling escreveu a curta e inteligente história “O Homem que Queria ser Rei”, um conto sobre as maquinações de dois amigos do século 19. Os ex-soldados partiram da Índia britânica em busca de aventura e acabaram como reis no que é agora parte do Afeganistão. É um estudo fascinante de como a sua ascensão ao poder régio lentamente desencadeou o orgulho latente em seus corações, mudando suas características e dividindo-os como amigos.

A maioria de nós já ouviu a expressão “o poder corrompe, e o poder absoluto corrompe absolutamente”. Isto é especialmente verdadeiro para os monarcas, que são expostos às tentações do orgulho mais do que as pessoas comuns. A Bíblia está repleta de exemplos de homens que queriam ser reis, e reis que queriam ser divinos. Na verdade, nós aprendemos que o pecado entrou no nosso universo através do portal do orgulho …

O Anjo que Queria ser Deus

Em Isaías 14, encontramos um retrato fascinante da primeira vítima do veneno do orgulho. É a história de como o diabo tornou-se um demônio. Claro, que sabemos que Deus não criou o diabo. Pelo contrário, Ele criou um anjo deslumbrantemente perfeito chamado Lúcifer, que foi o maior dos querubins, o líder do coro celestial, e o mais inteligente e poderoso de todos os seres criados.

Mas todas as criaturas de Deus são livres para escolher quem vão amar e servir. Infelizmente, Lúcifer tomou a tóxica decisão de escolher-se a si mesmo, acima de todos os outros. Ele tornou-se hiper-narcisista, encantado com sua própria beleza. “Como caíste do céu, ó estrela da manhã, filho da alva! … Tu dizias no teu coração: Eu subirei ao céu; acima das estrelas de Deus exaltarei o meu trono e no monte da congregação me assentarei, nas extremidades do Norte; subirei acima das mais altas nuvens e serei semelhante ao Altíssimo.” (Isaías 14:12-13). Lúcifer tinha claramente problemas com seu ego.

Quando o anjo rebelde espalhou seu desafeto entre os outros anjos, finalmente Deus teve que expulsá-lo da corte celestial. Mas esse não foi o fim do orgulho na criação de Deus. Na verdade, foi o primeiro tipo de tentação que Lúcifer, agora mais conhecido como Satanás, apresentou para Adão e Eva. Disse-lhes que se fossem simplesmente comer do fruto proibido, seus olhos seriam abertos e seriam como Deus, implantando assim, em seus corações e mentes seus desejos arrogantes. E funcionou.

Finalmente, o orgulho é uma forma de idolatria – tornando-nos um objeto de adoração. As aspirações do Clube do diabo em toda a grande controvérsia giram todas em torno do “próprio eu, do ego”. Em Ezequiel 28, encontramos mais alguns detalhes sobre as muitas facetas do orgulho que levaram à queda de Lúcifer — orgulho pelo poder, posição, posse, inteligência, aparência, e muito mais. O capítulo deve ser um alerta para os cristãos na era final da história humana, porque essas características egoístas continuam a contribuir para a queda daqueles que, eventualmente se distanciam do Espírito do Senhor. Na verdade, o orgulho é o arrastão invisível com o qual o diabo captura os mais confiantes do povo de Deus.

O Orgulho do Poder

“Você foi ungido como um querubim guardião, pois para isso eu o designei.Você estava no monte santo de Deus e caminhava entre as pedras fulgurantes.” (Ezequiel 28:14). A Bíblia passa muito tempo nos reis que foram vencidos pelo orgulho de seu próprio poder, alimentando o egoísmo para nenhum fim.

Nabucodonosor lutava com este problema particular do orgulho. No auge de seu poder, o grande rei da Babilônia teve um sonho sobre uma árvore da qual o mundo inteiro era alimentado e em que cada pássaro encontrava um local para alojar-se nos seus ramos. Mais tarde, ele observa a árvore ser cortada, e preocupado o rei pede a interpretação do sonho. O profeta Daniel informa a Nabucodonosor, que o monarca é a árvore que será cortada. Daniel aconselha-o a voltar dos seus caminhos pecaminosos, viver em retidão, e mostrar misericórdia para com os pobres.

Convencido pelo profeta, Nabucodonosor consegue humilhar-se – por um tempo. Como a Babilônia continuou a crescer em prosperidade, tal como os seus exércitos continuaram a ganhar batalhas, como todos os seus projetos de construção chegaram a ser concretizados, um dia o rei saiu para uma de suas varandas palacianas a contemplar a gloriosa vista do seu reino, e proclamou: “Não é esta a grande Babilônia que eu edifiquei para a casa real, com o meu grandioso poder e para glória da minha majestade?” (Daniel 4:30).

Soa como o diabo, não é? Ele tomou crédito irresponsável para tudo, sobre o qual foi dado a ele reinar. Neste exato momento, Deus emitiu um juízo sobre o orgulhoso rei. “Falava ainda o rei quando desceu uma voz do céu: A ti se diz, ó rei Nabucodonosor: Já passou de ti o reino.” (verso 31).

O que se segue é bastante surpreendente. Por sete anos, Deus tirou a sabedoria do rei, inteligência e poder. Nabucodonosor, tornou-se como um animal, andando sobre suas mãos e joelhos. Seus conselheiros não sabiam o que fazer com ele. Temendo que isto pudesse desestabilizar o reino, eles se recusaram a declarar a situação para os cidadãos do reino e soltaram o rei para pastar nos jardins reais, onde ele andava ao redor, comendo erva como um boi.

Após sete anos, Deus teve misericórdia e restaurou o juízo de Nabucodonosor. Mas a lição é tão clara como a história do diabo em Ezequiel: Deus é o único que merece o nosso louvor, não importa o quanto de poder possuímos neste mundo. Quando Deus nos dá a capacidade de influenciar os outros, não devemos agir como se fizéssemos tudo por nossa própria conta. Devemos usar esse poder com profunda humildade. Por causa de seu orgulho, Nabucodonosor perdeu tudo. O orgulho também pode levar os cristãos a um lugar onde podem perder o acesso ao reino de Deus, assim como aconteceu com o diabo.

Orgulho pela Posição

“Tu eras querubim da guarda ungido, e te estabeleci…” (Ezequiel 28:14). Algumas pessoas crescem orgulhosas de sua posição no trabalho e na vida. Isto é parte da mesma miríade de questões, com as quais o diabo lutou antes de ser expulso do céu. Hamã no livro de Ester fornece outro exemplo de orgulho auto-destrutivo em exibição na Bíblia.

O poderoso Xerxes da Pérsia soube que um judeu chamado Mordecai tinha salvo sua vida de uma trama de assassinato. Xerxes quis honrar Mordecai, mas Hamã, que tinha recebido recentemente uma promoção de alta honra do rei, tornou-se irritado com Mordecai, porque o judeu devoto não se curvava diante do nobre arrogante. Hamã ficou tão zangado, que na verdade, ele quiz matar todos os judeus na terra.

Com o orgulho inflado Hamã continuou a progredir, e se gabava a seus amigos sobre “… a glória das suas riquezas e a multidão de seus filhos, e tudo em que o rei o tinha engrandecido, e como o tinha exaltado sobre os príncipes e servos do rei.” (Ester 5:11).

Assim, quando Mardecai continuou a recusar-se a mostrar reverência a Hamã, o nobre se irou contra ele. Hamã, presunçosamente, decidiu construir uma forca para pendurar a Mordecai, certo de que Xerxes lhe daria permissão por causa de sua posição real elevada. No entanto, antes que ele pudesse pedir ao rei permissão, Xerxes pergunta a Hamã: “O que deve ser feito ao homem que o rei deseja honrar?”

O orgulho, um espelho distorcido que obstrui o pensamento claro e a razão, permitiu a Hamã ver apenas a si mesmo. Cheio de vaidade, Hamã pensou no seu coração: “A quem o rei teria prazer de honrar, senão a mim?” (Ester 6:6 NVI). O nobre logo vislumbrou a procissão mais extravagante, ele poderia estar pensando que – Andaria no cavalo do rei, com vestes de rei, com a coroa de rei sobre a sua cabeça, desfilando para cima e para baixo pelas ruas da cidade para que todos o honrassem. Jesus disse: “Da abundância do coração fala a boca”, e isso não poderia ser mais verdadeiro para Hamã, que falava como se ele quisesse desesperadamente ser o rei.

Bem, vocês podem imaginar o choque de Hamã com o que se seguiu: “O rei ordenou então a Hamã: Vá depressa apanhar o manto e o cavalo, e faça ao judeu Mardoqueu o que você sugeriu … Não omita nada do que você recomendou” (verso 10). Hamã foi ordenado para homenagear o homem o qual seu orgulho tão desesperadamente queria assassinar.

A Bíblia diz: “Quando vem a soberba, então vem a vergonha” (Provérbios 11:2). A história de Hamã é um grande exemplo do pagamento final do orgulho. Ele foi pendurado na forca que ele havia construído para Mordecai.

Esse orgulho pela posição, infectava mesmo aqueles que estavam mais próximos a Jesus. Em Marcos 9, encontramos os discípulos discutindo sobre qual deles seria o maior no reino de Jesus. Era como se eles nunca tivessem ouvido uma das lições mais poderosas que Jesus já havia dado a eles:  “Entre vocês, o mais importante é aquele que serve os outros, Quem se engrandece será humilhado, mas quem se humilha será engrandecido.” (Mateus 23:11-12 NTLH).

Se você se exaltar a si mesmo, esforçando-se para obter posição e honra, você será humilhado por Deus. Se você se humilhar, Deus encontrará uma forma de exaltar-lhe, nesta vida ou ao entrar na eternidade. Você se sente como se tivesse sido preterido em seu trabalho por causa do favoritismo ao invés da habilidade? Não deixe que isso te incomode. Contente-se a servir onde Deus o colocou. Cristo em seu tempo vai te levantar.

Orgulho Espiritual

O orgulho espiritual é um poço escondido em que muitos cristãos inocentes caíram. É especialmente insidioso porque se disfarça como virtude. No Antigo Testamento, o Rei Uzias, foi em geral um bom governante, mas ele caiu por seu orgulho religioso. Ele achava que merecia os mesmos privilégios que os sacerdotes. O rei Saul também perdeu o seu reino, após usurpar as responsabilidades do sacerdócio.

Jesus abordou essa falha fatal em uma de suas parábolas mais populares. “Dois homens foram ao Templo para orar. Um era fariseu, e o outro, cobrador de impostos” (Lucas 18:10). Aqui Jesus contrasta duas pessoas que pertenciam à mesma igreja. No tempo de Jesus, os fariseus eram profundamente respeitados por sua religiosidade, enquanto os publicanos eram considerados párias.

Na parábola, “O fariseu, em pé, orava no íntimo: ‘Deus, eu te agradeço porque não sou como os outros homens: ladrões, corruptos, adúlteros; nem mesmo como este publicano, Jejuo duas vezes por semana e dou o dízimo de tudo quanto ganho”, enquanto “o publicano ficou a distância. Ele nem ousava olhar para o céu, mas batendo no peito, dizia: ‘Deus, tem misericórdia de mim, que sou pecador’ “(Lucas 18:11-13).

De acordo com Jesus, foi o humilde publicano quem foi para casa justificado (Lucas 18:14). Você vê, o fariseu estava orgulhoso de suas boas obras, acreditando que ações espirituais valeriam sua aceitação diante de Deus. Mas o publicano tinha simples confiança na misericórdia de Deus. O publicano foi perdoado, mas o fariseu não. Não podemos perder essa lição, se quisermos crescer em Cristo.

O orgulho espiritual é mortal – e é a desgraça da Igreja de Laodicéia. Quando uma pessoa ou igreja diz: “Eu sou rico, e me tenho enriquecido, e de nenhuma coisa tenho necessidade” isso é nada mais do que o orgulho espiritual egoísta. E Deus tem algo a dizer sobre isso. Ele diz que nós realmente somos “pobres, miseráveis, cegos e nús e não sabemos disso”. Quanto mais você se tornar espiritualmente orgulhoso, mais espiritualmente pobre você é. Mas aqueles que reconhecem e admitem o seu estado espiritual falho, sabem que podem ser salvos apenas pela graça de Cristo, e tem uma vantagem nessa humildade. Jesus promete-lhes: “Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o reino dos céus.”

No clássico, Parábolas de Jesus, de Ellen White lemos : “O mesmo mal que levou Pedro à queda e excluiu da comunhão com Deus o fariseu, torna-se hoje a ruína de milhares. Nada é tão ofensivo a Deus nem tão perigoso para o espírito humano como o orgulho e a presunção. De todos os pecados é o que menos esperança incute, e o mais irremediável.” (Pág. 154).

É por isso que Jesus disse: “Cuidado com os mestres da lei. Eles fazem questão de andar com roupas especiais, de receber saudações nas praças e de ocupar os lugares mais importantes nas sinagogas e os lugares de honra nos banquetes. Eles devoram as casas das viúvas, e, para disfarçar, fazem longas orações. Estes Homens diz Jesus “… receberão condenação mais severa!” (Marcos 12:38-40).

Você está sobrecarregado com orgulho espiritual? Você está orgulhoso de seu conhecimento das doutrinas da Bíblia? Você vai à igreja zombando daqueles que não vão no mesmo dia que você? Sonde o seu coração para as razões pelas quais você faz as coisas religiosas. O orgulho é a semente que Satanás plantou para ter Jesus pregado na cruz. Em Marcos 15 é nos dito que Pilatos perguntou aos judeus “Vocês querem que eu lhes solte o rei dos judeus? sabendo que fora por inveja que os chefes dos sacerdotes lhe haviam entregado Jesus.” (versos 9 e 10). O Orgulho ofendido por sentirem que Jesus ameaçava a importância deles entre os povos, fizeram com que eles o matassem.

