Ensina-nos a Orar – Parte 1

Um fato surpreendente: Durante a batalha de Valley Forge, as tropas revolucionárias estavam entrincheiradas no campo de batalha, congeladas e famintas. Um dia, um fazendeiro que morava perto trouxe provisões muito necessárias às tropas, e no caminho de volta através da floresta, ele ouviu alguém falando. Ele seguiu a voz até que chegou a uma clareira, onde viu um homem de joelhos, orando na neve. O fazendeiro correu para casa e agitado disse para sua sua esposa, “Os americanos vão garantir a sua independência!” Sua esposa perguntou: “O que te faz dizer isso?” O fazendeiro respondeu: “Eu ouvi George Washington orar na mata hoje, e o Senhor certamente irá ouvir sua oração. Ele ouvirá! pode ter certeza, Ele ouvirá”. O resto, é claro, é história.

Este país foi construído sobre a oração – uma base forte se alguma vez houve uma. Revisionistas gostariam que você acreditasse que os signatários da Declaração de Independência eram panteístas, deístas, agnósticos ou que não tinham muito tempo para Deus. Se isso for verdade, então os agnósticos da época certamente oravam muito mais do que os cristãos fazem hoje. Por exemplo, tanto de manhã quanto à noite, o nosso primeiro presidente ajoelhava-se diante de uma Bíblia aberta a orava pela direção de Deus. Talvez uma razão do porque esta nação está fraquejando moralmente é porque o povo de Deus não passa muito tempo orando por ela.

O que eu acho particularmente fascinante, no entanto, é que Jesus também precisava de oração. Naturalmente, assumimos que sua fé era inerentemente forte, mas a Bíblia nos diz que Jesus se levantava no início da manhã e saía para orar. Às vezes orava a noite toda, como fez antes de escolher seus apóstolos. Depois de ler essa história, eu percebi que eu não oro o bastante e não oro muito bem. No entanto, a oração é muito importante.

Na verdade, todo avivamento vem nos calcanhares da oração. Por exemplo, Deus derramou o Espírito Santo no Pentecostes depois que sua nova igreja esteve de joelhos reunida por 10 dias. E depois de terem “orado, moveu-se o lugar em que estavam reunidos; e todos foram cheios do Espírito Santo” (Atos 4:31). Precisamos orar mais como Igreja e em nossas próprias vidas.

O Negócio Principal

Charles Spurgeon disse: “Todas as virtudes cristãs estão presas na palavra oração”. Uma das principais tarefas do cristão é a oração, a comunhão direta com Deus. William Kerry foi um missionário para a Birmânia, Índia e Índias Ocidentais, mas ele também era um sapateiro. Às vezes as pessoas o criticavam por “negligênciar” sua atividade comercial por passar muito tempo em oração, súplicas e agradecimento. Kerry respondeu: “remendar sapatos é uma atividade secundária, que me ajuda a pagar as despesas. A oração é o meu negócio real”. E Deus o usou poderosamente para converter a muitos. Martinho Lutero acrescentou: “Da mesma maneira que a obra do alfaiate é fazer roupas e a do sapateiro consertar sapatos, a tarefa do cristão é a oração”.

Mas como devemos orar? Eu faço muito essa pergunta, mas a verdade é que, ainda tenho de perguntar: “Senhor, ensina-me a orar”. Os discípulos fizeram essa pergunta a Jesus quando o viram chegando de um período de oração. Seu rosto estava radiante com a luz do céu e energizado pelo Espírito Santo. Não admira terem apelado: “Senhor, ensina-nos a orar”. Estes homens tinham ido à igreja, ao templo, toda a sua vida. Eles tinham recitado centenas de orações e ouviram os sacerdotes orarem em voz alta. No entanto, quando viram Cristo, eles sabiam que lhes estava faltando alguma coisa. De alguma maneira eles, como a maioria de nós, falha em seu negócio principal. Infelizmente, muito poucos sabem o que significa orar, e assim a oração é provavelmente a mais negligenciada oportunidade e privilégio que temos. No entanto, cada cristão precisa do dom da oração, pois ela é a respiração da alma. Jesus disse: “nada tendes, porque não pedis” (Tiago 4:2). Ele não estava dizendo que nós nunca oramos, mas que aquilo que pedimos é mal. Então, como devemos pedir?

