O Sábado é Eterno

Você sabia que mais de 30 milhões de pessoas guardam o sábado ao redor do mundo? Você acha que o sábado é coisa de judeu? Ou será coisa do Antigo Testamento? No programa de hoje o Pr. Ivan Saraiva explica um pouco mais para você sobre este assunto. Confira!

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“SOLO CHRISTO”, “SOLA GRATIA”, “SOLA FIDE”, “SOLA SCRIPTURA” (salvação somente em Cristo, somente devido à graça de Deus, somente pela instrumentalidade da fé, somente com base na Escritura)
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12 respostas para O Sábado é Eterno

  1. Roberto Freire disse:

    A paz do Senhor a todos.
    Escrevi ontem que apesar de ter visto o vídeo do pastor Ivan Saraiva, recebi recentemente um outro artigo publicado do livro do pastor Amilton Justus, do qual não sei sua denominação, onde este enumera 30 razões para não se guardar o sábado. Como não estou propenso a polimizar o tema e sim o de realmente descobrir a verdade sobre ele, gostaria que me orientassem biblicamente e textualizassem onde este último faz as chamadas que pronunciam que NÃO devemos guardar o Sábado. Entre outros assuntos segue abaixo alguns dos textos bíblicos por ele referenciados o qual gostaria que vocês pudessem me explicar melhor a veracidade do entendimento:

    Exodo 31:12-17 O sábado faz parte de um concerto ou pacto, entre Deus e o povo de Israel

    Antes do concerto do sinai Deus não ordenou a ninguém que gardasse o sábado. (Gênesis 2:16-17) (Gálatas 3-8)

    O sábado era um pacto entre Deus e os Israelitas. Era bilateral. Só tinha validade com a aceitação e o cumprimento de ambas as partes (Deut. 5:27) (Lev. 26:45-46)

    O sábado consta no decálogo e esta não é a parte mais importante da lei de Deus. (Mateus 22:35-40) (Mateus 12:7-8) (Deuteronômio 6:5) (Deuteronômio 10:12)

    A Palavra “Lei” em nenhuma das 400 vezes que ocorre na Bíblia se refere somente ao decálogo, onde encontramos a guarda do sábado.
    (Efésios 2-15) (Colossenses 2:14) (Atos 15:10-11) (Hebreus 7:18)

    O sábado não é uma instituição perpétua, como a “Lei” não é.
    (II Cor. 3:11) (Gálatas 3:27-26)

    O sábado faz parte da “Lei” e esta foi totalmente abolida por Cristo (Efésios 2:14-15) (Colossenses 2:14) (Hebreus 7:18) (Hebreus 10:9) (II Cor. 11:3)

    Jesus Cristo, o mediador do novo concerto, e nosso Salvdor, nunca ordenou a ninguém que gardasse o sábado. (João 2:25) (João 5:16-18)

    O ministério da “Lei” (o sábado também) findou com o ministério de João Batista. (Lucas 16:16) (Mateus 11:13) (João 1:17)

    Estas e mais tantas outras chamadas encontram-se textualizadas pelo autor e nenhum momento levanto ou propicio opinião própria a respeito, mesmo porque estou buscando a verdade, e assim estou aberto para entender melhor e poder ser mais fiel ainda ao meu único Senhor.
    Já havia escrito porém não obtive resposta.
    Peço que mandem um retorno para melhor compreender tudo a meu e-mail ou mesmo neste blog pois sou assinante.

    Muito obrigado e que a paz do Senhor esteja sempre com todos vocês.

  2. Olá Roberto,

    Seguem nossos apontamentos:

    Exodo 31:12-17 O sábado faz parte de um concerto ou pacto, entre Deus e o povo de Israel

    1) Adão e Eva não eram judeus. “Deus abençoou o sétimo dia e o santificou” (Gênesis 2:3) antes do pecado ter entrado. “Santificado” significa “ser separado para uso santo”. Os únicos no Jardim do Éden, para quem o sábado foi “separado” foram Adão e Eva, que não eram judeus.

    2) “O sábado foi estabelecido por causa do homem” (Marcos 2:27). Jesus disse isso. Ele foi “estabelecido” no Jardim do Éden antes de ter sido escrito nas tábuas de pedra no Monte Sinai. O sábado foi “feito” para o “homem”, e não apenas para os judeus.

    3) Os outros nove mandamentos não são “apenas para judeus”. Deus escreveu “Dez Mandamentos” em pedra, e não apenas nove (Veja Deut. 4:12, 13; Ex. 20). Será que “Não cometerás adultério”, “Não matarás”, “Não roubarás” e “Não levantarás falso testemunho” só se aplica aos judeus?

    4) “O sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus” (Êxodo 20:10). Deus chama o sábado, “meu dia santo” (Isaías 58:13). A Bíblia nunca o chama de “sábado dos judeus”, pois não é deles mas de Deus.

    5) O mandamento do sábado é para o “estrangeiro” também. O quarto mandamento diz que o próprio “estrangeiro” deve descansar no sábado (Êxodo 20:10). “Estrangeiros” são os não-judeus, ou gentios. Assim, o sábado se aplica a eles também. Leia também Isaías 56:6.

    6) Isaías disse que os gentios deviam guardar o sábado. “E aos estrangeiros, que se unirem ao Senhor, para o servirem, e para amarem o nome do Senhor, sendo deste modo servos seus, todos os que guardarem o sábado, não o profanando, e os que abraçarem o meu pacto, sim, a esses os levarei ao meu santo monte, e os alegrarei na minha casa de oração; os seus holocaustos e os seus sacrifícios serão aceitos no meu altar; porque a minha casa será chamada casa de oração para todos os povos” (Isaías 56:6-7). Assim, o sábado é também para os gentios e para “todas as pessoas” não somente para os judeus.

    7) “Toda a humanidade” irá guardar o sábado na Nova Terra. Na “nova terra … de um sábado a outro, virá toda a carne a adorar perante mim, diz o Senhor” (Isaías 66:22-23). Aqui Deus diz que “toda a carne” guardará o sábado na “nova terra”. Se este for o caso – e o é – não devemos começar a fazê-lo desde agora?

    8) Os gentios guardaram o sábado no livro de Atos. “Os gentios rogaram que estas palavras fossem pregadas a eles no sábado seguinte … Paulo e Barnabé … os persuadiam a perseverar na graça de Deus” (Atos 13:42-43 – King James). Aqui os gentios salvos pela graça guardaram o sábado (ver também o versículo 44).

    9) “A lei [dos Dez Mandamentos] é para “todo o mundo”, não só para os judeus. Paulo escreveu estas palavras. Leia Romanos 2:17-23; 3:19, 23.

    10) Lucas era um gentio que guardava o sábado. Lucas foi o único gentio que escreveu livros do Novo Testamento (ele escreveu O Evangelho Segundo São Lucas e os Atos dos Apóstolos). Lucas viajou com Paulo e escreveu: “No sábado, saímos da cidade para junto do rio, pois pensávamos que ali devia haver um lugar de oração” (Atos 16:13). Era o sábado do sétimo dia, o memorial da criação (cf. Ex. 20:11). Tanto Lucas como Paulo sabiam disso.

  3. Antes do concerto do sinai Deus não ordenou a ninguém que gardasse o sábado. (Gênesis 2:16-17) (Gálatas 3-8)

    Ora, esse argumento é infantil. Nesta concepção então seria correto dizer que antes do Sinai, se os outro 9 mandamentos da lei moral também não foram expressos na Palavra isso significa então que as pessoas antes do sinai estavam autorizadas a matar, roubar, adulterar, dizer falso testemunho, idolatrar outros deuses etc???? Será que isso é assim mesmo? Será mesmo que o sábado já não era guardado antes do sinai?

