Manter desobstruída a conexão com Deus

Os nervos cerebrais que se comunicam com todo o organismo são os únicos meios pelos quais o Céu se pode comunicar com o homem, e influenciar sua vida mais íntima. Seja o que for que perturbe a circulação das correntes elétricas no sistema nervoso, diminui a resistência das forças vitais, e o resultado é um amortecimento das sensibilidades da mente. — Testimonies for the Church 2:347.

A intemperança de qualquer espécie insensibiliza os órgãos da percepção e enfraquece de tal maneira o poder dos nervos cerebrais que as coisas eternas não mais são apreciadas, mas são colocadas no mesmo nível das comuns. As mais elevadas faculdades da mente, que visavam os mais elevados propósitos, são levadas em servidão às paixões mais baixas. Se os nossos hábitos físicos não forem corretos, nossas faculdades mentais e morais não podem ser fortes; pois existe grande afinidade entre o físico e o moral. — Testimonies for the Church 3:50, 51.

Satanás exulta ao ver a família humana mergulhando mais e mais profundamente no sofrimento e na miséria. Ele sabe que as pessoas que têm hábitos errôneos e corpo doente, não podem servir a Deus tão resoluta, perseverante e puramente como se fossem sãos. Um corpo doente afeta o cérebro. Com a mente servimos ao Senhor. A cabeça é a capital do corpo. Satanás triunfa na obra danosa que faz mediante o levar a família humana a condescender com hábitos que os destroem, e uns aos outros; pois por esse meio está ele roubando a Deus o serviço que Lhe é devido. — Temperança, 14.

Satanás está constantemente alerta, para submeter a raça humana inteiramente ao seu controle. Seu mais forte poder sobre o homem exerce-se através do apetite, e este procura ele estimular de todos os modos possíveis. — Temperança, 13.

A mais perigosa proposta de Satanás — Satanás reuniu os anjos caídos a fim de inventar algum meio de fazer o máximo de mal possível à família humana. Foi apresentada proposta sobre proposta, até que finalmente Satanás mesmo imaginou um plano. Ele tomaria o fruto da vide, também o trigo e outras coisas dadas por Deus como alimento, e convertê-los-ia em venenos que arruinariam as faculdades físicas, mentais e morais do homem, dominariam de tal maneira os sentidos, que Satanás teria sobre eles inteiro controle. Sob a influência da bebida alcoólica, os homens seriam levados a praticar todas as espécies de crimes. Mediante o apetite pervertido, o mundo seria corrompido. Levando os homens a tomarem álcool, Satanás os faria descer cada vez mais baixo. — Temperança, 12.

Satanás está levando o mundo em cativeiro mediante o uso das bebidas alcoólicas e do fumo, café e chá preto. A mente dada por Deus, que deve ser conservada clara, é pervertida pelo uso de narcóticos. O cérebro não mais é capaz de discernir corretamente. O inimigo tem o controle. O homem vendeu sua razão por aquilo que o enlouquece. Não tem senso algum do que é direito. — Evangelismo, 529.

Nosso Criador tem outorgado liberalmente ao homem Suas bênçãos. Fossem todos esses dons da Providência empregados sábia e moderadamente, e a pobreza, a enfermidade e a aflição seriam quase banidas da Terra. Mas ai! vemos por toda parte as bênçãos de Deus transformadas em maldição pela impiedade dos homens.

Não há classe culpada de maior perversão e abuso de Seus preciosos dons, do que os que empregam os produtos do solo na fabricação de bebidas intoxicantes. Os nutritivos cereais, os frutos saudáveis e deliciosos, são convertidos em bebidas que pervertem os sentidos e enlouquecem o cérebro. Em resultado do uso desses venenos, milhares de famílias se acham destituídas dos confortos, e mesmo das necessidades da vida, multiplicam-se os atos de violência e de crime, e a doença e a morte levam apressadamente milhares e milhares de vítimas para a sepultura, em conseqüência da bebida. — Obreiros Evangélicos, 385, 386.

