A Caótica Teologia Antinomista

As interpretações bíblicas da teologia antinomista, ou semi-antinomista, representam um desafio ao bom-senso e à lógica. É uma teologia mais do que contraditória—verdadeiramente caótica. Senão, vejamos:

Primeiramente, pelo confuso raciocínio desses “teólogos”, temos um Deus um tanto quanto desorganizado, que mistura um preceito cerimonial dentro de um código de normas morais. Pois não é que esse Deus profere solenemente aos ouvidos do povo escolhido 10 mandamentos como base de um concerto muito especial com tal povo, depois ainda escreve tais mandamentos com o Seu próprio dedo em duas tábuas de pedra, e isso por duas vezes (pois as primeiras pedras foram quebradas por Moisés), sendo 9 preceitos morais e um cerimonial?!

Em vez de deixar o tal mandamento cerimonial para ditá-lo mais tarde a Moisés juntamente com as inúmeras outras regras rituais que Moisés escreveu num livro, esse “desorganizado” Legislador coloca o mandamento cerimonial bem no meio do código de leis morais—o preceito do sábado!

Mas, pior ainda, esse Deus dos antinomistas estabelece o princípio do sábado na Criação do mundo, separando o sétimo dia para o descanso, abençoando-o e santificando-o, mas deixa o homem sem esse repouso. Como não está escrito especificamente que Adão guardava o sábado, fica “provado” que ele devia trabalhar como jardineiro (Gên. 2:15) todos os sete dias, sem descanso. Ah, sim, ele tinha as noites para isso. . .

Valendo-se ainda do ineficaz “argumento do silêncio”, também não ficou escrito nada que Abraão e outros patriarcas bíblicos respeitassem não só esse preceito do sábado, mas outros preceitos, como o de não adorar imagens de esculturas ou furtar. Assim, é bem possível que Abraão, Isaque, Jacó fossem batedores de carteira nas horas vagas, pois não havia nenhuma regra escrita, “não furtarás”!

E quem sabe Abraão mantivesse em sua tenda imagens de Santo Abel, Santo Enoque e São Noé para sua veneração? Afinal, onde estava escrito “não farás para ti imagens de esculturas. . . não te encurvarás diante delas nem as servirás?” Não disse Paulo que “onde não há lei, não há transgressão” (Rom. 4:15)?

E é esquisito como esse Deus do antinomismo, que fez do sábado “sinal” entre Ele e Seu povo (Êxo. 31:13, 17), depois mudou radicalmente de idéia e disse que desprezava o tal sábado em Isaías 1:13 e até profetizou que ia acabar com essa instituição em Oséias 2:11, para mais tarde inspirar o restaurador da religião israelita a reinstituí-lo (Neem. 13:15ss). O mais estranho é que foi por causa da violação do sábado—que tinha dito ao povo que desprezava—que Ele os castigou com o cativeiro (ver Jeremias 17:27). . . Ou seja, o povo foi castigado por não respeitar um preceito que Deus disse que aborrecia!

E Deus ainda convida “os filhos dos estrangeiros” a unirem-se ao concerto divino com Israel observando exatamente, o quê? O sábado! Mas, espera aí, esse não era preceito só para judeu e ninguém mais? Pois é, só que o tal sábado, estabelecido só para o judeu, mais tarde Cristo disse que foi “feito por causa do homem-anthropós”. Bem, quem sabe o “homem” aí é só o judeu (e as judias) . . . . Contudo assim se dá também com a instituição do matrimônio, onde o mesmo homem-anthropós deixa o pai e a mãe e une-se a sua mulher (Mat. 19:5). E casamento é coisa só para judeu?

Por falar em Cristo, a teologia antinomista coloca o Filho de Deus em situação bem complicada. Primeiro, transforma-o num tremendo hipócrita que diz que não veio abolir a lei, e sim cumpri-la, recomenda a mais perfeita obediência a essa lei (Mat. 5:17-19), para depois violar consciente e propositadamente um dos seus mandamentos (adivinhem qual. . .—João 5:18)!

Ou, se entendem que não o desrespeitou (porque estava ainda sujeito a essa lei, ainda não abolida) colocam-nO dedicando-se a uma campanha contra a validade desse mandamento, criticando os que o observavam! Como Ele dissera especificamente, porém, que quem ensinasse algo contrário a qualquer mandamento “ainda que dos menores” seria considerado mínimo no Reino dos céus (Mat. 5:19), o Cristo restaria Se desqualificando Si mesmo, dentro da inescapável lógica antinomista.

E há até alguns que sustentam que os que não obedecem plenamente os mandamentos divinos, nem por isso deixarão de ir para o céu, só que lá ficarão numa condição de “mínimos”. Ou seja, vão se salvar, mas não terão lá grande prestígio nos parâmetros da glória! Destarte, o próprio Cristo seria um Ser sem grande “patente” celestial, pois que ensinou direta ou indiretamente os Seus contemporâneos a não darem valor a um dos mandamentos, fazendo campanha contra o 4o. do Decálogo!

Nessas circunstâncias, seria Sua situação melhor do que a daqueles aos quais chamou de “sepulcros caiados” que adotavam a filosofia do “façam o que eu digo, mas não o que faço”? E hipócritas sequer podem almejar um dia habitar as mansões eternas?

Todavia, embora querendo “acabar” com o sábado, na interpretação antinomista, Cristo “Se esquece” de dizer abertamente que não é para cumprir o mandamento. Diz, porém, que é para atentar ao que os chefes religiosos diziam, e praticar, mas não do modo hipócrita em que pretendiam obedecer à lei. Entretanto, uma das coisas que eles diziam para o povo cumprir era o descanso aos sábados (ver Mateus 23:1, 2 cf. Lucas 13:14)!

Temos aí, pois, mais uma incrível contradição, pela ótica antinomista—Ele quer acabar com o sábado, mas não diz nada objetivamente nesse sentido, apenas fica com “indiretas”. Ao recomendar, porém, àquela gente que atentem ao que dizem seus líderes religiosos e cumpram (“fazei e guardai . . . TUDO quanto eles vos disserem”), a indireta termina sendo de recomendação ao sábado! O Cristo dos antinomistas é certamente bem pouco atento a esses importantes detalhes e termina caindo em evidente contradição!