    A Lei Moral de Deus expressa nos dez mandamentos não se originou , como muitos supõem, no Monte Sinai, na ocasião em que Moisés recebeu as tábuas de pedra escritas com o próprio dedo de Deus. Ela é eterna, como o Seu Autor, tão duradoura quanto Seu reino. É a expressa transcrição do Seu caráter e representa a união entre a sabedoria, a justiça e o amor.

    A Palavra de Deus define claramente o que é o pecado. Segundo ela, “o pecado é a transgressão da Lei” (I João 3:4). Ora, daí se pode depreender, então, que é impossível existir pecado se não existir a Lei.

    O primeiro transgressor da Lei não foi um judeu, mas foi um anjo chamado Lúcifer, antes mesmo de ter sido criado o homem. A mesma Escritura confirma que não pode existir pecado ou transgressão se não existir, também, a Lei, conforme está escrito:

    “… porque onde não há lei também não há transgressão” (Romanos 4:15). Portanto, é fato plenamente estabelecido e logicamente aceito que a Lei existe anteriormente ao pecado, pela simples razão de que não poderia haver pecado se não houvesse a Lei que pudesse ser quebrada ou transgredida.

    Não deve permanecer nenhuma dúvida de que a Lei Moral existe antes do Sinai. Além das razões já apresentadas, poder-se-ia citar o fato, mencionado nas Sagradas Escrituras, de que Abraão foi obediente, guardando a Lei de Deus (Gênesis 26:5). Também antes do Sinai existe a clara evidência de que os hebreus, recém saídos do Egito, guardavam o mandamento que estabelecia o dia de sábado como repouso.

    A experiência da colheita do “pão dos céus”, o maná, milagrosamente provido por Deus revela com clareza este fato. O relato de Êxodo 16:4 a 30 cita o fato de que diariamente deveria ser colhido o maná. Todos os dias colhia-se uma medida, que deveria ser consumida no mesmo dia, sob pena de, ficando para o dia seguinte, criar bichos, perder-se. Mas na sexta-feira era ordenado que se colhesse o dobro, para que o mesmo não fosse colhido no sábado.

    E, milagrosamente, este excesso não apodrecia, como se dava nos outros dias em que fosse colhido com sobra. As pessoas que no sábado saíram para o colher, não o acharam, por que no sábado o Senhor não o enviava. Estas pessoas foram severamente advertidas e repreendidas por Deus por causa de sua obstinação e desobediência na observância da Sua Lei, com referência ao santo dia de repouso.

  4. O sábado era um pacto entre Deus e os Israelitas. Era bilateral. Só tinha validade com a aceitação e o cumprimento de ambas as partes (Deut. 5:27) (Lev. 26:45-46)

    Sim, é verdade o Sábado é só para os judeus!!!

    Não, não pense que mudei de atitude relativamente ao Sábado! Continuo a considerá-lo, como sempre o considerei, e agora mais do que nunca, como sendo o verdadeiro dia de repouso para os cristãos, um dia que foi instituído na Criação pelo próprio Criador e que faz parte integrante da Lei fundamental (a Constituição) do Universo – os Dez Mandamentos.

    O povo de Israel na teologia bíblica

    É fulcral, para compreendermos quem é verdadeiramente o povo de Israel, que conheçamos bem a génese desse nome e desse povo. A primeira vez que o nome “Israel” aparece mencionado na Bíblia é no texto de Génesis 32:28. Nestas palavras: “Então, disse: Já não te chamarás Jacó, e sim Israel(2), pois como príncipe lutaste com Deus e com os homens e prevaleceste”.

    O contexto em que o nome “Israel” aparece então, pela primeira vez, na Bíblia, é quando Jacó lutou com “um homem” (v. 24), que o próprio Jacó veio a reconhecer tratar-se de Deus: “Vi a Deus face a face, e a minha vida foi salva” (v. 30). Esta luta de Jacó com Deus resultou na sua salvação! Jacó era agora, pela primeira vez na sua vida, um homem verdadeiramente convertido! Tinha passado pela experiência do novo nascimento! E Deus quis dar um “rosto” visível à mudança radical ocorrida na vida daquele homem enganador(3), mudando-lhe o seu nome(4) para Israel(5). Associado ao novo nome havia um novo caráter, uma “nova criatura”(6). Por conseguinte, este nome tem um profundo significado espiritual. Por outras palavras, revela que, o homem “Jacó” era agora um “Israel” espiritual(7).

    Israel teve 12 filhos “que entraram com Jacó no Egito” (Êxodo 1:1-5). Um filho, chamado José, teve vários sonhos (Génesis 37:5-10). Os filhos de Israel multiplicaram-se no Egito e foram forçados à escravidão até ao tempo de Moisés. Então Deus disse a Moisés, “Dirás a Faraó: Assim diz o Senhor: Israel é Meu filho, Meu primogénito. Digo-te, pois: deixa ir Meu filho, para que Me sirva; mas, se recusares deixá-lo ir, eis que Eu matarei teu filho, teu primogénito” (Êxodo 4:22-23).

    Aqui é-nos apresentado um importante desenvolvimento no pensamento bíblico. O nome “Israel” é agora expandido – não mais se refere unicamente a Jacó, mas também aos seus descendentes. A nação é agora chamada “Israel”. Assim sendo, o nome “Israel” foi primeiramente aplicado a um homem vitorioso, a seguir a um povo.

    Era desejo de Deus que esta nova nação de Israel pudesse ser igualmente vitoriosa como foi Jacó, através do exercício de uma fé nEle. Deus apelidou esta nova nação de Israel “Meu filho, Meu primogénito”. Israel foi chamado “uma videira” que Deus trouxe “do Egito” (Salmo 80:8). Deus disse, “Mas tu, ó Israel, servo Meu, tu, Jacó, a quem elegi, descendente de Abraão, Meu amigo” (Isaías 41:8). Deus também se referiu ao “Meu servo Jacó” e a “Israel, Meu escolhido” (Isaías 45:4).

    Por volta do ano 800 a.C., o Senhor disse, através do Seu profeta Oseias: “Quando Israel era menino, Eu o amei; e do Egito chamei o Meu filho” (Oseias 11:1). Por este tempo a nação de Israel, que Deus amou, tinha falhado em viver à altura do significado espiritual do seu próprio nome. Não tinha vivido vitoriosamente como um “príncipe de Deus”. Por isso Deus tristemente declarou: “Quanto mais Eu os chamava, tanto mais se iam da Minha presença; sacrificavam a baalins e queimavam incenso às imagens de escultura” (Oseias 11:2)(8).

    Aproximadamente 800 anos após o tempo do profeta Oseias, “a plenitude do tempo” (Gálatas 4:4) chegou! Então, Jesus nasceu “em Belém da Judeia, em dias do rei Herodes” (Mateus 2:1). Porque o rei Herodes se sentiu ameaçado por este recém-nascido poder vir a ser um rival ao seu trono, “mandou matar todos os meninos de Belém e de todos os seus arredores, de dois anos para baixo” (Mateus 2:16). Porém Deus tinha avisado antecipadamente a José acerca desse morticínio: “Tendo eles partido, eis que apareceu um anjo do Senhor a José, em sonho, e disse: Dispõe-te, toma o menino e a sua mãe, foge para o Egito e permanece lá até que Eu te avise; porque Herodes há de procurar o menino para o matar” (v. 13). Por isso “dispondo-se ele, tomou de noite o menino e a sua mãe e partiu para o Egito” (v. 14).

