Ensinamento Bíblico em Caso de Divórcio

O divórcio contraria o propósito original de Deus ao instituir o casamento (Mat. 19:3-8; Mar. 10:2-9), mas a Bíblia não é omissa a esse respeito. Visto que o divórcio ocorreu como parte da experiência decaída humana, foi provida uma legislação bíblica para limitar o dano causado por ele (Det. 24:1-4). A Bíblia procura coerentemente elevar o casamento e desaconselhar o divórcio, descrevendo as alegrias do amor e da fidelidade conjugal (Prov. 5:18-20); Cantares de Salomão 2:16;4:9 a 5:1, comparando a relação de Deus com o Seu povo ao casamento (Isa. 54:5; Jer. 3:1), enfocando as possibilidades do perdão e da restauração matrimonial (Oséias 3:1-3) e indicando a aversão de Deus ao divórcio e à desdita causada por ele (Mat. 19:4-6; Mat. 10:6-9). Muitas instruções bíblicas confirmam o casamento e procuram corrigir problemas tendentes a debilitar ou destruir o fundamento do matrimónio (Efés. 5:21-33; Hebr. 13:4; I Ped. 3:7).

Casamentos que podem ser destruídos.

O matrimónio baseia-se em princípios de amor, lealdade, exclusividade, confiança e amparo mantidos por ambos os conjuges, em obediência a Deus (Gén 2:24; Mat. 19:6; ICor. 13; Efés. 5:21-29; I Tess. 4:1-7). Quando estes princípios são violados, o casamento corre perigo. As escrituras reconhecem que trágicas circunstâncias podem destruir o casamento.

Graça Divina.

A graça divina é o único remédio para os males do divórcio. Quando o casamento falha, os ex-conjuges devem ser encorajados a examinar a sua experiência e buscar conhecer a vontade de Deus para a sua vida. O Senhor provê conforto para os que foram feridos. Deus também aceita o arrependimento de indivíduos que cometem os pecados mais destrutivos, até mesmo os que acarretam consequências irreparáveis (II Sam. 11; 12; Sal. 34:18; 86:5; Joel 2:12 e 13; João 8:2-11; I João 1:9).

Motivos para divórcio.

As Escrituras admitem que o adultério e/ou a fornicação (Mat. 5:32), bem como o abandono da parte de um cônjuge incrédulo (I Cor. 7:10-15) constituem motivos para divórcio.

Ensinamentos Bíblicos Acerca do Novo Casamento.

Não há nas Escrituras nenhum ensinamento direto acerca do novo casamento após o divórcio. Entretanto, nas palavras de Jesus, em Mateus 19:9, encontra-se uma forte indicação da possibilidade do novo casamento da pessoa que permaneceu fiel, embora o seu cônjuge tenha sido desleal aos votos matrimoniais.

A Atitude da Igreja Adventista do 7º dia quanto ao Divórcio e o Novo Casamento.

Reconhecendo os ensinamentos da Bíblia acerca do casamento, a Igreja está ciente de que as relações matrimoniais, em muitos casos, ficam aquém do ideal. O problema do divórcio e do novo casamento só poderá ser observado em seu verdadeiro aspecto quando for encarado à luz do Céu e contra o fundo histórico do Jardim do Éden. O ponto central do santo plano de Deus para o nosso mundo foi a criação de seres feitos à Sua imagem, que se multiplicassem e enchessem a Terra, e vivessem juntos em pureza, harmonia e felicidade. Ele criou Eva do lado de Adão, e deu-a a Adão como a sua mulher. Foi assim instituído o casamento – sendo Deus o Autor da instituição e Deus o oficiante do primeiro casamento. Depois de o Senhor revelar a Adão que Eva era verdadeiramente osso dos seus ossos e carne da sua carne, nunca lhe poderia surgir na mente dúvida alguma de que os dois fossem uma só carne. Nem podia surgir na mente de nenhum dos componentes do santo par, dúvida alguma de que Deus pretendesse que o seu lar tivesse duração eterna.

Este conceito do matrimónio e do lar, a Igreja adopta sem reserva, crendo que qualquer degradação deste alto ponto de vista é uma correspondente degradação do ideal celestial. A crença de que o casamento é uma instituição divina tem a sua base nas Escrituras. Nessa conformidade, todo pensamento e argumento no intrincado terreno do divórcio e novas núpcias deve ser constantemente harmonizado com o santo ideal revelado no Éden.