Seja como for, Ele lança-Se em sua “campanha anti-sabática” apenas dando “pistas” quanto à futura atitude de desprezo pelo mandamento. Contudo, nesse empreendimento Ele decerto fracassou, pois não conseguiu convencer a Sua própria santa mãe e outras mulheres que O serviam com a máxima dedicação a desprezarem o sábado. Nem convenceu ao autor bíblico inspirado, Dr. Lucas. Este relata, escrevendo 30 anos após Sua morte, que as santas mulheres que preparavam ungüentos para embalsamar o corpo do Senhor pararam todas as atividades ao final da sexta-feira, e no sábado “repousaram conforme o mandamento” (Lucas 23:56). As “indiretas” de Cristo contra a guarda do sábado certamente não surtiram o efeito desejado ( . . . pelos antinomistas).

Cristo ainda atribui ao Pai a incoerência das incoerências, agora colocando o próprio Deus em situação também complicadíssima, sempre segundo a visão antinomista. Além de, como já vimos, Ele ter misturado preceitos morais com um cerimonial, ainda cria uma lei que, na prática, não funciona um dia por semana. Eis que “os sacerdotes violam o sábado e ficam sem culpa” (Mat. 12:5), o que, nessa incrível teologia, significa simplesmente que eles não cumpriam o preceito divino porque atuavam no Templo, sacrificando até em dobro aos sétimos dias.

Ou seja, a lei religiosa criada para elevar espiritualmente o povo era violada cada sábado pelos próprios líderes espirituais que tinham o dever de dar o melhor exemplo àquela boa gente, mas o Legislador se esqueceu do detalhe que aos sábados a lei não era respeitada justamente por aqueles que a deviam promover entre o povo! Um Legislador assaz incompetente. . .

Essa louca teologia, porém, prossegue ensinando que todos os Dez Mandamentos foram abolidos na cruz, contudo os princípios morais básicos foram sendo restaurados, menos a questão do dia de guarda. Tanto assim que todos os mandamentos estariam repetidos no Novo Testamento, menos o do sábado.

Isso significa que, como dizemos em nossa matéria “10 Dilemas dos Que Negam a Validade dos 10 Mandamentos Como Norma Cristã”, se todos os mandamentos foram abolidos na cruz, mas sendo depois restaurados no Novo Testamento (menos o 4º.), imaginemos uma situação incrível que se estabeleceria: O 5º mandamento foi de embrulho com todos os demais regulamentos morais e cerimoniais quando Jesus exalou o último suspiro e declarou, “Está consumado”.

Daí, no minuto seguinte, qualquer filho de um seguidor de Cristo poderia chutar a canela de seu pai ou mãe, xingá-los, desobedecê-los e desrespeitá-los livremente, eis que o 5o. mandamento só foi “restaurado” quando Paulo se lembrou de referi-lo, escrevendo aos efésios, e isso no ano 58 AD (ver Efé. 6: 1-3)! E, pior ainda, os termos do mandamento “não matarás” só foram reiterados por Paulo em Romanos 13:9, no ano 56 ou 58 AD (bem como “não adulterarás”, “não furtarás”, “não cobiçarás”. . .).

Ou seja, por quase 30 anos os filhos dos cristãos não tinham que respeitar os pais, pois o 5º. mandamento só é restaurado após umas três décadas, e mesmo assim só para os efésios. Muitas décadas mais se passaram até atingir toda a comunidade cristã para cientificar-se da necessidade de os filhos respeitarem seus pais! Além de os cristãos poderem matar uns aos outros, etc., nesse mesmo período “sem a lei restaurada”. . . Faz sentido isso tudo?

Por aí se vê a enrascada em que essa gente se mete ao contrariarem o “assim diz o Senhor” das Escrituras.
Contudo, a desvairada teologia semi-antinomista continua fazendo seus estragos. Segundo ela, Paulo diz quatro coisas diferente a respeito do princípio do dia repouso em quatro de suas epístolas:

a) Aos Romanos, segundo ainda essa teologia semi-antinomista, tanto faz guardar um dia como outro, ou dia nenhum, que Deus aceita tudo sem problema. Pode ser, conseqüentemente até o sábado! Os crentes que decidam livremente como será a sua liturgia de observância ou não de um dia dedicado a Deus, cada um segundo a sua conveniência (ou de seu patrão). Agora, como o “Deus de ordem e não de confusão” encararia isso, não é dito, sobretudo porque seria meio complicado pensar em que dia esses cristãos se reuniriam para o culto, já que Mateus dedica o domingo ao Senhor, Tiago a 2a. feira, André a 3a. feira, Filipe a 4a. feira, Pedro a 5a. feira, João a 6a. feira, Judas Tadeu o sábado e Bartolomeu, dia nenhum. . . A base disso? A interpretação que dão a Romanos 14:5 e 6.

b) Aos Gálatas a instrução é que guardar dias, e meses, e tempos e anos é voltar aos “rudimentos fracos e pobres”. Logo, não há nenhum dia mais para guardar, nem sábado, nem domingo, nem qualquer dia que seja. É até um pecado pensar em dedicar um dia ao Senhor, coisa “fraca”, e “pobre”. A base disso? — Gálatas 4:9 e 10.

c) Aos Colossenses, o sábado não é mais para ser observado porque foi abolido com a “cédula de ordenanças”. A base?—Colossenses 2:14-16. O que fica no lugar? Paulo simplesmente nada diz, e como se contradiz com o que dissera aos romanos, fica o mistério pairando no ar. . .

d) Aos Coríntios, ele sugere que os cristãos observem o primeiro dia da semana indo à Igreja regularmente para arrecadar ofertas (1 Cor. 16:2), não necessariamente para comemorar a Ressurreição que em parte alguma das Escrituras conta com qualquer recomendação de observância ou é prática sugerida.

