Mais Mentiras e Desonestidade Intelectual Apresentadas pelo CACP e pelo ICP

MENTIRAS DO CACP

Muitos críticos de Ellen White – bem DESINFORMADOSdescontextualizam a declaração do livro Testemunhos Seletos, vol. 3, pág. 23, para afirmarem que Ellen White ensinava a salvação pelas obras e que só quem guarda o Sábado vai para o Céu. Eis o texto:

“Santificar o sábado ao Senhor importa em salvação eterna.”

Sem analisar o restante do livro onde está a citação, é fácil colocar nos escritos de Ellen White palavras que ela jamais sonhou escrever…

A seguir, apresentarei a você uma explicação sobre o assunto. Convido-lhe a não acreditar nas desinformações que o Centro Apologético “Cristão” de Pesquisa (CACP) e o Instituto “Cristão” de Pesquisas (ICP) apresentam, com o intuito de menosprezar a autora.

Estudo do texto

Ellen G. White NUNCA pregou a salvação pelas obras. Veja um dos seus muitos textos que abordam o assunto:

“Nem a morte, nem a vida, altura ou profundidade, nada nos poderá separar do amor de Deus que está em Cristo Jesus; não porque a ele nos apeguemos com firmeza, mas porque ele nos segura com Sua forte mão. Se nossa salvação dependesse de nossos próprios esforços não nos poderíamos salvar; mas ela depende de Alguém que está por trás de todas as promessas.” – Atos dos Apóstolos¸ pág. 553 (Grifos meus).

A declaração da Sra. White no livro Testemunhos Seletos, vol. 3, pág. 23, deve ser entendida em todo o seu contexto. Quando lemos todo o capítulo 2 do livro citado podemos ver que Ellen White disse que o Sábado “implica em salvação eterna” para aquele que conhece a verdade. Que a Sra. White escreveu este texto para os que conhecem a verdade sobre o assunto fica claro nas seguintes declarações (mencionarei apenas algumas):

1) “…a vontade divina é que esse dia seja para nós [Adventistas] de deleites” – pág. 16;

2) “Assim como o sábado foi o sinal que distinguiu Israel quando saiu do Egito para entrar em Canaã, é, também, o sinal que deve distinguir o povo de Deus que sai do mundo para entrar” – pág. 17;

3) “Para os que guardam o sábado, esse dia é o sinal da santificação” – pág. 17.

Outros dois pontos merecem destaque:

1) A citação completa na pág. 23 explica o porquê de o Sábado importar em salvação eterna: “Santificar o sábado ao Senhor importa em salvação eterna. Diz Deus: “Aos que Me honram, honrarei.” I Sam. 2:30”. Veja que ela usou o texto de 1Sam. 2:30 para explicar que a santificação do Sábado implicará [no futuro, quando todos forem provados pelo decreto dominica’l] em salvação eterna porque santificar o Sábado é uma questão de honrar a Deus, o “Senhor do Sábado” (Mar. 2:28). E, quem desonrar a Deus de forma rebelde até o tempo do fim, não poderá ser salvo.

2) Antes da referida citação (“Santificar o sábado ao Senhor importa em salvação eterna”), no mesmo contexto Ellen White está dando conselhos de como deve ser observado o Sábado. [Falando a Adventistas que conhecem a doutrina!] Isto nos mostra que ela está, na citação da pág. 23, tratando da importância de não relaxar na observância do mandamento, de não ser um transgressor voluntário.

Portanto, longe de ensinar a salvação pela Lei, Ellen White está exortando as pessoas de que rejeitar uma verdade depois de conhecê-la significa desonrar a Deus, o que levará à perdição. Também ela mostra que relaxar na observância do Sábado é errado, pois é uma afronta ao mandamento. Qualquer mandamento que seja desobedecido voluntariamente – sem que haja arrependimento – implicará em perdição. Isto não se aplica apenas ao quarto (Êxodo 20:8-11), que ordena a observância do Sábado: “Pois qualquer que guarda toda a lei, mas tropeça em um só ponto, se torna culpado de todos.” Tiago 2:10.

A obediência é uma evidência externa de uma santificação interna. Por isso, a guarda do Sábado, bem como a observância dos demais mandamentos, implicará em salvação eterna para aqueles que, em resultado da santificação efetuada por Cristo, são obedientes. A Sra. White está dizendo que a Lei é o resultado de um coração transformado e não o meio de salvação. Ela está em perfeita harmonia com Efésios 2:8-10:

“Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus; não de obras, para que ninguém se glorie. Pois somos feitura dele, criados em Cristo Jesus para boas obras, as quais Deus de antemão preparou para que andássemos nelas.”