Vinho intoxicante — O vinho feito por Cristo da água, nas bodas de Caná, foi o puro suco da uva. Esse é o vinho novo que se “acha mosto em um cacho de uvas”, de que a Escritura diz: “Não o desperdices, pois há bênção nele”. Isaías 65:8. — A Ciência do Bom Viver, 333.

“O vinho é escarnecedor, e a bebida forte, alvoroçadora; e todo aquele que neles errar nunca será sábio”. Provérbios 20:1.

“Para quem são os ais? Para quem, os pesares? Para quem, as pelejas? Para quem, as queixas? Para quem, as feridas sem causa? E para quem, os olhos vermelhos? Para os que se demoram perto do vinho, para os que andam buscando bebida misturada. Não olhes para o vinho, quando se mostra vermelho, quando resplandece no copo e se escoa suavemente. No seu fim, morderá como a cobra e, como o basilisco, picará”. Provérbios 23:29-32.

Nunca foi traçado pela pena humana mais vivo quadro do aviltamento e escravidão da vítima da bebida intoxicante. Escravizado, degradado, mesmo quando desperto para o sentimento de sua miséria, falta-lhe poder para romper as malhas; ainda a tornará “a buscá-la outra vez”. Provérbios 23:35. […]

A intoxicação é produzida tão positivamente pelo vinho, cerveja e sidra, como pelas bebidas mais fortes. O uso delas suscita o gosto pelas outras, estabelecendo-se assim o hábito da bebida. O beber moderado é a escola em que os homens se educam para a carreira da embriaguez. Todavia, tão perigosa é a obra desses estimulantes mais brandos que a vítima entra no caminho da embriaguez antes de suspeitar o perigo em que se encontra. — A Ciência do Bom Viver, 330, 332.

Não são necessários argumentos para mostrar os maus efeitos dos intoxicantes no bêbado. As embrutecidas ruínas da humanidade — almas por quem Cristo morreu, e sobre as quais choram os anjos — encontram-se por toda parte. São uma nódoa em nossa alardeada civilização. São a vergonha e a ruína e o perigo de toda Terra. — A Ciência do Bom Viver, 331.

O alcoolismo escraviza a pessoa — Satisfazendo a sede de bebida alcoólica, o homem leva voluntariamente aos lábios aquela bebida que vai colocar abaixo do nível dos animais aquele que foi feito à imagem de Deus. A razão fica paralisada, o intelecto é obscurecido, despertadas as paixões sensuais, e então se seguem crimes do caráter mais degradante. — Testimonies for the Church 3:561.

Sob a influência da bebida que tomam, são levados a fazer coisas das quais, não houvessem provado a enlouquecedora droga, haver-se-iam afastado com horror. Quando se encontram sob a influência do veneno líquido, estão sob o controle de Satanás. Ele os governa, e eles cooperam. — Temperança, 24.

Assim opera ele [Satanás] quando instiga os homens a venderem a alma por bebida. Toma posse do corpo, da mente e do espírito, e não mais é o homem, mas Satanás que opera. E a crueldade de Satanás exprime-se quando o homem ergue a mão para bater na esposa que ele prometeu amar, proteger enquanto vivesse. As ações do bêbado são uma expressão da violência de Satanás. — Medicina e Salvação, 114.

Os homens que usam bebidas alcoólicas tornam-se escravos de Satanás. Este tenta os que ocupam posições de confiança nas estradas de ferro, nos navios, os que têm a responsabilidade de embarcações ou de carros cheios de pessoas aglomeradas para divertimentos idólatras, sim ele os tenta a condescender com o apetite pervertido, e assim esquecem a Deus e a Suas leis. […]

Não podem ver seu propósito. Sinais são feitos incorretamente, e há colisões de carros. Então vêm horror, mutilação e morte. Esse estado de coisas se tornará mais e mais assinalado. […]

As tendências corruptas dele são transmitidas a sua posteridade, e por meio desta às gerações vindouras. — Temperança, 34, 38.