Bem, mas se o sábado é um mandamento “cerimonial”, todas as cerimônias eram o antitipo que apontavam para o tipo—a sombra que encontrava a realidade. Qual era o sentido simbólico do sábado “cerimonial”? Oh, isso é fácil, segundo os antinomistas—o sentido se acha na epístola aos Hebreus que traz exatamente a exposição do cerimonial israelita detalhando o seu significado na expiação de Cristo.

É verdade, os capítulos 7 a 10 de Hebreus detalham muita coisa sobre o sentido do sangue de bodes e carneiros, e atividades dos sacerdotes e levitas, o sentido do santuário terrestre e das ofertas e suas peças do ritual todo de Israel, enfim, uma exposição bem completa expondo o fim do Velho Concerto [Velho Testamento] e o cumprimento do simbolismo de suas inúmeras cerimônias.
Mas, onde é que o “sábado cerimonial” entra nessa explicação toda do sentido do cerimonial judaico nos capítulos específicos onde o autor discorre a respeito? Não entra!

A questão do sábado merece dois capítulos especiais, o 3 e o 4, para expor, não que foi abolido por ter cumprido o seu papel prefigurativo, mas que “resta um repouso sabático [sabbatismós, em grego] para o povo de Deus” (Heb. 4:9). Então, em lugar de o sábado ser discutido nos capítulos 7 a 10 de Hebreus que tratam do sentido do cerimonial, nem aparece em tal local. Ou melhor, aparece sim, no capítulo 8:6-10 onde é dito que sob o Novo Concerto [Novo Testamento], Deus escreve a Sua lei nos corações e mentes dos que aceitam os seus termos. E em parte alguma é dito que quando Ele escreve, mediante a operação de Seu Espírito, as Suas leis nos corações e mentes de Seus Filhos, o mandamento do sábado fica de fora, ou tenha havido mudança do sábado para o domingo.

O pessoal da teologia antinomista gosta de dizer que agora não mais vivemos sob a “lei mosaica” (no que estão certos), e sim sob a “lei de Cristo”, ou “lei da fé”, ou “lei da graça”, ou “lei do Espírito” contudo nenhuma dessas expressões aparece neste texto (que é reprodução de Jeremias 31:31-33), que apenas faz referência às “minhas leis” (de Deus). Destarte, fica o ônus da prova com quem negue que as tais “minhas leis” é algo diverso das leis de Deus já conhecidas por Israel quando a promessa desse Novo Concerto havia sido primeiro estendida ao povo escolhido.

E os leitores cristãos-hebreus da epístola que leva o seu nome compreenderiam muito bem a que “minhas leis” o autor se referia. Mas, se essas “minhas leis” são as mesmas de Jeremias 31:31-33, então as cerimônias que vigoravam ao tempo do profeta também deveriam entrar, alegam alguns. Ocorre que é exatamente nos capítulos 7-10 que o autor de Hebreus explica o sentido das cerimônias e o porquê de terem findado.

Como os leitores originais da epístola, os judeus-cristãos, já sabiam que o véu do Templo estava rasgado de alto a baixo, e como liam no capítulo 4:9 que “resta um repouso sabático para o povo de Deus”, eles não teriam dúvidas de que o mandamento do sábado não tinha por que estar excluído das “minhas leis” que Deus promete escrever nas mentes e corações dos filhos de Deus, segundo “superiores promessas”. E essas promessas representam a atuação do Espírito Santo, cuja posse leva o justo que vive pela fé a vivenciar a “a justiça da lei” (Romanos 8:3, 4).

Afinal, Paulo pergunta: “Anulamos, pois, a lei pela fé?” E ele mesmo responde: “Não, de maneira nenhuma, antes confirmamos a lei” (Rom. 3:31). Esta passagem final coloca as coisas dentro da devida perspectiva e representa um golpe mortal sobre as loucuras das interpretações antinomistas.

Autor: Prof. Azenilto G. Brito

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Sobre Blog Sétimo Dia

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17 respostas para A Caótica Teologia Antinomista

  1. JMarcos disse:

    Fui buscar o significado de antinomismo e achei páginas na internet de igrejas que não aceitam o sábado mas são contra os antinomistas e afirmam categoricamente que o decálogo ainda é válido para o cristão atual. Como podem fazer tal afirmação e negar a validade do sábado para os cristãos? Não é uma incoerência?

  2. JMarcos disse:

    Veja o site http://comunidadewesleyana.blogspot.com.br/2009/01/antinomismo.html este descreve muito melhor a questão antionomista, pena que não falem sobre o quarto mandamento explicitamente, mas implicitamente eles acabam confirmando a sua validade.

  3. alexandre disse:

    “Primeiramente, pelo confuso raciocínio desses “teólogos”, temos um Deus um tanto quanto desorganizado, que mistura um preceito cerimonial dentro de um código de normas morais. Pois não é que esse Deus profere solenemente aos ouvidos do povo escolhido 10 mandamentos como base de um concerto muito especial com tal povo, depois ainda escreve tais mandamentos com o Seu próprio dedo em duas tábuas de pedra, e isso por duas vezes (pois as primeiras pedras foram quebradas por Moisés), sendo 9 preceitos morais e um cerimonial?”

    Essa fala é o suficiente para rejeitar todo o texto, pois esse Deus, ao qual azenilto chama de desorganizado, misturou vários preceitos morais com preceitos ceimoniais, no livro da lei de moisés.

    Temos por exemplo, a proibição de cobrar juros abusivos dos irmãos,que é uma questão de ordem moral, em meio a várias questoes de ordem cermônial.

    “levítico 25:E, quando teu irmão empobrecer, e as suas forças decaírem, então sustentá-lo-ás, como estrangeiro e peregrino viverá contigo.
    Não tomarás dele juros, nem ganho; mas do teu Deus terás temor, para que teu irmão viva contigo.
    Não lhe darás teu dinheiro com usura, nem darás do teu alimento por interesse.”

    Esse texto acima , que é de caráter iminentimente moral, está em um contexto cerimonial, dentro do livro que os adventistas chamam de lei de moisés.