A Igreja crê na lei de Deus; crê, também, na misericórdia perdoadora de Deus. Crê que a vitória e a salvação podem ser tão seguramente encontradas pelos que transgrediram nesse assunto do divórcio e de novo casamento, quanto por parte dos que fracassaram em qualquer das outras santas normas divinas. Nada do que é aqui apresentado tem a intenção de diminuir a misericórdia ou o perdão de Deus. No temor do Senhor, é aqui apresentado o que a Igreja crê serem os princípios e as regras que devem ser aplicados neste assunto do casamento, do divórcio e de novas núpcias.

Conquanto o casamento tenha sido realizado primeiramente por Deus só, reconhece-se que as pessoas vivem agora sob governos civis neste mundo; portanto, o casamento tem dois aspectos: o divino e o civil. O aspecto divino é regulado pelas leis de Deus; o civil, pelas leis do Estado.
Em harmonias com estes princípios, as seguintes declarações enunciam a atitude da Igreja Adventista do 7º dia:

1- Quando Jesus disse: “Não o separe o homem”, estabeleceu uma norma de procedimento para a Igreja, sob a dispensação da graça, que devia sempre transcender todas as legislações civis que ultrapassassem a interpretação divina da lei de Deus que governa a real ação matrimonial. Dá Deus aí, para Seus seguidores, uma regra que devem seguir, quer o estado ou o costume em voga permitam maiores liberdades, quer não. “No sermão do monte, Jesus afirmou claramente que não podia haver dissolução do laço matrimonial, a não ser por infidelidade ao voto conjugal”. – (Mat. 5:32; 19:9).

2- A infidelidade ao voto matrimonial geralmente tem sido considerada como alusão a adultério e/ou fornicação. No entanto a palavra que no Novo Testamento e traduzida por “fornicação” ou “prostituição”, abrange algumas outras irregularidades sexuais. (I Cor. 6:9; Tim. 1:9 e 10; Rom. 1:24-27). Portanto, as perversões sexuais, inclusive o incesto, o abuso sexual de crianças e as práticas homossexuais, são também identificadas como abuso das faculdades sexuais e violação do desígnio divino no casamento. Como tal, são um motivo justo para separação ou divórcio. Se bem que as Escrituras permitam o divórcio pelas razões apresentadas mais acima, assim como pelo abandono da parte de um cônjuge incrédulo (I Cor. 7:10-15), devem ser feitos esforços diligentes, pela igreja e pelas pessoas envolvidas, para efetuar uma reconciliação, instando com os cônjuges para que manifestem, um ao outro, um espírito de perdão e restauração semelhante ao de Cristo. Recomenda-se que a igreja lide amorosa e redentivamente com o casal, a fim de ajudar no processo de reconciliação.

3- No caso de não se conseguir a reconciliação, o cônjuge que permaneceu fiel ao consorte que violou o voto matrimonial tem o direito bíblico de requerer divórcio, bem como tornar a casar-se.

4- O cônjuge que violou o voto matrimonial (Ver parágrafos 1 e 2, mais acima) estará sujeito à disciplina da igreja local. (Ver Manual da Igreja, Capítulo 14, Disciplina Eclesiástica, Págs. 185-200). Se estiver genuinamente arrependido (a), ele (ou ela) poderá ser posto (a) sob censura por um determinado período de tempo, em vez de ser desligado de membro da igreja. O cônjuge que não der provas de pleno e sincero arrependimento, será removido do rol de membros da igreja. No caso de a violação ter causado opróbrio público à causa de Deus, a igreja, a fim de manter as suas altas normas e bom nome, poderá remover o indivíduo do rol de membros, embora haja prova de arrependimento. Qualquer dessas formas de disciplina deverá ser aplicada pela igreja local de tal maneira que procure atingir os dois objetivos da disciplina eclesiástica: corrigir e resgatar. No evangelho de Cristo, o aspecto redentivo da disciplina está sempre ligado à autêntica transformação do pecador numa nova criatura em Jesus Cristo.

