O Perigo de Depender de Planos e Métodos Humanos

“Enquanto formos envoltos em justiça própria, e confiança em cerimônias, e dependermos de regras rígidas, não poderemos realizar a obra para este tempo.” – Review and Herald, 6 de maio de 1890.

“A observância de formas exteriores nunca preencherá a grande necessidade da alma humana. Uma mera profissão de Cristo não é suficiente para preparar alguém para suportar o teste do juízo.” – Review and Herald, 25 de janeiro de 1887.

“Não olvidemos que, à medida que aumenta a atividade, e somos bem-sucedidos em fazer a obra que tem que ser realizada, há o perigo de confiar em planos e métodos humanos. Haverá tendência para orar menos, e ter menos fé.” – Review and Herald, 4 de julho de 1893.

“As coisas espirituais não foram discernidas. Aparência e maquinaria têm sido exaltadas como elementos de poder, enquanto as virtudes da verdadeira bondade, nobre religiosidade e santidade de coração têm obtido consideração secundária. Aquilo que deveria ter sido feito em primeiro lugar tem sido deixado por último e de menor importância.” – Review and Herald, 27 de fevereiro de 1894.

“Quando jejuns e orações são praticados num espírito de justificação própria, tornam-se abomináveis ao Senhor. A solene assembléia do culto, a rotina de cerimônias religiosas, a humilhação exterior, o sacrifício imposto – tudo proclama ao mundo o testemunho de que o fazedor dessas coisas se considera justo. Tais coisas chamam a atenção ao observador de deveres rigorosos, declarando: ‘Este homem está qualificado para o Céu.’ Mas tudo não passa de um engano. As obras não nos adquirirão entrada no Céu. … A fé em Cristo será o meio pelo qual o espírito e motivo corretos impulsionarão o crente, e toda bondade e mentalidade celestial procederão daquele que olha para Jesus, autor e consumador de sua fé.” – Review and Herald, 20 de março de 1894.

“Há muitos que parecem imaginar que as observâncias exteriores são suficientes para a salvação; mas o formalismo, o rigoroso apego aos exercícios religiosos, falharão em trazer a paz de Deus que supera todo entendimento. Somente Jesus pode dar-nos a paz.” – Review and Herald, 18 de novembro de 1890.

“Aqueles que não têm uma experiência diária nas coisas de Deus não agem com sabedoria. Podem ter uma religião legalista, uma forma de santidade, pode haver uma aparência de luz na igreja; toda a maquinaria – muito disso de criação humana – pode parecer estar operando bem, e ainda a igreja pode estar tão destituída da graça de Deus quanto as colinas de Gilboa careciam de orvalho e chuva.” – Review and Herald, 31 de janeiro de 1893.

Extraído do cap VIII do livro Cristo Nossa Justiça, de arthur G. Daniells

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“SOLO CHRISTO”, “SOLA GRATIA”, “SOLA FIDE”, “SOLA SCRIPTURA” (salvação somente em Cristo, somente devido à graça de Deus, somente pela instrumentalidade da fé, somente com base na Escritura)
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