Acho que a melhor maneira de descobrir é olhar primeiro para o padrão que nosso Senhor nos deu, que é comumente chamado de “Oração do Senhor”. Claro, isso é realmente um equívoco, porque ela não era realmente a oração de Jesus. Jesus disse: “Portanto, orai vós deste modo” (Mateus 6:9). Ela é um padrão para que possamos orar, então tecnicamente é realmente a oração de um discípulo.

A Composição da Oração

A Oração do Senhor é composta de sete petições, que são divididas muito parecidamente com os Dez Mandamentos. As três primeiras petições são da ala de Deus, verticais e as quatro últimas, lidam com as relações horizontais que temos com os outros. Da mesma forma, o primeiro grande mandamento é amar ao Senhor, e o segundo grande mandamento é amar seu próximo. Deus deve vir em primeiro lugar em nossas orações; Seu conselho deve ser a grande prioridade em nossas vidas. Mas também não podemos negligenciar nossos relacionamentos na terra, razão pela qual o modelo de Jesus inclui também aqueles que nos rodeiam.

Neste estudo, vamos nos concentrar nas primeiras três petições, e no próxima estudo, vamos olhar para nossas orações relativas aos nossos amigos, familiares e vizinhos, e, em seguida, encontrar algumas respostas bíblicas e práticas às perguntas mais comuns sobre oração.

Primeiro, vamos considerar que estas três primeiras petições à Deus têm uma relação única com a Divindade. A primeira petição “Pai Nosso”, refere-se ao Pai. A segunda petição, refere-se ao “reino”, isto é o Filho. Jesus falou muitas parábolas sobre o Filho receber um reino, e voltar como o Rei dos reis. Sem Ele, não poderíamos sequer ir ao Pai. E a respeito de “sua vontade,” quem é que nos leva a vontade de Deus? O Espírito, é quem impressiona sobre nós a vontade de Deus e o amor por Cristo. É o Espírito quem nos dá o poder para seguir os mandamentos de Deus. E assim você tem o Pai, o Filho e o Espírito representados nas primeiras três petições da oração do Senhor.

“Pai Nosso”

Deus como um pai é um tema que percorre toda a Bíblia. Ele é o criador de toda a vida, e protetor de seus filhos. No Antigo Testamento, Sua lista de nomes incluem “Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai Eterno” (Isaías 9:6). Ele é poderoso e onipotente, mas Ele também é o provedor todo-suficiente. Tomado em conjunto, Ele certamente é o Deus do universo que domina do céu, mas ainda podemos nos aproximar d’Ele, pessoalmente, como nosso Pai.

Ainda melhor, o “Pai Nosso” nos diz que somos recebidos como filhos de Deus. “Vede que grande amor nos tem concedido o Pai: que fôssemos chamados filhos de Deus” (1 João 3:1). Deus está disposto a nos adotar em Sua família. Que bela verdade! O “Pai Nosso” diz que nós podemos participar da herança que Ele deu através de Cristo, que somos uma parte da família celestial. A Bíblia diz: “Se vós, pois, sendo maus, sabeis dar boas dádivas a vossos filhos, quanto mais vosso Pai…dará boas coisas aos que lhas pedirem? (Mateus 7:11). Nós podemos ir ao nosso Pai, sabendo que Ele tem dons muito melhores para nós.

A própria expressão “Pai Nosso” é revestida com amor. Ele é alguém de quem podemos seguramente nos aproximar com amor, mesmo quando Ele nos disciplina. Provérbios 3:12 registra: “porque o Senhor repreende aquele a quem ama, assim como o pai ao filho a quem quer bem”. Salmo 103:13 acrescenta: “Como um pai se compadece de seus filhos, assim o Senhor se compadece daqueles que o temem”. Isto também significa que somos uma família de irmãos e irmãs, orando ao nosso Pai. Ele não é só meu Pai, Ele é o vosso Pai também.

Isso traz à mente outra razão pela qual esta oração é um padrão tão grande para nós. Observe que a palavra “eu” não aparece nela. Todos temos orado frequentemente usando o “eu” ou “mim”, mas nesta oração, usa-se o coletivo. Em nossa cultura, obtemos a equação de cima para baixo, é você, então seus amigos, e então Deus. Na Bíblia, a prioridade é invertida. Ame o Senhor, então seu vizinho, e depois você.