    Por isso a fala de azenilto só convence mesmo as ovelhas adventistas.Quem der numa olhadinha na biblia , vai que normas morais e cerimônias estão misturadas por esse Deus que azenilto chama de desorganizado.

  4. Rídley Matos disse:

    “FUI BATISTA E ESSE ASSUNTO DEIXA OS PASTORES COM A CABEÇA QUENTE,QUANDO COMEÇEI A ESTUDAR COM OS ADVENTISTAS TODOS OS DIAS EU QUESTIONAVA OS PASTORES BATISTA SOBRE ESSE ASSUNTO, NAO TINHAM EXPLICAÇÕES LOGICAS ERROLAVAM E NAO EXPLICAVAM, FOI AÍ ENTAO QUE RESOLVI SAIR DA IGREJA BATISTA E HOJE PELA GRAÇA DE DEUS SOU UM ADVENTISTA DO SETIMO DIA!!! AGUARDANDO E APRESSANDO A VOLTA DO NOSSO SENHOR E SALVADOR JESUS CRISTO”

  5. Sergio disse:

    o que realmente é “suficiente” é observar o quanto a teologia do antinomismo é incoerente,contraditório e sem nexo.Parabéns ao professor Azenilto pela esclarecedora explanação da TREMENDA E CONTRADITÓRIA TEOLOGIA ANTINOMISTA.

  6. alexandre disse:

    Ora Sérgio!
    Eu posso tomar sua frase e aplicá-la até mesmoa Jesus Cristo:

    “o que realmente é “suficiente” é observar o quanto JESUS CRISTO é incoerente,contraditório e sem nexo.”

    Viu como é fácil fazer qualquer afirmação que se queira, quando não é preciso desmantelar por lógica um argumento?

    Primeiro explane e mostre que meu raciocínio está errado e azenilto está certo no que falou.Daí então poderá dizer o que disse com fundamento.
    Caso contrário, sua afirmação só terá utilidade para os idiotas.

    Deus o abençôe!

  7. José disse:

    O alexandre latoeiro manjado assembleiano esta de volta.Como é seu costume ele entra em site adventista a fim de combate-los,tal qual Dom Quixote que combatia os moinhos de vento.Ele costuma destilar a sua peçonha de reptil asqueroso e quer vender o seu peixe podre.
    A Lei de DEUS é eterna como o próprio DEUS e govêrna todas as ordens inteligentes,não pode ser mudada,se fosse possível a sua mudança não teria sido preciso a vinda de JESUS à Terra para morrer pelo homem(era só mudar a lei que o penalizava),e a fim de mostrar a todos essa imutabilidade ELE pagou a pena do pecado do homem com Sua própria vida e abriu a possibilidade de reintegração(salvação) do homem(caso se arrependesse) com DEUS.Ou o homem morria por seu pecado morte eterna(o que é justo,pois ele pecou e o salário do pecado é a morte) ou Alguém morria no seu lugar dando-lhe vida,sacrificio vicário(graça de DEUS),porém doravante seria acompanhada da obediência aos reclamos da Lei(Rm 6:1-4).
    Essa guerra contra a Lei de DEUS começou no céu(Jo 8:44e45)e se estendeu até a Terra, e muitos tem tomado partido,uns de um lado(DEUS) outros de outro(Satanás).
    Não queiras proceder como um prefeito de uma cidade do interior:foi dito a ele que tal obra não poderia ser feita,pois a lei da gravidade(gravitação universal) não permitia,o que ele retrucou; que fosse votada a sua mudança.
    Do Gn ao Ap como um fio de prata a Lei de DEUS se apresenta a todos.Aqueles que forem sábios entenderão(Dn 12:10).
    Se não sabes,vou contar um segredo:Assim como JESUS,foi no seu tempo a pedra de toque, Rocha de ofensa,hoje o quarto mandamento,o sábado,assim também será.
    Quer ouças ou deixe de ouvir,e quem quiser entender que entenda(Dn 12:10)!

  8. alexandre disse:

    O José, refute o que eu disse!

    Mostre como azenilto está correto em chamar Deus de desorganizado, por misturar normas morais e cerimoniais.Deus faz isso mesmo!

    Mostre que tem moral e competencia , e demonstre o quanto eu estou errado sobre o que eu disse!

    Senão será assim como o Sérgio.sua afirmação só vai servir para idiotas!

  9. alexandre disse:

    Vai lá José!

    Estou esperando vc se manisfestar sobre o que eu disse da fala do azenilto!

  10. alexandre disse:

    Vai lá, José!

    O que você e os adventistas tem a dizer sobre o fato de azenilto ter chamado Deus de desorganizado, pela prática de misturar normas morais e cerimoniais, sendo que Deus fez isso mesmo?

  11. alexandre disse:

    “O alexandre latoeiro manjado assembleiano esta de volta.Como é seu costume ele entra em site adventista a fim de combate-los,tal qual Dom Quixote que combatia os moinhos de vento.Ele costuma destilar a sua peçonha de reptil asqueroso e quer vender o seu peixe podre.”

    Vejam só, senhores:

    Eu recebi a nomenclatura de “reptil asqueroso” por qual motivo?
    Tão somente por apontar uma ignorância do Azenilto, ao chamar Deus de desorganizado, coisa que eu não tenho coragem de fazer ainda que ele fosse, pois Deus mistura mesmo normas morais e cerimoniais.

    Eis aí um representante da única igreja verdadeira.
    Ele não consegue aceitar uma verdade e se quer representande de Deus!
    Se estou falando algo errado, que José ou outro adventista qualquer, use o espaço aqui e demonstre que o que eu falei não está correto!

    Aguardo.

  12. Caro Alexandre.

    Desejo sinceramente que o Espírito Santo lhe dê entendimento para a leitura a seguir. E que você a faça sem preconceitos. Você é um cristão sincero, filho amado de Deus e não estou aqui para lhe convencer absolutamente de nada. Tenho muito apreço pelos irmãos assembleanos e admiro o zelo que esta igreja tem pela palavra de Deus. Quanto ao comentário nada amoroso do irmão que o chamou de latoeiro, perdoe-o. Muitos tem conhecimento mas lhe falta o essencial: amor. Achei necessária a postagem, pois creio que muita confusão se faz a respeito do que seja a Lei de Deus e a Lei de Moisés. O conteúdo que se segue, foi postado também aqui no blog em forma de post. Mas será reproduzido aqui neste espaço, para esclarecer nossos leitores. Deus abençoe a Todos!