    O versículo 15 é como uma “bomba atómica” nas suas implicações proféticas. Sob a inspiração do Espírito Santo, Mateus escreveu que José, Maria e Jesus ficaram no Egito “até à morte de Herodes, para que se cumprisse o que fora dito pelo Senhor, por intermédio do profeta: do Egito chamei o Meu Filho.”

    Apercebeu-se verdadeiramente do que acabou de ler? Mateus está a citar Oseias 11:1, cujo texto, no seu contexto histórico, referia-se à nação de Israel, chamada a sair do Egito no tempo de Moisés. Contudo, aqui, o autor evangélico pega nesse texto de Oseias e declara-o “cumprido” em Jesus Cristo!

    Lembre-se disto: a primeira vez que o nome “Israel” é usado na Bíblia, é um nome espiritual dado a um homem cujo nome era Jacó (Génesis 32:28). Este nome está intrinsecamente ligado à vitória espiritual de Jacó. Significa “príncipe de Deus”. Mesmo assim, no início do Novo Testamento este mesmo nome começa por ser aplicado a um Homem, o Vitorioso, Jesus Cristo, o Príncipe de Deus.

    Existem paralelismos incríveis entre a história de Israel e a história de Jesus Cristo.

    a) Na história hebraica, um jovem de nome José, que teve sonhos, foi para o Egito; no Novo Testamento encontramos outro José que teve sonhos e que foi para o Egito.

    b) Quando Deus chamou Israel a sair do Egito, Ele chamou a essa nação “Meu filho” (Êxodo 4:22); quando Jesus saiu do Egito, Deus disse “do Egito chamei o Meu Filho” (Mateus 2:15).

    c) Quando a nação de Israel saiu do Egito, o povo passou através do Mar Vermelho. Eles foram “todos batizados… no mar” (1 Coríntios 10:2); no terceiro capítulo de Mateus, lemos que Jesus foi batizado no rio Jordão para “cumprir toda a justiça” (v. 15). Então o Pai chamou a Jesus “o Meu Filho amado” (v. 17).

    d) Após os israelitas terem passado pelo mar Vermelho, eles passaram 40 anos no deserto; imediatamente após ter sido batizado no rio Jordão, “foi Jesus levado pelo Espírito ao deserto” por “quarenta dias” (Mateus 4:1, 2). No fim dos 40 dias, Jesus resistiu às tentações do diabo citando três passagens das Escrituras, todas do livro de Deuteronómio, o mesmo livro que Deus deu a Israel no final dos seus 40 anos no deserto!

    Qual é o significado de tudo isto? O significado é este: no livro de Mateus, Jesus está a repetir a história de Israel, ponto por ponto, e a vencer onde eles falharam. Ele está a tornar-se o novo Israel, o Príncipe de Deus, o Homem vitorioso que vence todo o pecado(9).

    Assim sendo descobrimos que, no Novo Testamento, o que originalmente se aplicava à nação de Israel é agora aplicado a Jesus Cristo. Ele é o “descendente” de Abraão (Gálatas 3:16). Por conseguinte, Jesus Cristo é Israel!

    Mas há mais. Nos livros de Génesis e Êxodo, o nome “Israel” não apenas se refere a um homem vitorioso, a Jacó, mas também aos seus descendentes, que se tornaram Israel. O mesmo princípio é-nos revelado no Novo Testamento. Logo após Paulo ter dito de Jesus que Ele é o “descendente”(10) de Abraão, ele escreveu aos seus conversos gentios: “E, se sois de Cristo, também sois descendentes de Abraão e herdeiros segundo a promessa” (Gálatas 3:29). Por conseguinte, no Novo Testamento, o nome “Israel” não apenas se aplica ao Homem vitorioso, o verdadeiro Descendente, Jesus Cristo, mas também a todos aqueles que estão em Cristo. Os crentes em Jesus tornam-se parte do “descendente”. Por outras palavras, os verdadeiros cristãos são agora o Israel espiritual de Deus!

    Contudo, se bem que seja verdade que os verdadeiros crentes em Deus formam agora o verdadeiro Israel, o mesmo era verdade nos tempos da nação de Israel. É por essa razão que, quando Jesus encontrou Natanael, lhe disse “Eis um verdadeiro israelita, em quem não há dolo!” (João 1:47). Se para Jesus há verdadeiros israelitas, então é porque também haverá certamente falsos israelitas! Isso ficou claramente demonstrado num diálogo que Jesus teve com alguns judeus.

    Apesar do evangelista João nos dizer que “muitos creram nEle” (João 8:30), alguns desses que “creram” nEle não gostaram nada de ouvir Jesus dizer-lhes “e conhecereis a verdade e a verdade vos libertará” (v. 32). “Responderam-lhe: Somos descendência de Abraão e jamais fomos escravos de alguém; como dizes tu: Sereis livres?” (v. 33). Ao que Jesus lhes replicou: “Bem sei que sois descendência de Abraão; contudo, procurais matar-Me, porque a Minha palavra não está em vós. Eu falo das coisas que vi junto de Meu Pai; vós, porém, fazeis o que vistes em vosso pai” (v. 37-38).

    “Então, lhe responderam: Nosso pai é Abraão. Disse-lhes Jesus: Se sois filhos de Abraão, praticai as obras de Abraão. Mas agora procurais matar-Me, a Mim que vos tenho falado a verdade que ouvi de Deus; assim não procedeu Abraão. Vós fazeis as obras de vosso pai. Disseram-lhe eles: Nós não somos bastardos; temos um pai, que é Deus. Replicou-lhes Jesus: Se Deus fosse, de facto, vosso pai, certamente, Me havíeis de amar; porque Eu vim de Deus e aqui estou; pois não vim de Mim mesmo, mas Ele Me enviou. Qual a razão por que não compreendeis a Minha linguagem? É porque sois incapazes de ouvir a Minha palavra. Vós sois do diabo, que é vosso pai, e quereis satisfazer-lhe os desejos. Ele foi homicida desde o princípio e jamais se firmou na verdade, porque nele não há verdade. Quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso e pai da mentira. Mas, porque Eu digo a verdade, não Me credes. Quem é de Deus ouve as palavras de Deus; por isso, não Me dais ouvidos, porque não sois de Deus” (v. 39-45, 47).

    Pergunto: estes judeus, da “descendência de Abraão”, com quem Jesus dialogou, eram eles verdadeiros israelitas como Natanael o era? Claro que não! Segundo o próprio Jesus eles não eram filhos de Deus mas eram, isso sim, filhos do diabo! Ou seja, não eram “príncipes com/de Deus”, isto é, israelitas (no verdadeiro sentido da palavra).

    O apóstolo Paulo não podia ser mais claro e convincente quando escreveu estas palavras: “Porque não é judeu quem o é apenas exteriormente, nem é circuncisão a que é somente na carne. Porém judeu é aquele que o é interiormente, e circuncisão, a que é do coração, no espírito, não segundo a letra, e cujo louvor não procede dos homens, mas de Deus.” “E não pensemos que a palavra de Deus haja falhado, porque nem todos os de Israel são, de fato, israelitas; nem por serem descendentes de Abraão são todos seus filhos; mas: Em Isaque será chamada a tua descendência. Isto é, estes filhos de Deus não são propriamente os da carne, mas devem ser considerados como descendência os filhos da promessa” (Romanos 2:28-29; 9:6-8).