O Poder da Humildade

Nós examinamos o poder destrutivo do orgulho na vida de grandes reis e do povo de Deus. Vamos concluir este estudo com uma pequena lição sobre o poder restaurador de escolha da humildade.

A Bíblia nos diz repetidamente que Deus quer corações humildes em Seu povo. “O SENHOR já nos mostrou o que é bom, ele já disse o que exige de nós. O que ele quer é que façamos o que é direito, que amemos uns aos outros com dedicação e que vivamos em humilde obediência ao nosso Deus”. (Miquéias 6:8, NTLH).

O orgulho é uma bússola que aponta sempre para si mesmo. Mas nós podemos escolher resistir a essa tendência natural. Através do Espírito de Deus, podemos optar por sermos humildes. A Bíblia não diz que devemos pedir a Deus para nos humilhar, em vez disso, nós somos repetidamente convidados a nos humilhar “se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e me buscar, e se converter dos seus maus caminhos, então, eu ouvirei dos céus, perdoarei os seus pecados e sararei a sua terra” (2 Crônicas 7:14). Deus certamente pode encontrar formas de fazê-lo recuar em seu orgulho, e isso, porque Ele te ama. Mas isso não significa que você possa querer se humilhar diante dele: Praga após praga caíram sobre Faraó e seu povo, mas o líder egoísta não se humilhava para salvar ninguém, nem mesmo seu próprio filho.

Espero viver e reinar com Cristo, um dia, mas isso nunca vai acontecer se eu não escolher abraçar a humildade agora, como Moisés a escolheu quando ele estava vivo. É dito sobre este profeta “Era o varão Moisés mui manso, mais do que todos os homens que havia sobre a terra.” (Números 12:3).

Isso é extraordinário considerando que ele teve a oportunidade de viver nos palácios do Egito. Moisés poderia ter sido um rei orgulhoso. Ele poderia ter tido todo o mundo curvando-se diante dele. No entanto, ele humildemente se afastou disso tudo, porque ele queria servir a Deus.

Adivinha onde ele está agora? Ele está na presença de Cristo, um dos poucos escolhidos que já vivem no céu. Isso é melhor do que ser um faraó embalsamado cercado por objetos empoeirados. E tudo porque Moisés se humilhou para que o Senhor pudesse levantá-lo. Precisamos perceber o nosso verdadeiro estado, se quisermos que Deus nos transforme de uma largata em uma borboleta.

Ser como Cristo

Os exemplos contrastantes entre o orgulho do Faraó e a mansidão de Moisés são um símbolo de Lúcifer e Jesus. E cada um de nós deve escolher imitar os traços de um ou de outro. Portanto, aqui está um princípio inabalável que você deve ter conhecimento: Deus exalta aqueles que são mais humildes e humilha os mais orgulhosos.

Quem é que vai receber a maior humilhação no dia do julgamento? Satanás, porque ele queria ser Deus. Exaltou-se mais do que qualquer outro ser da criação, portanto, ele vai ser humilhado mais do que qualquer outro. Ele que caminhou ao lado do Todo-Poderoso brilhando entre pedras preciosas, vai ser lançado no lago de fogo. É o maior rebaixamento na história.

Quem mais se humilhou a si mesmo? Jesus, porque Ele desceu do seu trono celeste para a cova da humilhação e da morte por amor de Sua criação. Jesus foi o Criador tornando-se criação. Jesus “humilhou-se, tornando-se obediente até à morte. … Pelo que também Deus o exaltou sobremaneira e lhe deu o nome que está acima de todo nome” (Filipenses 2:8-9).

Estas principais características de Jesus e de Lúcifer estão em guerra dentro de todos nós. Cada um de nós terá que escolher copiar um desses dois modelos em nossas vidas. Para o seu bem e para o bem do Reino de Deus, escolha a humildade hoje e peça a Deus para ajudá-lo nisso.

Artigo escrito pelo pastor Doug Batchelor, do Ministério Amazing Facts, traduzido do original “The Kings of Pride”.

E-Book: Casados mas Felizes

Sinopse: Como podem dois crentes unir-se de modo a formarem um corpo espiritual, emocional e físico através do casamento? O pastor La Haye discute esta pergunta abertamente, de maneira singular.

Baseado em anos de experiência em aconselhamento e no dom de compreender a personalidade humana, o pastor La Haye descreve as alegrias do casamento, diagnostica os maiores problemas em potencial, analisa as causas da incompatibilidade e orienta o leitor na busca de soluções práticas e espirituais.

A discussão das seis chaves para felicidade matrimonial (maturidade, submissão, amor, comunicação, oração e Cristo), deverá ajudar não só aos que estão há tempos nas estrada do matrimônio, mas também aos que juntos estão dando os primeiros passos.

Este livro difere de muito outros que tratam de atitudes cristãs quando ao casamento, por incluir um capítulo amplo e medicamente exato sobre a adaptação física. Ainda que o sexo não deve ser a força dominante, a existência de conflito e confusão nesse terreno freqüentemente resulta em caos matrimonial.

Depois de ler este livro, você se familiarizará com o interesse de Deus pelo homem e seu lar.

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O Suave Caminho para a Destruição

Por Doug Batchelor

“O SENHOR Deus me disse: “Escreva a mensagem numa tábua a fim de que fique registrada para sempre como testemunha eterna contra o povo. Pois são gente rebelde, pessoas mentirosas, que não querem ouvir a lei do SENHOR. Eles pedem aos videntes que não tenham visões e dizem aos profetas: ‘Não nos anunciem a verdade; inventem coisas que nos agradem”. (Isaías 30:8-10)

Um missionário protestante no sul do Pacífico, depois de trabalhar entre a população indígena por diversos anos, decidiu voltar para os Estados Unidos por um período de nove meses. Durante esse tempo, ele planejou visitar várias igrejas para levantar fundos para a missão na ilha.

Ele também persuadiu um chefe indígena local, um recém-convertido à fé, para acompanhá-lo na viagem. O alto chefe tinha uma presença imponente – um corpo musculoso, acentuado por um largo sorriso branco pérola. O missionário sabia que ter esse troféu de vida em seus esforços evangelísticos impressionaria os membros da igreja na América do Norte para doarem com mais generosidade.

Quando os dois aterrisaram, o missionário levou o chefe de igreja em igreja. Depois de mostrar slides do local de sua missão, ele desfilou o chefe em torno de um nativo figurino colorido. As pessoas ficaram emocionadas ao ouvir sobre a conversão do chefe, do paganismo ao cristianismo. Mas ao longo da jornada pela América, para evitar o facínio dos espectadores, o missionário vestiu seu amigo com roupas tipicamente ocidentais e alimentou-lhe com comida americana. Foi difícil encontrar um par de sapatos suficientemente largos para os pés ásperos do chefe corpulento.

Depois de nove meses excursionando pela américa, o estilo de vida ocidental mostrou seus efeitos sobre o rei polinésio. Seus pés amaciaram-se com os sapatos, e ele perdeu definição e tônus muscular pela falta de exercício. Desacostumado com o doce e alimentos altamente processados, o chefe começou a perder os dentes e foi atormentado com frequentes doenças de estômago.

Quando ele voltou à sua ilha natal, muitos dos aldeões quase não o puderam reconher a “Vida fácil”, quase o matou.

Alimento para Bebês

Quando o trigo é moído em farinha branca, 83 por cento dos nutrientes são removidos, restando praticamente somente o amido. A fibra também se vai, junto com a maioria da vitamina E e outros 21 nutrientes. A farinha que resta é tão pobre como alimento que deve ser enriquecida com tiamina quimicamente fabricada, riboflavina, niacina e ferro. Na verdade, o pão refinado é tão empobrecido, que 35 estados americanos exigem que a farinha branca deva ser sinteticamente enriquecida para poder ser vendida.

Da mesma maneira que o trigo processado e a vida fácil podem fazer-nos fisicamente fracos, o alimento espiritual refinado e “sem fibras” produz igrejas cheias de inválidos fracos e infantis. Os médicos estão constantemente nos lembrando que devemos ter volumosa e suficiente munição em nossa dieta para sermos saudáveis. Isto também se aplica à nossa dieta espiritual, no entanto, muitos cristãos alimentados com papinha de bebês por muito tempo ficam ofendidos com comida de verdade.

“Depois de tanto tempo, vocês já deviam ser mestres, mas ainda precisam de alguém que lhes ensine as primeiras lições dos ensinamentos de Deus. Em vez de alimento sólido, vocês ainda precisam de leite. E quem precisa de leite ainda é criança e não tem nenhuma experiência para saber o que está certo ou errado. Porém a comida dos adultos é sólida, pois eles pela prática sabem a diferença entre o que é bom e o que é mau”. (Hebreus 5:12-14)

Termos familiares

Especialmente na América do Norte, nossos cérebros e corpos foram gradativamente enfraquecidos pelas lojas de conveniência, elevadores, discagem automática e controle remoto. Por que gastar energia para fazer alguma coisa quando tudo pode ser feito eletronicamente para você?

Este amor ao conforto, facilidade, e a vida geralmente facilitada, tem afetado nossas condições, bem como o nosso tempo. A rede de televisão, explica: “Este programa não é para espectadores sensíveis” – ao invés da verdade: “Este programa é sangrento, terrível e violento”. Na verdade, os executivos de marketing sabem que, tão logo eles anunciam um programa não é para os espectadores sensíveis e a grande maioria das pessoas dará uma atenção ainda maior a chamada. Você também ouviu, “O programa seguinte é para o público maduro”. Naturalmente, eles realmente deveriam avisar que o programa “a seguir contém perversão, sensualidade, material bruto.” (Será a perversão realmente “madura”?)

Todos nós já ouvimos a seguinte advertência: “A igreja está no mundo, mas o mundo não deveria estar na igreja” (Veja João 17:16-18). Mas, infelizmente, o fato é que as tendências do mundo estão tendo uma influência óbvia na nossa igreja. O mesmo desejo para a vida fácil está contaminando o povo de Deus. Nesta era do fast food, todos querem um sermão. (Um amigo meu disse certa vez: “Sermonettes são para christianettes.”) Na verdade, para garantir a popularidade entre os membros que clamam por amoroso conforto, muitos pastores estão caindo no mesmo padrão que os políticos que se deslocam de um bairro para outro para dizer a toda gente o que eles acham que vai agradá-los.

Quais são algumas das suaves, populares e venenosas doutrinas que alguns pastores ainda dizem aos seus rebanhos estes dias?

Enquanto você ora sobre a sua comida, você pode comer ou beber qualquer coisa sem consequências. Se você tem fé suficiente, você será próspero e confortável. O aborto não é realmente matar um feto, é simplesmente “interrupção da gravidez”. Praticar a homossexualidade não é realmente um pecado, é simplesmente um estilo de vida alternativo. Não é necessário honrar o mandamento do sábado, literalmente, enquanto você está descansando em Jesus. Depois de dizer a oração do pecador, você está salvo e não pode se perder. A mentira mais comum e mortal: Jesus veio para nos salvar em nossos pecados, ao invés deles.

A Igreja se esforça para ser politicamente correta e sensível para o mundo. O resultado é que estamos nos tornando cada vez mais indiferentes à Palavra de Deus.

Morrendo por Qualquer outro nome

O diabo não quer que percebamos o perigo e risco que corremos se não nos converter-mos de nossos pecados, Ele tem medo que descubramos quão mortal o pecado realmente é – “E assim, por meio do mandamento, o pecado se mostrou mais terrível ainda”. (Romanos 7:13) – e que começemos a olhar para um Salvador.

Meu avô fumou cigarros Lucky Strike por anos. Ele fez algumas tentativas fracas para largar o vício, mas sua saúde era boa e ele não estava muito assustado e, portanto, não muito motivado. Mas um dia, ele foi admitido no hospital para um procedimento simples e ficou chocado quando viu o homem na cama ao lado da dele fumar esses cigarros mesmo através de um buraco na garganta – as suas cordas vocais tinham sido retiradas por um câncer relacionado ao tabagismo. Quando meu avô entendeu como era extremamente perigoso o tabagismo, ele jogou fora seus cigarros e nunca mais fumou.

Se um médico tem medo de incomodá-lo de modo que ele diz que você tem um toque de hera venenosa, quando você realmente tem câncer de pele, ele não é seu amigo. Da mesma forma, como cristãos, devemos honestamente diagnosticar a nós mesmos para recebermos o tratamento adequado.

“Fiéis são as feridas de um amigo, mas os beijos dum inimigo são enganosos” (Provérbios 27:6). Ministros e membros da Igreja têm a responsabilidade de com amor e fidelidade advertir o mundo que existe um céu para ganhar e um “inferno” para se evitar, que persistir em viver uma vida de pecado vai acabar em perda irrevogável.

“Agora, homem mortal, eu estou pondo você como vigia de toda a nação de Israel. Você dará a eles os avisos que eu lhe der. Se eu disser que um homem mau vai morrer, mas você não o avisar para que mude o seu modo de agir e assim salve a sua vida, aí ele morrerá, sendo ainda pecador. Nesse caso, eu considerarei você como responsável pela morte dele. Porém, se você avisar o homem mau, e ele não parar de pecar, ele morrerá como pecador, mas você viverá.” (Ezequiel 33:7-9).

Como estamos perto do fim do mundo, vendo a iminência da segunda vinda, não é hora de anunciar as coisas suavemente. Cada apresentação do evangelho deve ser saturada com uma sensação de poder e de urgência. “O SENHOR Deus diz: “Grite com toda a força, sem parar! Grite alto, como se você fosse trombeta! Anuncie ao meu povo, os descendentes de Jacó, os seus pecados e as suas maldades”. (Isaías 58:1)

Jesus nos disse que um dos sinais do fim é que a igreja estaria cantarolando lullaby Satanás, “Paz, relaxe, descanse em seus pecados.”