    **********

    A Bíblia apresenta várias leis com destaque para a lei de Deus que abrange os Dez Mandamentos escritos em duas tábuas de pedra.1 Outras, foram agrupadas em um livro e disciplinam diversos assuntos. E esta questão básica não é compreendida pela maioria dos cristãos, ocasionando entre eles, inúmeras contradições e severos erros doutrinários.

    Na lei de Deus (Romanos 7:22; Romanos 8:7), conhecida também como a “lei da Liberdade”, “lei Régia” ou “lei Real” (Tiago 1:25; Tiago 2:8), não existe orientações sobre alimentação, higiene, procedimentos litúrgicos, processos jurídicos, penais e etc. Nela encontra-se unicamente princípios morais e éticos reunidos em dez preceitos escritos diretamente por Deus.2

    Após proclamar e entregar essa lei no monte Sinai (Deuteronômio 9:10), Deus orientou Moisés a escrever um livro contendo diversas leis civis, levíticas, sanitárias, tributárias, militares, judiciais, entre outras.3 E este livro é identificado como: livro de Moisés; livro da Aliança; livro da Lei e, lei de Moisés.4

    Embora Moisés tenha sido o responsável por escrevê-lo, os israelitas tinham plena convicção que todas as suas instruções eram provenientes de Deus, e isso os motivou a chama-lo também de: “livro da lei do Senhor” ou “livro da lei de Deus”.5 A variedade de regulamentos, estatutos e juízos contidos nele objetivava proporcionar condições de governabilidade da nação israelense, e também, guiá-los nos princípios que a “lei de Deus” (Dez Mandamentos) exigia. Deste modo, os israelitas poderiam aprender, vivenciar e ensinar ao mundo os propósitos de Deus para a humanidade.6

    Destacando que, apesar de Moisés ter transcrito a lei de Deus para o livro em questão, isso não significa que ela passou a ser considerada de mesma finalidade, importância e validade em relação as demais. Ele tão somente transcreveu para o livro uma cópia dessa lei que estava guardada dentro da arca da aliança.7 O acesso as duas tábuas de pedra que continham os Dez Mandamentos da lei de Deus era extremamente restrito devido a santidade delas e do local onde estavam alojadas. E, para que a nação pudesse ter a sua disposição uma leitura fiel delas, Deus ordenara que Moisés as transcrevessem para o livro.

    Preceitos Temporários e Perpétuos

    A lei de Deus é a base da lei de Moisés. Todos os preceitos morais e éticos mosaicos estão fundamentados nela; suas leis civis são norteadas pelos princípios dela; a reverência pelas coisas sagradas e as práticas cerimoniais que eram exercidas no santuário terrestre não teriam sentido algum se ela não distinguisse o pecado.8 Eliminar os Dez Mandamentos defendidos pela lei de Deus é destruir automaticamente todos os demais preceitos que conduzem a uma vida de retidão. Esses são alguns dos motivos pelas quais as “duas tábuas de pedra” estavam guardadas exclusivamente dentro da arca da aliança e nenhum outro sistema legislativo encontrava-se ali.

    Quanto as questões religiosas da lei de Moisés, várias normas cerimoniais (especialmente aquelas que simbolizavam a Cristo e Seu sacrifício) cessaram na cruz do Calvário.9 Porém, o mesmo não ocorre com suas regras morais derivadas diretamente da lei de Deus, como por exemplo, as citadas em Êxodo 23:1-9; Levítico capítulo 18 e, Levítico 19:13-18. Semelhantemente, permanece as leis sobre saúde10 e alguns princípios exigidos pelas leis civis e judiciais (observando os procedimentos atuais e locais).11 No geral, ao analisar a lei de Moisés (livro de Moisés), deve-se observar quais orientações são aplicadas na Nova Aliança e destas, quais são de aplicabilidade universal, pois, existem instruções destinadas exclusivamente ao povo de Israel.

    A enorme confusão que assola o cristianismo em relação aos Dez Mandamentos (reunidos na lei de Deus), provém do desprezo dessas questões básicas e essenciais. O uso da palavra “lei” na Bíblia é diversificado e complexo, não se obtém o verdadeiro entendimento, em cada caso, isolando versos de seus respectivos contextos. A falta de discernimento e até mesmo a falta de interesse em estudar esses assuntos, vem acarretando deturpadas interpretações bíblicas e de maneira mais acentuada nos escritos do apóstolo Paulo.

    As Escrituras relatam que alguns judeus que se converteram ao cristianismo defendiam que as cerimônias regidas pela lei de Moisés, sem valor para a Nova Aliança, fossem seguidas. Essa situação levou Paulo a rebatê-las, e isso proporcionou diversos conflitos como aqueles registrados em II Coríntios capítulo 3; Gálatas capítulo 2 e Colossenses capítulo 2. Motivado por esses fatos, Paulo foi impulsionado a dizer aos gálatas: “Sabendo, contudo, que o homem não é justificado por obras da lei, e sim mediante a fé em Cristo Jesus.” (Gálatas 2:16 cf Gálatas 3:11; Gálatas 4:8-11). Ele repreendia o ensino de que o cerimonialismo mosaico deveria ser seguido, e, censurou-os dizendo: “Não anulo a graça de Deus; pois, se a justiça é mediante a lei, segue-se que morreu Cristo em vão.” (Gálatas 2:21).

