O Cabeça da Mulher

1. Certa vez um arcebispo católico visitou uma escola, e vendo uma menina inquieta e nervosa, perguntou-lhe: “– O que é o matrimônio?”

Ela respondeu: “– O matrimônio? Trata-se de um terrível estado de tormento que os que entram nele se vêem obrigados a sofrer durante um tempo a fim de estar preparados para um mundo melhor.”

O sacerdote local interrompeu a pequena, e lhe disse: “– Não, não! Você está pensando no purgatório!”

2. Um guarda de trânsito achou um menino perdido na rua, em grande movimento, e para ajudá-lo, perguntou-lhe onde morava, e quem era o seu pai.

Ele disse: “Meu pai é o diabo, e eu moro no inferno!” Acontece que os pais brigavam e o marido dizia: “Esta casa é um inferno!”, e a esposa completava: “E você é o diabo!”

3. Toda infelicidade dos lares decorre do fato de que os maridos e esposas não conhecem e não praticam o ensino bíblico sobre a autoridade no lar e no casamento, bem como o seu relacionamento verdadeiro.

O que a Bíblia diz? Qual é o ensino? A Bíblia ensina sobre isso em:

Efés. 5:22-24: “22 As mulheres sejam submissas ao seu próprio marido, como ao Senhor; 23 porque o marido é o cabeça da mulher, como também Cristo é o cabeça da igreja, sendo este mesmo o salvador do corpo. 24  Como, porém, a igreja está sujeita a Cristo, assim também as mulheres sejam em tudo submissas ao seu marido.”

Paulo disse que “o marido é o cabeça da mulher”, e portanto, o cabeça do lar.

Mas para provar esta tese, que não é minha, senão do apóstolo, quero apresentar as grandes RAZÕES por que o marido é o cabeça da mulher e do lar, bem como os seus altos PRIVILÉGIOS e os seus nobres DEVERES.

Na 1ª parte – agrado aos homens e desagrado às mulheres.

Na 2ª parte – agrado aos homens e também às mulheres

Na 3ª parte – agrado às mulheres e desagrado aos homens.

 I – AS RAZÕES

Biblicamente, há uma razão para que as mulheres devem ser submissas aos maridos: “porque o marido é o cabeça da mulher”. Mas eu ponho um ponto de interrogação nesta razão, e faço desta razão uma pergunta para maiores razões:

POR QUE O MARIDO É O CABEÇA DA MULHER? 

1ª Razão: É a Ordem da Criação

I Tim. 2:13 – “…”  O apóstolo Paulo escreve sobre as razões.

1. O homem foi criado primeiro; portanto, ele tem uma prioridade natural para a liderança.

2. Ele foi criado com estrutura mais forte e adaptado para liderar. S. Pedro fala da mulher como um vaso mais frágil, precisando ser protegido. (I Ped. 3:7.)

Com efeito, a mulher foi criada para ser uma auxiliar, um complemento para o homem a fim de ajudá-lo na grande tarefa a ser desempenhada por ela.

3. O homem foi criado como senhor da criação. Davi confirma isso no Salmo 8.

As decisões deveriam partir do homem, desde o próprio fato do nome que ele deu aos animais, antes mesmo de ser criada a mulher. Ele tem autoridade, ele tomas as decisões, ele dá as regras.

4. O homem Adão, não a mulher, foi criado como o Cabeça Federal da humanidade, antes da criação dela. Não admira que fosse também o cabeça da mulher.

2ª Razão: É a Ordem do Pecado

I Tim. 2:14 – “E Adão não foi iludido, mas a mulher, sendo enganada, caiu em transgressão.” Gên. 3:16 – “E à mulher disse: Multiplicarei sobremodo os sofrimentos da tua gravidez; em meio de dores darás à luz filhos; o teu desejo será para o teu marido, e ele te governará.”

1. Enquanto o homem e a mulher eram perfeitos, sem pecado, a ordem estabelecida por Deus era esta: o homem é o cabeça.

2. Após a Queda, a ordem devia ser ratificada, especialmente como advertência, censura e lembrança à mulher de sua verdadeira posição.

Se não, vejamos: Qual foi a essência da transgressão de Eva? Eva, ao ser confrontada com a insinuação do diabo, ao invés de fazer o que ela devia ter feito, o que ela havia feito até ali, o que ela havia sido ensinada a fazer, ou seja, ir a Adão em qualquer dificuldade e consultá-lo sobre isso, tomou a decisão por si mesma, e assumiu a posição de liderança, tornando-se a cabeça.

Assim, em certo sentido, o pecado original foi que a mulher falhou em compreender o seu lugar e a sua verdadeira posição na relação do casamento e usurpou a autoridade e o poder que pertenciam ao seu marido; a partir daí, caiu da posição de auxiliadora para a posição de sedutora e trouxe a calamidade e a desgraça a toda a raça humana.