Estou à disposição para maiores esclarecimentos. Em breve teremos respostas aos demais questionamentos feitos a Ellen White. Enquanto preparo o material, recomendo que acesse o site OFICIAL, que apresenta a VERDADE sobre a autora: http://www.centrowhite.org.br

Leandro Quadros.

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Sobre Blog Sétimo Dia

“SOLO CHRISTO”, “SOLA GRATIA”, “SOLA FIDE”, “SOLA SCRIPTURA” (salvação somente em Cristo, somente devido à graça de Deus, somente pela instrumentalidade da fé, somente com base na Escritura)
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9 respostas para Mais Mentiras e Desonestidade Intelectual Apresentadas pelo CACP e pelo ICP

  1. Ricardo disse:

    Nâo vejo porque colocar isto de uma forma tão complexa.

    É só colocar as VERDADES sobre o atual DONO do ICP

    -> Um homem desquitado
    -> Que traiu sua esposa
    -> Com uma secretária
    -> E tornou sua Empresa quase falida por enormes dívidas.

    Não é necessário + nada

  2. Não como, a liderança do CACP, conseguiu encontrar o meu email, acabo de receber um comunicado deles, para tomar cuidado com certas igrejas, inclusive a nossa. Analizei algums palestras do Centro de Pesquizas, e pra ser franco, existe distorções de toda ordem. Eles ainda não se deram conta, ou são muito orgulhosos para isso. Sim, estão PISANDO NO SANGUE DE CRISTO E BLASFEMANDO DA AUTORIDADE DE DEUS. Um dos temas que me chamou a atenção, é o que dizem, não ser pecado, guardar o Domingo. Será, que não é pecado chamar Deus de mentiroso? As escrituras declaram, que Deus não muda. Mal. 3:6, no contexto bíblico, o Sábado, continua sendo o selo- carimbo da autoridade de Deus em todo o universo. Ao advogarem, em favor do descanso dominical, o CACP, está desprezando a SOBERANIA DE DEUS. Será, que eles não leram Apocalípse 11: 19, que diz que A ARCA DA ALIANÇA ESTÁ NO SANTUÁRIO DE DEUS? Será que nunca compararam o texto citado com Hebreus 8: 1-2-5 e 9:24, que demonstram sem sombras de dúvidas, que o Santuário Terrestre, era uma cópia do SANTUÁRIO CELESTIAL? Será, que eles não entendem, que os dez mandamentos originais, incluindo-se o Sábado, encontram-se guardados na ARCA DA ALIANÇA DO SANTUÁRIO CELESTIAL? Constituindo-se assim norma do governo de Deus em todo o universo, incluindo-se os habitantes deste planeta? Ou será, que o Deus e Senhor deles é outro? Satanás? As escrituras, deixam muito claro, que mentirosos não entrarão no Céu. O CACP, distorce as escrituras, fatos históricos, inclusive a respeito da igreja remanecente . Sou pregador evangelista e minha missão é pregar a terceira mensagem angélica e sinto o Espírito de Deus me ajudando a faze-lo, se precisarem de mim, podem contar comigo. luizpedro@advir.com e blog: querendoserdeus.blogspot.com/
    Que o Espírito Santo nos guie na pregação do evangelho eterno. Amém!

  3. Dionata roberto disse:

    Conhecer e Deus é algo mais do coraçao humano, do q do intelectual.Muitos debatem,mais para ganhar no argumento,Ñ se importando com os valores eternos e a santificaçao da própria vida,no q darao conta naquele dia,pois todos sao acusados por sua própria consciencia,a Ñ ser q esta já esteja cauterisada por sua própria conduta egocentrica.Cedo ou tarde a cacp entenderá isso.

  4. maria do carmo abreu disse:

    estou em aflições várias.
    sinto-me bem na igreja adventista do 7º dia.
    a mudança vai-se fazendo.

  5. Ronnie disse:

    E conhecereis a verdade e ela vos libertará!è simples,aqueles que dizem que amam a Deus,e o servem de todo coraçao,mas pra fazer isso precisam mudar aquilo que Deus disse que nao mudaria,essas pessoas fazem isso nao por amor a Deus,mas a si mesmos.
    Se voce observar,hoje é muito mais fácil guardar o domingo,ja que as empresas param no domingo e trabalham ao sabado, e outras coisas que acontecem no sábado.Mas quem disse que o caminho para o céu seria facil?Pelo contrário o caminho é estreito e muito espinhoso,mas no final está o galardao.A palavra de Deus nao muda e nunca mudará,porque Deus nao é homem para que minta.além do mais,concordo que a salvaçao nao é pelas obras,mas as obras fazem parte do contexto de salvaçao,caso contrário seria muito fácil ser salvo,era só cada um viver a sua maneira,e depois demonstra um pouco de fé,mas na verdade, a fé e o amor que temos em Cristo Jesus,é que nos levam a praticar boas obras.

