Anjos bons e maus durante o ministério de Cristo

Possessão demoníaca nos dias de Cristo

O período do ministério pessoal de Cristo entre os homens foi o tempo de maior atividade das forças do reino das trevas. Durante séculos, Satanás e seus anjos haviam estado procurando controlar o corpo e a alma dos homens, para trazer sobre eles pecados e sofrimentos. — O Desejado de Todas as Nações, 257.

O engano do pecado atingira seu apogeu [na época em que Cristo começou Seu ministério]. Todos os meios para depravar a alma dos homens haviam sido postos em operação. … Agentes satânicos estavam incorporados com os homens. O corpo de criaturas humanas, feito para habitação de Deus, tornara-se morada de demônios. Os sentidos, os nervos, as paixões, os órgãos dos homens eram por agentes sobrenaturais levados a condescender com a concupiscência mais vil. O próprio selo dos demônios se achava impresso na fisionomia dos homens. Esta refletia a expressão das legiões do mal de que se achavam possessos. …

Satanás rejubilava por haver conseguido rebaixar a imagem de Deus na humanidade. Então veio Cristo, a fim de restaurar no homem a imagem de seu Criador. … Veio para expelir os demônios que haviam dominado a vontade. Veio para nos erguer do pó, reformar o caráter manchado, segundo o modelo de Seu divino caráter, embelezando-o com Sua própria glória. — O Desejado de Todas as Nações, 36-38.

O Novo Testamento declara enfaticamente que os homens eram possuídos por demônios. As pessoas assim afetadas não eram meramente portadoras de doenças provenientes de causas naturais. Cristo possuía perfeita compreensão dos fatos com os quais estava lidando, e assim reconheceu a direta presença e operação dos espíritos maus. — The Spirit of Prophecy 4:332.

Satanás e seus anjos estiveram muito ocupados durante o ministério de Cristo, inspirando os homens com descrença, ódio e desprezo. — Spiritual Gifts 1:36.

Rejeição em Nazaré

Durante a infância e a juventude, Jesus adorara entre Seus irmãos, na sinagoga de Nazaré. Desde o início de Seu ministério, estivera ausente deles, mas não ignoravam o que Lhe acontecia. Ao aparecer novamente em seu meio, o interesse e expectação deles subiu ao mais alto grau. …

Quando um rabi se achava presente na sinagoga, esperava-se que dirigisse o sermão, e qualquer israelita podia fazer a leitura dos profetas. Nesse sábado, Jesus foi convidado a tomar parte no serviço. “Levantou-Se para ler. E foi-lhe dado o livro do profeta Isaías.” Lucas 4:16, 17. …

Jesus Se colocou diante do povo como vivo expositor das profecias concernentes a Si próprio. Explicando as palavras que lera, falou do Messias, como de um libertador dos oprimidos e dos cativos, médico dos aflitos, restaurador de vista aos cegos e revelador da luz da verdade ao mundo. … Sendo seu coração movido pelo Espírito Santo, respondiam com fervorosos améns e louvores ao Senhor. — O Desejado de Todas as Nações, 236, 237.

Diante das palavras de Cristo, o Espírito operou tão poderosamente que o coração de todos na sinagoga respondeu às palavras graciosamente proferidas por Seus lábios. Produziu-se uma mudança naquele grupo. Enquanto a divindade de Cristo irradiou através da humanidade, o discernimento espiritual dos ouvintes foi reavivado. Nova capacidade de compreensão lhes sobreveio, assim como a quase irresistível convicção de que Jesus era o Filho de Deus. Entretanto, Satanás estava ali para despertar dúvidas, descrença e orgulho. — The Signs of the Times, 14 de Setembro de 1882.

Quando Jesus anunciou: “Hoje se cumpriu esta Escritura em vossos ouvidos” (Lucas 4:21), foram de repente levados a pensar em si mesmos, e nas declarações dAquele que lhes dirigia a Palavra. — O Desejado de Todas as Nações, 237.

