Jesus, Cópia de Mitos? Zeitgeist Desmascarado !

Zeitgeist, é um documentário amador de 2007 sobre alegados paralelos entre a história de Jesus e mitos antigos e uma conspiração dos ataques de 11 de setembro e o sistema bancário mundial.

A primeira parte, entitulada A Maior História Já Contada, argumenta que o Cristianismo copiou suas doutrinas centrais de outros mitos antigos, em especial Horus, Mitra e Dionisio.

O documentário tem caráter totalmente amador, foi trucidado (quando não simplesmente ignorado) pela comunidade acadêmica profissional. Mas isto não impediu de ser tornar um vídeo popular e muito citado na internet.

Anti-cristãos que vivem procurando algo para liquidar o cristianismo viram neste filme uma fonte inesgotável de falácias para serem jogadas contra cristãos.

Como um pouco de informação de verdade não faz mal para ninguém recomendamos esta entrevista com o Dr Chris Forbes.

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“SOLO CHRISTO”, “SOLA GRATIA”, “SOLA FIDE”, “SOLA SCRIPTURA” (salvação somente em Cristo, somente devido à graça de Deus, somente pela instrumentalidade da fé, somente com base na Escritura)
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5 respostas para Jesus, Cópia de Mitos? Zeitgeist Desmascarado !

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  2. Olá,

    Gostaria de dizer que eu sou agnóstico, e acho que tem muita coisa legal no Cristianismo que eu admiro, e algumas me causam pavor (especialmente o velho testamento). Eu sou simpatizante do movimento Zeitgeist e concordo que o argumento é meio falho. Até mesmo Karl Marx costumava dizer que você só pode derrubar uma teoria por ela mesma, encontrar contradições dentro dela mesma, mas não foi o que o Zeitgeist fez.

    Mas eu vejo aquela primeira parte do documentário como uma mensagem assim: “verdadeiras ou não, as religiões foram e ainda são usadas como ferramenta de manipulação de massas por pessoas inescrupulosas que possuem interesses particulares que não têm nenhum amor pela humanidade.”

    Acho que o Zeitgeist poderia ter ido só até aí. Quando ele tenta provar até mesmo a inexistência de Jesus Cristo, acho que eles foram para um lado que não era necessário. Garanto que muitos cristãos adeririam ao projeto, que afinal é pra substituir esse sistema injusto e cruel que é o capitalismo, porém, fizeram essa “pequena” bobagem, e nisso concordo com vocês.

    Um abraço
    Um ser pensante

  3. Seventh Day disse:

    Olá amigo,

    Os que negam a existência de Deus roubam à vida seu significado afetivo e moral. E justamente aqui, tocamos num ponto nevrálgico da sociedade moderna. A que se refere o senso de frustração e desespero da nova geração senão ao fato de que as escolas e os livros, pretendendo refletir as opiniões científicas correntes, minaram sua fé? Lembre-se, porém, de que, a ciência não pode provar a existência de Deus, e está igualmente fora de sua alçada desprová-la. A Ciência só estuda aquele aspecto da realidade que se presta a seu método, isto é, o aspecto material, deixando de lado seu aspecto moral e religioso. Sem fé em Deus e nos valores transcedentais da religião e da moral, a vida reduz-se a uma banalidade. Nesse clima de ceticismo, prolifera o cinismo que corrói a mentalidade contemporânea e encontra sua expressão típica no desbragado moto: “comamos e bebamos porque amanhã morreremos”. Negada a existência de Deus, apagada a fé numa vida futura, posto em dúvida um juízo final, nada mais resta ao homem do que buscar uma ilusória felicidade nos prazeres do momento. A desorganização da vida moral, que se processa ao nosso redor, é sintomática do fato de que o homem, desligando-se de Deus, desligou-se da única convicção capaz de dar significado e propósito à vida humana. E admitamos que, sem essa convicção, a existência do homem na Terra torna-se insuportável.

    Como poderá a vida ter significado a não ser em termos de Deus e de uma vida futura? Não insinuo, absolutamente, que filósofos e teólogos devem criar ou perpetuar artificialmente a noção de que Deus é nosso Pai “que está no Céu”, para impedir que a estrutura social entre em colapso. A questão é bem mais profunda. Recuso admitir que a idéia de Deus seja verdadeira por ser útil, como querem alguns filósofos. Muito ao contrário. A idéia de Deus é útil, essencial, mesmo à coerência da vida e do pensamento humanos, porque é verdadeira. O postulado de que Deus existe é a pedra angular em qualquer concepção coerente do universo. Removam-na, e a história do homem na Terra torna-se “um conto ocioso, narrado por um idiota, cheio de som e de fúria, significando nada”.

    A verdade da existência de Deus, por ser intuitiva e primária, dispensa provas. É uma verdade comparável aos postulados da matemática, que longe de exigirem provas, são o alicerce sobre o qual se assenta todo o edifício da matemática. Embora a convicção de que Deus existe dispense provas, ela pode ser confirmada por evidências, tais como a prevalência de ordem no Universo, a adaptação maravilhosa de meios a fins que corroboram a conclusão de que o Universo é um produto do pensamento e não do acaso, de uma Inteligência planejadora e não de um acidente.

    Sob mil e um disfarces, a vida humana é uma busca persistente e agoniada após uma só coisa – o significado da existência. Imaginam muitos que a vida se resume na procura da felicidade, procura essa proverbialmente ilusória. Um pouco de reflexão, porém, permite-nos perceber que a felicidade e o significado da existência são as duas faces de uma mesma moeda. Uma é o aspecto sentimental; a outra o aspecto intelectual. Buscar a felicidade sem compreender o significado da existência, implica numa frustração tão grande como querer ler uma carta de amor redigida em código. Sem quebrar o código, não é possível experimentar a alegria que a carta visa comunicar. De igual modo, enquanto o significado da vida permanece um segredo impenetrável, é impossível desfrutar a felicidade que ela visa proporcionar.

    Que o Senhor lhe dê sabedoria para encontrá-Lo !

  4. Rui disse:

    Amigo o video é privado não dá para assistir :\

  5. Bem, essa é uma discussão “viciada”, é como um corintiano e um palmeirense discutindo qual time é o melhor (embora eu sempre busque discutir de um ponto de vista neutro, mas nem mesmo a neutralidade é muito bem aceita por religiosos quando o assunto é religião). Mas a única coisa que eu quero dizer é que o movimento Zeitgeist se trata de um movimento de transformação do sistema sócio-econômico, e não religioso. Alguns colocam a questão da “espiritualidade” no contexto, e o combate a “religião” que os documentários fazem está mais focado no que vocês religiosos também chamam de “falsas religiões”, mas do ponto de vista da sociedade baseada em recursos que é proposta, a religiosidade é só um assunto em que se “passa raspando” de vez em quando: nem de longe é o centro do projeto. O problema é que o Peter Joseph não se apercebeu disso no começo e foi muito pretensioso, mas como trata-se de um movimento totalmente espontâneo de pessoas que não se adaptam ao modo de vida Ford-ista e consumista e que se preocupam com os recursos do planeta e a justiça social, nada impede que pessoas de qualquer religião também participem.

    Aliás, elas participam, afinal, qual é o mal de lutarmos por uma vida melhor? Nenhum. É por isso que essa primeira parte do primeiro documentário Zeitgeist é, na prática, irrelevante; e mesmo teoricamente, é muito fraquinho mesmo.

    Ao contrário das argumentações a respeito dos assuntos relacionados a política, sociedade, psicologia e economia.

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