5- O cônjuge que violou o voto matrimonial e se tenha divorciado, não tem o direito moral de casar-se com outra pessoa enquanto o cônjuge que permaneceu fiel ao voto matrimonial ainda vive e permanece sem casar-se e casto. Se ele (ou ela) casar-se, se for membro da Igreja, também será removida do rol de membros da Igreja.

6- Reconhece-se que , às vezes, as relações matrimoniais deterioram-se a tal ponto que é melhor o marido e a esposa se separarem. “Aos casados, ordeno, não eu mas o Senhor, que a mulher não se separe do marido (se, porém, ela vier a separar-se, que não se case, ou que se reconcilie com seu marido); e que o marido não se aparte de sua mulher”( I Cor. 7:10 e 11). Em muitos desses casos, a guarda dos filhos, o ajuste dos direito de propriedade, ou mesmo a proteção pessoal, podem tornar necessária uma modificação do status matrimonial. Em casos tais pode ser permissível obter o que em alguns países se chama separação legal. Entretanto, em algumas jurisdições civis, essa separação só pode ser obtida por meio do divórcio. A separação ou o divórcio que resulta de tais fatores como violência física ou em que não está envolvida a “infidelidade ao voto matrimonial” (Ver parágrafos 1 e 2, mais acima), não dá a nenhum dos cônjuges o direito bíblico de tornar a casar-se, a menos que no ínterim a outra parte se tenha casado, haja cometido adultério ou fornicação, ou tenha morrido. Se um membro da igreja que se tenha assim divorciado tornar-se, sem estas razões bíblicas, ele (ou ela), será removido (a) do rol de membros da igreja; e quem se casar com ele (ou ela), se for membro da igreja, será também removido. (ver Manual da Igreja, pág. 195)

7- O cônjuge que tenha violado o voto matrimonial, se tenha divorciado, tenha sido removido do rol de membros da igreja e se tenha casado novamente, ou quem se tenha divorciado por motivos outros que não os apresentados nos parágrafos 1 e 2, e se tenha casado novamente e sido removido da igreja, será considerado inelegível à qualidade de membro da igreja, exceto nos casos previstos a seguir.

8- O contrato matrimonial não só é mais sagrado mas também infinitamente mais complexo do que outros acordos em suas possíveis complicações; por exemplo, o fator dos filhos. Portanto, num pedido de readmissão à qualidade de membros da igreja, as opções acessíveis à pessoa arrependida podem ser severamente limitadas. Antes que a decisão final seja tomada pela igreja local, o pedido de readmissão será submetido pela igreja, por intermédio do pastor ou dirigente distrital, à comissão diretiva da Associação/Missão, para conselhos e recomendações quanto a quaisquer possíveis passos que a pessoa ou as pessoas arrependidas devam dar para conseguir tal readmissão.

9- A readmissão na igreja dos que tenham sido removidos pelos motivos apresentados nos parágrafos precedentes, sê-lo-á normalmente sob a condição de rebatismo. (ver Manual da Igreja, pág. 199).

10- Quando a pessoa que tenha sido removida do rol de membros for por fim readmitida na igreja, segundo estabelece o parágrafo 8, deverá exercer-se todo o cuidado possível para salvaguardar a unidade e a harmonia na igreja, não dando a essa pessoa responsabilidade como líder; especialmente em cargos que exija o rito da ordenação, a menos que o caso seja cuidadosamente considerado com a administração do campo local.

11- Nenhum pastor adventista do sétimo dia tem o direito de oficiar em uma cerimônia de segundas núpcias de pessoa que, sob a estipulação dos parágrafos precedentes, não tenha o direito bíblico de tornar-se a casar-se.

