O padre que guardou o sábado

Porque em verdade vos digo: até que o Céu e a Terra passem, nem um i ou um til jamais passará da Lei, até que tudo se cumpra. Mat. 5:18.

Andrew Fisher, um ex-padre católico, pensou cuidadosamente sobre sua decisão de guardar o sábado. Ele argumentava que o mandamento do sábado não era parte da lei cerimonial, pois fora instituído na criação, antes que o sistema sacrifical fosse instaurado. Citando Mateus 5:17 e 18, mostrava que Jesus não removeu sequer um i da lei. Com Tiago 2:10-12, demonstrou que os discípulos não mudaram o sábado. Corajosamente, apontava a Igreja Católica como a origem da apostasia. A guarda do domingo, sugeria, era um cumprimento da mudança dos “tempos e [das] leis”, predita em Daniel 7:25. Por causa disso, Fisher perdeu a vida. Em 1529, ele e sua esposa foram sentenciados à morte.

Há coisas pelas quais compensa morrer. Salomão, o homem mais sábio de todos os tempos, disse: “Compra a verdade e não a vendas.” Prov. 23:23. Fisher e sua esposa tiveram coragem moral, têmpera espiritual.

Algumas pessoas nunca se posicionam contrárias nem favoráveis a nada ou ninguém. Seguem a onda, no tom da multidão. Mas há pessoas como José, Daniel e Paulo. Disse Ellen White: “A maior necessidade do mundo é a de homens – homens que se não comprem nem se vendam; homens que no íntimo da alma sejam verdadeiros e honestos; homens que não temam chamar o pecado pelo seu nome exato; homens, cuja consciência seja tão fiel ao dever como a bússola o é ao pólo; homens que permaneçam firmes pelo que é reto, ainda que caiam os céus.” – Educação, pág. 57.

O casal Fisher decidiu fazer o que era certo, porque era o certo, deixando os resultados com Deus. O lema de sua vida era: “Compensa seguir a verdade.” A verdade ainda é a verdade, independentemente da aceitação ou negação, popularidade ou rejeição de que seja alvo. Tomará você posição ao lado de homens e mulheres fiéis de todos os séculos? Seguirá a verdade custe o que custar, deixando com Deus os resultados?

Pr. Mark Finley, Sobre a Rocha.

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“SOLO CHRISTO”, “SOLA GRATIA”, “SOLA FIDE”, “SOLA SCRIPTURA” (salvação somente em Cristo, somente devido à graça de Deus, somente pela instrumentalidade da fé, somente com base na Escritura)
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3 respostas para O padre que guardou o sábado

  1. Gilvan disse:

    Ao passo que os que se submetem à influência do Espírito Santo começam a lutar consigo mesmos, os que se apegam ao pecado combatem contra a verdade e seus representantes. Assim se cria o conflito, e os seguidores de Cristo são acusados de perturbadores do povo. Mas é a união com Deus que lhes atrai a inimizade do mundo. Levam a injúria de Cristo. Estão palmilhando a senda trilhada pelos mais nobres da Terra. Não com pesar, mas com regozijo, devem enfrentar as perseguições. Cada ardente prova é um instrumento de Deus para sua purificação. Cada uma delas os está preparando para sua obra de colaboradores Seus. Cada conflito tem seu lugar na grande batalha em busca da justiça, e ajuntará uma alegria ao seu final triunfo. Tendo isso em vista, a prova de sua fé e paciência será de bom grado aceita, em vez de temida e evitada. O Desejado de Todas as Nações pág. 306.
    Isso se cumpriu na vida de Cristo na Terra. Foi leal aos mandamentos de Deus, pondo de parte tradições e exigências humanas que tinham sido elevadas ao primeiro plano. Por esse motivo foi odiado e perseguido. A história repete-se. Leis e tradições de homens são exaltadas acima da lei de Deus, e quem é fiel aos mandamentos de Deus sofre vexame e perseguição. Por Sua fidelidade a Deus, Cristo foi incriminado de ser transgressor do sábado e blasfemo. Diziam que estava possuído do diabo, e foi denunciado como Belzebu. Da mesma maneira serão acusados Seus seguidores e expostos em uma falsa luz. Satanás espera, por esse meio, induzi-los a pecar e desonrar a Deus. O caráter do juiz, na parábola, que não temia a Deus nem respeitava os homens, foi apresentado por Cristo para mostrar a espécie de justiça então exercida, e que seria brevemente testemunhada em Seu julgamento. Deseja que, em todo o tempo, os Seus reconheçam quão pouco, no dia da adversidade, podem confiar em governantes e juízes terrestres. Freqüentemente o povo eleito de Deus precisa comparecer perante homens que desempenham funções oficiais, e não fazem da Palavra de Deus seu guia e conselheiro, antes seguem seus próprios impulsos não consagrados nem disciplinados. Na parábola do juiz injusto, mostrou Cristo o que devemos fazer. “E Deus não fará justiça a Seus escolhidos, que clamam a Ele de dia e de noite?” Luc. 18:7. Cristo, nosso exemplo, nada fez para Se justificar e livrar. Confiou Sua causa a Deus. Assim Seus seguidores não devem acusar nem condenar, ou recorrer à violência, para se livrarem. Se surgem provações que parecem inexplicáveis, não devemos permitir que nossa paz nos seja roubada. Conquanto sejamos tratados injustamente, não demonstremos raiva. Parábolas de Jesus pág. 171.
    A única razão de não estarmos agora sofrendo maior perseguição, é não estarmos em nossa vida exemplificando mais fielmente a vida de Cristo. Asseguro-vos, irmãos e irmãs, se andardes como Ele andou, sabereis o que é ser perseguido e acusado por Sua causa. Se esperamos usar Sua coroa, temos de esperar suportar a cruz. Nossas maiores provas virão dos que professam piedade. Foi assim com o Redentor do mundo; assim será com os Seus seguidores. Nossa alta vocação pág. 359.

  2. leandroadventista disse:

    É muito bom seguir a verdade, a verdade trás libertação. E a verdade está na palavra de Deus.

    Jesus disse e conhecereis a verdade e a verdade vos libertará.

  3. Aleluia, nisto cremos, a verdade bíblica é eterna, porque o nosso Deus é eterno e em breve voltará e jamais haverá dúvidas sobre a sua palavra. Amém.

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