    Concluindo: ser-se “israelita”, na plena aceção bíblica do termo, tem, por conseguinte, e como já vimos, um significado espiritual – ser “príncipe de Deus” – e não meramente um significado étnico e/ou racial. Quando Paulo se referiu aos descendentes étnicos de Abraão, disse que “são israelitas” “segundo a carne” (Romanos 9: 4, 3). Quando o mesmo Paulo se referiu aos descendentes espirituais de Abraão, falou no “Israel de Deus” (Gálatas 6:16). Todas as promessas de Deus se cumprem no “Israel de Deus”, mas não no Israel “segundo a carne”.

    O Sábado – verdadeiro sinal ecuménico que reúne o Israel de Deus

    No passado, Deus falou assim, através de Moisés: “Disse mais o Senhor a Moisés: Tu, pois, falarás aos filhos de Israel e lhes dirás: Certamente, guardareis os Meus Sábados; pois é sinal entre Mim e vós nas vossas gerações; para que saibais que Eu sou o Senhor, que vos santifica. Portanto, guardareis o sábado, porque é santo para vós outros; aquele que o profanar morrerá; pois qualquer que nele fizer alguma obra será eliminado do meio do seu povo. Seis dias se trabalhará, porém o sétimo dia é o Sábado do repouso solene, santo ao Senhor; qualquer que no dia do Sábado fizer alguma obra morrerá. Pelo que os filhos de Israel guardarão o Sábado, celebrando-o por aliança perpétua nas suas gerações. Entre Mim e os filhos de Israel é sinal para sempre; porque, em seis dias, fez o Senhor os céus e a terra, e, ao sétimo dia, descansou, e tomou alento” (Êxodo 31:12-17).

    A que “filhos de Israel” dirigiu o Senhor estas palavras? Aos que mantêm uma relação espiritual com Ele, ou aos que são “incapazes de ouvir a [Sua] Palavra” (João 8:43)?

    Certa vez Jesus afirmou: “Ainda tenho outras ovelhas, não deste aprisco; a Mim Me convém conduzi-las; elas ouvirão a Minha voz; então, haverá um rebanho e um pastor” (João 10:16). Essas “outras ovelhas” que ainda pertencem a outros apriscos são israelitas espirituais que ainda estão dispersos e, por conseguinte, ainda não estão congregados no “Israel de Deus” (Gálatas 6:16).

    Rute, apesar de ser de nacionalidade moabita e de praticar, seguramente, a religião dos seus pais e conterrâneos, era uma verdadeira israelita, porque quando a voz de Deus se fez ouvir na sua consciência, ela disse à sua sogra, “Não me instes para que te deixe e me obrigue a não seguir-te; porque, aonde quer que fores, irei eu e, onde quer que pousares, ali pousarei eu; o teu povo é o meu povo, o teu Deus é o meu Deus” (Rute 1:16). Esta mulher converteu-se ao Deus de Israel e passou a ser uma israelita integrada no seio do povo de Deus.

    Quando, no final dos tempos, o apelo “Retirai-vos dela [Babilónia], povo Meu” (Apocalipse 18:4) se fizer mais forte do que nunca, os verdadeiros israelitas que ainda estão na Babilónia espiritual ouvirão a voz do seu Salvador e Senhor e juntar-se-ão aos outros israelitas genuínos, ao passo que os falsos israelitas que estão no seio do povo de Deus sairão para Babilónia(11). Haverá uma “migração” nos dois sentidos!

    E que sinal visível da lealdade a Cristo será então visto e que será a caraterística comum a todos os israelitas e o elemento que os aglutinou a todos? Pois bem, nada mais, nada menos do que o respeito pelo Sábado do Senhor, pois este foi, é e será “entre [Deus] e os filhos de Israel”, não só um “sinal para sempre” (Êxodo 31:17), mas igualmente um sinal que os identifica como sendo povo de Deus: “Também lhes dei os Meus Sábados, para servirem de sinal entre Mim e eles, para que soubessem que Eu sou o Senhor que os santifica.” “Santificai os Meus Sábados, pois servirão de sinal entre Mim e vós, para que saibais que Eu sou o Senhor, vosso Deus” (Ezequiel 20:12, 20).

    Sim, o Sábado é só para os Judeus – para os israelitas espirituais, aqueles que ouvem a voz do Bom Pastor, Jesus Cristo, e que, por isso mesmo, obedecem a todos os Seus mandamentos, incluindo aquele que o próprio Senhor identificou como sendo um “sinal” entre Ele e o Seu povo.

  5. O sábado consta no decálogo e esta não é a parte mais importante da lei de Deus. (Mateus 22:35-40) (Mateus 12:7-8) (Deuteronômio 6:5) (Deuteronômio 10:12)

    Analisando uma passagem bíblica que está em Mateus 22. 34 a 40, quando os fariseus perguntaram a Jesus qual o maior mandamento na lei, entende-se o motivo de duas tábuas ao invés de uma. Veja a passagem bíblica abaixo.

    O MAIOR DOS MANDAMENTOS – Mateus 22. 34-40

    E os fariseus, ouvindo que ele fizera emudecer os saduceus, reuniram-se no mesmo lugar. E um deles, doutor da lei, interrogou-o para o experimentar, dizendo: Mestre, qual é o grande mandamento na lei? E Jesus disse-lhe: Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu pensamento. Este é o primeiro e grande mandamento. E o segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Destes dois mandamentos dependem toda a lei e os profetas.

    Na passagem acima vemos uma divisão na lei de Deus: Veja “Destes dois mandamentos dependem toda a lei e os profetas”.

    Está passagem encontra-se também em Marcos 12. 28-34.

    Podemos observar na passagem bíblica acima, que Jesus apenas recitou o que era de conhecimento dos estudiosos: Amar a Deus sobre todas as coisas (Deuteronômio 6. 5), e ao próximo como a ti mesmo (Levítico 19. 18), destes dois mandamentos dependem toda a lei e os profetas. Porém, mesmo tendo o conhecimento da lei de Deus, os fariseus vinham colocando o Sábado como o maior dos mandamentos, mas para Jesus não existia um mandamento maior do que o outro.

    Mas porque Deus dividiu em duas partes os seus mandamentos?

    Não há nenhum relato bíblico de que Deus escreveu quatro dos mandamentos em uma tábua e seis na outra, mas sabemos que foram escritos por Deus em duas tábuas de pedra separadas (Êxodo 19, Êxodo 20 e Êxodo 31. 18). Mas se você tiver pelo menos uma noção da palavra de Deus logo vai entender que os quatros primeiros mandamentos refere-se a Deus para o homem, e os outros seis do homem para o homem, e nenhum deles é maior do que o outro. Por isso que foram escritos em tábuas separadas. O que Jesus quis dizer aos fariseus foi: Se amas a Deus, guarda os quatros primeiros mandamentos, e se amas a teu próximo como a ti mesmo, guarda os outros seis. Os fariseus tinham conhecimento desta verdade, e mesmo assim estavam colocando o Sábado acima dos outros mandamentos, além de criar tradições de homens para aquele dia, invalidando assim o quarto mandamento.

    OS DEZ MANDAMENTOS DE DEUS – Êxodo 20. 1-17.

    Deus dividiu em duas partes a sua lei: Do primeiro ao quarto mandamento, refere-se a obediência do homem para com Deus, e os outros seis, refere-se a obediência do homem para com o homem, por isso que foram escritos em tábuas separadas. De uma olhada na lei abaixo e veja o porque das duas tábuas.