  6. Regina Semioni disse:

    Quando Jesus esteve aqui,Ele pedia para que as pessoas examinassem as escrituras, porque sabiam ter nelas a vida eterna. Jesus estava se referindo ao velho testamento, porque o novo testamento só passou a existir após Ele ter retornado aos céus.
    Após a Sua morte e ressurreição, ele apareceu a dois de seus discípulos na estrada de Emáus, e durante a caminhada ele falavra sobre todos os profetas e sobre Moisés ( Deus deu a Moisés as tábuas da lei), expunha-lhes o que ao seu respeito constava nas escrituras *Luc 24:13-27*.Como que depois da morte de Jesus o velho testamento foi abolido se o mesmo Jesus depois de ressucitado citou-o??
    Meus queridos, ainda há tempo, estudem a palavra de Deus. Um forte abraço.

  7. Elivan disse:

    Que tábuas da lei? As mesmas de II Coríntios 3:7???

  8. Olá Elivan,

    “Ministério da Morte, Gravado Em Pedras…”

    Paulo declara que “o ministério da morte, gravado com letras em pedras”, “se desvanecia’ Baseados nesta declaração, algumas pessoas crêem que a lei dos Dez Mandamentos, que foi escrita em tábuas de pedra, se desvaneceu (II Coríntios 3:5-11).

    EXAMINEMOS O QUE PAULO REALMENTE DISSE. NA INTRODUÇÃO DA PASSAGEM QUE ESTÁ DIANTE DE NÓS, PAULO DECLARA AOS IRMÃOS DE
    Corinto:

    “Vós sois a nossa carta, escrita em nosso coração, conhecida e lida por todos os homens, estando já manifestos como carta de Cristo, produzida pelo nosso ministério, escrita não com tinta, mas pelo Espírito do Deus vivente, não em tábuas de pedra, mas em tábuas de carne, isto é, nos corações-” 11 Cor. 3:2 e 3.

    Aqui está a chave para interpretar as palavras que se seguem. Sua figura de linguagem é emprestada do contraste bíblico entre a velha e a nova aliança. “Tábuas de pedra” em contraste com “tábuas do coração”, “tinta” em contraste com “o Espírito do Deus vivente”.

    Paulo havia ministrado aos coríntios. Por uma transição fácil, Paulo muda para a discussão das duas alianças, acrescentando imediatamente que Cristo “nos habilitou para sermos ministros de uma nova aliança, não da letra, mas do espírito; porque a letra mata, mas o espírito vivifica”.

    Qualquer bom examinador da Bíblia Sagrada sabe que a ratificação da nova aliança não significou a abolição dos Dez Mandamentos.

    “E, se o ministério da morte, gravado com letras em pedras, se revestiu de glória, a ponto de os filhos de Israel não poderem fitar a face de Moisés, por causa da glória do seu rosto, ainda que desvanecente, como não será de maior glória o ministério do Espírito? Porque, se o ministério da condenação foi glória, em muito maior proporção será glorioso o ministério da justiça. Porquanto, na verdade, o que, outrora, foi glorificado, neste respeito, já não resplandece, diante da atual sobre excelente glória. Porque, se o que se desvanecia teve sua glória, muito mais glória tem o que é permanente. Tendo, pois, tal esperança, servimo-nos de muita ousadia no falar. E não somos como Moisés, que punha véu sobre a face, para que os filhos de Israel não atentas’ sem na terminação do que se desvanecia.” Versos 7-13.

    Aqui está uma série de contrastes, visando não tanto diminuir a antiga dispensação como glorificar a nova. Paulo sempre fez um esforço deliberado para provar que Cristo e Seu ministério são a resplendente glória diante da qual a glória espiritual dos tempos anteriores empalidece.