    Paulo demonstrava que seguir as prescrições cerimoniais orientadas pela lei de Moisés pertinentes a Antiga Aliança, sobretudo aquelas que representavam o sacrifício de Cristo na cruz, era desprezar o Seu sangue ofertado para pagar os pecados; era anular a Sua graça. E, diferentemente do ocorrido nas igrejas de Corinto, Galácia e Colossos, Paulo não teve esse problema nas igrejas de Roma. Aos romanos ele exortava referindo-se não as ordenanças da lei de Moisés que foram canceladas, mas, aos mandamentos da lei de Deus: “Porque os simples ouvidores da lei não são justos diante de Deus, mas os que praticam a lei hão de ser justificados.”(a) “Anulamos, pois, a lei pela fé? Não, de maneira nenhuma! Antes, confirmamos a lei.” (Romanos 2:13; Romanos 3:31). Note a exorbitante diferença entre Romanos 2:13 e Gálatas 2:16.

    E o apóstolo Pedro, responsável pelo ensino do Evangelho aos judeus, após ser alertado por Paulo a não permitir que os ensinos dos cristãos judaizantes fossem mantidos, escreveu a seguinte exortação:
    “(…) empenhai-vos por serdes achados por Ele em paz, sem mácula e irrepreensíveis. (…) como igualmente o nosso amado irmão Paulo vos escreveu… ao falar acerca destes assuntos, como, de fato costuma fazer em todas as suas epístolas, nas quais há certas coisas difíceis de entender, que os ignorantes e instáveis deturpam, como também deturpam as demais Escrituras, para a própria destruição deles…” (II Pedro 3:14-18).
    Outra referência que, além de evidenciar a distinção de leis nas Escrituras, revela a validade dos mandamentos da lei de Deus e a caducidade de várias ordenanças da lei de Moisés: “Foi alguém chamado sendo já circunciso? Não desfaça a sua circuncisão. Foi alguém chamado sendo incircunciso? Não se circuncide. A circuncisão não significa nada, e a incircuncisão também nada é; o que importa é obedecer aos mandamentos de Deus.” (I Coríntios 7:18-19 – Tradução: Nova Versão Internacional).
    Peculiaridades das Leis

    A lei de Deus, onde se encontram os dez mandamentos (Decálogo), foi escrita pelo próprio Deus e guardada dentro da arca da aliança. Sobre esta lei, Cristo declara ser eterna.8 Quando a Bíblia se refere as ordenanças do Livro da Lei nota-se um tratamento diferenciado, sobre ele é dito que fora escrita por Moisés, depositado ao lado da arca da aliança e vários de seus preceitos findaram na cruz, pois eram “sombras dos bens vindouros”.9

    Considerar que a Bíblia contém uma única lei, ou, que a palavra lei encontrada nela se refere unicamente a Lei de Moisés, é o mesmo que dizer ser a Bíblia um amontoado de contradições e afirmar que Paulo fazia acepção de pessoas quando comparamos Romanos 2:13 com Gálatas 2:16. É obrigatoriamente assumir que os Dez Mandamentos foram abolidos na cruz do Calvário, e assim apoiar um dos maiores ataques criados por Satanás contra eles (Apocalipse 12:17).

    Dois versos bíblicos são interpretados de maneira indevida para apoiar a ilusão de que o Decálogo foi revogado:
    “Aboliu, na Sua carne, a lei dos mandamentos na forma de ordenanças, para que dos dois criasse, em si mesmo, um novo homem, fazendo a paz.” (Efésios 2:15) “Tendo cancelado o escrito de dívida, que era contra nós e que constava de ordenanças, o qual nos era prejudicial, removeu-o inteiramente, encravando-o na cruz”. (Colossenses 2:14)
    O termo grego para “escrito de dívida” é “cheirographon” e refere-se a “manuscrito” ou “nota manuscrita”(b). Cheirographon deriva de “cheiropoietos” e significa feito pelas mãos humana. A palavra “ordenança” utilizada provém de “dogma” e denota doutrina, decreto, regras e requerimentos da Lei de Moisés(c).

    Essas informações esclarecem de forma inquestionável que esse “escrito de dívida” refere-se as ordenanças que Moisés escreveu em um livro, e não ao que Deus determinou nas tábuas de pedra. Paulo se refere a dívida que foi gerada pelo povo israelita em decorrência do desprezo deles para com a Antiga Aliança e que era norteada pelas ordenanças do Livro da Lei (Lei de Moisés). Isso ocasionou enorme separação entre o povo de Israel e Deus (Isaías 1:1-16; Oséias 2:10-13; Efésios 2:14-16).

    Na epístola aos romanos afirma-se que a Lei de Deus é santa, justa e boa (Romanos 7:12); que é agradável quando obedecida e que deve ser observada (Romanos 7:12-25; Romanos 3:31). Que o homem guiado por sua natureza pecaminosa não se submete às suas orientações e causa inimizade contra a Deus:
    “Quem vive segundo a carne tem a mente voltada para o que a carne deseja; mas quem vive de acordo com o Espírito, tem a mente voltada para o que o Espírito deseja. A mentalidade da carne é morte, mas a mentalidade do Espírito é vida e paz; a mentalidade da carne é inimiga de Deus porque não se submete à Lei de Deus, nem pode fazê-lo. Quem é dominado pela carne não pode agradar a Deus.” (Romanos 8:5-8 – Tradução: Nova Versão Internacional)
    É nítido o contraste quanto as legislações abordadas.

    Ainda sobre as peculiaridades dessas leis: A Lei de Deus revela o pecado10, enquanto a Lei de Moisés prescrevia ofertas por causa do pecado11; e estas ofertas eram apenas simbolismos de Cristo, o único que pode perdoá-lo12. A Lei de Deus não possui regras punitivas para os seus transgressores, tais normas penais eram encontradas na Lei de Moisés e foram seguidas, também, de forma transitória até a época de reforma.13

    Antes do sacrifício de Cristo na cruz, aquele que aceitasse o pacto da Antiga Aliança e, posteriormente, violasse as ordenanças contidas na Lei de Moisés e/ou transgredisse os mandamentos da Lei de Deus era punido de forma imediata, em alguns casos com a morte dependendo do crime.