    DO PRIMEIRO AO QUARTO MANDAMENTO – DE DEUS PARA O HOMEM
    1 – Então falou Deus todas estas palavras, dizendo: Eu sou o Senhor teu Deus, que te tirei da terra do Egito, da casa da servidão. Não terás outros deuses diante de mim.

    2 – Não farás para ti imagem esculpida, nem figura alguma do que há em cima no céu, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. Não te encurvarás diante delas, nem as servirás; porque eu, o Senhor teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a iniqüidade dos pais nos filhos até a terceira e quarta geração daqueles que me odeiam, e uso de misericórdia com milhares dos que me amam e guardam os meus mandamentos.

    3 – Não tomarás o nome do Senhor teu Deus em vão; porque o Senhor não terá por inocente aquele que tomar o seu nome em vão.

    4 – Lembra-te do dia do sábado, para o santificar. Seis dias trabalharás, e farás todo o teu trabalho; mas o sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus. Nesse dia não farás trabalho algum, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o estrangeiro que está dentro das tuas portas. Porque em seis dias fez o Senhor o céu e a terra, o mar e tudo o que neles há, e ao sétimo dia descansou; por isso o Senhor abençoou o dia do sábado, e o santificou.

    DO QUINTO AO DÉCIMO MANDAMENTO – DO HOMEM PARA O HOMEM
    5 – Honra a teu pai e a tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra que o Senhor teu Deus te dá.

    6 – Não matarás.

    7 – Não adulterarás.

    8 – Não furtarás.

    9 – Não dirás falso testemunho contra o teu próximo.

    10 – Não cobiçarás a casa do teu próximo, não cobiçarás a mulher do teu próximo, nem o seu servo, nem a sua serva, nem o seu boi, nem o seu jumento, nem coisa alguma do teu próximo.

    A Bíblia diz em Tiago 2:10-11 “Pois qualquer que guardar toda a lei, mas tropeçar em um só ponto, tem-se tornado culpado de todos. Porque o mesmo que disse: Não adulterarás, também disse: Não matarás. Ora, se não cometes adultério, mas és homicida, te hás tornado transgressor da lei.”

    Podemos conhecer a Deus sem guardar os mandamentos? A Bíblia diz em 1 João 2:4-6 “Aquele que diz: Eu o conheço, e não guarda os seus mandamentos, é mentiroso, e nele não está a verdade; mas qualquer que guarda a sua palavra, nele realmente se tem aperfeiçoado o amor de Deus. E nisto sabemos que estamos nele; aquele que diz estar nele, também deve andar como ele andou.”

    Qual é o propósito da lei? A Bíblia diz em Romanos 3:20 “Porquanto pelas obras da lei nenhum homem será justificado diante dele; pois o que vem pela lei é o pleno conhecimento do pecado.”

    Podemo-nos salvar observando a lei? A Bíblia diz em Romanos 3:27-31 “Onde está logo a jactância? Foi excluída. Por que lei? Das obras? Não; mas pela lei da fé. Concluímos pois que o homem é justificado pela fé sem as obras da lei. É porventura Deus somente dos judeus? Não é também dos gentios? Também dos gentios, certamente, se é que Deus é um só, que pela fé há de justificar a circuncisão, e também por meio da fé a incircuncisão. Anulamos, pois, a lei pela fé? De modo nenhum; antes estabelecemos a lei.”

  6. A Palavra “Lei” em nenhuma das 400 vezes que ocorre na Bíblia se refere somente ao decálogo, onde encontramos a guarda do sábado.
    (Efésios 2-15) (Colossenses 2:14) (Atos 15:10-11) (Hebreus 7:18)

    As leis de Israel eram divididas em 3 tipos de leis.

    1) Lei Moral ou Eterna: que é aquela que existia antes da entrada do pecado. Foi resumida nos 10 mandamentos e colocada dentro da arca da aliança.

    2) Lei Cerimonial ou de ordenanças: Foi escrita num livro e colocada do lado da arca da aliança. Era baseada em sacrificio de animais que prefiguravam o sacrifício do messias. Quando o messias morreu em nosso lugar,

    naturalmente estas leis se tornaram caducas, caíram em desuso. Eram apenas parábolas de tempos futuros.
    Podemos incluir nestas leis as Festas Sagradas como páscoa, tabernáculos, expiação, primícias, paões asmos, pentecostes. Elas tb foram dadas como parábolas de acontecimentos futuros e muitas já se cumpriram literalmente. Por exemplo:
    A Festa das semanas ou pentecostes se cumpria 50 dias após a Páscoa. A páscoa fora instituída por causa da libertação divina dos judeus que ocorreu sob a liderança de Moisés, mas profundamente simbolizava o sacrifício do messias através do cordeiro pascoal que era morto na páscoa. 50 dias após a morte e ressurreição de Cristo desceu o Espírito Santo sobre os discípulos, cumprindo a festa simbólica de Pentecostes.

    C) Lei Civil de Israel: era parecida com a dos outros povos e incluia a lei de olho por olho e dente por dente. No entanto quando Deus era Rei de Israel ele aplicava a pena de morte sobrenaturalmente já que o salário do pecado é a morte (Romanos 6:23).

    A lei civil tratava de muitas coisas como o divórcio e a questão dos escravos.

    A Lei Civil e a Lei Cerimonial de Israel não são obrigatórias aos cristãos visto que se tornaram caducas, arcaicas e eram até mesmo de baixo valor moral.

    Por exemplo, Jesus concordou que Moisés deu o divórcio a Israel (sob sanção divina) por causa da dureza dos corações do povo daquela época. Mas Jesus remeteu seu ensinamento a Lei eterna, na qual é proibido o divórcio.

    Vejamos o conflito entre a Lei Civil e Imperfeita (em negrito) e a Lei Eterna e perfeita (em itálico)

    MT 19: 3-8 Então chegaram… os fariseus, tentando-o, e dizendo-lhe: É lícito ao homem repudiar sua mulher por qualquer motivo?
    Ele, porém, respondendo, disse-lhes: Não tendes lido que aquele que os fez no princípio macho e fêmea os fez, E disse: Portanto, deixará o homem pai e mãe, e se unirá a sua mulher, e serão dois numa só carne? Assim não são mais dois, mas uma só carne. Portanto, o que Deus ajuntou não o separe o homem. Disseram-lhe eles: Então, por que mandou Moisés dar-lhe carta de divórcio, e repudiá-la? Disse-lhes ele: Moisés, por causa da dureza dos vossos corações, vos permitiu repudiar vossas mulheres; mas ao princípio não foi assim.

    Mas afinal como saber se uma lei é cerimonial, civil ou ETERNA?

    As 2 leis, tanto a eterna quando a cerimonial foram dadas por Deus. A Lei Civil foi tolerada por Deus e de certa forma sancionada que fosse parecida com as outras nações mediante o sistema “Olho por Olho, dente por dente”, vigente na época. Só que LEI ETERNA ia dentro da arca da aliança, (Deut 10:5) e foi escrita em pedra, simbolo de eternidade. Deus a escreveu com seu próprio dedo. (Exo 31:18).

    A LEI CERIMONIAL foi escrita num livro por Moisés e posta AO LADO DA ARCA. Deus a ditou e não escreveu diretamente pois era passageira. De. 31:24-26

    Resumo:

    1- Lei Eterna existia ANTES de entrar o pecado.