“Quando disserem: “Paz e segurança”, a destruição virá sobre eles de repente, como as dores de parto à mulher grávida; e de modo nenhum escaparão”. (1 Tessalonicenses 5:3)

A Verdade Pode Magoar

Em muitas ocasiões, Jesus tinha a dizer algumas coisas duras com o propósito de salvar almas. E, em mais de uma ocasião, multidões de seguidores se afastaram dele por causa destas declarações desafiadoras. “Ao ouvirem isso, muitos dos seus discípulos disseram: “Dura é essa palavra. Quem pode suportá-la?”… Daquela hora em diante, muitos dos seus discípulos voltaram atrás e deixaram de segui-lo” (João 6:60-66).

Eu não posso melhorar esta declaração do livro Caminho a Cristo:

“Jesus não suprimia da verdade uma palavra que fosse, mas sempre a proferia com amor. Em Seu convívio com o povo exercia o maior tato, dispensando-lhes atenta e bondosa consideração. Não era nunca rude; jamais pronunciava desnecessariamente uma palavra severa; nunca motivava dores desnecessárias a uma alma sensível. Não censurava as fraquezas humanas. Dizia a verdade, mas sempre com amor. Denunciava a hipocrisia, a incredulidade e a injustiça; mas o pranto transparecia em Sua voz quando proferia Suas fulminantes repreensões”. (Pág.12)

As palavras duras de Jesus nunca eram designadas para simplesmente ferir ou ofender os seus ouvintes. Ele as dizia para nos salvar e nos ajudar a crescer nos frutos do Espírito. “Quando somos corrigidos, isso no momento nos parece motivo de tristeza e não de alegria. Porém, mais tarde, os que foram corrigidos recebem como recompensa uma vida correta e de paz”. (Hebreus 12:11)

Falsos Profetas

Peter Marshall, em seu estilo vívido, descreve os cristãos do século 20 com estas palavras:

“Eles são como os mergulhadores de águas profundas, envoltos em ternos, designados para muitas braças de profundidade, marchando corajosamente para puxar para fora plugues de banheira”.

Jesus nos adverte que haverá muitos falsos profetas nos últimos dias pregando coisas suaves (Mateus 24:11). É por isso que temos de saber distinguir o verdadeiro do falsificado. Mas para seguir pela alta, reta e áspera estrada da honestidade, quando todo o mundo está deslizando pela suave e amanteigada estrada com platitudes de popularidade, isso requer uma rara classe de coragem.

No primeiro livro de Reis, encontramos uma história que ilustra dramaticamente como a maioria das pessoas neste mundo têm fome de ouvir coisas agradáveis, enquanto Deus ainda tem seguidores fiéis que querem dizer a verdade a qualquer custo.

Acabe, o ímpio rei de Israel, queria reconquistar a sua cidade de Gileade dos sírios, mas ele precisava de ajuda para assumir o poderoso exército da Síria. Então ele convidou Josafá, rei de Judá, para se juntar a ele em sua campanha contra o inimigo comum.

Josafá estava disposto a unir forças com Acabe, mas ele acreditava que eles deveriam primeiro procurar o conselho de Deus. Acabe havia abandonado anos antes o Senhor para adorar o deus pagão Baal, por isso ele convocou os seus 400 falsos profetas, para virem antes dos dois monarcas e profetizarem. Como os dois reis sentaram em tronos, todos os pagãos e pomposos profetas disseram em uma alta e dramática exibição, “Vá e lute contra os sírios, e você será vitorioso!”

Contudo, Josafá foi cético e pediu para ouvir um profeta do Senhor. Acabe ficou perturbado com esse pedido, mas disse que havia um profeta de Deus, chamado Micaías – mas acrescentou, “…eu tenho ódio dele porque nunca profetiza para mim o que é bom, mas só o que é ruim” (1 Reis 22:8). No entanto, a insistência de Josafá, fez com que Acabe relutante enviasse um mensageiro para buscar Micaías.

O mensageiro enviado para trazer Micaías lhe disse: “Eis que as palavras dos profetas a uma voz predizem coisas boas para o rei; seja, pois, a tua palavra como a palavra de um deles e fala o que é bom”. E disse Micaías: “Tão certo como vive o SENHOR, o que o SENHOR me disser, isso falarei”. Agora há um novo pensamento – dizer a verdade, independentemente das consequências. O profeta foi para os reis e corajosamente disse a Acabe que se ele fosse lutar contra os sírios, ele certamente morreria na batalha.

Acabe agora foi confrontado com uma decisão difícil. Acreditar nos 400 profetas de Baal, que pregavam coisas agradáveis – ou em um profeta solitário do Senhor com uma mensagem desagradável? Acabe tomou a decisão errada, mesmo sabendo o que era certo fazer. Ele convenceu Josafá a ignorar os avisos de Micaías e se juntar a ele em uma guerra promovida pelos profetas de Baal. Afinal, como poderia um único profeta estar certo e os outros 400 estarem errados?

Acabe pensou que poderia ser mais esperto que o Senhor por vestir armadura e evitar se colocar na linha de frente da batalha. Mas o ímpio rei aprendeu tarde demais que você nunca pode escapar da Palavra de Deus. Na batalha, uma flecha perdida atingiu Acabe nas articulações de sua armadura e ele sangrou até a morte no seu carro. Acabe foi morto por abraçar as lisonjas fatais dos falsos profetas.

Na Era das Coisas Agradáveis

Quando o famoso evangelista Billy Sunday que pregava sermões diretos e poderosos contra pecados específicos, tais como os males do álcool, os líderes locais, muitas vezes pediam-lhe para que moderasse em sua pregação direta. Eles diziam: “Pastor Sunday, você está sempre esfregando pêlo de gato no caminho errado.” Mas o famoso evangelista teria lhes respondido “Eu estou esfregando pelo de gato é no caminho certo, o gato só tem de se virar.”

Jesus adverte: “Ai de vós, quando todos vos louvarem! Porque assim procederam seus pais com os falsos profetas”. (Lucas 6:26). Jeremias coloca desta forma “Não confie neles,mesmo quando lhe dizem coisas boas”. (Jeremias 12:6).

Paulo continua a dizer-nos que este dilema será uma das características da igreja nos últimos dias. Os membros da igreja estarão olhando para os ministros para lhes dizer o que agradam a sua natureza carnal, uma religião fácil e suave, sem uma cruz.

“Pregue a mensagem e insista em anunciá-la, seja no tempo certo ou não. Procure convencer, repreenda, anime e ensine com toda a paciência. Pois vai chegar o tempo em que as pessoas não vão dar atenção ao verdadeiro ensinamento, mas seguirão os seus próprios desejos. E arranjarão para si mesmas uma porção de mestres, que vão dizer a elas o que elas querem ouvir. Essas pessoas deixarão de ouvir a verdade para dar atenção às lendas”. (2 Timóteo 4:2-4).

Muitas pessoas em nossa igreja hoje querem uma forma de religião, sem o poder de superar os seus pecados. Muitas igrejas estão acomodando-os, proporcionando-lhes bazares, bingos e programas sociais calmantes – mas evitando uma mensagem de salvação do pecado. Seus sermões são como uma serra sem dentes. A espada afiada da Palavra de Deus é substituída por uma colher de bebê de borracha!

Um domingo, Abraham Lincoln estava dirigindo, voltando da igreja para sua casa, quando seu secretário lhe perguntou se ele havia gostado do sermão que acabara de ouvir. “Não muito”, respondeu ele. O secretário ficou surpreso, porque a maioria das pessoas sentiram que o pregador era muito talentoso. Qual era o problema? Lincoln respondeu: “Ele não me pediu para fazer algo grande”.

A verdadeira palavra de Deus sempre nos desafia a seguir em frente e além, para coisas maiores.

“Pregadores não devem ter escrúpulos para pregar a verdade como ela é encontrada na palavra de Deus. Vamos cortar a verdade. Foi-me mostrado, que por isso os ministros não têm mais sucesso, eles têm medo de ferir os sentimentos, medo de não serem cortêses, reduzem o nível da verdade, e, se possível escondem a peculiaridade de nossa fé. Eu vi que Deus não poderia fazê-los bem sucedidos. A verdade deve ser apontada, e a necessidade de uma decisão incitada. E como falsos pastores estão chorando, estão pregando paz e coisas suaves, os servos de Deus devem chorar em voz alta, e não com reserva, e deixar o resultado com Deus “ (Spiritual Gifts, Vol. 2, pp. 284, 285).

Evitando Desastres

“Quando você for jantar com alguém importante, não esqueça quem ele é. Se você é guloso, controle-se. Não tenha pressa de comer a boa comida que ele serve, pois ele pode estar querendo enganar você”. (Provérbios 23:1-3).

Então o que você pode fazer para resistir à tentação de devorar as doces mas enganadoras delícias de Satanás?

1. Medir todos os ensinamentos da Palavra de Deus. “A Lei e ao Testemunho! se eles não falarem segundo esta palavra, nunca lhes raiará a alva”. (Isaías 8:20).

2. Esteja disposto a fazer a Sua vontade, independentemente das consequências! “Se alguém quiser fazer a vontade dele, conhecerá a respeito da doutrina, se ela é de Deus”. (João 7:17).

3. Nunca aceite um ensino apenas porque ele é popular. “Não seguirás a multidão para fazer o mal” (Êxodo 23:2).

4. Coloque-se sob uma dieta bem equilibrada de ensinamento espiritual e alimente sua própria alma com a Palavra de Deus. “Faça todo o possível para conseguir a completa aprovação de Deus, como um trabalhador que não se envergonha do seu trabalho, mas ensina corretamente a verdade do evangelho”. (2 Timóteo 2:15).

Vários anos atrás, um homem que vivia na China comprou um microscópio. No começo, ele ficou entusiasmado com sua nova aquisição, ele maravilhou-se ao olhar para as maravilhas das flores e penas ampliadas centenas de vezes. Mas um dia ele cometeu o erro de olhar para o seu arroz ao microscópio e viu que estava cheio de pequenas criaturas. Arroz era sua comida favorita. Muito perturbado, o homem esmagou o seu microscópio com uma pedra porque ele revelou que seu arroz tinha bichos, mas ele não queria desistir de sua amada comida.

Estamos todos confrontados com um desafio semelhante. Nós devemos nos colocar sob o escrutínio da Palavra de Deus e permitir que Ele evapore os erros – ou nós podemos transformar o microscópio de Sua lei, deixando a lente fora de foco para encobrir nossos defeitos e ouvir as fábulas e fantasias dos falsos profetas.

Deus deseja que olhemos profundamente para descobrir o que realmente queremos. “Examinem-se para descobrir se vocês estão firmes na fé” (2 Coríntios 13:5). Que a nossa resposta sincera seja, “Sonda-me, ó Deus, e conhece o meu coração, prova-me e conhece os meus pensamentos; vê se há em mim algum caminho mau e guia-me pelo caminho eterno”. (Salmo 139:23-24).

Artigo escrito por Doug Batchelor, traduzido do Original “The Smooth Road to Destruction”.

E-Book: A Virgem Maria está Morta ou Viva?

O que nos diz a Bíblia sobre tudo isso?
Mais de 580 referências bíblicas!

ÍNDICE
1. A minha adoração à Virgem Maria durante a minha juventude / 3
2. A Primeira Mentira: A Imortalidade da Alma / 6
3. O Espiritismo Atual: Obra Mestra do Engano / 11
4. O Trovão da Justiça e o Movimento Mariano / 13
5. A Mulher de Gênesis 3:15 e Apocalipse 12:1-6 / 20
6. A Profecia dos 1260 dias e a sua relação com o Papado / 26
7. A Ferida Mortal foi Curada / 30
8. Outra Característica do Chifre Pequeno de Daniel 7: A Blasfêmia / 37
9. Cuidará em Mudar os Tempos e a Lei / 42
10. A Mudança Gradual do Quarto Mandamento operada por Satanás / 45
11. O Selo de Deus / 48
12. A Origem do Mistério: “A Grande Babilônia, a Mãe das Prostituições e das Abominações” / 52
13. O Meu Testemunho Pessoal acerca dos Sacramentos / 56
14. Mãe e Filho: Grandes Objetos de Adoração / 62
15. O Falso Selo de Deus / 65
16. A Nossa Senhora de Roma é a Nossa Senhora da Antiga Babilônia / 70
17. A Marca da Besta e o papel dos Estados Unidos na Profecia Bíblica / 73
18. A Nova Eva da Nova Era Vindoura / 82
19. O Ato Capital do Drama do Engano- Satanás faz-se passar por Cristo / 84
20. Epílogo: A Mensagem dos Três Anjos / 88
Capítulo Extra — Maria Continuou Virgem após o Nascimento de Jesus? / 92

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E-Book: A Batalha de Toda Mulher

A integridade sexual começa na mente e no coração.

Considerar a mulher casada absolutamente imune aos efeitos da cantada de outro homem é uma demonstração de total falta de conhecimento da natureza humana, em especial da feminina. É certo que a maioria das mulheres é preparada cultural e historicamente para manter-se fiel (a traição masculina, mesmo sendo uma afronta diante de Deus, costuma ser mais tolerada pela sociedade machista). Também não há dúvidas de que o amor verdadeiro gera confiança mútua.
No entanto, algumas esposas aparentemente seguras de suas responsabilidades conjugais podem se tornar vulneráveis ao negligenciar não apenas uma base de valores bem sólida, mas também a disposição de assumir atitudes afirmativas em relação a sua integridade sexual.
Shannon Ethridge sabe que um caso não começa com o primeiro toque proibido ou com o primeiro beijo, mas com o primeiro pensamento impróprio. É na mente e no coração que acontece A batalha de toda mulher, primeiro livro da série Alma Feminina, na linha das premiadas obras de Stephen Arterburn e Fred Stoeker.
Nele, Ethridge relata episódios que ela mesma vivenciou para ajudar a leitora a:

• compreender os quatro componentes singulares da sexualidade feminina;
• derrubar os mitos a respeito do tema;
• proteger cada área da vida;
• cultivar uma intimidade saudável com seu marido;
• entregar-se ao amor de Jesus Cristo, único capaz de oferecer realização pessoal e integral.