Fumo, um veneno lento — O fumo é um veneno lento, perigoso, por demais maligno. Seja qual for a forma de utilização, atua na constituição; é o mais perigoso, porque seu efeito é lento, e a princípio por assim dizer imperceptível. Excita e depois paralisa os nervos. Debilita e obscurece o cérebro. Muitas vezes, ele afeta os nervos de maneira mais forte que a bebida intoxicante. É mais sutil, e seus efeitos são difíceis de desarraigar do organismo. Seu uso estimula a sede de bebidas fortes, lançando em muitos casos a base para o hábito das bebidas alcoólicas.

O uso do fumo é inconveniente, caro, sujo, contaminador para o que o tem e incômodo para os outros. […]

Entre as crianças e os jovens, o uso do fumo está operando indizível dano. […] Os meninos começam a fumar em bem tenra idade. O hábito assim formado, quando o corpo e a mente se acham especialmente susceptíveis aos seus efeitos, diminui a resistência física, impede o desenvolvimento do corpo, entorpece a mente e corrompe a moral. — A Ciência do Bom Viver, 327-329.

Não há nenhuma solicitação natural para com o fumo por parte da natureza, a não ser herdada.

Mediante o uso de chá e café, é formada a solicitação do fumo.

A carne muito condimentada e o chá e o café, que certas mães estimulam os filhos a usar, preparam o caminho para eles experimentarem grande desejo de mais fortes estimulantes, como o fumo. — Temperança, 56, 57.

Os alimentos cárneos muito condimentados e o chá e o café que algumas mães animam os filhos a ingerirem preparam o caminho para eles ansiarem por estimulantes mais fortes como o fumo. O uso do fumo incita o desejo das bebidas alcoólicas. — Testimonies for the Church 3:488, 489.

Fumantes involuntários — Mulheres e crianças sofrem por serem obrigados a aspirar uma atmosfera poluída pelo cachimbo, o charuto ou a imunda respiração do consumidor de fumo. Aqueles que vivem em tal ambiente sempre serão afetados. — Testimonies for the Church 5:440.

Inalando as venenosas exalações do fumo, expelidas pelos pulmões e poros da pele, o organismo da criança enche-se de veneno. Se bem que ele atue em algumas criancinhas como veneno lento, e afete o cérebro, o coração, o fígado e os pulmões, e elas se consomem e definhem gradualmente, em outras exerce uma influência mais direta, ocasionando espasmos, ataques, paralisia e morte súbita. […] Cada exalação dos pulmões do escravo do fumo, envenena o ar que o circunda. — Temperança, 58, 59.

As práticas contrárias à saúde, das gerações passadas, afetam as crianças e a juventude de hoje. A incapacidade mental, a fraqueza física, os descontrolados nervos e os apetites contrários à natureza são transmitidos como legado de pais aos filhos. E as mesmas práticas, continuadas pelos filhos, vão crescendo e perpetuando os maus resultados. — A Ciência do Bom Viver, 328.

Chá e café não são alimentos — O chá atua como estimulante, e, até certo grau, produz intoxicação. A ação do café, e de muitas outras bebidas populares, é idêntica. O primeiro efeito é estimulante. São agitados os nervos do estômago, que comunicam irritação ao cérebro, o qual, por sua vez, desperta para transmitir aumento de atividade ao coração, e uma fugaz energia a todo o organismo. Esquece-se a fadiga; parece aumentar a força. Estimula o intelecto, torna-se mais viva a imaginação.

Em virtude desses resultados, muitos julgam que seu chá ou café lhes faz grande benefício. Mas é um engano. Chá e café não nutrem o organismo. Seu efeito produz-se antes de haver tempo para ser digerido ou assimilado, e o que parece força não passa de excitação nervosa. Uma vez dissipada a influência do estimulante, abate-se a força não natural, sendo o resultado um grau correspondente de abatimento e fraqueza.

O uso continuado desses irritantes nervosos é seguido de dores de cabeça, insônia, palpitação, indigestão, tremores e muitos outros males, pois eles gastam a força vital. Os nervos fatigados necessitam repouso e sossego em lugar de estimulantes e hiperatividade. — A Ciência do Bom Viver, 326, 327. Alguns têm voltado atrás e condescendido com chá e café. Os que violam as leis da saúde ficarão mentalmente cegos e transgredirão a lei de Deus. — Temperança, 80.