Portanto, Deus tinha excelente razão para lembrar e novamente estabelecer, após o pecado, a verdadeira posição: o marido é o cabeça da mulher. Além disso, a discórdia trágica pelo pecado só seria curada se essa ordem fosse seguida. Do contrário, só haveria infelicidade. Não é o que vemos hoje?

3ª Razão: É a Ordem Espiritual

I Cor. 11:3 – “Quero, entretanto, que saibais ser Cristo o cabeça de todo homem, e o homem, o cabeça da mulher, e Deus, o cabeça de Cristo.”

1. O casamento é um assunto profundamente espiritual,          não ético, não meramente social, como querem os homens. Sua ordem e suas regras não devem ser tiradas de um manual de Psicologia ou Sociologia, mas da Bíblia.

2. O casamento é um tipo do plano da salvação, e só pode ser compreendido se for estudado a partir desse prisma. E a ordem espiritual é esta: “…”

3. Aproveito para esclarecer a certas pessoas que julgam haver uma ideia de inferioridade nessa ordem de ser o marido o cabeça. Deus é o Cabeça de Cristo, e ambos são co-iguais e co-eternos. Se Cristo não deixa de ser igual a Deus em Sua submissão, tampouco a mulher deixa de ser igual ao homem, em dignidade, valor e humanidade, ao lhe ser submissa.

Disse Ellen White, que por ser mulher foi inteiramente insuspeita: “O marido é o cabeça da família, como Cristo é o Cabeça da igreja; e qualquer direção seguida pela esposa no sentido de diminuir-lhe a influência e fazê-lo descer daquela posição de dignidade e responsabilidade, é desagradável a Deus. É dever da esposa ceder seus desejos e sua vontade ao marido. Ambos devem estar dispostos a ceder, mas a Palavra de Deus dá preferência ao juízo do esposo.” (1Testemunhos Seletos, pág. 105:1).

Mas vejamos agora:

II – OS PRIVILÉGIOS:

Efésios 5:31-32: “Eis por que deixará o homem a seu pai e a sua mãe e se unirá à sua mulher, e se tornarão os dois uma só carne. Grande é este mistério, mas eu me refiro a Cristo e à igreja.”

O marido como o cabeça da mulher e do lar tem certos privilégios que os solteiros não possuem:

1º) Privilégio de participar do amor de uma mulher.

O homem não pode ser feliz e ter verdadeiro sucesso e autorealização sem o amor de uma mulher. 

2º) Privilégio das relações sexuais.

“E serão os dois uma só carne”. O que para o homem seria pecado fora do casamento, é um privilégio dentro dele. É uma questão de ordem estabelecida. O sexo foi criado por Deus que sabe fazer as coisas com perfeição e beleza.

Entretanto, o homem não deve abusar disso. Diz a Sra. White: “Em inúmeros casos” os maridos “têm abusado de seus privilégios matrimoniais”. – Lar Adventista, p. 122.

“O excesso sexual destruirá com efeito o amor para com os cultos devocionais, tirará do cérebro a substância necessária para nutrir o organismo, vindo positivamente a exaurir a vitalidade. Mulher alguma deve ajudar o marido nesta obra de autodestruição.” – Idem, 124. 

3º) Privilégio do companheirismo da esposa e filhos.

O instinto gregário é uma realidade. Não nascemos para viver sozinhos. O esposo pode usufruir do companheirismo da esposa e ser amigo dos filhos incomparavelmente. 

4º) Privilégio do aprimoramento do caráter.

O homem quando chega a ser o cabeça de um lar, embora as linhas mestras do seu caráter estão lançadas, ele pode aprimorá-lo e desenvolvê-lo e enobrecê-lo com exclusividade. 

5º) Privilégio de tipificar a Jesus.

O marido está para a esposa assim como Cristo está para a igreja. Ele representa, em seu relacionamento conjugal, a Cristo e Sua igreja. Portanto, é só o marido cristão que pode entender o que significa o casamento em sua plenitude.

Mas não fiquemos só com as RAZÕES e os PRIVILÉGIOS. Passemos também para:

III – OS DEVERES

Efés. 5:25: “Maridos, amai vossa mulher, como também Cristo amou a igreja e a si mesmo se entregou por ela”. Os deveres estão centralizados aqui. Quais são os deveres do marido? AMAR A ESPOSA COMO CRISTO AMOU A IGREJA. E como é que Cristo amou à Igreja? 