“Se você for como eu, deseja a ligação mais profunda possível com seu marido; almeja uma conexão alma com alma que não seja obstruída por nada que possa danificá-la (…). A batalha de toda mulher é o melhor recurso que conheço para aceitar o plano de Deus sobre a integridade sexual e emocional como mulher.”
Leslie Parrott, co-autora de Relacionamentos e
Quando coisas ruins acontecem a bons casamentos

“Muitas de minhas leitoras confessaram em lágrimas sua luta com pecados sexuais, como promiscuidade e adultério. Considerando que mulheres cristãs também enfrentam essas tentações, é um alívio dispor de um recurso sadio como este livro para recomendar.”

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Os 10 países onde há mais perseguição aos cristãos

E-Book: Viagem ao Sobrenatural

As experiências e recordações da infância e da guerra haviam levado Roger Morneau para longe de Deus de tal maneira, que ele agora O odiava. Depois da guerra, Roger foi levado, através de um amigo, a adorar os demônios. Então, ele descobriu as boas novas de um Salvador amoroso, e sentiu o desejo de cortar os laços de adoração aos espíritos.

Neste livro, ele narra sua própria história de como o socorro divino o livrou do terrível mundo do satanismo.

Roger J. Morneau faleceu em 22 de setembro de 1998, aos 73 anos de idade.

VIAGEM AO SOBRENATURAL

ÍNDICE

01. Molestado Pelos Espíritos 8

02. Minha Infância 11

03. Viagem ao Sobrenatural 17

04. A Sala de Adoração dos Espíritos 24

05. Espíritos em Ação 34

06. Pressionado a Assumir um Compromisso 42

07. Da Adoração aos Demônios ao Estudo da Bíblia 46

08. O Estudo da Segunda-Feira 53

09. Estudando em Tempo Emprestado 56

10. O Dia das Promessas 61

11. O Sábado Bíblico 67

12. Novo Amanhecer e Nova Vida 70

13. Episódio de Morte 77

14. Contando as Minhas Bênçãos 83

Epílogo 87

Material Extra 88

> Mapas 89

> Fontes das Imagens 90

> Entrevistas em Vídeo e Artigo em PDF 91

> Informações Adicionais 92

Observação: A versão digitalizada desta obra contém ’links’ para informações na Internet e alguns detalhes revelados por Roger Morneau em sua “entrevista-testemunho” pessoal, que não foram incluídos neste livro pela editora.

Digitação e Produção em PDF: Gilliard Santos de Farias
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A Igreja Passará pela Grande Tribulação? SIM !

Muitos professores cristãos de profecia estão dizendo que “a Igreja” não irá passar pela “tribulação” final na Terra, mas que será “arrebatada” (levada ao céu) antes da crise final. Aparentemente, essa idéia parece ser boa – afinal quem quer sofrer não é mesmo? O fato é que os cristãos têm sofrido “tribulações” ao longo da história e não haverá alívio completo até a Segunda Vinda de Jesus Cristo no fim do mundo. Se você procurar a palavra “tribulação” no Novo Testamento, a referência se aplica para tudo aquilo que os cristãos verdadeiramente passam ao invés daquilo que eles escapam.

João 16:33 “Tenho-vos dito estas coisas, para que em mim tenhais paz. No mundo tereis tribulações; mas tende bom ânimo, eu venci o mundo”.

Atos 14:22 “Eles animavam os cristãos e lhes davam coragem para ficarem firmes na fé. E também ensinavam que era preciso passar por muitos sofrimentos para poder entrar no Reino de Deus”.

Mateus 24:21-22 “Porque naqueles dias haverá um sofrimento tão grande como nunca houve desde que Deus criou o mundo; e nunca mais acontecerá uma coisa igual.Porém Deus diminuiu esse tempo de sofrimento. Se não fosse assim, ninguém seria salvo. Mas, por causa do povo que Deus escolheu para salvar, esse tempo será diminuído”.

Romanos 5:3 “E também nos alegramos nos sofrimentos, pois sabemos que os sofrimentos produzem a paciência“.

2 Tessalonicenses 1:4 “É por isso que nas igrejas de Deus falamos com orgulho sobre vocês. Nós temos orgulho de vocês por causa da paciência e da fé que vocês mostram no meio de todas as perseguições e sofrimentos“.

Apocalipse 1:9 “Eu sou João, irmão de vocês; e, unido com Jesus, tomo parte com vocês no Reino e também em agüentar o sofrimento com paciência. Eu estava na ilha de Patmos, para onde havia sido levado por ter anunciado a mensagem de Deus e a verdade que Jesus revelou”.

Apocalipse 2:9 “Eu sei o que vocês estão sofrendo. Sei que são pobres, mas, de fato, são ricos. Sei como aqueles que afirmam que são judeus, mas não são, falam mal de vocês. Eles são um grupo que pertence a Satanás”.

Apocalipse 2:10 Não tenham medo do que vocês vão sofrer. Escutem! O Diabo vai pôr na prisão alguns de vocês para que sejam provados e sofram durante dez dias. Sejam fiéis, mesmo que tenham de morrer; e, como prêmio da vitória, eu lhes darei a vida”.

Apocalipse 7:14 “Respondi-lhe: Meu Senhor, tu sabes. Disse-me ele: Estes são os que vêm da grande tribulação, e levaram as suas vestes e as branquearam no sangue do Cordeiro”.

Assim, a clara evidência bíblica revela que os cristãos sempre passaram por “aflições” e irão suportar as tribulações até o fim. No entanto, não precisamos temer o que o homem, governos, Satanás ou demônios podem fazer. Jesus Cristo prometeu: “…E lembrem disto: eu estou com vocês todos os dias, até o fim dos tempos”. (Mateus 28:20).

Artigo escrito por Steve Wohlberg traduzido diretamente do site adventista White Horse Media

A Bíblia, Pedro, Maria, Confissão e Missa

Por Steve Wohlberg

O autor deste artigo está familiarizado com as muitas diferenças entre protestantes e católicos. Estas diferenças são importantes, pois elas afetam a nossa vida, fé e salvação. Neste breve artigo, vamos examinar as seguintes questões principais: a supremacia das Escrituras, o lugar de Pedro, o lugar de Maria; a confissão aos padres, e o sacrifício da missa.

1. A Supremacia das Escrituras: “Toda a Escritura é inspirada por Deus e é proveitosa para ensinar, para repreender, para corrigir, para instruir em justiça, a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra.” (2Timóteo 3:16). “Conjuro-te, portanto, diante de Deus e do Senhor Jesus, que julgará os vivos e os mortos, na sua vinda e no seu reino: Prega a palavra…” (2 Timóteo 4:1-2). “Porque virá tempo em que não suportarão a sã doutrina; mas, tendo coceira nos ouvidos, cercar-ce-ão de mestres, segundo as suas próprias cobiças; e se recusarão a dar ouvidos à verdade, voltando às fábulas”. (2 Timóteo 4:3-4). Aqui somos informados de que são as Escrituras que definem a doutrina, não a Igreja. A Escritura nos “corrige” quando estamos perdidos. Através das Escrituras, podemos ser “perfeitos”. À luz da volta de Cristo, nós somos os “Pregadores da palavra de Deus” não de doutrinas de homens. Paulo disse que muitos se desviariam da verdade para as fábulas. Como podemos dizer o que é “verdade” e o que é “fábula”? Pela palavra. Jesus quer “purificar [a Igreja], com a lavagem da água pela palavra”. (Efésios 5:26).

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2. O lugar de Pedro: Roma declara que a Igreja de Deus é “construída sobre Pedro” e que “Pedro continuará a ser a rocha inabalável da Igreja” Catecismo da Igreja Católica, p. 141. (1994). Será isto verdade ou fábula? Como podemos descobrir? Pela palavra. A passagem primária utilizada para apoiar a idéia de Roma é Mateus 16:18. O contexto revela que Pedro confessou que Jesus era “o Cristo, o filho do Deus vivo”  (verso. 16). Então Jesus disse: “E eu também digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja…” (verso 18). Roma diz que Jesus quis dizer que Pedro era a rocha, mas Cristo não disse isso. Ele não disse: “Tu és Pedro, e sobre ti edificarei a minha Igreja”. Ao contrário, Ele disse: “Tu és Pedro, e sobre esta pedra …” Os protestantes acreditam que “esta pedra” é o próprio Jesus Cristo, e não Pedro. A Bíblia diz: “… pois bebiam da pedra espiritual que os seguia, e a pedra era Cristo” (1 Coríntios 10:4). Davi disse, “O Senhor é minha rocha”. (Salmo 18:2). “Pois ninguém pode pôr outro fundamento, além do que já está posto, o qual é Jesus Cristo” (1 Coríntios 3:11). Assim, a Palavra diz que devemos construir sobre Cristo, e não sobre Pedro.

Roma diz que Pedro foi o primeiro Papa – isto é, o número 1 entre os apóstolos. No entanto, o próprio Pedro disse que ele era apenas “um companheiro mais velho.” (1 Pedro 5:1). Pedro não deixou que ninguém se curvasse a seus pés em reverência.Quando Pedro ia entrando na casa, Cornélio dirigiu-se a ele e prostrou-se aos seus pés, adorando-o. Mas Pedro o fez levantar-se, dizendo: “Levante-se, eu sou homem como você””.(Atos 10:25-26). Paulo repreendeu a Pedro (Gálatas 2:11) e foi Tiago quem liderou a Assembléia de Jerusalém, e não Pedro (Atos 15:13-19). Se Pedro foi o primeiro Papa, e Deus destinou a Sua Igreja para acreditar nisto, então por que Paulo não menciona Pedro uma vez sequer em sua carta à Igreja de Roma? A Epístola de Paulo aos Romanos nunca menciona seu nome. Isso é altamente significativo. Na palavra de Deus, nós não encontramos o respaldo para a supremacia de Pedro.

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3. O Lugar de Maria: Maria foi um vaso escolhido por meio de quem Cristo nasceu. (Mateus 1:20-23). O anjo Gabriel disse que ela era “agraciada” e “bendita entre as mulheres” (Lucas 1:28). Quando Jesus cresceu, ele honrou sua mãe nos evangelhos, mas Ele não exaltou Maria acima das outras mulheres. De fato, Jesus mesmo disse: “Todo aquele que fizer a vontade de meu Pai que está nos Céus, esse é meu irmão, irmã e mãe” (Mateus 12:50). Assim, qualquer um que faz a vontade de Deus é como sua mãe. O nome de Maria, mal é mencionado no resto do Novo Testamento! Pedro, que supostamente foi o primeiro papa, não disse uma palavra sequer sobre Maria, em suas cartas. E Paulo, em sua carta aos romanos, menciona o nome de Maria, apenas uma vez (Romanos 16:6), mas ele provavelmente não estava falando sobre a mãe de Jesus. Não há absolutamente nenhuma referência a Maria, em qualquer de suas outras epístolas ou nas cartas que foram escritas às igrejas primitivas. Nenhum cristão foi ensinado no Novo Testamento para fazerem orações a Maria. Roma diz que Maria pode nos trazer “os dons da salvação eterna”, e que ela carrega “os títulos de Advogada, Auxiliadora, benfeitora e Mediadora” Catecismo da Igreja Católica, p. 252. No entanto, tais títulos não são aplicados a Maria na Bíblia, além de contradizerem a Palavra, que diz: “Só há um Mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, homem”. (1 Timóteo 2:5).

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4. Confissão aos padres: Roma diz que devemos confessar nossos pecados aos padres, mas a Palavra de Deus não ensina isso. Tiago escreveu: “Confesse suas faltas uns aos outros, e orai uns pelos outros, para serdes curados.”(Tiago 5:16 King James). Isto não é o mesmo que confessar os pecados a um padre, mas significa que devemos confessar nossas culpas uns aos outros, e orar uns pelos outros. Davi escreveu: “Então eu te confessei o meu pecado e não escondi a minha maldade. Resolvi confessar tudo a ti, e tu perdoaste todos os meus pecados” (Salmos 32:5). “Se confessarmos os nossos pecados, Ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça.” (1 João 1:9). Assim, devemos confessar nossos pecados a Deus o único que pode perdoar. A prática da confissão dos pecados a outro pecador não só é degradante ao confessor, mas prejudicial para o ouvinte. Paulo disse: “Porque aquilo que eles fazem em oculto, até mencionar é vergonhoso.” (Efésios 5:12). Se pecarmos contra alguém, devemos nos acertar com a pessoa, porém não devemos confessar nossos pecados a outro pecador. Se o fizermos, estamos plantando as sementes do mal em outra mente. Paulo escreveu: “Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe, mas só a que for boa para promover a edificação, conforme a necessidade, para que beneficie aos que a ouvem” (Efésios 4:29). Se confessarmos os nossos pecados a um padre, estamos desobedecendo esta Palavra e não edificando aquele que nos ouve. Devemos confessar nossos pecados a Jesus Cristo, pois ele pode lidar com isso e nos perdoar.