“que estás nos céus”

O nosso modelo de oração também nos diz quão perto e quão longe nosso Senhor está realmente de nós. O “Pai Nosso” nos fornece uma idéia de intimidade e proximidade, mas “no céu” nos dá uma sensação de Sua distância de nós. Estamos separados de Deus, e nós reconhecemos isso quando dizemos: “Há um problema: nós estamos aqui, Você está lá.” O que causou essa separação? Isaías diz: “as vossas iniqüidades fazem separação entre vós e o vosso Deus” (Isaías 59:2).

No jardim, Deus perguntou a Adão: “Onde está você?” Em nossa oração, nós estamos confessando a Deus que estamos muito longe dele, da mesma forma que Adão saiu correndo de Deus. Temos estado separados do paraíso. Mas temos esperança. Você sabia que os três primeiros capítulos da Bíblia dizem como o pecado surgiu por meio da serpente e que fomos separados do céu e do paraíso; e que no entanto, os três últimos capítulos da Bíblia dizem como a serpente é destruída, o paraíso restaurado, e que estaremos mais uma vez juntos com Deus?

Outra razão que a Bíblia diz “que estás nos céus” é porque nós precisamos fazer uma distinção entre os nossos pais terrenos e nosso Pai celestial. Nossos pais terrenos são frágeis, carnais, e pecadores pela natureza do ser humano, mas Deus no céu é perfeito. Todos nós temos uma tendência subconsciente natural, de sobrepor à Deus, nosso relacionamento com nosso pai terreno. Por exemplo, aqueles que têm pais terrenos que são excessivamente indulgentes pensam que Deus, o Pai celeste também é permissivo. Aqueles que têm pais terrenos que são rigorosos, duros, geralmente têm uma imagem do Pai celestial como um juiz severo. Isso deveria nos fazer pensar. Nós precisamos gastar muito tempo em oração pedindo a Deus para perdoar os erros que cometemos com nossos filhos. No entanto, quando a Bíblia diz: “Pai nosso que estás nos céus”, ela está nos dizendo que precisamos olhar para o passado de nossas deficientes relações terrenas e saber que Ele é nosso modelo perfeito e que podemos abordá-lo diretamente. Você não tem de a ver Deus através dos vidros quebrados da sua experiência familiar.

“Santificado seja o Teu nome”

Então temos abordado a Deus porque Ele é o nosso Pai do céu. E nossa primeira petição ao nosso Deus é “santificado seja o Teu nome”. Agora, o nome de Deus é uma questão central no grande conflito entre o bem e o mal. O propósito do plano da salvação é defender a glória de Deus. O diabo tem difamado o nome de Deus. Você conhece alguém que tenha dito, “Se Deus é amor, então por que crianças inocentes morrem?” As companhias de seguros chamam aos terremotos, enchentes e outros desastres naturais de “atos de Deus”. Que tipo de reputação estão dando a Deus? O diabo é um mestre em manchar o caráter de nosso Pai. Ele tem retratado o bom, maravilhoso, amoroso, paciente e misericordioso Deus como um tirano cruel, indiferente, arbitrariamente punindo suas criaturas. O nome de Deus têm sido profanado pelo diabo.

Assim, o objetivo do cristão, pela graça de Deus, é defender o nome de Deus, tanto quanto puderem, para revelar quem Ele realmente é. Infelizmente, precisamos orar “santificado seja o teu nome”, porque não somos muito bons nisso. Mesmo na Bíblia, vemos o povo de Deus fazer mais para desonrar o seu nome do que os pagãos. E os tempos não mudaram muito desde a antiguidade. Lembre-se que dissemos que a Oração do Senhor espelha um pouco os Dez Mandamentos. O terceiro mandamento diz: “Não tomarás o nome do Senhor teu Deus em vão; porque o Senhor não terá por inocente aquele que tomar o seu nome em vão” (Êxodo 20:7). Usar o nome de Deus em profanações é apenas uma pequena parte de quebrar este mandamento. Usar o nome de Deus é como uma mulher usando o sobrenome do marido. Quando você é um cristão batizado, você leva o nome de Cristo, mas se você viver como um demônio depois de ter tomado o nome de Cristo, você está tomando seu nome em vão. Quem causa mais dano à causa cristã, os pagãos ou os professos cristãos que vivem como o mundo? Os cristãos devem ser anunciadores da bondade de Deus, mas em muitos casos, causam mais danos. Em todo o mundo, vemos professos cristãos atacando e matando à outros, como na Irlanda, África e Croácia. O que isso acarreta ao nome de Deus? Jesus diz: “Amai os vossos inimigos … vence o mal com o bem” (Mateus 5:44, Romanos 12:21). Cristo é caluniado por causa do mau comportamento de todos aqueles que tomam seu nome em vão. Assim, “santificado seja o Teu nome” é pedir a Deus para nos ajudar, em palavra e ação, a honrar Seu precioso nome.