1. Cristo amou a Igreja, conhecendo-Se a Si mesmo. 

Quão surpreendente amor! Que Cristo, conhecendo-Se a Si mesmo, nos amasse a nós. Diz a mitologia grega, que enquanto Páris era ignorante de si e da fortuna do seu nascimento, vivia como pastor de ovelhas e amava a jovem Enome, uma simples camponesa. Mas quando aquele encoberto príncipe se conheceu, e soube que era filho de Príamo, rei de Tróia, como deixou o cajado, deixou o amor. Amava humildemente, enquanto se teve por humilde; logo que se conheceu quem era, desconheceu a quem amava. Como o amor se fundava na ignorância de si próprio, o mesmo conhecimento que desfez a ignorância, acabou também o amor.

O amor de Cristo cresce em grandeza, quanto é alto o Seu conhecimento de Si próprio. Ele sabia que era o Cabeça, sabia ser Deus. Se Cristo não Se conhecesse, não teria sido muito que nos amasse. Mas amar-nos, conhecendo-Se – sabendo ser Ele a Majestade do Céu, o Criador do Universo, o Deus Todo-Poderoso – foi tal excesso que ao amar-nos, esquecia-Se de quem Ele era. Mas a Bíblia nos assegura que Cristo nos amou e amou tanto, que amou conhecendo-Se!

De igual modo, o marido sabe quem ele é, conhece a sua alta posição de cabeça da mulher e do lar, como Jesus, o Cabeça da igreja; mas a despeito disso, e por isso mesmo, ele deve amar a esposa. Mas o que acontece com muitos maridos, mesmo cristãos: – quando eles se conscientizam disso, eles desprezam, humilham, criticam, desconsideram, tratam com rudeza e grosseria a esposa, a quem deveriam amar, mesmo que se conheçam como o cabeça. Está certo isso? 

2. Cristo amou a Igreja, conhecendo-a. 

Cristo amou a igreja para santificá-la, o que indica que conhecia ser ela cheia de defeitos e imperfeições. Quantas coisas há no mundo que são muito amadas! Mas que se fossem conhecidas pelos amantes seriam aborrecidas.

Jacó serviu os primeiros 7 anos a Labão, e ao cabo eles, em vez de lhe darem a Raquel, deram Lia. Ah, enganado pastor e mais enganado amante! Se perguntarmos a Jacó por quem servia, responderá que por Raquel. Mas se fizermos a mesma pergunta a Labão, que sabe das coisas, dirá com toda a certeza que serve por Lia; e assim foi. Jacó servia por quem servia, não servia por quem pensava. Pensava que servia por Raquel, a amada. Mas trabalhava por Lia, a aborrecida. Se ele soubesse que servia por Lia, não serviria 7 anos, nem 7 dias.

Mas Cristo, o divino amante não serviu por Lia, imaginando que amava Raquel; mas amava a Lia, conhecida como Lia. Amou o inimigo sabendo que era inimigo. Amou o ingrato, sabendo que era ingrato. Amou o traidor, sabendo que era traidor.

marido, o cabeça da mulher, conhece o objeto do seu amor; e nada melhor do que o casamento para se conhecer a mulher a quem se deve amar. Ele conhece os defeitos, os trejeitos, as manias, as fraquezas; sabe que ela é nervosa, crítica, autoritária, ranzinza, ou tem outros característicos. O que deve fazer o marido? Desanimar? Desquitar-se? Falar mal? Brigar? Procurar outra mulher? Não! Ele deve ajudá-la, mesmo conhecendo-a. Assim fez Cristo, que amou tanto, que amou conhecendo-nos!

3. Cristo amou a Igreja, conhecendo o fim a que O levaria o amor. 

Efés. 5:25 – “… amou a igreja e a Si mesmo Se entregou por ela.” Efés. 5:2 – “Cristo nos amou e Se entregou a si mesmo por nós, como oferta e sacrifício a Deus, em aroma suave.” Cristo sabia e conhecia o fim onde havia de parar, amando. Nem Siquém amaria a Diná, nem Sansão amaria a Dalila, nem Amnon amaria a Tamar se antevissem a morte que os aguardava, amando. Só a ciência de Cristo conheceu que o Seu amor O levaria à morte, e morte de Cruz, e só Cristo, conhecendo-a, e vendo-a vir para Si, caminhou animadamente a ela.

Como poeticamente cantou Davi: “O Sol conheceu o seu ocaso”, figurando a Cristo, o Sol da Justiça, que amou conhecendo o fim a que O levaria o amor, e a despeito disso, amou até o fim.

Os maridos não podem saber o fim desde o princípio, como Jesus sabia, mas devem estar dispostos a atingir à excelência do amor, que é o sacrifício. “Ninguém tem maior amor do que esse …” Amar a mulher genuinamente, como Cristo amou a Igreja, é estar disposto a morrer por ela. É lançar a sua sorte com ela. Se for preciso, você deve estar pronto a dar a vida por ela ou pelos filhos.