Quem é esse Jesus? indagaram. Aquele que invocara para Si a glória do Messias, era o filho de um carpinteiro e trabalhara no ofício com José, Seu pai. … Conquanto Sua vida houvesse sido sem mancha, não queriam crer que fosse o Prometido. …

Ao abrirem a porta à dúvida, o coração endureceu-se-lhes tanto mais quanto se havia por momentos abrandado. Satanás decidira que os olhos cegos não se abririam naquele dia, nem almas cativas seriam postas em liberdade. Com intensa energia, operou para os confirmar na incredulidade. …

As palavras de Jesus a Seus ouvintes na sinagoga foram um golpe na raiz de sua justiça própria, impressionando-os com a atroz verdade de que se haviam separado de Deus, e perdido o direito de ser Seu povo. … Zombavam agora da fé que, a princípio, Jesus lhes inspirara. Não admitiriam que Aquele que surgira da pobreza e da humildade fosse mais que um homem comum. — O Desejado de Todas as Nações, 237-239.

Anjos de luz achavam-se naquela assembléia, observando com intenso interesse a decisão que tomariam. Anjos de Satanás igualmente estavam no local para sugerir dúvidas e despertar preconceitos. …

Da incredulidade procedeu a malícia. Que um homem de baixa estirpe e nascido em pobreza viesse agora reprová-los, foi algo que encheu o coração dos nazarenos de um ódio que beirava a loucura. A assembléia irrompeu em confusão. As pessoas lançaram mão de Jesus, empurrando-O para fora da sinagoga e da cidade. — The Signs of the Times, 16 de Junho de 1887.

Todos pareciam prontos a destruí-Lo. Levaram-nO até à beira de um precipício, intentando lançá-Lo dali para baixo. Gritos de maldição enchiam o ar. Alguns Lhe atiravam pedras e pó. Repentinamente, porém, Ele desapareceu do meio deles, sem que soubessem como, ou quando. Anjos de Deus assistiram a Jesus em meio à enfurecida multidão e Lhe preservaram a vida. Os mensageiros celestiais haviam estado a Seu lado na sinagoga, enquanto Ele falava, e O acompanharam enquanto era empurrado e maltratado pelos descrentes e enfurecidos judeus. Esses anjos cegaram os olhos da turba enlouquecida e conduziram Jesus a um lugar seguro. — The Spirit of Prophecy 2:114, 115.

O endemoninhado na sinagoga de Cafarnaum

Falava Jesus na sinagoga acerca do reino que viera estabelecer, e de Sua missão de libertar os cativos de Satanás. Foi interrompido por um agudo grito de terror. Um louco precipitou-se dentre o povo para a frente, exclamando: “Ah! que temos nós contigo, Jesus Nazareno? Vieste a destruir-nos? Bem sei quem és: o Santo de Deus.” Lucas 4:34.

Tudo era agora confusão e alarme. A atenção do povo se desviou de Cristo, e Suas palavras não foram escutadas. Tal era o desígnio de Satanás em levar a vítima à sinagoga. Mas Jesus repreendeu o demônio, dizendo: “Cala-te e sai dele. E o demônio, lançando-o por terra no meio do povo, saiu dele, sem lhe fazer mal.” Lucas 4:35.

O espírito desse mísero sofredor fora entenebrecido por Satanás, mas, em presença do Salvador, um raio de luz lhe penetrara as trevas. Foi despertado, e ansiou a libertação do domínio do maligno; mas o demônio resistia ao poder de Cristo. Quando o homem tentou apelar para Cristo em busca de auxílio, o espírito mau pôs-lhe nos lábios as palavras, e ele gritou em angústia de temor. O possesso compreendia em parte achar-se em presença de Alguém que o podia libertar; mas, ao tentar chegar ao alcance daquela poderosa mão, outra vontade o segurou; outras palavras encontraram expressão por meio dele. Terrível era o conflito entre o poder de Satanás e seu desejo de libertação. — O Desejado de Todas as Nações, 255.