    2- A Cerimonial foi dada APÓS entrar o pecado

    versos:

    ETERNA

    Exo 31:18 E deu a Moisés (quando acabou de falar com ele no monte Sinai) as duas tábuas do testemunho, tábuas de pedra, escritas pelo dedo de Deus.

    Deut 10:5 … e pus as tábuas na arca que fizera; e ali estão, como o SENHOR me ordenou.

    ORDENANÇAS

    D 31:24 E aconteceu que, acabando Moisés de escrever num livro, todas as palavras desta lei, Tomai este livro da lei, e ponde ao lado da arca da aliança

    Diferenças entre a Lei Eterna e Cerimonial

    01- A Lei eterna foi Proferida por Deus. Êxodo 20:1,22

    1 ENTÃO falou Deus todas estas palavras, dizendo:
    22 Então disse o SENHOR a Moisés: Assim dirás aos filhos de Israel: Vós tendes visto que, dos céus, eu falei convosco.

    01- A Cerimonial foi Proferida por Moisés. Levíticos 1:1,2

    1 E CHAMOU o SENHOR a Moisés, e falou com ele da tenda da congregação, dizendo:
    2 Fala aos filhos de Israel, e dize-lhes: Quando algum de vós oferecer oferta ao SENHOR, oferecerá a sua oferta de gado, isto é, de gado vacum e de ovelha.

    02- A Eterna foi Escrita por Deus. Êxodo 31:18

    18 E deu a Moisés (quando acabou de falar com ele no monte Sinai) as duas tábuas do testemunho, tábuas de pedra, escritas pelo dedo de Deus.

    02- A Cerimonial foi Escrita por Moisés. Deut. 31:9

    9 E Moisés escreveu esta lei, e a deu aos sacerdotes, filhos de Levi, que levavam a arca da aliança do SENHOR, e a todos os anciãos de Israel.

    03- Eterna: Escrita em tábuas de Pedra. Êxodo 31:18

    18 E deu a Moisés (quando acabou de falar com ele no monte Sinai) as duas tábuas do testemunho, tábuas de pedra,

    03- Cerimonial: Escrita num livro. Deut. 31:24

    24 E aconteceu que, acabando Moisés de escrever num livro, todas as palavras desta lei,

    04- Eterna: Entregue por Deus a Moisés. Êxodo 31:18

    18 E deu a Moisés (quando acabou de falar com ele no monte Sinai)

    04- Cerimonial: Entregue por Moisés aos Levitas. Deut. 31:25,26

    24 E aconteceu que, acabando Moisés de escrever num livro, todas as palavras desta lei,
    25 Deu ordem aos levitas, que levavam a arca da aliança do SENHOR, dizendo:

    05- Eterna: Colocada dentro da arca da Aliança. Deut. 10:5

    5 E virei-me, e desci do monte, e pus as tábuas na arca que fizera; e ali estão, como o SENHOR me ordenou.

    05- Ordenanças: Colocada pelos Levitas ao lado da arca da Aliança. Deut. 31:26

    26 Tomai este livro da lei, e ponde-o ao lado da arca da aliança do SENHOR vosso Deus, para que ali esteja por testemunha contra ti.

    06- Eterna: Mostra o pecado. Rom. 7:7

    7 Que diremos pois? É a lei pecado? De modo nenhum. Mas eu não conheci o pecado senão pela lei; porque eu não conheceria a concupiscência, se a lei não dissesse: Não cobiçarás.

    06- Ordenanças: Prescreve ofertas para o pecado. Lev. 4,5

    4 E porá a sua mão sobre a cabeça do holocausto, para que seja aceito a favor dele, para a sua expiação.
    5 Depois degolará o bezerro perante o SENHOR; e os filhos de Arão, os sacerdotes, oferecerão o sangue, e espargirão o sangue em redor sobre o altar que está diante da porta da tenda da congregação.

    .

    07- Eterna: Sua Transgressão é pecado. I João 3:4

    4 Qualquer que comete pecado, também transgride a lei; porque o pecado é a trasngressão da lei.

    07- Ordenanças: Não há pecado em sua transgressão. Efésios 2:15

    15 Na sua carne desfez a inimizade, isto é, a lei dos mandamentos, que consistia em ordenanças, para criar em si mesmo dos dois um novo homem, fazendo a paz,

    REPAREM NA PALAVRA ORDENANÇAS: COISAS QUE VC ERA OBRIGADO A FAZER

    08- Eterna: Ela é a norma do julgamento. Tiago 2:10

    11 Porque aquele que disse: Não cometerás adultério, também disse: Não matarás. Se tu pois não cometeres adultério, mas matares, estás feito transgressor da lei.
    12 Assim falai, e assim procedei, como devendo ser julgados pela lei da liberdade.

    08- Ordenanças: Por ela ninguém será julgado. Col. 2:16

    14 Havendo riscado a cédula (O LIVRO DA LEI) que era contra nós nas suas ordenanças,

    09- Eterna: Estabelecida pela fé. Rom. 3:31

    31 Anulamos, pois, a lei pela fé? De maneira nenhuma, antes estabelecemos a lei.

    09- Ordenanças: Abolida por Cristo. Efésios 2:15

    15 Na sua carne desfez a inimizade, isto é, a lei dos mandamentos, que consistia em ordenanças,

    10- Eterna: Lei da liberdade. Tiago 1:25

    25 Aquele, porém, que atenta bem para a lei perfeita da liberdade, e nisso persevera, não sendo ouvinte esquecidiço****, mas fazedor da obra, este tal será bem-aventurado no seu feito.

    Romanos 2:13 Porque os que ouvem a lei não são justos diante de Deus,**** mas os que praticam a lei hão de ser justificados.

    10- Ordenanças: Quem guarda perde a liberdade. Gal. 5:1,3

    1 ESTAI, pois, firmes na liberdade com que Cristo nos libertou, e não torneis a colocar-vos debaixo do jugo da servidão.
    2 Eis que eu, Paulo, vos digo que, se vos deixardes circuncidar, Cristo de nada vos aproveitará.
    3 E de novo protesto a todo o homem, que se deixa circuncidar, que está obrigado a guardar toda a lei.

    11- Dá prazer guarda-la. Rom. 7:22

    22 Porque, segundo o homem interior, tenho prazer na lei de Deus;

    11- Jugo de escravidão. Gal. 5:1

    …não torneis a colocar-vos debaixo do jugo da servidão.

    12- Lei espiritual. Rom. 7:14

    14 Porque bem sabemos que a lei é espiritual; mas eu sou carnal, vendido sob o pecado.

    12- Lei carnal. Heb. 7:16

    18 Porque o precedente mandamento é ab-rogado por causa da sua fraqueza e inutilidade
    19 (Pois a lei nenhuma coisa aperfeiçoou…

    13- É perfeita e refrigera a alma. Salmo 19:7

    7 A lei do SENHOR é perfeita, e refrigera a alma; o testemunho do SENHOR é fiel, e dá sabedoria aos símplices.

    13- não aperfeiçoou nada. Heb. 7:19

    Pois a lei nenhuma coisa aperfeiçoou… (não sendo perfeita, mas inutil)

    14- Eterna: deve ser guardada no NT. Mat. 19:17

    JESUS CITA A LEI ETERNA (A SEGUNDA TÁBUA)

    17 E ele disse-lhe: Por que me chamas bom? Não há bom senão um só, que é Deus. Se queres, porém, entrar na vida, guarda os mandamentos.
    18 Disse-lhe ele: Quais? E Jesus disse: Não matarás, não cometerás adultério, não furtarás, não dirás falso testemunho;
    19 Honra teu pai e tua mãe, e amarás o teu próximo como a ti mesmo.