Fonte: Manual da Igreja Adventista do 7º dia

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Sobre Blog Sétimo Dia

“SOLO CHRISTO”, “SOLA GRATIA”, “SOLA FIDE”, “SOLA SCRIPTURA” (salvação somente em Cristo, somente devido à graça de Deus, somente pela instrumentalidade da fé, somente com base na Escritura)
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6 respostas para Ensinamento Bíblico em Caso de Divórcio

  1. denilson samuel disse:

    Pois bem, obrigado pela oportunidade. Um casamento entre, ele Adventista e ela não adventista, acabou sendo desfeito em função da falta de compreensão dela para com o marido crente e suas funções religiosas na igreja que tomavam o tempo que ele poderia dispor para sua família. O amor esfriou, a paixão não mais existia e tudo o que restava nessa relação eram críticas de defeitos de um para com o outro. Entraram, ambos, em acordo para dissolver o casamento sem causar transtornos desnecessários como inventário de bens e o direito sobre os filhos. Tudo acordado, cada um para o seu lado. O tempo passou. Ele acabou sendo excluído por “apostasia” jamais comprovada ou atestada pelo “pastor exclusor”, porém nunca abandonou a fé, porém, começou um novo relacionamento que já duram 10 anos e dessa comunhão, nasceram-lhes um casal de filhos. Hoje ele quer regularizar sua situação através do “rebatismo” juntamente com sua atual companheira que deseja unir-se à igreja pelo batismo. Ocorre que o secretário da associação a qual eles estão subordinados, tende a anular o pedido de rebatismo pelo fato de que a ex-cônjuge ainda vive, continua casta, e pela misericórdia de Deus, se converteu ao adventismo ha aproximadamente mais de 03 anos.
    Já foram tentadas todas as possibilidades pelo pastor distrital, porém o entendimento do secretário da associação é de que ele não pode casar-se novamente nem ser rebatizado alegando estar cumprindo o que prevê a Bíblia.

    Estudando esse caso à parte, temos aqui o disposto em I Corintios 7:15 que prevê normas sobre o casamento de pessoas de credos diferentes.

    Também, a aplicação do manual da Igreja que legisla sobre os membros da igreja, e não sobre quem já foi removido ou nunca pertenceu à igreja.

    Gostaria que alguém interpretasse para mim o verso de I Corintios 7:15 se se aplica ao caso livrando o irmão da servidão, e quais os passos que esse irmão deve seguir para regularizar sua situação diante da igreja e de Deus.

  2. Sou divorciada ha 18 anos, casei na igreja catolica. gostaria de saber se eu posso casar novamente. meu ex. marido ja esta casado novamete e tem uma filha de 15 anos… tenho duvidas a esse respeito. nao tenho filhos. obrig. Deus te abençoe.

  3. George Luna disse:

    Apenas um simples e pertubador comentário:

    Se uma pessoa desvincular-se de sua congregação, abandonando-a, nagligencia sua fé em Cristo, deixando de viver o seu primeiro amor (Cristo e a comunhão fraterna), ou ainda, se trocar de denominação e voltar-se a comunhão com aquela primeira congregação, alcança o perdão mas tem que passar por um novo batismo em águas (o que é extremamente antibíblico – pois há ‘um só batismo’, ou seja, uma só forma batismal e única imersão, pois o batizar-se 2ª, 3ª … vez, igualmente ao pecado, estar-se-á crucificando a Cristo tantas vezes quanto a praticarem), por que estas mesmas igrejas não permitem, guardada as devidas proporções, um segundo casament0?
    Fica uma intrigante pergunta a estes pretensos herdeiros únicos da salvação em Cristo, e uma necessidade de voltar-se às Escrituras – as doutrinas neo-testamentária!
    Que Deus, o Pai, na pessoa de Seus Filho Jesus (igual ao Pai – não um anjo criado), e na presença do Seu Espírito Santo, nos guie a toda a verdade, e nos livre dos preconceitos humanistas e diabólicos que infriltam-se na invisível Igreja de Jesus! Amém!

  4. Caro George Lima,

    Sobre o rebatismo não ser bíblico você está equivocado!

    Algumas pessoas alegam, com base em Efésios 4:5 (“há um só Senhor, uma só fé, um só batismo”), que o batismo por imersão só pode ser ministrado uma única vez a cada indivíduo. Mas essa teoria acaba distorcendo, não apenas o sentido básico do texto bíblico, mas também o significado do rito batismal e o ensino de outros textos inspirados que abordam a questão do rebatismo.

    Efésios 4:1-6 fala a respeito da unidade que deveria existir entre todos aqueles que ingressaram na comunidade dos crentes através do mesmo rito batismal. Andrew T. Lincoln esclarece que “o ‘um só batismo’ é o batismo nas águas, o rito público de confissão da única fé no único Senhor. O batismo é único, não por ter uma única forma ou por ser ministrado uma única vez, mas por ser a iniciação em Cristo, no único corpo”. Como todos os crentes se tornaram membros do corpo de Cristo através do batismo, esse rito é um “fator unificador” da igreja (Word Biblical Commentary, vol. 42, pág. 240).