Aquele que conquistara o arquiinimigo no deserto, arrebatou esse pobre cativo das garras de Satanás. Jesus bem sabia que, embora assumindo outra forma, o demônio era o mesmo espírito mau que antes O havia tentado no deserto. — The Spirit of Prophecy 2:180.

O demônio exercia todo o poder para reter o domínio sobre a vítima. Perder terreno aqui, seria dar a Jesus uma vitória. Dir-se-ia que o torturado homem devesse perder a vida na luta com o inimigo que fora a ruína de seu vigor varonil. Mas o Salvador falou com autoridade, e libertou o cativo. O homem que estivera possesso, ali se achava perante o povo admirado, feliz na liberdade da posse de si mesmo. … Os olhos que havia pouco tanto tinham chispado sob a chama da loucura, brilhavam agora de inteligência, e inundavam-se de lágrimas de gratidão. — O Desejado de Todas as Nações, 256.

A cura do servo do centurião

O centurião viu pelos olhos da fé que os anjos de Deus estavam todos à volta de Jesus, e que Sua palavra poderia comissionar um anjo a aproximar-se do sofredor. Sabia que Sua palavra entraria no quarto e que seu servo seria curado. — The Review and Herald, 11 de Março de 1890.

Os endemoninhados de Gadara

De manhã cedo o Salvador e Seus companheiros chegaram à praia. … De um lugar oculto, entre os sepulcros, dois loucos avançaram sobre eles, como se os quisessem despedaçar. Pendiam-lhes pedaços de cadeias que haviam partido para fugir à prisão. Tinham a carne dilacerada e sangrando nos lugares em que se haviam ferido com pedras agudas. Brilhavam-lhes os olhos por entre os longos e emaranhados cabelos; como que se apagara neles a própria semelhança humana, pela presença dos demônios que os possuíam, parecendo mais feras que criaturas humanas.

Os discípulos e seus companheiros fugiram aterrorizados; notaram, porém, depois, que Jesus não Se achava com eles, e voltaram em Sua procura. Encontrava-Se onde O tinham deixado. Aquele que acalmara a tempestade, que enfrentara anteriormente a Satanás, vencendo-o, não fugiu em presença desses demônios. Quando os homens, rangendo os dentes e espumando, dEle se aproximaram, Jesus ergueu a mão que acenara às ondas impondo silêncio, e os homens não se puderam aproximar mais. Continuaram furiosos, mas impotentes diante dEle.

Ordenou com autoridade aos espíritos imundos que saíssem deles. Suas palavras penetraram no espírito entenebrecido dos desventurados. Percebiam, fracamente, estar ali Alguém capaz de salvá-los dos demônios atormentadores. Caíram aos pés do Salvador para O adorar; mas, ao abrirem-se-lhes os lábios para suplicar-Lhe a misericórdia, os demônios falaram por eles, gritando fortemente: “Que tenho eu contigo Jesus, Filho do Deus Altíssimo? Peço-Te que não me atormentes.” Lucas 8:28. …

Sobre uma montanha, não muito distante, pastava grande manada de porcos. Os demônios pediram que se lhes permitisse entrar nos mesmos, e Jesus o consentiu. Da manada subitamente se apoderou o pânico. Precipitaram-se loucamente penhasco abaixo e, incapazes de se deter ao chegar à praia, imergiram no mar, ali perecendo.

Enquanto isso, maravilhosa mudança se operara nos possessos. Fizera-se-lhes luz no cérebro. Brilharam-lhes os olhos de inteligência. A fisionomia, por tanto tempo mudada à semelhança de Satanás, tornara-se repentinamente branda, tranqüilas as ensangüentadas mãos, e louvaram alegremente a Deus por sua libertação. … Agora, esses homens achavam-se vestidos e em perfeito juízo, sentados junto de Jesus, ouvindo-Lhe as palavras e glorificando o nome dAquele que os curara. — O Desejado de Todas as Nações, 336-338.