    14- Ordenança: Não deve ser guardada no NT. Galatas 3:10

    10 Todos aqueles, pois, que são das obras da lei estão debaixo da maldição; porque está escrito: Maldito todo aquele que não permanecer em todas as coisas que estão escritas no livro da lei, para fazê-las.

    LEMBRAM DO LIVRO DA LEI? AQUELE QUE FICAVA DO LADO DA ARCA DA ALIANÇA! A CÉDULA QUE CONSISTIA EM MANDAMENTOS DE COLOCENSES 2:14!

    15- Eterna: São santos, justos e bons. Rom. 7:12

    12 E assim a lei é santa, e o mandamento santo, justo e bom.

    15- Cerimonial: Não é boa. Eze. 20:25

    25 Por isso também lhes dei estatutos que não eram bons, juízos pelos quais não haviam de viver;

    16- Eterna: É eterna. Mt. 5:18

    18 Porque em verdade vos digo que, até que o céu e a terra passem, nem um jota ou um til se omitirá da lei, sem que tudo seja cumprido.

    Salmo 119: 142 A tua justiça é uma justiça eterna, e a tua lei é a verdade. 151 Tu estás perto, ó SENHOR, e todos os teus mandamentos são a verdade.
    152 Acerca dos teus testemunhos soube, desde a antiguidade, que tu os fundaste para sempre.

    16- Ordenanças: Era transitória. Heb. 10:1

    1 PORQUE tendo a lei a sombra dos bens futuros, e não a imagem exata das coisas,

    PAULO FALAVA DOS SACRIFÍCIOS:

    1 PORQUE tendo a lei a sombra dos bens futuros, e não a imagem exata das coisas, nunca, pelos mesmos sacrifícios que continuamente se oferecem cada ano, pode aperfeiçoar os que a eles se chegam.

    17- Eterna: Tem um sábado moral. Ex. 20:8-11

    8 Lembra-te do dia do sábado, para o santificar.
    9 Seis dias trabalharás, e farás toda a tua obra.
    10 Mas o sétimo dia é o sábado do SENHOR teu Deus; não farás nenhuma obra, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o teu estrangeiro, que está dentro das tuas portas.
    11 Porque em seis dias fez o SENHOR os céus e a terra, o mar e tudo que neles há, e ao sétimo dia descansou; portanto abençoou o SENHOR o dia do sábado, e o santificou.

    17- Ordenanças: Tinha 7 sábados rituais. Levítico. 23

    Vejamos agora quais eram os 7 Sábados cerimoniais dados a Israel após a entrada do pecado e que cessariam na cruz porque eram sombras, parábolas para tempos futuros.

    FESTAS……….DATA………VERSOS……..SÁBADOS

    1-Páscoa……14 de Nisan……5………..15 de Nisan

    2- Pães Asmos. 15-21 Nisan… 6-8……….21 Nisan

    3- Primícias…16 Nisan….. 10-14…….. 6 Sivan

    4- Pentecostes. 6 Sivan….. 15-21………1° de Tishri

    5- Trombetas…1° Tishri…. 24-25………10 de tishri

    6- Expiação…10 de Tishri.. 27-32……… 15 de Tishri.

    7- Tabernáculos ..15-21 Tishri…34-36/39-43. 22 de tishri.

    A essas festas foram acrescentados após o exílio babilônico:

    8- Purim em 14 e 15 de Adar, duodécimo mês. (Ester 9:23-28)

    9- Hanukkah (Dedicação) em 25 de Kiev. mês nono.

    AQUI TERMINAMOS AS DIFERENÇAS ENTRE A LEI PERFEITA QUE IA DENTRO DA ARCA E A LEI IMPERFEITA QUE FICAVA NO LIVRO DA LEI DE ORDENANÇAS, QUE FICAVA FORA DA ARCA DA ALIANÇA.

    Lembrando que a arca da aliança como é eterna se encontra até no Céu:

    A LEI ETERNA SE ENCONTRA ATÉ MESMO NO CÉU

    Apoc 11:19 E abriu-se no céu o templo de Deus, e a arca da sua aliança foi vista no seu templo; e houve relâmpagos, e vozes, e trovões, e terremotos e grande saraiva.

  7. O sábado não é uma instituição perpétua, como a “Lei” não é.
    (II Cor. 3:11) (Gálatas 3:27-26)

    A LEI NÃO FOI ABOLIDA.

    MATEUS C APÍTULO 5
    17 Não cuideis que vim destruir a lei ou os profetas: não vim ab-rogar, mas cumprir.
    18 Porque em verdade vos digo que, até que o céu e a terra passem, nem um jota ou um til se omitirá da lei, sem que tudo seja cumprido.
    19 Qualquer, pois, que violar um destes mandamentos, por menor que seja, e assim ensinar aos homens, será chamado o menor no reino dos céus; aquele, porém, que os cumprir e ensinar serão chamados grande no reino dos céus.
    20 Porque vos digo que, se a vossa justiça não exceder a dos escribas e fariseus, de modo nenhum entrareis no reino dos céus.

    ROMANOS 3
    31 Anulamos, pois, a lei pela fé? De maneira nenhuma, antes estabelecemos a lei.

    ROMANO 7
    12 E assim a lei é santa, e o mandamento santo, justo e bom.

    “E será que desde uma lua nova até a outra (mensal), e desde um Sábado até ao outro (semanal), virá toda a carne (pessoas) a adorar perante Mim, diz o Senhor.” – Isa. 66: 23.
    Eu não ficarei de fora, e você? Glória a Deus!

  8. O sábado faz parte da “Lei” e esta foi totalmente abolida por Cristo (Efésios 2:14-15) (Colossenses 2:14) (Hebreus 7:18) (Hebreus 10:9) (II Cor. 11:3)

    “até que o céu e a terra passem…” não era para ser tirado o mínimo acento da lei (Neste caso todo o Antigo Testamento, onde está incluso o Decálogo). Se a lei tivesse sido abolida, o céu e a terra também já teriam passado e nós não estaríamos aqui hoje.

    Este texto (Mateus 5:17-19) é um dos mais claros em dizer que Jesus não veio mudar a lei; mesmo assim, é usado o argumento: “Se Jesus Cumpriu a Lei, eu não preciso mais guardar. Está cumprido”!

    Como interpretar corretamente este verso? O modo mais seguro é “ permitir que a Bíblia seja sua própria intérprete.” Vejamos Mateus 3:13-16. o qual nos ajudará no esclarecimento:

    “Mas Jesus lhe respondeu: Deixa por enquanto, porque, assim, nos convém cumprir toda a justiça…” (Verso 15-Grifo nosso)

    Analisemos: O texto diz que Jesus cumpriu o Batismo e a justiça. Será que pelo fato de Cristo ter cumprido o Batismo, ninguém, mais precisa se batizar para se salvar? Nenhum evangélico concordaria com isso.

    E a justiça? Não precisaria mais cumprir os justos reclamos de Deus por que Jesus os cumpriu? De maneira nenhuma, pois temos de obedecer a Deus e sermos justos por toda a vida!