    Biblicamente, o batismo não é um sacramento que concede méritos à salvação, e sim um símbolo visível de uma nova aliança salvífica entre Deus e o pecador regenerado pela graça divina. Através desse ato público, a pessoa se compromete a deixar de servir o pecado, passando a viver “em novidade de vida” (Rom. 6:1-7). A nova vida em Cristo implica na aceitação de Cristo como Salvador e Senhor, bem como na vivência prática de Sua vontade revelada nas Escrituras.

    O ideal é que o batismo seja ministrado uma única vez aos novos conversos, no início da vida cristã. Mas há duas circunstâncias nas quais é aconselhável que a pessoa seja rebatizada.

    Uma delas diz respeito aos conversos provenientes de outras comunidades cristãs nas quais já foram batizados por imersão. Mesmo nunca tendo rompido seu relacionamento com Cristo, essas pessoas podem selar publicamente, por um novo batismo, sua aceitação de uma nova plataforma doutrinária, mais ampla e mais comprometida com o conteúdo geral das Escrituras (ver Mat. 4:4; 28:19 e 20; João 16:13).

    Que a aceitação de novos componentes doutrinários fundamentais pode justificar o rebatismo de um cristão é evidente nas experiências tanto de um grupo de crentes em Éfeso como somos informados em Atos 19:1-7 que, em Éfeso, o apóstolo Paulo encontrou “uns doze” discípulos já batizados por João Batista no “batismo de arrependimento” que nem ao menos haviam ouvido falar “que existe o Espírito Santo”. Após compreenderem essa verdade, eles foram rebatizados “em o nome do Senhor Jesus”.

    Outra circunstância na qual é aconselhável que a pessoa seja rebatizada diz respeito a pessoas que já foram cristãs e apostataram da fé. Quando o crente rompe sua aliança com Cristo e volta a uma vida de pecado, ele se torna passível de ter seu nome eliminado do rol de membros da igreja. O seu reingresso na comunidade dos crentes deve ser assinalado por um novo testemunho público de uma mudança de vida, selado pelo rebatismo.

    Efésios 4:1-6 ratifica a unidade da fé ao mencionar que todos os crentes se tornaram parte do corpo de Cristo através do mesmo rito público (o batismo) de confissão da única fé no único Senhor. Mas essa realidade não desaprova o rebatismo daqueles que assumem uma nova aliança com Cristo e com Sua Palavra.

  5. Roberta disse:

    Olá, gostaria de saber a posição da igreja e de DEUS referente ao divorcio, namorei por 6 anos e fui casada por quase 2 anos e pedi o divorcio pq descobri q meu marido era usuario de drogas, tentei ajudar, internei ele em varias clinicas, conversei mto com ele, fez tratamento com psicologos acompanhamentos medicos e nada teve jeito, orei e pedi mto a a ajuda de Cristo em minhas decisões, pedi o divorcio, que esta em fase processual , pois ele não aceita que tem q se tratar e se curar, acha q o problema somos nos, Como posso continuar casada com uma pessoa que me enganou por tanto tempo, e na hora da separação ate me falou q me traia qdo namoravamos? Não sei o q fazer, devo continuar casada com ele?? me ajudem por favor, Obrigada

  6. Márcia disse:

    Decidi optar pelo divórcio devido a violência doméstica que sofria, pois meu ex marido não conseguia domar seus sentimentos, embora eu nunca soubesse que tenha ocorrido adultério, sempre ficava triste com atitudes mentirosas e irresponsáveis por parte dele, não desejava viver em um ambiente doente e sem estrutura familiar, faz mais de dois anos que me divorciei eu e meu ex marido somos adventistas do sétimo dia, ele já vive uma união estável com outra pessoa e mesmo assim frenquenta a igreja como se nada tivesse acontecido, eu por outro lado, não me sinto a vontade por estar divorciada, mas desejo casar novamente com uma pessoa cristã, de alguma forma sinto-me vítima de preconceito na igreja que frequentei.

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