I João 3:16, 18: “16 Nisto conhecemos o amor: que Cristo deu a sua vida por nós; e devemos dar nossa vida pelos irmãos. 18 Filhinhos, não amemos de palavra, nem de língua, mas de fato e de verdade.” Pode não ser requerido o sacrifício final, mas você deve estar disposto e pronto para qualquer sacrifício.

“Maridos, amai vossa mulher, como também Cristo amou a igreja e a Si mesmo se entregou por ela.” Você é o cabeça da mulher? Então, esteja pronto para o sacrifício. Então, você deve atingir a excelência do amor.

CONCLUSÃO

Portanto:

1.     Conheça bem as RAZÕES por que o marido é o cabeça, seja você quem for. Saiba quem deve mandar em sua casa.

2.     Aprecie, desfrute e dê graças a Deus pelos PRIVILÉGIOS, mas não abuse deles.

3.     Finalmente, não pare aí, mas conheça os seus DEVERES e ame verdadeiramente a sua esposa, a despeito do seu tríplice conhecimento.

–       Ame sua esposa como Cristo ama a Sua igreja.

–       Ame-a até o sacrifício.

APÊNDICE: 

Leia esta história e saiba como conquistar um bom marido e ser feliz com ele 

Jaime, um rapaz de 32 anos, tinha uma sociedade, na base de 50%, numa pequena fábrica. Mais da metade do trabalho era por ele realizado, mais da metade do capital fora investimento seu.

Quando chegava o momento de tomar decisões, havia pouca eqüidade. Seu sócio fazia questão de ter a última palavra e conseguia, ameaçando dissolver a sociedade. A dissolução da firma faria Jaime perder quase tudo, já que o negócio era novo. Jaime cedia aos desejos de seu sócio, mas se contrariava.

Quando conheceu Graça, uma atraente loura de 28 anos, encontrou um par de lindos ouvidos para escutar suas mágoas. Em menos de seis meses, decidiram ficar noivos e a mãe de Graça deu uma festa.

– Ainda não estão casados – disse a mãe de Graça a algumas amigas, em tom brincalhão. Não quero dar a Jaime oportunidade de olhar para onde não deve, por isso não haverá nenhuma jovem bonita na festa. Vou tomar muito cuidado com isso!

Bárbara, prima de Graça, que não podia competir com ela, foi convidada. Bárbara era solteira e não era bonita, mas simples e caprichosa. Complexada pela idade, era apenas três meses mais velha que Graça. Seu cabelo curto, fazia parecer 3 anos mais jovem!

Graça segurava a mão direita de Jaime, com ares de dona. “Quando nos casarmos”, disse para todos ouvirem, “faremos em tudo uma sociedade de 50%. Não é verdade, Jaime?”

Antes do gesto automático de assentimento, Bárbara falou:

– Não é o que pretendo fazer, quando me casar [já tendo ouvido comentários sobre os aborrecimentos de Jaime com o sócio]. Em minha casa, o marido vai ser o chefe e a ele competirá tomar todas as decisões.

Jaime mordeu os lábios e ergueu a cabeça, interessado.

Graça parecia chocada. Os convidados ficaram mais atentos. Bárbara continuou: – Quando me casar, não pretendo dizer “não” a meu marido. Tudo que puder dar-lhe, será dele, sempre que o desejar. E esse tudo inclui meu auxílio financeiro, meu auxílio físico, meu amor e a compreensão verdadeira de seus problemas!

Jaime tinha no rosto uma expressão tal, que era como se estivesse aplaudindo. Graça não sabia o que dizer. Foi a mãe dela quem mudou de assunto: – Todos já provaram do bolo que Graça fez?

Disfarçadamente, Jaime tirou a mão que Graça segurava. Sentia uma exaltação que jamais experimentara. Na noite seguinte, telefonou a Bárbara, convidando-a para sair.

Casaram-se na intimidade, dentro de um mês. Passado mais outro mês, Jaime comunicou ao sócio que desejava dissolver a sociedade. Ao invés disso, o sócio vendeu-lhe sua parte.

E tudo começara emocionalmente! Bárbara ouvira falar, logo que chegara na “festa de noivado”, sobre a sociedade na base de 50%, e na preocupação que isso causava a Jaime. O amor estava sempre presente no espírito de Bárbara. Mas não ficou lá, quietinho. Ajudou-a a descobrir o apelo emocional acertado, para Jaime.

Suas palavras tinham sido escolhidas, sob medida, para satisfazer as necessidades emocionais de James, usando o desejo de consideração. O resultado é que Jaime sentiu que com ela estaria pisando terreno muito mais seguro do que com Graça.

Por que Jaime reagira às palavras de Bárbara, nessa ocasião particular? Porque Graça jamais conseguira atingir sua tecla emocionalmente mais sensível, seu desejo de consideração e suas preocupações financeiras.

[Roy Garn,  A Força Mágica do Apelo Emocional, pp. 124-126.]

Pr. Roberto Biagini

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