“Venha o teu reino”

Estamos no meio de uma batalha entre dois reinos. Um inimigo sequestrou o mundo quando Adão e Eva entregaram a ele o domínio que Deus lhes havia dado sobre a terra. Desde então, a prioridade dos filhos de Deus tem sido “buscai primeiro o reino de Deus” (Mateus 6:33). Naturalmente, devemos fazer duas distinções quando falamos do Reino de Deus – espiritual e física. Sabemos que o reino espiritual de Deus está muito vivo no mundo de hoje, porque Lucas 17:21 diz: “o reino de Deus está dentro de vós” Quando Jesus começou a pregar após Seu batismo, Ele disse: “O tempo está cumprido, e o reino de Deus está próximo” (Marcos 1:15). Este aspecto do reino está disponível agora. Se você aceitou a Cristo em seu coração, então, Ele reina de seu trono em seu coração. Paulo diz: “Não Deixe o pecado … reinar em vosso corpo mortal”, antes deixe que Jesus seja seu Rei e que reine sobre tudo o que você faz (Romanos 6:12). Esse é o primeiro reino que devemos buscar: o reino espiritual de Deus dentro de nossos corações.

Mas um dia os mansos herdarão a terra e o reino literal de Deus vai se pronunciar sobre este mundo como um reino muito real e físico. Você acha que precisariamos orar, “Venha o Vosso reino”, se o reino de Deus já tivesse sido estabelecido? Quando Jesus estava prestes a subir ao céu, como registrado em Atos 1, os discípulos perguntaram: “restaurarás tu neste tempo o reino?” Jesus respondeu: “A vós não vos compete saber os tempos” (Atos 1:6, 7).

A mensagem central do livro de Daniel é que todos os reinos e os ídolos do mundo, que são feitos de ouro, prata, bronze ou barro todos irão desintegrar antes da Rocha das Eras, o Reino de Deus. “o Deus do céu levantará um reino que não será jamais destruído; e este reino não passará a outro povo; esmiuçará e consumirá todos esses reinos, mas ele mesmo subsistirá para sempre” (Daniel 2:44).

Por enquanto, somos embaixadores de outro império, anunciando um reino que um dia vai encher a terra. Cristo disse: “Assim como meu pai me confiou um reino, eu o confio a vós” (Lucas 22:29). Quando o ladrão na cruz virou-se para Cristo e disse: “Senhor, lembra de mim quando vieres no teu reino”, ele aceitou a Cristo como Rei (Lucas 23:42). É por isso que ele vai estar no reino, porque ele tinha o reino espiritual, que começa em seu coração.

A frase “o reino de Deus” é encontrada 70 vezes no Novo Testamento. Por quê? Porque existem dois reis em guerra, Jesus e o diabo, que diz que ele é o príncipe deste mundo. É por isso que ainda precisamos orar para que “venha o Teu reino”: em primeiro lugar dentro de nós, e então um dia em torno de nós.

“seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu”

Ao contrário da crença popular, a vontade de Deus neste mundo nem sempre está sendo feita. Eu respeitosamente discordo com a noção de que tudo o que acontece está em conformidade com a vontade do Criador. Quando algo ruim acontece, como um tornado, inevitavelmente, se ouve alguém dizer: ‘”Bem, deve ter sido a vontade de Deus”. Eu não acredito que isso é o que a Bíblia ensina, e se isso é realmente verdade, por que Deus iria nos fazer orar para que Sua vontade seja feita?

Por outro lado, nem tudo que parece ser bom é do celeiro de Deus também. Às vezes o diabo pode até lançar a prosperidade no caminho de alguém para parar ou desviar seu anseio por Deus. Você e eu não temos idéia do que está acontecendo por trás do véu espiritual, é por isso que temos de orar: “Seja feita tua vontade assim na terra como no céu.”