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5. O Sacrifício da Missa: Roma diz que, quando seus padres repartem o pão da comunhão, isto é uma reencenação real do próprio sacrifício de Jesus Cristo. Na Missa, “Cristo é sacrificado novamente.” (The Faith of Millions: The Credentials of the Catholic Church, by Rev. John A. O’Brien. p. 354 (1955)). Será isto verdade ou uma fábula? Como podemos descobrir? Pela palavra. O livro de Hebreus é claro. Paulo escreveu sobre “a oferta do corpo de Jesus Cristo, uma vez por todas”. (Hebreus 10:10). “mas este, havendo oferecido um único sacrifício pelos pecados, assentou-se para sempre à direita de Deus” (verso 12). “porque, por meio de um único sacrifício, ele aperfeiçoou para sempre os que estão sendo santificados” (verso 14). Assim, a Bíblia é clara. Existe apenas um sacrifício, o que ocorreu na cruz. Os cristãos devem depositar sua fé total no que Jesus já fez há dois mil anos atrás. Qualquer ensinamento sobre outro sacrifício é realmente uma negação do que Jesus Cristo já fez “uma vez por todas” (Hebreus 10:10) e representa um desvio para longe do amor de Cristo e da verdade.

Artigo escrito por Steve Wohlberg traduzido diretamente do site White Horse Media

Salvos da Ira Vindoura?

“Porque Deus não nos destinou para a ira, mas para obter a salvação por nosso Senhor Jesus Cristo” (1 Tessalonicenses. 5:9)

Muitos interpretam que isto significa que Deus vai nos levar ao céu no arrebatamento antes da Sua ira vir sobre o mundo. Mas isto não é o que Paulo tinha em mente. O contexto revela que a “ira” de Deus é o mesmo que a “repentina destruição” (verso 3) que recai sobre os perdidos quando “o dia do Senhor virá como um ladrão na noite” (verso 2). “Deus não nos destinou para a ira” (verso 9) significa simplesmente que sua ira não vai cair sobre os verdadeiros cristãos, quando Jesus Cristo retornar.

Antes do retorno de Cristo, os 7 últimos flagelos da ira de Deus cairão sobre o mundo (Apocalipse 16). Essas pragas são muito similares as 10 pragas que caíram sobre os egípcios no tempo de Moisés. Onde estava o povo de Deus quando elas caíam? Eles tinham ido embora do Egito? Não, mas eles foram protegidos! Nenhuma praga caiu sobre os israelitas (Êxodo 8:22, 9:6, etc).

Paulo escreveu que “a ira de Deus vem sobre os filhos da desobediência”. (Efésios 5:6). Assim, o maior problema não é o “pré-tribulacionismo versus pós-tribulacionionismo”, mas se estamos entre os obedientes ou entre os desobedientes. Quando a ira de Deus cair, os desobedientes irão experimentá-la ao máximo, não importa se eles se professam cristãos ou não. Profissão será inútil (cf. Mat. 7:21-23). Aqueles que pensam que vão desaparecer no Arrebatamento antes da tribulação, e no entanto, estão agora vivendo em desobediência a palavra de Deus, sofrerão a ira de Deus (a menos que se arrependam). Jesus Cristo disse que Ele irá atribuir-lhes a sua parte “com os hipócritas”. (Mateus 24:51)

A grande questão é: Você já se arrependeu de todos os seus pecados? Você confia plenamente em Jesus Cristo? Você já nasceu de novo através do Seu Espírito e amor infinito? Você é um dos “filhos obedientes” de Deus? (1 Pedro 1:14). Se assim for, você não precisa ter medo da ira vindoura. “Porque Deus não nos destinou para a ira, mas para obter a salvação por nosso Senhor Jesus Cristo”. (1 Tessalonicenses 5:9)

Artigo escrito por Steve Wohlberg, traduzido diretamente do site White Horse Media

Os Oito Sinais do Fim

Será que vai haver um “fim do mundo”, ou esta é simplesmente uma opinião de malucos que ficam nas esquinas pregando que “O fim está próximo”? Acredite ou não, de acordo com a Bíblia, sim, haverá um fim ! Jesus Cristo predisse: “E este evangelho [Boas Novas] do reino será pregado em todo o mundo como um testemunho à todas as nações, e então virá o fim” (Mateus 24:14, grifos nossos).

Existem “sinais” legítimos e observáveis deste final se aproximando? Mais uma vez, a resposta é sim. Enquanto muitos supostos “sinais” aparecem diariamente nas capas dos tablóides sensacionalistas de todo o mundo, aqui estão listados oito importantes e verdadeiros sinais bíblicos:

1. Grandes terremotos: Jesus Cristo predisse: “E haverão grandes terremotos em vários lugares…” (Lucas 21:11). Tais terremotos resultarão na perda de muitas vidas, e constituem um dos sinais da proximidade do dia do Senhor. Jesus Continuou “Quando estas coisas começarem a acontecer, olhai para cima e levantai as vossas cabeças, porque a vossa redenção está próxima” (Lucas 21:28).

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2. Violência fora de controle: Novamente, Jesus predisse, “Como foi nos dias de Noé, assim também será antes da vinda do filho do homem” (Mateus 24:37). Como foi nos dias de Noé? Eis a resposta: “A terra estava corrompida diante de Deus, e cheia de violência” (Gênesis 6:11). “E Deus disse a Noé: o fim de toda carne é chegado perante mim; porque a terra está cheia de violência dos homens, e eis que os destruirei juntamente com a terra” (Gênesis 6:13). Assim, a “violência” era excessiva nos dias de Noé, como também o é em nossos dias.

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3. Sexo fora de controle: Novamente, Jesus predisse, “Do mesmo modo como foi nos dias de Ló … assim será no dia em que o Filho do Homem se manifestar” (Lucas 17:28, 30). Como foi nos dias de Ló, antes de Deus destruir Sodoma e Gomorra? “De modo semelhante a estes, Sodoma e Gomorra e as cidades em redor se entregaram à imoralidade e a relações sexuais antinaturais. Estando sob o castigo do fogo eterno, elas servem de exemplo” Assim, a “imoralidade”, “fornicação” em outras traduções (sexo fora do casamento), e “relações sexuais antinaturais” (a homossexualidade), foram os principais pecados dessas antigas cidades. Em nossos dias através da televisão, revistas de nudez, prostituição, pornografia na Internet, etc, o nosso mundo está passando por um dilúvio sem precedentes de perversão sexual.

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4. Crise Ambiental Global: A Bíblia revela que quando Deus finalmente descortinar a história humana, Ele vai, finalmente, “destruir os que destroem a terra” (Apocalipse 11:18). Em outras palavras, antes do fim, a humanidade estará destruindo o próprio planeta em que vive. Isto implica em uma crise ambiental global resultante do crescimento das mega-cidades, do desmatamento, de uma camada de ozônio em extinção devido aos poluentes nocivos liberados pelo homem na terra.

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5. Aumento do Stress, confusão e Doenças do Coração: Novamente, Jesus advertiu: ‘Haverá sinais no sol, na lua e nas estrelas. Na Terra as nações ficarão angustiadas e perplexas pelo bramido do mar e das ondas. Homens desmaiarão de terror, na expectativa das coisas que sobrevirão ao mundo, pois os corpos celestes serão abalados”. (Lucas 21:25-26). As pessoas estão estressadas, por toda parte reina a confusão, e a causa número um de morte é a doença de coração. O Mestre viu isso acontecer e previu aflição e perplexidades globais, e “homens desmaiarão de terror”. O medo também eleva o colesterol no sangue.

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6. Aumento do Conhecimento: O livro profético de Daniel declara: “Mas tu Daniel, fecha estas palavras e sela este livro, até o fim do tempo. Muitos correrão de uma parte para outra, e o conhecimento se multiplicará” (Daniel 12:4). Esta passagem revela que o planeta Terra vai finalmente entrar no seu “tempo do fim”. Ao mesmo tempo, o “conhecimento se Multiplicará”. Na nossa era moderna – mais do que em qualquer outro período na história, o conhecimento tem aumentado além das gerações passadas.

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7. Falsos Ensinos e Confusão Religiosa Global: Paulo previu: “Virá o tempo” quando a maioria “desviarão os ouvidos da verdade e se voltarão às fábulas” (2 Timóteo 4:4). O último livro de Deus – o Apocalipse – prevê a ascensão de um sistema religioso global e conglomerado chamado de “Babilônia”, que literalmente significa “confusão”. A mensagem do fim dos tempos proclama: “Caiu, caiu a grande Babilônia, que a todas as nações deu a beber do vinho da ira da sua prostituição”. Esta misteriosa profecia altamente simbólica revela que “todas as nações” irão embriagar-se com o vinho da Babilônia” (Apocalipse 14:8). Esse “vinho” são os falsos ensinamentos das religiões enganosas que levam as pessoas para longe da simplicidade das puras doutrinas do evangelho de Jesus Cristo.

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8. A Pregação Global do Evangelho: “E este evangelho [a Boa Nova da salvação através de Jesus Cristo] será pregado em todo o mundo como um testemunho à todas as nações, e então virá o fim” (Mateus 24:14). Com o auxílio do rádio, televisão, Internet e redes de satélites, a mensagem de salvação de Deus através da morte de Jesus Cristo na cruz está agora se espalhando por todo o planeta Terra. Assim, no meio das más notícias, há boas notícias! Temos um Salvador que nos ama, deu a Sua vida por nós, ressuscitou dos mortos por nós, e voltará um dia para nos levar para casa (ver João 14:1-3).

Estejamos Preparados !

Artigo de Steve Wohlberg traduzido do site White Horse Media

Linha do tempo dos Eventos finais

1) VOCÊ ESTÁ AQUI - (Nós estamos no ano 2010 dC)

2) A ÚLTIMA CRISE MUNDIAL – Lucas 21:35, Apocalipse 3:10. Ninguém sabe quando ela virá, mas ela vai bater em um momento inesperado, como o 11 de setembro. Essa crise poderá decorrer de várias causas – econômicas, naturais (como um terremoto, etc), ou, eventualmente, um ataque terrorista.

3) A MARCA DA BESTA É IMPOSTA POR LEI - Apocalipse 13:16,17. A “marca da besta” será aplicada por governos ao redor do mundo como uma suposta “solução” para uma desesperadora crise global. A maioria dos habitantes da Terra não vai perceber que esta é “a marca”, pois serão enganados. Apocalipse 19:20. Os termos “besta” e “marca” são palavras de código no livro do Apocalipse que somente o povo de Deus irá entender. Eles saberão quem é a “Besta”, e qual é a sua “marca”, enquanto o resto do mundo não tem nenhuma pista.

4) AS TRÊS MENSAGENS ANGÉLICAS SERÃO OUVIDAS PELO MUNDO INTEIRO – Apocalipse 14:6-12. Antes que alguém receba “a marca”, Deus enviará uma especial mensagem final para advertir e iluminar um mundo cheio de pessoas que Ele ama e sinceramente deseja salvar. Essa mensagem especial são as “3 Mensagens Angélicas”. Esses anjos representam os seres humanos que compreenderam e comunicaram esta precisa mensagem em “alta voz” para “toda nação, tribo, língua e povo” (Apocalipse 14:6,7). A mensagem é dada antes da volta de Jesus Cristo (Apocalipse 14:14-16).

5) A ESCOLHA FINAL – O SELO OU A MARCA? Apocalipse 7:1-3; 13:16; 14:1. Durante a última crise da Terra, todo ser humano vai fazer uma escolha final – escolher ficar ao lado de Jesus Cristo e da verdade (recebendo o “selo de Deus”) ou ficar ao lado de Satanás e da “besta” (recebendo a sua “marca”) . A Humanidade será dividida em duas grandes classes finais.

6) O FECHAMENTO DA PORTA DA GRAÇA - Apocalipse 22:11. Depois de todos terem tido a oportunidade de fazerem suas escolhas, então a porta “da misericórdia” vai fechar para sempre, assim como foi fechada a porta da arca de Noé antes do dilúvio (ver Gênesis 7:16). Todos os seres humanos serão ou “justos” e “santos”, ou “imundos” e “injustos” (Apocalipse 22:11). Não haverá mais oportunidade para mudar de lado.

7) A QUEDA DAS SETE ÚLTIMAS PRAGAS - Apocalipse 16; 14:9-12 As sete últimas pragas são juízos finais de Deus sobre um mundo que rejeitou o Seu amor, a cruz de Jesus Cristo, a adoração do Criador e a plena autoridade dos Dez Mandamentos (Apocalipse 14:7, 12).

Essas pragas caem apenas sobre aqueles que escolheram “a besta” e receberam a sua “marca” (Apocalipse 16:1,2). Este período também é chamado de “tempo de angústia” (Daniel 12:1). Durante este período, o povo de Deus será totalmente protegido, assim como os israelitas foram durante a queda das dez pragas no Egito (cf. Êxodo 7-12; Salmo 91). No final deste período, os fiéis de Deus serão “resgatados” (Daniel 12:1).

8) A BATALHA DO ARMAGEDOM - Apocalipse 16:14-16. Esta é a “batalha final do grande dia do Deus Todo-Poderoso”. Jesus Cristo retorna como “REI DOS REIS E SENHOR DOS SENHORES” (Ap 19:11-16) para derrotar as forças globais de Satanás, do pecado e da Babilônia (Apocalipse 16:19) e resgatar os obedientes que foram remidos pelo seu sangue.

9) A SEGUNDA VINDA DE JESUS CRISTO – Mateus 24:30-31; 1 Tessalonicenses. 4:16-17. Jesus Cristo voltará visivelmente, “com poder e grande glória”, com “um grande som de trombeta”, acompanhado por miríades de miríades de brilhantes e santos anjos. Ele vai ressuscitar “os mortos em Cristo” (esta é a primeira ressurreição), e “arrebatar” os santos para seu encontro no ar. “Repentina destruição” recai sobre os perdidos que sobreviveram as sete pragas (1 Tes. 4:16-5:3).

10) OS MIL ANOS, A SEGUNDA RESSURREIÇÃO, O JULGAMENTO FINAL, O LAGO DE FOGO E A NOVA TERRA - Apocalipse 20:1-15; 21:1 Após o retorno de Jesus Cristo começam os 1000 anos (Apocalipse 20). No final desse período, ocorrem a segunda ressurreição do “restante dos mortos” que não participaram da primeira ressurreição (cf. Apocalipse 20:5 a; 12,13), o juízo final, “o lago de fogo” ( Rev. 20:14,15) e, em seguida a criação de um novo céu e terra (Apocalipse 21:1) .