    Esse argumento por meio de contraste distingue principalmente o livro de Hebreus, o qual foi escrito para os crentes judeus que, antes de aceitarem a Cristo, tinham pensado que a glória do Sinai e o ministério da lei divina sob os sacerdotes e dirigentes judeus eram a última palavra em glória celestial. Os contrastes que Paulo procura fazer são essencialmente os mesmos que os contrastes entre a antiga e a nova aliança:

    1. “O ministério da morte” versus “o ministério do espírito”.
    2. “Ministério da condenação” versus “ministério da justiça”.
    3. “A letra mata” versus “o espírito vivifica”.
    4. “Foi glorioso” versus “excede em glória”.
    5. “se desvanecia” versus “permanece”.

    Os números um e dois são simplesmente expressões variantes. As perguntas que surgem diante de nós são, portanto:

    1. Quais são esses dois ministérios?
    2. O que significa “letra” e “espírito”?
    3. Qual é essa “glória” relativa?
    4. O que “se desvanecia” e o que “permanece”?

    Prontamente responde o objetor: O “ministério da morte” era o que foi “gravado com letras em pedras” e é claramente os Dez Mandamentos. Mas não tão rapidamente. É correto falar de um “ministério” e uma “lei” como sinônimos? Não. É correto falar do “ministério” ou, como diríamos, a administração de uma lei. A administração da lei é o meio pelo qual ela é posta em operação e não deve ser confundida com a lei em si. Portanto, “o ministério da morte” ou “o ministério da condenação” se refere ao ministério, ou à administração, da lei que foi gravada “com letras em pedras”.

    Numa simples figura de linguagem, a lei é chamada “morte” e “condenação”. Em certa ocasião, no tempo de Eliseu, os filhos dos profetas se reuniram com ele em torno de uma “panela grande” em que haviam cozido certas “colocíntidas silvestres”.

    Evidentemente, as colocíntidas eram venenosas, porque um daqueles que estavam comendo gritou: “Morte na panela” (veja II Reis 4:38-40). Ele queria dizer, é claro, que havia algo na panela que causaria morte e, substituindo causa por efeito, gritou.

    Paulo havia dito antes aos coríntios: “O aguilhão da morte é o pecado, e a força do pecado é a lei.” 1 Cor. 15:56. Isto é, se não fosse a lei de Deus, que condena aqueles que a violam, não haveria pecado, e nenhuma morte como penalidade pelo pecado, porque “onde não há lei, também não há transgressão”. Rom. 4:15.
    Pensando nesse fato e no fato contrastante de que “a lei é santa; e o mandamento, santo, e justo, e bom”, Paulo indaga: “Acaso o bom se me tomou em morte?” Aqui ele fala da lei como sendo “morte”. Ora, como diz Paulo que escapamos deste “ministério da morte”, deste “ministério da condenação”? Abolindo a lei de Deus?

    Ouça suas palavras: “Agora, pois, já nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus. Porque a lei do Espírito da vida, em Cristo Jesus, te livrou da lei do pecado e da morte. Porquanto o que fora impossível à lei, no que estava enferma pela carne, isso fez Deus enviando o seu próprio Filho em semelhança de carne pecaminosa e no tocante ao pecado; e, com efeito, condenou Deus, na carne, o pecado, a fim de que o preceito da lei se cumprisse em nós, que não andamos segundo a carne, mas segundo o Espírito.” Rom. 8:1-4.

    Escapamos da “condenação” por meio de Jesus Cristo, que muda o nosso coração “a fim de que o preceito da lei” se cumpra em nós. Paulo descreve esta condição transformada como andando “segundo o Espírito”, e acrescenta que o pendor “do Espírito” dá “para a vida e paz”. Verso 6.

    Aqui está uma situação de “condenação” e “morte” transformada em uma de “nenhuma condenação”, de “vida”. Em outras palavras, um ministério de condenação e morte trocado por um ministério de espírito e vida. E evidente que aqui estamos discutindo as duas alianças. E é evidente também que as palavras de Paulo em Romanos 8 são paralelas às suas palavras em II Coríntios 3. Este é o claro ensino das Escrituras.

    A carta fria da lei como aparecia nas tábuas de pedra não tinha nenhum poder doador de vida. Só podia apontar acusativamente para todo homem, porque todos pecaram e estão destituídos da glória de Deus. Uma administração da lei baseada unicamente em sua letra só pode resultar em morte para os transgressores. Mas a administração dela baseada no perdão, que só é possível pela atuação do Espírito de Deus no coração, resulta em vida.

    O contraste entre “letra” e “espírito” não significa um contraste entre uma era de lei e uma era de libertação de toda lei. Como já notamos, quando o Espírito de Deus está no controle, os requisitos da lei são cumpridos em nosso coração.