    E, embora os procedimentos punitivos do Antigo Concerto estejam invalidados atualmente com o Novo Concerto e, o pecador não receba punição como nos tempos do ministério mosaico(d), isso não significa que a Lei de Deus (reafirmada na Nova Aliança – Hebreus 8:10-13 cf Hebreus 10:16-17) perdera valor, e que as transgressões cometidas contra ela não sofrerão as devidas punições; pois, pecado continua sendo a transgressão aos seus princípios.14 Quando Cristo voltar pela segunda vez, Ele retribuirá a cada um conforme as suas obras. Nada ficará impune.15

    O apóstolo João declara que os Dez Mandamentos não são penosos e um coração confiante e tranquilo reflete a obediência a eles, pois Cristo capacita todo aquele que O ama a obedecê-los.16

    a. Acesse: A Lei de Deus aos Romanos – II
    b, c. STRONG, J. (1981). The Exhaustive Concordance of the Bible, ed. Macdonald Publishing Company, referências n.º 5498, 5499, 1378.
    d. Acesse: Os Ministérios da Lei de Deus

    1. Êxodo 32:15-16; Êxodo 34:28; Deuteronômio 4:13-14; Deuteronômio 9:9-11.
    2. Êxodo 20:1-20 cf Deuteronômio 5:1-22; Êxodo 31:18; Êxodo 34:1-2.
    3. Êxodo capítulos 23, 29 e 30; Levítico capítulos 1-7, 21 e 22; etc.
    4. Êxodo 24:7; Deuteronômio 29:21; Deuteronômio 31:24-26; Josué 1:8; II Reis 23:2 e 21; II Crônicas 25:4; II Crônicas 34:30; Neemias 8:1; Neemias 13:1; Marcos 12:26; Lucas 2:22; Lucas 24:44; Atos 15:5; I Coríntios 9:9; e etc.
    5. Josué 24:26; II Crônicas 17:9; II Crônicas 34:14; Neemias 8:18; Neemias 9:3.
    6. Êxodo 19:5-6 cf Gênesis 18:19, Gênesis 26:4-5, Romanos 3:2; Levítico 24:22; Isaías 51:4; Isaías 56:6-7; Romanos 3:29-30; Gálatas 3:28-29.
    7. Êxodo 25:16; Êxodo 25:21; I Reis 8:9; I Reis 8:21; II Crônicas 6:11; Hebreus 9:1-4.
    8.
    9. João 1:45; João 5:46; Marcos 15:37-39; Gálatas 3:23-29.
    10. Levíticos capítulo 11.
    11. Deuteronômio 17:8-10; Deuteronômio 21:18-20 cf Romanos 13:1-4; Tito 3:1-2.

    8. I Reis 8:8-9; Mateus 5:17-19; Lucas 16:17 cf Malaquias 3:6; Tiago 2:10-12.
    9. Deuteronômio 31:9, 24-26; Efésios 2:14-16; Colossenses 2:12-17; Hebreus 9:9-10 cf Hebreus 10:1.
    10. Romanos 3:20; Romanos 7:7; Tiago 2:8-9; I João 3:4.
    11. Levíticos capítulos 4-7, 16 e etc.
    12. Hebreus 9:23-28; Hebreus 8:1-13; Hebreus 9:9-10 cf Apocalipse 13:8.
    13. Colossenses 2:13-15; Hebreus 7:18-19 cf Efésios 2:14-16.
    14. Romanos 4:15; Romanos 7:1; Tiago 2:8-13; I João 3:4.
    15. Mateus 24:29-31; II Tessalonicenses 2:7-10; Apocalipse 22:11-15; Hebreus 4:12-13.
    16. I João 5:1-5; I João 3:21-24; João 14:12-26 cf II João 1:4-6; Hebreus 10:16-17.

  13. lin2000 disse:

    Olá pessoal do Blog Sétimo Dia, é a primeira vez que eu comento mas, já leio as publicações há bastante tempo. Eu vejo a preocupação deste Blog e o respeito que ele trata as pessoas, infelizmente alguns, talvez por motivo de irem com muita sede de responder alguns comentários ultrapassam e dizem coisas que desagradam até nós que professamos a mesma fé. Eu sei e reconheço que, temos que ter muita comunhão com Deus para saber tratar e responder às pessoas, (não desconsiderando que o irmão não tenha)mas, é muito perigoso e sutil ao respondermos a razão de nossa fé. O irmão Alexandre escreveu e algo e disse que quer que alguém refute o que ele escreveu. Veja que os mandamentos que ele citou e que estão juntos dos demais mandamentos cerimoniais e que também têm caráter moral, são aplicados a uma determinada classe de pessoas, e/ou em alguma época ou situação, (no caso dos Israelitas). Enquanto o Decálogo é aplicado a todos os povos em todas as épocas. Ele mesmo pode conferir no Site: https://sites.google.com/site/iasdonline/home/reparador/iead01 e outros artigos na seção “Assembléia de Deus e a Lei” que a própria IEAD, a qual ele pertence, entra em contradição em relação à Lei e especialmente ao Sábado. Pois, se ele foi abolido por ser cerimonial, como eles dizem, também erram guardando um dia espúrio que não tem base bíblica e, pior, de autoridade da ICAM. Nós Adventistas não queremos empurrar goela abaixo a aceitação do Sábado, queremos que todos participem das bênçãos maravilhosas que Deus tem a nos dar nesse dia, (nos demais também, mas, o sábado é especial, pois, Deus abençoou e separou um “tempo” e não somente um dia. E por que Ele santificou e abençoou o tempo e não um lugar? Porque Ele quer que todos desfrutem dessa bênção maravilhosa de estar em comunhão exclusiva com Ele e com o próximo, pois Ele sabia que o homem não ia ter tempo para Ele vivendo num mundo tão complicado como esse nosso. E, se fosse santificado e abençoado um lugar, nem todos poderiam desfrutar dessa bênção). É isso que a Bíblia e nós queremos que todos entendam. Hoje, ninguém tem mais tempo pra nada, nem pra si mesmo e, foi por isso que Ele disse:” Lembra-te… ” pois sabia que o homem não só ia esquecer, mas também ser levado por engano do inimigo. Agradeço pelo espaço, peço desculpas, se fui desagradável.