Na Nova Terra, não haverá “mais morte, nem pranto, nem clamor, nem haverá mais dor, porque as primeiras coisas são passadas. E aquele que está assentado no trono disse: Eis que faço novas todas as coisas. E ele disse-me: Escreve, porque estas palavras são verdadeiras e fiéis (Apocalipse 21:4,5). O pecado terá desaparecido, e o amor de Deus reinará para sempre !

Artigo de Steve Wohlberg, traduzido diretamente do site White Horse Media

Horror no Haiti: O que isso significa?

“E haverá … terremotos em vários lugares. Todas estas coisas são o princípio das dores.” (Mateus 24:7-8)

O mundo está verdadeiramente chocado com as imagens apocalípticas que surgiram a partir deste grande terremoto, que sacudiu violentamente a crosta terrestre logo abaixo de Port-au-Prince, capital do Haiti.

Foi comovente ver sobreviventes do terremoto trabalhando desesperada e febrilmente, usando marretas e suas mãos, para livrarem as vítimas que estavam presas debaixo dos escombros de concreto e implorando por ajuda.

A devastação é agravada com o desespero e confusão, as vítimas vagueiam nas ruas sabendo que seus parcos hospitais, edifícios governamentais, e serviços de emergência também estão paralisados. Água potável, energia elétrica e serviço telefônico são praticamente inexistentes.

Bondade no meio de Catástrofe

Ainda vai levar algum tempo até o alcance desta catástrofe e perda de vidas serem totalmente avaliados. Milhares de pessoas morreram.

No entanto, também tem sido reconfortante ver o derramamento internacional de caridade, o sacrifício e a ajuda humanitária. E agora é especialmente importante que os cristãos oferecam os seus serviços, doações e orações.

Por que?

Alguns perguntam, quis Deus enviar este cataclisma como uma punição divina sobre o país mais pobre do Hemisfério Ocidental?

Apenas um dia após o desastre, Pat Robertson disse na CBN que o povo do Haiti foi devastado pois seu povo “fez um pacto com o diabo”.

Precisamos ser muito cuidadosos para não apressar o julgamento em momentos como este. Comentando sobre uma catástrofe local em seu tempo, Jesus explicou: “Aqueles dezoito sobre quem a torre de Siloé caiu e matou, você acha que eles eram mais pecadores do que todos os outros homens que moravam em Jerusalém? Digo-te, não, mas se não vos arrependerdes, todos igualmente perecereis “ (Lucas 13:4- 5)

O diabo gostaria de apagar toda a vida humana e, de acordo com a lei, é o que nós merecemos. É somente pela graça de Deus que intervém que qualquer um de nós está vivo.

Então o que podemos aprender com esta tragédia?

Por um lado, como estamos perto do fim, terremotos poderosos como este vão atacar com maior freqüência e intensidade. A morte de Jesus foi marcada por um terremoto significativo, como também ocorreu outro grande em sua ressurreição (Mateus 27:54; 28:2). As Escrituras também nos dizem que a segunda vinda de Cristo será acompanhada pelo maior terremoto da história (Apocalipse 16:17-18). Somente os remidos irão sobreviver a este evento sísmico!

Há outra coisa que temos visto a partir do terremoto no Haiti. O conjunto da economia e da liberdade política de um país inteiro pode ser imediatamente alterado quando um terremoto reduz uma grande cidade à escombros, assim como eventos proféticos globais podem rapidamente ativar um terremoto dessa magnitude – ou maiores – podendo atingir Nova Iorque, São Francisco ou Los Angeles.

É só o paciente misericórdia de Deus, que preservou os Estados Unidos “de um grande” até agora.

Podemos ter certeza de que o Senhor pode trazer bênçãos positivas mesmo em meio a uma catástrofe devastadora como esta. “Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito” (Romanos 8:28).

É um fato que as pessoas estejam mais abertas ao evangelho após esta catástrofe.

Com o aumento destes desastres naturais, há pessoas em toda a parte com seus corações ansiando por paz e segurança.

“O que devo fazer para ser salvo?” São as palavras que o carcereiro falou a Paulo e Silas na sequência de um forte terremoto (Atos 16:30).

Para os milhares que morreram nesta catástrofe, seus destinos já foram selados. Mas para os que estão vivos, ainda há esperança (Eclesiastes 9:4).

É por isso que é tão importante para nós usarmos esses momentos crepusculosos para difundirmos o evangelho da graça.

Como um terremoto tão devastador como esse, nos oferece uma tremenda oportunidade. O povo do Haiti terá fome de esperança, uma esperança que só pode vir da Palavra de Deus. Juntos, nós cristãos poderemos ajudá-los a encontrar Jesus.

Este desastre natural é um lembrete de quão rapidamente o fim pode começar.

A medida que nos aproximamos do tempo do fim, o número de terremotos como esse que assolou o Haiti, irão intensificar-se. Nosso planeta inteiro está em convulsão e desmoronando sob o fardo do pecado.

“Nós sabemos que toda a criação geme e está juntamente com dores de parto, até ao presente” (Romanos 8:22).

Extraído de Artigo do Pr Doug Batchelor, traduzido do site Amazing Facts

Os Estados Unidos são mencionados nas profecias bíblicas?

Em 4 de novembro de 2008, o mundo estava acompanhando o resultado das eleições nos E.U.A.

“Hoje a América elege ‘O Presidente do Mundo”, dizia o jornal árabe tunísio Al Chourouk. “Nós [estamos] testemunhando uma eleição que pode ser para todos nós” escreveu Koh Lay Chin do malaio New Straits Time.

E como os resultados garantiram a eleição de Barack Obama, os cidadãos do mundo todo aplaudiram. Africanos, alegraram-se nas ruas, brasileiros comemoraram na praia e australianos celebraram em chiques salões de baile.

“Ele é o primeiro presidente americano verdadeiramente global que o mundo já teve”, disse Pracha Kanjananont, um tailandês de 29 anos sentado em uma cafeteria Starbucks em Bangcok. “Eu realmente acho que essa eleição vai mudar o mundo”, bradou Akihiko Mukohama, 34, vocalista de uma banda no japão que fazia eventos promocionais para o presidente eleito, vestindo uma camiseta com os escritos “Eu amo Obama” 1

“No momento em que temos de enfrentar enormes desafios em conjunto, a sua eleição suscitou uma enorme esperança na França, na Europa e fora dela”, disse o presidente francês, Nicolas Sarkozy em uma carta de congratulações a Obama.

“Os crentes estão orando para que Deus o ilumine e o ajude em sua grande responsabilidade, devido à importância global dos Estados Unidos …”, escreveu o reverendo Federico Lombardi, porta-voz do Papa Bento XVI.

A Besta Misteriosa

O mundo entende que a política, eleições, tendências e economia dos Estados Unidos influenciam todas as outras nações do planeta. É a única superpotência do mundo, sem rivais próximos.

Apesar do estatuto da América, muitos comentaristas contemporâneos da Bíblia insistem que os Estados Unidos não é mencionado na profecia bíblica. Eles vêem os Estados Unidos desaparecendo com o tempo sob uma suposta futura Nova Ordem Mundial, dominada pelas Nações Unidas. Neste artigo, quero dar-lhe algo diferente para se pensar. Quero sugerir a possibilidade de que a América é a potência exata especificamente mencionada no seguinte verso misterioso:

“Então vi outra besta emergir da terra, e tinha dois chifres como um cordeiro e falava como dragão.” (Apocalipse 13:11)

Em primeiro lugar, o que é a “besta”? Resposta: A grande nação. A prova está em Daniel 7 – um capítulo que claramente traça paralelos com Apocalipse 13. Ambos os capítulos falam sobre animais, dez chifres, uma boca que falava grandes coisas, e guerra aos santos. Ver Daniel 7:3-8, 21 e Apocalipse 13:1-7.

Daniel 7 descreve quatro animais: o leão, urso, leopardo e dragão. Um intérprete angélico confirma:

“O quarto animal será o quarto reino na terra.” (Daniel 7:23)

Segundo as Escrituras, a besta não é um computador ou uma pessoa super má, mas um reino. Isso é o que o anjo disse. Historicamente, 98% dos estudiosos cristãos têm interpretado as quatro bestas de Daniel como representando as nações da antiga Babilônia, Pérsia, Grécia e Roma.

Voltemos a Apocalipse 13:11: “…vi outra besta emergir da terra”. Assim, João, viu uma grande nação emergir. De onde? “da terra”. Os quatro animais de Daniel 7:3-7, subiam todos do mar. Água em profecia representa multidões de pessoas, povos. Outro anjo confirmou:

“As águas que viste, onde se assenta a prostituta, são povos, multidões, nações e línguas.” (Apocalipse 17:15)

Babilônia, Pérsia, Grécia e Roma surgiram do meio de um “mar de pessoas” na Europa e no Oriente Médio. O mesmo não acontece com a besta em Apocalipse 13:11 – ela vem da terra. Isso aponta para uma grande nação, erguendo-se de uma área pouco habitada. “Vi outra besta emergir da terra, e tinha dois chifres como um cordeiro.” Apocalipse 13:11. Assim, temos uma nova nação, com características cristãs, saindo de uma área pouco habitada, com um governo sem poder régio.

“Como um cordeiro”, indica que esta nação pareceria com um cordeiro ou teria características cristãs. Um cordeiro é um animal jovem, uma ovelha bebê. Assim esta nação seria ao mesmo tempo ser jovem e nova. Significativamente, os seus “dois chifres” não têm coroas como a primeira besta em Apocalipse 13:2. Coroas representam o poder régio. Assim, temos uma nova nação, com características cristãs, saindo de uma área pouco habitada, com um governo sem poder régio.

Apocalipse 13 também revela precisamente que esta nação vai finalmente conseguir o status de superpotência durante os últimos momentos da história, cometendo um grande erro, o de comandar a execução global da marca da besta. A palavra de Deus diz:

“E ele [o cordeiro, como besta] faz com que [recorre à força] em todos [seu poder torna-se global], os pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e servos, lhes fosse posto um sinal na mão direita ou na testa , para que ninguém pudesse comprar ou vender [economia do mundo está envolvida], exceto aqueles que tivessem o sinal da besta” (Apocalipse 13:16-17)

Estes versos paralelos a última parte de Apocalipse 13:11 descreve o ato final e trágico desse cordeiro: “Ele falava como dragão”. Vamos colocar todas as peças:

+ Apocalipse 13:11 prediz o surgimento de uma grande besta.
+ Em profecia, uma besta representa uma grande nação.
+ Esta nação sai da terra, ou área de deserto.
+ Esta nação começa jovem, como um cordeiro bebê.
+ Esta nação é como cordeiro, com características cristã.
+ Esta nação não tem chifres com coroas, não tem reis.
+ Esta nação atinge status de superpotência perto do fim dos tempos.
+ Esta nação influencia a economia do mundo.
+ Esta nação finalmente fala como um dragão.
+ Esta nação finalmente reforça a marca da primeira besta em Apocalipse 13:2.

Seja honesto: Entre as muitas nações no Planeta Terra qual a que se encaixa em cada um desses claros, inquestionáveise inspirados detalhes? Apenas um. Os Estados Unidos da America.

Deus tem abençoado a América. No entanto, a profecia prevê grandes mudanças envolvendo essa nação. Que o Senhor nos prepare para os eventos futuros. Acima de tudo, cada um de nós pode ter um forte relacionamento com o verdadeiro Cordeiro, Cristo Jesus, e rejeitar a voz do dragão.

Referências:
1. http://www.todayszaman.com/tz-web/detaylar.do?load=detay&link=157935

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Artigo escrito por Steve Wohlberg traduzido diretamente do site White Horse Media

A Ameaça por trás da saga Crepúsculo

“Eu sou predador mais perigoso do mundo.Tudo em mim a atrai. Minha voz, meu rosto, mesmo o meu cheiro … Eu estou destinado a matar … Eu queria matá-la. Eu nunca quiz o sangue humano tanto em minha vida…Seu perfume, é como uma droga para mim. Você é como a minha própria marca de heroína”.

Assim diz o bonito vampiro, Edward Cullen, à sua amada de 17 anos, Bella Swan, no filme de sucesso Crepúsculo. Lua Nova, o segundo filme de uma série de quatro partes, estreiou nos cinemas em 20 de novembro de 2009. O próximo é Eclipse, previsto para Junho de 2010, a ser seguido por Breaking Dawn. Enquanto muitos pais cristãos nunca ouviram falar da saga Crepúsculo, esta sequência de romances sobre vampiros tornou-se maior que Harry Potter.

Tudo começou em uma noite escura – 1 de junho de 2003, para ser exato – Quando Stephenie Meyer teve um sonho estranho. Em seu site oficial, Meyer testemunha:

Eu acordei (naquele 2 de junho) de um sonho muito vívido. No meu sonho, duas pessoas estavam tendo uma conversa intensa em uma campina na floresta. Uma dessas pessoas era apenas uma menina comum. A outra pessoa era fantasticamente linda, brilhante, e um vampiro. Eles estavam discutindo as dificuldades inerentes aos fatos que os fizeram A) Cair de amor um pelo outro enquanto, B) o vampiro estava particularmente atraído pelo cheiro do sangue dela, e estava tendo um momento difícil restringindo-se de matá-la imediatamente.(1)

Este sonho foi tão convincente que quando Meyer acordou, escreveu como uma mulher atingida por um raio. Em um tempo relativamente curto, para grande surpresa de sua família, sua escrita compulsiva não só produziu quatro profundos romances como também a fez conseguir um grande negócio com a Little Brown Books for Young Readers, uma das maiores editoras de livros para adolescentes na América. Surpreendentemente, seus romances rapidamente foram para o topo das listas de bestsellers do New York Times. Em 21 de novembro de 2008, Crepúsculo, o filme, estrelou nos cinemas, arrecadando quase 70 milhões de dólares só no fim de semana da estréia. Neste momento, o rolo compressor parecia imparável.