Você e eu, naturalmente temos nossas vontades torcidas e confusas pelos nossos desejos carnais. Precisamos orar para que a graça de Deus e o Seu Espírito guie nossas vontades em conformidade com a Sua. Nós também precisamos saber o que Sua vontade significa para nós, e encontramos a melhor expressão do que ela significa na Palavra de Deus. Para os iniciantes, a forma mais simples da vontade de Deus é chamada de os Dez Mandamentos. “Deleito-me em fazer a tua vontade, ó Deus meu; sim, a tua lei está dentro do meu coração” (Salmo 40:8). Então, quando oramos “Seja feita a Tua vontade”, estamos realmente orando para que Sua vontade seja feita em nós através da submissão e obediência.

É claro que Jesus é o exemplo perfeito de fazer a vontade de Deus aqui na terra. Em João 6:38, Ele proclama: “Porque eu desci do céu, não para fazer a minha vontade, mas a vontade daquele que me enviou” (João 6:38). No jardim do Getsêmani, em face a separação do Pai, Cristo pediu a Deus três vezes, “não se faça a minha vontade, mas a tua” (Lucas 22:42). É sempre mais fácil fazer a vontade de Deus? Não. Se esta foi uma tremenda luta para Jesus, nós também precisamos orar: “Seja feita a Tua vontade”

A Maior Vontade

Quando Deus criou a maioria das coisas, Ele simplesmente as chamou à existência. Mas quando Ele criou Adão, Ele tomou pó da terra, formou-o com as mãos, e soprou vida nele. Ele fez a humanidade da Terra. Então, quando oramos, “seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu”, também estamos admitindo que somos na verdade apenas barro. “Na terra” significa também em nós. Estamos nos humilhando diante de Deus, reconhecendo que, em nossa rebeldia, nossa vontade é pervertida. Quando oramos “Seja feita a Tua vontade”, estamos dando-lhe permissão para nos usar segundo o seu propósito. O Senhor nunca vai forçar a vontade dEle sobre você por causa do precioso dom da liberdade. Ele não vai forçá-lo a orar “Seja feita a Tua vontade”. Você tem que optar por fazê-la, submeter-se a sua vontade, ser seu servo, e dar-lhe permissão para ativar seu poder e plano em sua vida. Quando você entende este segredo, você vai abrir os celeiros de poder do céu.

Mas atenção, isso funciona de outra maneira também. Muitos de nós somos assediados pelo diabo, porque nós damos ao diabo a nossa vontade. Você pode escolher quem é o seu mestre. E quando nós através da entrega constante condescendemos com as tentações que o diabo coloca em nosso caminho, nós começamos a dar-lhe maior poder para ativar os seus desejos em nossas vidas. E, ironicamente, quando exercemos a nossa liberdade de nos submeter ao diabo, nós, centímetro por centímetro, perdemos nossa liberdade! O diabo possui a nossa natureza, e nós nos tornamos seus escravos.

Mas ainda é possível ser preenchido pelo Espírito de Deus. Você gostaria de ter esta experiência? A maioria de nós está lutando em algum lugar entre o espírito e a carne, mas quando você entende isso e diz: “Senhor, eu quero que você seja meu Deus. Eu quero que você assuma o controle. Eu entrego minha vontade. Eu estou me entregando a você. Eu sou impotente”, então você está dando-lhe o poder de liberar a Sua vontade em sua vida. Ele está esperando, mas Ele não pode obrigá-lo a isso. Então lembre-se que, quando orardes, não se esqueça de dizer: “Seja feita a Tua vontade assim na terra como no céu”.

No próximo estudo, o Pastor Doug abordará as partes da Oração do Senhor que lidam com nós mesmos e com aqueles que nos rodeiam. Além disso, ele também abordará as questões práticas em nossas orações diárias, como postura, tempo e outras questões.

Texto de autoria do Pastor Doug Batchelor, publicado no site Amazing Facts. Crédito da Tradução: Blog Sétimo Dia https://setimodia.wordpress.com/

Sobre Blog Sétimo Dia

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3 respostas para Ensina-nos a Orar – Parte 1

  1. Pingback: Ensina-nos a Orar – Parte 1 (via SÉTIMO DIA) | Adventismo em Foco

  2. Queridos aqui vi para vcs na íntegra como Orar à DEUS! Confiram aí vale á pena e acredito que vai contribuir e muito para exercitar à Fé em DEUS e em SEU amor.Bjs da amiga sempre pensando em vcs tds meus amigos do Facebook: Lucimar DAvila Freitas.

  3. Elizel / MACAPÀ disse:

    esse estudos são otimos para nos ajudamos a enteder e é um modo de ide e isina

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