As drogas — Um costume que está abrindo caminho para grande quantidade de doenças e males mais sérios ainda é o livre uso de drogas venenosas. Quando atacados pela enfermidade, muitos não se darão ao trabalho de descobrir a causa do mal. Sua principal ansiedade é verem-se livres da dor e dos desconfortos. […]

Com o uso de drogas venenosas, muitos trazem sobre si doença para toda a vida, e perdem-se muitos que poderiam ser salvos com o emprego de métodos naturais. Os venenos contidos em muitos dos chamados remédios formam hábitos e apetites que importam em ruína tanto para o corpo como para a alma. Muitos dos populares remédios patenteados, e mesmo algumas drogas receitadas por médicos, desempenham seu papel em deitar bases para o hábito da bebida, do ópio, da morfina, os quais são uma tão terrível maldição para a sociedade. — A Ciência do Bom Viver, 126, 127.

A medicação de drogas, tal como é geralmente praticada, é uma calamidade. Educai em direção oposta às drogas. Usai-as cada vez menos, e confiai mais em métodos saudáveis; então a natureza corresponderá aos médicos de Deus — ar puro, água pura, exercício apropriado, uma consciência limpa. Os que persistem no uso do chá, café, e alimentos cárneos sentirão necessidade de drogas, mas muitos se poderiam recuperar sem uma gota de remédio se obedecessem às leis da saúde. As drogas raramente necessitam ser empregadas. — Conselhos Sobre Saúde, 261.

Os adventistas: um exemplo para o mundo — Como um povo, professamos ser reformadores, portadores de luz no mundo, fiéis sentinelas de Deus, guardando toda entrada pela qual Satanás pode penetrar com suas tentações para perverter o apetite. Nosso exemplo e influência podem ser uma força do lado da reforma. Cumpre abster-nos de toda prática que embote a consciência ou estimule a tentação. Não podemos jamais abrir porta alguma que dê a Satanás acesso à mente de um ser formado à imagem de Deus. — Testimonies for the Church 5:360.

O único caminho seguro é não tocar, não provar e não manusear o chá, o café, vinhos, o fumo, o ópio e as bebidas alcoólicas. A necessidade de os homens desta geração chamarem em seu auxílio a força de vontade fortalecida pela graça de Deus, a fim de resistir às tentações de Satanás, e vencer a mínima condescendência com o apetite pervertido, é duas vezes maior que a de algumas gerações passadas. Mas a geração atual tem menos poder de domínio próprio do que os que viviam então. Os que têm condescendido com o apetite quanto a esses estimulantes transmitiram aos filhos os depravados apetites e paixões, e maior força moral é exigida desses filhos para resistir a toda sorte de intemperança. O único procedimento perfeitamente seguro é ficar firme ao lado da temperança, e não se arriscar no caminho do perigo. […]

Caso as sensibilidades morais dos cristãos se despertassem no sentido da temperança em todas as coisas, eles poderiam por seu exemplo começar à mesa a ajudar os que são fracos no domínio de si mesmos, quase impotentes para resistirem aos anseios do apetite. Se pudéssemos compreender que os hábitos que formamos nesta vida afetarão nossos interesses eternos, que nosso destino perpétuo depende de hábitos de estrita temperança, esforçar-nos-íamos no sentido de formá-los no comer e no beber. Por nosso exemplo e esforço pessoal, podemos servir de instrumentos para salvar muitas almas da degradação da intemperança, do crime e da morte. Nossas irmãs podem fazer muito na grande obra da salvação de outros com o apresentar mesas providas só de alimentos saudáveis e nutritivos. Podem empregar o precioso tempo de que dispõem em educar o gosto e o apetite de seus filhos, formando neles hábitos de temperança em todas as coisas, incentivando ao mesmo tempo a abnegação e a beneficência em favor de outros. — Testimonies for the Church 3:488, 489.

Ellen G. White, Conselhos para a Igreja, Capítulo 16.

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