  14. José disse:

    Caro Alexandre,

    O artigo em tela cuja autoria é atribuida ao Azenilo,faz uso da figura de linguagem chamada ironia,que diz exatamente o contrário do que se pensa.
    Ele,Azenilto,aponta a incoerência daqueles que se dizem favoráveis a Lei de DEUS(e não são),e são contra um de seus mandamentos,pinçam o sábado,dos dez mandamentos,porque lhes convém.Ele então zomba,faz troça dos tais e não de DEUS,parece que vc não entendeu o artigo e sua real aplicação.
    Ele chega ao ápice do artigo quando ironicamente diz que DEUS,por ser desorganizado,deixou um mandamento cerimonial(no uso da ironia dize-se o contrário o que se pensa)no meio de mandamentos de ordem moral.O contrário é o que ele pensa,pois o Sábado não faz parte da lei cerimonial e sim da Lei moral,suas origens remontam aos primeiros dias da origem da Terra(Gn.2:1-3).No jargão jornalístico o seu erro seria chamado de ¨barrigada¨por falta de apuro do mesmo,por vc incorrer em interpretação equivocada.
    O Azenilto está correto e vc Alexandre está errado,inclusive quando vc chama todos aqueles que não pensam ou entendem como vc entende,de ¨idiotas¨,posto que posso inferir assim,pois se cremos na nossa doutrina,diferentemente da sua,somos todos ¨IDIOTAS¨.
    Aqueles que leram o que vc escreveu,inclusive o blogueiro,leram apenas o que quiseram ler.Não faço uso do abominável humanista politicamente correto.A verdade,a justiça,o direito não combinam com o politicamente correto.Querem até criminalizar doutrinas bíblicas,não vou condescender.O mundo hodierno primam pelo politicamente correto,e cada vez mais afundam no lamaçal do pecado e alienação.
    O Mestre JESUS,não fez uso do politicamente correto,vejam a sua posição no conflito entre a verdade e a mentira:Mt.17:17(geração incrédula e perversa),Mt.23:13-36(hipócritas,guias cegos,insensatos e cegos,cegos,hipócritas,semelhantes a sepulcros caiados,cheios de hipocrisia e iniquidades,SERPENTES,raça de VÍBORAS),chamou o rei Herodes de raposa…e tem muito mais);Jo 8:44.
    Chegou o tempo que a verdade deve ser dita como ela é(não foi feita para agradar),e deixemos os resultados com DEUS.Aqueles que combatem a verdade não são amigos nem irmãos,são pessoas usadas pelo inimigo maior da verdade,e se juntais aos tais,ireis com eles.

  15. José disse:

    No lugar de:O mundo hodierno…escreva:No mundo hodierno,

  16. alexandre disse:

    Ora,José! Vamos a sua fala.
    “O artigo em tela cuja autoria é atribuida ao Azenilo,faz uso da figura de linguagem chamada ironia,que diz exatamente o contrário do que se pensa.
    Ele,Azenilto,aponta a incoerência daqueles que se dizem favoráveis a Lei de DEUS(e não são),e são contra um de seus mandamentos,pinçam o sábado,dos dez mandamentos,porque lhes convém.Ele então zomba,faz troça dos tais e não de DEUS,parece que vc não entendeu o artigo e sua real aplicação.”

    Não sei onde encontrou ironia aí!

    Você precisa de usar um pouco de lógica elementar.

    Azenilto faz uma “ironia” que RECAI SOBRE O PRÓPRIO DEUS.

    Vamos a fala de azenilto:

    “Primeiramente, pelo confuso raciocínio desses “teólogos”, temos um Deus um tanto quanto desorganizado, que mistura um preceito cerimonial dentro de um código de normas morais.”

    Veja que azenilto analisa a pessoa de Deus se valendo do ponto de vista dos demais teologos.
    Entretanto, O DESORGANIZADO É POR CONTA DO AZENILTO.
    Nenhum teólogo de outra denominação considera Deus um “desorganizado” por misturar normas morais e cerimoniais.Portanto,essa “ironia” do azenilto só existe na sua cabeça.
    Quem aí considera Deus um desorganizado é o próprio Azenilto,já que nenhum teólogo de outra denominação considera Deus desorganizado por fazer misturas de normas morais e cerimoniais.
    No conceito de azenilto e não dos demais teólogos, Deus seria um desorganizado.
    Azenilto afirma que, segundo o raciocínio dos teólogos, DEUS “é um tanto desorganizado”.
    Ou seja, azenilto chama Deus de desorganizado,no caso de ELE misturar normas morais e cerimôniais.JÁ DEIXEI CLARO QUE DEUS FAZ ISSO MESMO!
    Logo, a fala de azenilto recai sobre o próprio Deus!

    Se você fizer um cursinho de interpretação de texto , vai te ajudar muito!

  17. alexandre disse:

    “O Azenilto está correto e vc Alexandre está errado,inclusive quando vc chama todos aqueles que não pensam ou entendem como vc entende,de ¨idiotas¨,posto que posso inferir assim,pois se cremos na nossa doutrina,diferentemente da sua,somos todos ¨IDIOTAS”

    Quem está dizendo que vocês são idiotas é você mesmo, não eu.

    O que eu disse vai abaixo:

    O José, refute o que eu disse!

    Mostre como azenilto está correto em chamar Deus de desorganizado, por misturar normas morais e cerimoniais.Deus faz isso mesmo!

    Mostre que tem moral e competencia , e demonstre o quanto eu estou errado sobre o que eu disse!

    Senão será assim como o Sérgio.sua afirmação só vai servir para idiotas!

    Se você afirmar que alguém está errado em sua afirmação, mas não desmontar a argumentação contrária, SOMENTE os tolos farão uso de suas afirmações!

    Qualquer pessoa de bom senso vai descartar suas afirmações por não ter fundamento!
    Simplesmente uma fala do tipo que o Sérgio profeririu não serve pra gente um pouquinho mais inteligente!

    Nem de longe, ou por qualquer inferência lógica, chamei vcs de idiotas!

    Apenas a sua fala, destituída do raciocínio, servirá para os idiotas, sejam assembleianos ou adventistas, ou seja lá que espécie de idiota seja.

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