    E quanto à “glória” mencionada por Paulo? Ele fala claramente da glória relativa de dois ministérios. A justiça de Deus brilhou em espantosa e mesmo aterrorizante glória no monte Sinai ao proclamar a Sua lei. Ele estava ali como um fogo consumidor. Mas quão maior foi a glória de Deus que banhou a Terra com seus raios vivificantes quando Cristo desceu para salvar “o seu povo dos pecados deles”. Mat. 1:21.

    Aqui estava a glória da justiça e da misericórdia combinadas, porque ao morrer por nossos pecados (nossa “transgressão da lei”) Cristo revelou como Deus ao mesmo tempo podia “ser justo e o justificador daquele que tem fé em Jesus”. Rom. 3:26.

    Isso nos leva à última pergunta: o que “se desvanecia” e o que “permanece”? A pergunta, na verdade, já foi respondida, A glória que acompanhou a entrega da lei é tão grandemente excedida pela glória que acompanhou a salvação dos homens de sua violação, que Paulo podia apropriadamente falar da primeira como “gloriosa” e da segunda como “a glória que excede”.

    Mas justamente aqui Paulo narra um incidente em conexão com a entrega da lei no Sinai para ilustrar um ponto que ele deseja realçar nos versos que seguem esta discutida passagem. Quando Moisés desceu do monte com as tábuas de pedra em suas mãos, “resplandecia a pele do seu rosto; e temeram chegar-se a ele”. De modo que Moisés “pôs um véu sobre o rosto enquanto falava com os israelitas (veja Exo. 34:29-35).

    Paulo se refere a isso. “A ponto de os filhos de Israel não poderem fitar a face de Moisés, por causa da glória do seu rosto, ainda que desvanecente.” II Cor. 3:7. Ele se refere novamente a isso no verso 11, dizendo que ela “se desvanecia”; e então outra vez no verso 13, afirmando:

    “E não somos como Moisés, que punha um véu sobre a face, para que os filhos de Israel não atentassem na terminação do que se desvanecia.”

    Foi a glória do ministério anterior, agora findo, e não a lei administrada, que “se desvanecia”, que foi mesmo “abolida”, como por analogia histórica. Paulo lembra-lhes que foi a glória do rosto de Moisés que estava “se desvanecendo”.

    O relato declara que o véu estava no rosto de Moisés, não nas tábuas de pedra; que era sua face que brilhava e não as tábuas de pedra; e que era a glória do seu rosto que desaparecia, não o brilho que sempre circunda o divinamente escrito Decálogo.

    Bem observam Jamieson, Fausset e Brown, em seu comentário bíblico, quando fazem esta observação geral em seus comentários sobre II Coríntios 3:

    “A lei moral dos dez mandamentos, sendo escrita pelo dedo de Deus, ainda é tão obrigatória agora como sempre; mas ponha mais espírito de ‘amor’ no evangelho do que na letra de uma obediência servil, e em uma espiritualidade mais plena e mais profunda (Mat. 5:17-48; Rom. 13:9).”

    Deus o abençoe!

  9. Elivan disse:

    1. “O ministério da morte” versus “o ministério do espírito”.
    2. “Ministério da condenação” versus “ministério da justiça”.
    3. “A letra mata” versus “o espírito vivifica”.
    4. “Foi glorioso” versus “excede em glória”.
    5. “se desvanecia” versus “permanece”.

    Pronto, meus caros irmãos… Obrigado pela explicação!
    Pelo que pude entender tenho que escolher entre o ministério da morte e o ministério do espírito.
    No entanto, o ministério da morte não é, nunca foi e jamais significou o decálogo e sim, a administração da lei. (dos dez mandamentos) Presumo que isso queira dizer: A forma como se operacionaliza ‘as dez palavras’ e como eu as entendo deva ser praticadas por mim. Se com um espírito de perdão etc… ok! Se com espírito indiferente, letra fria coisa e tal, então é porque o véu precisa ser removido. Mas “peraê”, e o ministério do espírito? Se falamos de um ministério da morte, que aponta claramente as tábuas de pedras e do outro lado um outro ministério… temos dois ministérios! Se um não é o decálogo, mas sua administração, e o outro? é o quê? A administração correta do decálogo? É isso mesmo que Paulo está dizendo? Seria o entendimento correto de como eu devo praticar as dez palavras? O fato é: temos dois ministérios. Um está atrelado ao decálogo e outro a Cristo. Isso ficou bem claro. Vou repetir: Aparecem dois ministérios. Um passou e o outro permanece. De novo: São dois. Um não me vale e o outro?

    Deus os abençoe!

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