Tal como aconteceu com Harry Potter, muitos consideram a saga Crepúsculo como um entretenimento perfeitamente inofensivo. Afinal, Edward Cullen é um vampiro vegetariano, isto é, ele só bebe o sangue dos animais, não dos humanos. Ele também protege sua amada Bella de vampiros assassinos que anseiam por seu sangue. “Soa como um romance saudável para mim!” dizem frequentemente os fãs de Crepúsculo.

Primeiro de tudo, “Harry Potter” também era um “bom rapaz”, no entanto a varinha mágica na mão do herói, fez crescer o interesse pela Wicca, magias e feitiços entre os adolescentes. O mesmo aconteceu com as séries de TV Medium e Ghost Whisperer cujas heroínas conversavam com pessoas mortas. O resultado? Aumento no interesse de diálogo com os mortos. Assim como vampirismo e beber sangue em crepúsculo! Você está brincando! Você deve estar pensando. Não, não estou. Poucos dias depois de Crepúsculo ter afundado suas presas nos cinemas em novembro de 2008, tanto a Fox News como a ABC News apresentaram reportagens especiais sobre o real e explosivo interesse em vampirismo ao redor do mundo.

Basta fazer uma pesquisa no Google por relatório Sean Hannity, “Vizinhos da Noite: Membros da subcultuira americana de vampiros podem estar vivendo debaixo do seu nariz”, ou a história da ABC News “Vampiros na vida Real: Quem são eles?” Você ficará espantado com o que encontra. Acredite ou não, o vampirismo real saltou para fora do caixão.

Então, o que a Bíblia diz sobre a ingestão de sangue? Surpreendentemente, ela diz algo. Pouco tempo depois do dilúvio, o Senhor disse a Noé:

“Tudo o que se move e vive será para vosso alimento…mas Mas você não deve comer carne com a sua vida, isto é, o seu sangue” (Gênesis 9:3-4)

Em outras palavras, se a carne era para ser comida, depois do dilúvio, o seu sangue devia primeiro ser drenado das carcaças dos animais mortos. Deus repetiu este conselho aos israelitas através de Moisés em Levítico 17:10, e isso foi mais tarde reafirmado pela Igreja primitiva em Atos 15:21. Assim, a ordem “sem sangue!” se aplica a todas as épocas.

Significativamente, a Bíblia também conecta a ingestão de sangue com o mundo místico do ocultismo. Moisés disse aos israelitas:

“Não comereis coisa alguma com sangue. Não agourareis, nem adivinhareis” (Levítico 19:26)

“Adivinhação” e “agouro” são práticas ocultas. Assim, a ingestão de sangue e ocultismo estão ligados entre si. Nos dias bíblicos, os bebedores de sangue, frequentemente praticavam feitiçaria, e tal prática existe ainda hoje. Em Crepúsculo, Edward tem habilidades psíquicas, lê mentes, e levita. Estas são as práticas ocultas. Assim o vampirismo e o ocultismo andam de mãos dadas também em Crepúsculo.

É a mesma velha história.

Indo além da proibição, a principal mensagem da Bíblia também gira em torno de sangue, mas de uma forma totalmente diferente. Na verdade, o sangue é o coração da Grande Guerra, entre Deus e Satanás.

Uma noite antes de Israel deixar o Egito, o Senhor declarou: “O sangue vos será por sinal nas casas em que estiverdes; vendo o sangue, passarei por cima de vós, e não haverá entre vós praga destruidora, quando eu ferir a terra do Egito” (Êxodo 12:13). No Dia da Expiação, Deus disse a seus sacerdotes para matar os animais e para “aspergir um pouco do sangue” (veja Levítico 16:14) sobre o propiciatório de ouro acima dos Dez Mandamentos. Aqui o sangue estava no coração do serviço de Deus no templo.

Finalmente, numa noite fatídica de quinta-feira debaixo de uma lua cheia da Páscoa, Jesus Cristo distribuiu o suco de uvas esmagadas para seus discípulos. Só ele compreendia o significado completo daquele doce elixir. “Porque este é o meu sangue da nova aliança,” o verdadeiro Messias de Israel, declarou: “que é derramado por muitos para a remissão dos pecados” (Mateus 26:28).

No dia seguinte, Ele foi crucificado entre dois criminosos em uma colina chamada Calvário. Cristo pendurado morreu na cruz, gota a gota, mancha por mancha, Seu sangue embebia a madeira da árvore que apoiava o seu corpo espancado. O que significava tudo isso? Por que o sangue dos cordeiros nas portas egípcias? Por que foram gotas de carmesim polvilhadas pelos altos sacerdotes judeus no lugar mais Santo? Somente a Bíblia pode explicar seu próprio mistério. No Novo Testamento, Paulo explicou:

“Nele temos a redenção pelo seu sangue, a remissão dos pecados, segundo as riquezas da sua graça” (Efésios 1:7)

O livro do Apocalipse identifica aqueles que derrotaram o diabo. Grave bem isso:

“E eles [o povo de Deus] o venceram [o diabo] pelo sangue do Cordeiro e pela palavra do seu testemunho e não amaram suas vidas até a morte”. (Apocalipse 12:11, grifos nossos)

Quando você coloca todos estes versículos juntos, torna-se claro que a salvação através do sangue de Jesus Cristo é o grito de batalha do Céu na Grande Guerra. Sem dúvida, Satanás odeia o sangue de Cristo. Ele sabe que não importa o quão culpados estamos diante de um Santo Deus, ainda assim, podemos encontrar esperança, cura e salvação plena através dessa nobre substância carmesim.

“Aghh! Como podemos impedir os perdidos pecadores de descobrirem o poder deste sangue?” Perguntam osDemônios das trevas a seus mestres em suas reuniões secretas. “através de diversões”, sussura astutamente o príncipe do mal. “Através da magia, ocultismo, vampirismo, e tudo aquilo que pudermos pensar para desviar suas mente daquele sangue que odiamos!”

O mais chocante é que após seu grande e inesperado sucesso que a levou ao estrelato Stephenie Meyer confessou mais tarde:

“Após ter terminado Crepúsculo, eu tive um sonho, e Edward veio me visitar – ele disse que eu havia errado ao escrever que ele não bebia sangue como todos os outros vampiros e que ele podia viver com os animais. Nós tivemos essa conversa e ele foi aterrorizante”

Estou convencido de que o “Edward” que apareceu a Stephenie Meyer em seus dois sonhos era um demônio com uma secreta e diabólica agenda. Que agenda? Baseado no que a palavra de Deus diz em Apocalipse 12:11 ,  manter os mortais pecadores focados no sangue errado. A julgar pela reação do público aos livros e filmes da saga Crepúsculo, não há dúvida de que sua trama infernal foi bem sucedida.

O apelo de Crepúsculo é duplo. Primeiro, é um conto fascinante sobre vampiros e lobisomens, e segundo, é uma história de amor agitando os corações de Edward e Bella. “Você pode ser fictício”, escreveu uma fã de Edward Cullen, “mas você tem roubado o coração de muitas garotas – incluindo o meu!”

Caro leitor(a), alguém quer roubar seu coração hoje. Seu nome é Jesus Cristo. Vampiros tomam sangue, mas Cristo derramou seu sangue por você. Três dias depois, Ele ressuscitou dentre os mortos. Acredite em mim, Seu amor é melhor do que o de vampiros, incluindo Edward.

Somente o sangue de Jesus Cristo pode salvar nossas almas.

Nestes últimos dias antes do Seu retorno, não deixe Satanás desviar seu coração para o sangue errado.

1. veja http://www.stepheniemeyer.com/twilight.html
2. veja http://moviesblog.mtv.com/2008/11/06/iron-man-my-chemical-romance-x-men-cartoons-among-twilight-author-stephenie-meyers-inspirations

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Artigo de Steve Wohlberg, traduzido diretamente do site White Horse Media

Desilusões Dispensacionalistas

Você pode não ter consciência disso, mas a grande maioria dos autores cristãos, radialistas e produtores de televisão que falam sobre “o final dos tempos” tem aceitado um único sistema de interpretação profética chamado “Dispensacionalismo”. se estes próprios professores tem reconhecido este não tão pequeno detalhe, ou não, uma coisa é óbvia: eles costumam colocar o povo judeu no epicentro dos eventos previstos que acontecerão no planeta Terra antes do fim do mundo. Infelizmente, o sistema do Dispensacionalismo tem em si grandes falhas. Não só isso, mas também estão inclusos alguns inesperados elementos anti-judaicos, como você está prestes a observar.

De modo geral, o dispensacionalismo ensina que Deus tem trabalhado em toda a decante história humana em fases distintas, épocas, ou dispensações. Nos tempos do Antigo Testamento, Ele trabalhou através de “Israel” e requeriu que os judeus guardassem “a lei”, ao passo que nestes tempos do Novo Testamento Ele opera através “da igreja” e proclama “a salvação pela graça” – isto é, até que um evento chamado “arrebatamento” leve “a igreja” para o céu.

Então todo o inferno vai cair na terra.
Então, “os sete anos de tribulação” começarão.
Então um Anticristo infame vai ganhar o controle do mundo.
Em seguida, o Anticristo irá arregimentar suas forças contra os judeus.

Este cenário está agora a ser ensinado em todo o mundo, na TV, rádio, livros e artigos, e na Internet, ainda que o não-tão-pequeno detalhe acima mencionado seja simples: esses ensinamentos fazem parte do sistema do dispensacionalismo. É verdade que os próprios dispensacionalistas são principalmente pró-Israel, e que um de seus ensinamentos cardeais é o de que Deus defenderá os judeus no Armagedom. Mas quando nos aprofundamos, nós descobrimos que apenas uma pequena parte deles vai ser protegida. Chocante, dois terços dos israelenses serão abatidos em um segundo Holocausto.

Obviamente, esta não é uma boa notícia para o povo judeu.

A enciclopédia da Internet, Wikipedia, define o dispensacionalismo da seguinte maneira:

Dispensacionalismo é uma tradição evangélica protestante cuja teologia é baseada na hermenêutica bíblica, que vê uma série de sucessivas “dispensações” ou períodos cronológicos na história nos quais Deus se relaciona com os seres humanos de diferentes formas e sob diferentes pactos bíblicos. O sistema do dispensacionalismo está enraizado nos escritos de John Nelson Darby. A teologia do dispensacionalismo consiste de uma perspectiva escatológica distinta dos “tempos finais”, todos os dispensacionalistas defendem o pré-milenismo e o arrebatamento pré-tribulação. Os Dispensacionalistas acreditam que a nação de Israel é distinta da Igreja … “(1)

A Wikipedia é 100% correta ao relatar que o “Dispensacionalismo” vê a “nação de Israel” como “distinta da igreja” e que este sistema profético inclui uma “perspectiva escatológica distinta dos “tempos finais”", geralmente acompanhada da crença em “um arrebatamento Pré-Tribulação “. No entanto, um problema pegajoso raramente mencionado é que (como mencionado acima), a maioria dos dispensacionalistas acreditam também que, após o “arrebatamento”, forças sinistras terão como alvo milhões de judeus não arrebatados durante a tribulação, que a maioria dos judeus sofrerá horrivelmente, e que milhões deles serão aniquilados num banho de sangue como um pesadelo, antes da Segunda Vinda de Cristo. Um Proeminente dispensacionalista chamado John Walvoord francamente confessou que durante a Tribulação, “dois terços dos filhos de Israel na terra perecerão” (2).

Na verdade, esta é uma doutrina dispensacionalista. Tal horrenda previsão a respeito dos judeus poderia ser apropriadamente chamada de “o segredo sujo do Dispensacionalismo”.

Pessoalmente, eu não compraria tal doutrina, e é o objetivo deste artigo desmantelar alguns erros enganosos do Dispensacionalismo.

Primeiro de tudo, a noção de que Deus salvou os judeus do Antigo Testamento por lei, mas agora salva cristãos do Novo Testamento, pela graça, não é apenas sutilmente anti-judaica em si, mas é totalmente anti-bíblica. A Graça começou com a queda de Adão e a primeira entrada do pecado (ver Romanos 5:20), ou a humanidade teria sido exterminada imediatamente. Antes do dilúvio, Noé achou graça aos olhos do Senhor “(Gênesis 6:8). Ao longo da história de xadrez de Israel, seu povo achou graça também. Mesmo antes Deus escreveu os Dez Mandamentos no Monte Sinai, os israelitas saíram do Egito com segurança por causa do sangue dos cordeiros mortos aspergido sobre as portas (ver Êxodo 12), tipificando sua graça messiânica. O sangue quente dos animais mortos aspergido pelos sacerdotes judeus acima dos dez mandamentos dentro do Santuário, no Dia da Expiação também proclamou a salvação pela fé em Jesus Cristo, e não através da lei. Na verdade, antes mesmo de Israel existir como nação, Deus Todo-Poderoso “anunciou primeiro o evangelho a Abraão” (Gálatas 3:8) centrado no Calvário.

Por outro lado, há uma abundância de declarações sobre eles obedecendo a lei no Novo Testamento (leia Romanos 2:25,26, 3:31, 7:12, 8:4; Efésios 6:1-3; Tiago 2:10 -12). A verdade é que Deus tem usado a “lei” para mostrar aos pecadores os seus pecados (tanto judeus como gentios) e para criar uma necessidade da fé e da graça (cf. Romanos 5:19-20, Gálatas 3:24). Assim, não é que a “Lei do Velho Testamento foi Substituída pela graça do Novo Testamento”, mas sim que a “Lei cria a necessidade da Graça” por toda parte. Em Gálatas 3:11, Paulo esclareceu que “nenhum homem é justificado pela lei perante os olhos de Deus”, e ele cita o Antigo Testamento para provar isso. Em última análise, toda a graça está centrada em Jesus Cristo, e se as pessoas viviam na época do Antigo Testamento, quando o Seu sacrifício foi prenunciado pelos cordeiros mortos, ou nos tempos do Novo Testamento, após seu sacrifício ser realizado no Calvário, como o próprio Mestre disse: “Ninguém vem ao Pai senão por mim “(João 14:6, grifos nossos).