    “Diz o grande lexicógrafo Webster: ‘cumprir é obedecer’. É um atendimento exigência legal, uma satisfação ao preceito. Um cidadão cumpre o dever de votar, por exemplo. Extingue-se a instituição do voto, por ele te-lo cumprido? Não! A exigência é permanente; o cumprimento é transigente . O cumprimento afeta a pessoa, não a exigência; liga a pessoa à exigência, mas não remove a exigência.Esta só é removível por força da lei superior que expressamente o declare…”[4]

    Digamos que você seja multado. Depois do susto, começas a cumprir corretamente as leis de trânsito. Por ter cumprido a lei, quer dizer que agora você pode andar na velocidade que quiser, bater em quem quiser, ou seja, não precisa mais obedecer? É muito ilógico supor uma coisa destas.

    Assim como o CUMPRIR o batismo não significa que nenhuma pessoa mais precisa ser batizada para provar que crê em Jesus, o CUMPRIR a lei não significa que não precisamos obedecer. De acordo com qualquer dicionário, cumprir significa “obedecer”

    Porque o fim da lei é Cristo, para justiça de todo aquele que crê”. (Romanos 10:4).

    Devido á falta de estudo da Bíblia, muitos acham que este verso refere-se á abolição da Lei.

    A palavra “fim” neste texto vem do grego “Telos” e significa “alvo, objetivo”. Esta é a mesma que aparece em I Pedro 1:9:

    “Obtendo o fim (Telos) da vossa fé: a salvação da vossa alma”.

    Será que a Bíblia está dizendo aqui que a fé teve um fim; ou que não precisamos mais ter fé para sermos salvos? Claro que não! Seria absurdo supormos isso! De acordo com o original grego, a tradução correta deste texto é:

    “Obtendo o alvo (ou objetivo) da vossa fé: a salvação da vossa alma”.

    Portanto, a tradução correta de Romanos 10:4 é : “Porque o alvo (objetivo) da Lei é Cristo, para justiça de todo aquele que crê”. O objetivo da Lei não é nos salvar, mas nos aproximar de Cristo, através da obediência por amor (João 14:15)

  9. Jesus Cristo, o mediador do novo concerto, e nosso Salvdor, nunca ordenou a ninguém que gardasse o sábado. (João 2:25) (João 5:16-18)

    Jesus guardou a lei: “Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor; assim como também eu tenho guardado os mandamentos de meu Pai e no seu amor permaneço”. (João 15:10).

    Durante a semana trabalhava na carpintaria, mas no sábado ia á igreja, “segundo seu costume”: “Indo para Nazaré, onde fora criado, entrou, num sábado, na sinagoga, segundo o seu costume, e levantou-se para ler”. (Lucas 4:16).

    “Aquele que diz que permanece nele, esse deve também andar assim como ele andou”. (1 João 2:6 ). Eu quero seguir o exemplo de Jesus e andar como ele andou.

  10. O ministério da “Lei” (o sábado também) findou com o ministério de João Batista. (Lucas 16:16) (Mateus 11:13) (João 1:17)

    LUCAS 16:16 DIZ O SEGUINTE: “A LEI E OS PROFETAS VIGORAM ATÉ JOÃO; DESDE ESSE TEMPO, VEM SENDO ANUNCIADO O EVANGELHO do reino de Deus, e todo homem se esforça por entrar nele.” Vejamos a passagem paralela de Mateus 11:13: “Porque todos os profetas e a lei profetizaram até João.”

    A palavra “vigoraram” em Lucas 16:16 é acrescentada. Lucas simplesmente escreveu: “A lei e os profetas, até João.” Se os tradutores tivessem comparado suas palavras com as de Mateus, teriam visto que Lucas não quis dizer que a lei e os profetas terminaram nos dias de João, mas que “profetizaram” até aqueles dias, A diferença é muito grande e provê a chave para o significado da passagem em discussão.

    A frase “os profetas e a lei”, ou mais comumente “a lei e os profetas”, é usada freqüentemente na Bíblia para descrever os escritos de Moisés mais os escritos dos outros profetas do Antigo Testamento.

    Os escritos de Moisés eram tão distinguidos pelos códigos de leis ali registrados que eram com freqüência descritos como “a lei”, em contraste com os escritos dos outros profetas. Esse fato em si refuta esta objeção, porque nem Lucas nem Mateus estão realmente discutindo a lei dos Dez Mandamentos.

    Mas o que queriam dizer esses dois escritores do evangelho? O contexto dá a resposta. O ceticismo quanto à missão e o caráter de Cristo e de João Batista caracterizava muitos judeus. Eles insistiam que acreditavam em Moisés e em todos os profetas.

    Cristo procurou repetidamente esclarecer que Ele era Aquele predito pelos profetas. Seu precursor, João Batista, igualmente fora predito, e agora o reino de Deus estava sendo pregado.
    Ao iniciar o Seu ministério publico, Cristo declarou: “O tempo está cumprido, e o reino de Deus está próximo.” Mar. 1:15. Os profetas tinham predito a vinda do Messias. Cristo anunciou que aquelas profecias estavam agora cumpridas.

    Para os céticos judeus, que não conseguiam ver em Cristo o cumprimento das profecias, Ele declarou: “Não penseis que Eu vos acusarei perante o Pai; quem vos acusa é Moisés, em quem tendes firmado a vossa confiança. Porque, se de fato crêsseis em Moisés, também creríeis em Mim; porquanto ele escreveu a Meu respeito. Se, porém, não credes nos seus escritos, como crereis nas Minhas palavras?” João 5:45-47.

    Quando Filipe encontrou Natanael e procurou dar-lhe a emocionante notícia de que o Messias prometido tinha chegado, disse:

    “Achamos aquele de quem Moisés escreveu na lei, e a quem se referiram os profetas: Jesus, o Nazareno.” João 1:45.

    Quando Cristo ressurgiu dos mortos, Ele dirigiu-Se naquele mesmo dia aos perturbados e desnorteados discípulos e perguntou: “Por que estais perturbados? E por que sobem dúvidas ao vosso coração?” Luc. 24:38. Então lembrou-lhes que o que Lhe havia acontecido naquele fatídico fim de semana foi o que os profetas tinham predito:

    “importava se cumprisse tudo o que de Mim está escrito na Lei de Moisés, nos Profetas e nos Salmos.” Verso 44.

    Paulo disse que sua missão na vida era dar “testemunho, tanto a pequenos como a grandes, nada dizendo, senão o que os profetas e Moisés disseram haver de acontecer.” Atos 26:22.

    Assim, é evidente que o profetizar de Moisés e de outros profetas era uma das principais provas oferecidas por Cristo e os apóstolos em apoio da afirmação de que o Messias tinha vindo. Os profetas profetizam até o tempo em que suas profecias têm cumprimento. Depois disso, a profecia torna-se história.

    Desse modo, nosso Senhor, ao declarar que “os profetas e a lei profetizaram até João”, estava simplesmente anunciando que “o tempo está cumprido, e o reino de Deus está próximo”. Ele não estava sugerindo que Moisés ou os profetas estavam agora abolidos, muito menos que a lei dos Dez Mandamentos tinha chegado ao fim.

  11. W. Frank disse:

    Esse tal pastorzinho Amiltom não sabe do que está falando. Deve ser mais um daqueles que só quer tomar dinheiro dos fiéis, que na verdade, foram condicionados por esse sistema que chamo de Babilônia a dar para receber. O mesmo pastorzinho afirma que a lei findou, foi abolida e não sei o que lá mais´, só que na hora de extorquir o povo a lei do dízimo e ofertas não foi abolida. Como diz Boris Casoy : Isso é uma vergonha”. Parabens Blog 7° Dia por ter defendido a VERDADE. Fiquem com Deus!!!

  12. W. Frank disse:

    Boa noite!!! Por que ainda não estão disponíveis os vídeos seguintes???

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