“Nenhum homem” significa nenhum, quer judeu ou grego.

Em outras palavras, todo aquele que atinge o céu vai chegar lá apenas por causa de Jesus Cristo e seu sacrifício, isto é, pela Sua graça. Assim, quando dispensacionalistas ensinam que os judeus do Antigo Testamento alcançaram a salvação em qualquer caminho através da lei, ou que lhes foi negado o evangelho, quer eles façam idéia ou não, eles estão ensinando uma sútil e falsa doutrina anti-judaica. A verdade é que Deus amou os judeus do Antigo Testamento, tanto como Ele ama os cristãos do Novo Testamento, e a ambos os grupos sempre lhes foi oferecida a esperança através de um salvador.

E este salvador ama ambos os grupos ainda hoje.

Em segundo lugar, é fictícia a idéia dispensacionalista que faz separação entre Israel e a igreja. No Dia do Pentecostes judaico, 3.000 judeus foram batizados por meio da pregação de Pedro e foram acrescentados a igreja “(Atos 2:41,47). Se você perguntasse a Pedro e aos discípulos se eles eram parte de “Israel” ou da “Igreja”, o que eles diriam? A resposta é óbvia. Eles responderiam os dois! A mais antiga igreja cristãi foi quase inteiramente uma Igreja judaica até os gentios se juntarem as suas fileiras.

Terceiro: o Arrebatamento. O cenário dispensacionalista do fim dos tempos começa com os cristãos sendo “arrebatados” para o encontro de Jesus nos ares o que os dispensacionalistas interpretam como um evento silencioso e secreto ocorrendo sete anos antes do fim. Errado de novo. Uma leitura cuidadosa de 1 Tessalonicenses 4:16 e 17 revela que os verdadeiros crentes serão “arrebatados” (verso 17) quando Jesus literalmente descer do céu em sua segunda vinda com “grande brado”, “á voz do arcanjo” e “ao som da trombeta de Deus”. Não há nada de silêncioso ou secreto nesse evento. Como o artigo da Wikipedia afirmou correctamente, a doutrina do arrebatamento pré-tribulação é realmente “enraizada” nos ensinamentos do teólogo do século 19 “John Nelson Darby”

Quarto: o mito da tribulação de sete anos. Surpreendentemente, não há nenhum verso em toda a Bíblia que ensina especificamente uma “tribulação de sete anos”.Cheque em qualquer concordância. Simplesmente não existe. Daniel 9:27 é o mais freqüente verso citado para apoiar a “Teoria dos sete anos de tribulação”, mas o próprio versículo não diz nada do tipo. Na verdade, a grande maioria dos antigos comentaristas cristãos – como Matthew Henry, Adam Clarke, Jamieson e Faucett & Brown – colocam Daniel 9:27 durante o tempo em que o próprio Jesus “confirma a nova aliança” fazendo “cessar os sacrifícios e ofertas” pela sua morte na cruz.

Quinto: um final sangrento que abaterá dois terços dos judeus que vivem em Israel. Tal ensino horrendo é baseado quase que inteiramente num único verso – Zacarias 13:8. No entanto, o Novo Testamento coloca o versículo anterior (versículo 7) diretamente no tempo de Cristo (comparar com Mateus 26:31). Não há previsão no livro de Apocalipse sobre a aniquilação de dois terços de todos os judeus que vivem em Israel pelo Anticristo antes da volta visível do Senhor, nem que os israelitas seriam alvo de um massacre.

Em conclusão, devemos prestar maior atenção à advertência do Mestre: “Vede que ninguém vos engane” (Mateus 24:4) – especialmente quando se trata de nossos amigos judeus, e de interpretações da profecia. Nestes dias turbulentos de Delírios dispensacionalistas dizendo que “A Lei” era somente para os judeus do Antigo Testamento e não para os cristãos, a distinção entre Israel e a Igreja, o arrebatamento, os sete anos de tribulação, e um suposto abate de dois terços de todos os israelenses, vamos fazer tudo o que pudermos para compartilhar “o evangelho eterno” (Apocalipse 14:6) com todos, tanto judeus e gentios, antes da Segunda Vinda.

Não se deixe enganar por falsas profecias.Vamos manter a verdade bíblica sólida.

1. http://en.wikipedia.org/wiki/Dispensationalism
2. Israel in Prophecy, by John Walvoord, p. 108. Zondervan (1988).

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Artigo de autoria de Steve Wohlberg traduzido diretamente do site White Horse Media. Steve Wohlberg é  autor de 22 livros, participou como convidado de mais de 500 programas de rádio e televisão, tem falado por convite especial dentro do Pentágono e do Senado dos E.U.A., e foi apresentado duas vezes no The History Channel em documentários sobre o livro do Apocalipse. Ele também escreve uma coluna mensal para Wisconsin Christian News.  O Sr. Wohlberg atualmente vive em Priest River, Idaho, com sua esposa Kristin, seu filho Seth, a sua filha Abigail, e seu golden retriever. Os Wohlbergs são membros da igreja adventista de Newport Washington.

E-Book: Jesus, O Maior Psicólogo que já Existiu

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E-Book: História da Comunicação Adventista no Brasil

Ao discutir a pauta a respeito dos fatos relacionados à história dos jornalistas da Igreja Adventista do Sétimo Dia no Brasil e seus vínculos com a mídia impressa secular, despertou-se a curiosidade em resgatar o que a imprensa secular produziu a respeito dos adventistas; que assuntos alimentaram a mídia quando lhes oportunizou esse espaço, e como a Igreja reagiu diante das notícias negativas e boatos preconceituosos propalados pela imprensa escrita. Além do papel desempenhado pelos líderes eclesiásticos e comunicadores na Igreja, sublinhou-se a relevância de se conhecer que temas

os até então raros profissionais adventistas de imprensa abordaram na mídia secular; o que redigiram quando aproveitaram as brechas para a divulgação da Igreja e de um diversificado estilo de vida; que dificuldades enfrentaram diante da crescente secularização da sociedade; de que forma a Igreja reagiu à presença desses profissionais; e como esses analisam a comunicação na Igreja hoje e quais são suas propostas para o aperfeiçoamento deste setor.

A divisão histórica proposta no primeiro capítulo recebeu a corroboração das pesquisas da jornalista Fabiana Bertotti e do doutor Vanderlei Dorneles.1 Apesar disso, este material não pode ser considerado um produto acabado em si, face às dificuldades encontradas conforme se explica em seguida.

As entrevistas com profissionais adventistas e pastores que trabalharam ou atuam na comunicação constataram o primeiro embaraço: a Igreja praticamente não tem memória. Isto se evidenciou quando da pesquisa junto ao pastor Irineo Koch, então diretor de Comunicação da sede sul-paranaense dos adventistas (Associação Sul-Paranaense), se ele poderia apresentar recortes de periódicos com a Igreja como notícia. Koch respondeu que, por uma falha grave, não guardaram os jornais que saíram as notícias locais.2

Em geral, os relatos desta matéria se baseiam na história oral, dependem da lembrança de cada entrevistado, às vezes imprecisa, ou contraditória. Exemplo disso o pastor Roberto Doehnert, 88 anos, narra, falando do dia em que sua família virou notícia em um jornal paulistano. Todavia, nem ele nem a mulher lembram o nome do jornal e a data da publicação. Mas outros fatos eles conseguem decodificar dos arquivos da memória. Doehnert se entusiasma ao citar os artigos de Arthur Valle publicados todos os domingos na Gazeta do Povo, de Curitiba, quando este respondia pelo Departamento de Relações Públicas da antiga Associação Paranaense. Mais animado, de repente surge outra lembrança para Doehnert: o Congresso Jovem realizado em 1956, na Quitandinha, antigo hotel-cassino próximo a Petrópolis. “Eu sei que houve um flash da imprensa, só que eu não guardei nada”, confessa Doehnert.3 Ele recorda que o quarteto Bando da Lua cantou no congresso, uma participação de não-adventistas. Uns criticaram isso, mas eles satisfizeram expectativas e gostos dos participantes. A harmonia deles chegou a receber elogios.

Este trabalho resulta mais de um esforço de jornalismo investigativo do que de uma pesquisa científica, apesar dos complementos teóricos presentes ao longo do texto. Para tanto, foram entrevistadas 41 pessoas, in loco, por telefone ou e-mail. Outras vinte tentativas se frustraram, levantando nova constatação: a de que muitos comunicadores ainda não se habituaram ao uso de e-mail, ou de, pelo menos, dar retorno aos contatos e recados deixados com secretárias. Assim, a ausência de muitos nomes e sua importância na história da comunicação adventista não poderá ser contestada. Cerca de quinze horas gravadas em fitas cassetes estão conservadas, cujo conteúdo passou pelo processo de decupagem e edição. Nem todo o áudio poderá ser ouvido, pois existe o compromisso ético de preservar a integridade moral das fontes, já que foram feitas severas críticas ao atual modelo de comunicação adotado pela Igreja. Isto não significa que o material ora exposto sofreu alterações ou omissões. Apenas se deseja impedir a possibilidade de intrigas e retaliações, instigando tão somente a análise e o surgimento de perspectivas viáveis ao aperfeiçoamento da comunicação na Igreja.

Dentre todos os nomes pesquisados, três deles se tornaram unânimes no conceito da esmagadora maioria dos comunicadores e jornalistas: Roberto Azevedo, como o pioneiro desbravador das redações na mídia secular; Arthur Valle, como o primeiro adventista diplomado em Comunicação Social/Jornalismo; e Elon Garcia, como o mais experiente profissional, ainda em atividade, com 58 anos de trânsito nas redações e agências de publicidade, e de colaboração com a Igreja.

A hipótese de que o primeiro jornalista adventista a atuar na mídia secular teria sido Emílio Doehnert, não se comprovou. Emílio, pai de Roberto, exerceu a função de tipógrafo, e não de jornalista, no periódico Die Zeit (O Tempo), em 1921, quando ainda existiam muitos jornais em língua alemã na capital paranaense. O veículo pertenceu à família do empresário Max Schrape, proprietário da Impressora Paranaense, indústria de embalagens, algumas delas muito conhecidas, como a caixa amarela dos chocolates Garoto e os pequenos invólucros das lâminas de barbear Gillette.

Emílio começou a trabalhar em jornal aos 14 anos de idade, em 1910. Em 14/4/1912, no Der Beobachter (O Observador), ele teve o privilégio de compor a notícia do naufrágio do Titanic.4 Emílio só se batizou em 1917. Este jornal de língua alemã defendia os interesses da comunidade luterana, representada pelo Collegio Alemão. O historiador João Marcassa5 descreve os embates pedagógicos entre os educadores luteranos e os professores do Collegio Internacional, dos adventistas: “O sistema de ensino usado pelos adventistas no Collegio Internacional suscitou uma disputa com o Collegio Alemão, defendido pelo jornal Der Beobachter.” Com o objetivo de conhecer seu contexto, recorreu-se à Biblioteca Pública do Paraná, arquivos de jornais e ao Museu da Memória, mas nada se preservou dessa época.

Discursos apologéticos entre religiosos se tornaram um marco na história do Paraná desde a chegada dos primeiros imigrantes europeus. Os historiadores Wilson Martins, David Carneiro e Ruy Wachowicz analisam esses fatos, sobressaindo-se a troca de farpas entre os jornais O Dezenove de Dezembro e O Municipal. O primeiro, defendendo o bispo de Curitiba, e o segundo, o pastor da Primeira Igreja Batista. Contudo, isso serve de estímulo para se aprofundar essa pesquisa e apurar a veracidade e importância desses acontecimentos como antecedentes no surgimento de uma cultura adventista local mais aberta ao ramo da comunicação.

SUMÁRIO

Unidade 1 – JORNALISTAS ADVENTISTAS E SUAS RELAÇÕES COM
A IMPRENSA SECULAR
Capítulo 1 – Pressupostos históricos
Capítulo 2 – Pioneirismo na mídia impressa secular (1942-1983)
Capítulo 3 – Valorização de meios massivos de comunicação como
instrumentos de evangelização (1984-1996)
Capítulo 4 – Retorno aos impressos e estruturação acadêmica (1996-2003)
Capítulo 5 – Comunicação entendida como comunhão – necessidade de
qualificação profissional (2003 em diante)
Capítulo 6 – Profissionalismo já!

Notas
Referências bibliográficas

Unidade 2 – HISTÓRIA DO CURSO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL DO
UNASP: UMA ABORDAGEM DENOMINACIONAL
Capítulo 1 – Aceitando a comunicação (década de 1970 a 1999)
Capítulo 2 – Fazendo comunicação (2000 até o final da década)
Capítulo 3 – Pensando a comunicação (final da década de 2000 em diante)
Capítulo 4 – Anexos

Notas
Referências bibliográficas

Unidade 3 – BIOGRAFIAS
Capítulo 1 – Primeiro assessor da Igreja: Roberto Rodrigues
de Azevedo
Capítulo 2 – Senhor das câmeras e do microfone: Alcides Campolongo
Capítulo 3 – Último recado: Arnaldo B. Christianini
Capítulo 4 – Comunicador quatro estrelas: Assad Bechara

Unidade 4 – APÊNDICES
Apêndice 1 – Crescimento de olho na missão
Apêndice 2 – Declaração de consenso
Apêndice 3 – Cronograma histórico da comunicação adventista
no Brasil

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