A cura do rapaz endemoninhado

O menino foi levado e, quando os olhos do Salvador pousaram sobre ele, o mau espírito lançou-o por terra em convulsões de agonia. Ali estava no chão a revolver-se e espumar, soltando guinchos que não pareciam humanos.

Novamente se defrontaram, no campo de batalha, o Príncipe da vida e o príncipe dos poderes das trevas. … Anjos de luz e exércitos de anjos maus, invisíveis, comprimiam-se para presenciar o conflito. Por um momento, Jesus permitiu ao mau espírito que ostentasse seu poder para que os espectadores pudessem compreender a libertação prestes a operar-se. …

Jesus volta-Se para o sofredor, e diz: “Espírito mudo e surdo, Eu te ordeno: sai dele e não entres mais nele.” Marcos 9:25. Ouve-se um grito, há uma angustiosa luta. O demônio, ao sair, parece a ponto de arrebatar a vida a sua vítima. Então o rapaz fica imóvel, e aparentemente sem vida. A multidão murmura: “Está morto.” Marcos 9:26. Mas Jesus o toma pela mão e, erguendo-o, apresenta-o ao pai, perfeitamente são de espírito e de corpo. Pai e filho louvam o nome de seu Libertador. — O Desejado de Todas as Nações, 428, 429.

Jesus é acusado de possessão demoníaca

Jesus declarou-Se como o verdadeiro Pastor pelo fato de dar a vida por Suas ovelhas. … Cristo falou estas palavras diante de grande multidão, e uma impressão profunda foi produzida no coração de muitos que ouviam. Os escribas e fariseus enchiam-se de inveja porque Ele era tratado favoravelmente por muitos. … Ao mesmo tempo em que Ele Se apresentou como o Bom Pastor, os fariseus disseram: “Ele tem demônio, e enlouqueceu; por que O ouvis?” João 10:20. Outros, porém, distinguiram a voz do Bom Pastor, e disseram:

“Estas palavras não são de endemoninhado; pode, porventura, um demônio abrir os olhos aos cegos? E em Jerusalém havia a Festa da Dedicação, e era inverno. E Jesus passeava no templo, no alpendre de Salomão. Rodearam-nO, pois, os judeus e disseram-Lhe: Até quando terás a nossa alma suspensa? Se Tu és o Cristo, dize-no-lo abertamente. Respondeu-lhes Jesus: Já vo-lo tenho dito, e não o credes. As obras que Eu faço em nome de Meu Pai, essas testificam de Mim. Eu e o Pai somos um.” João 10:21-25, 30.

Os judeus compreenderam o significado daquilo que Ele afirmara… e agarraram pedras para atirar-Lhe. Jesus olhou-os calma e firmemente, dizendo: “Tenho-vos mostrado muitas boas obras procedentes de Meu Pai; por qual dessas obras Me apedrejais?” João 10:32.

A Majestade do Céu permaneceu calma e tranqüila, como Deus diante de Seus adversários. Seus semblantes carregados e mãos cheias de pedras não O intimidaram. Ele sabia que forças invisíveis, legiões de anjos, estavam à Sua volta, e a uma só palavra de Seus lábios eles poriam por terra a multidão, ousassem aqueles atirar-Lhe uma só pedra. — The Signs of the Times, 27 de Novembro de 1893.

Embora Jesus oferecesse evidências de Seu divino poder, não Lhe foi permitido apresentar Suas lições sem interrupção. Os líderes procuravam sempre colocá-Lo em posição de ridículo diante do povo. Não Lhe permitiam apresentar Suas idéias e doutrinas de modo ordenado; contudo, a despeito das freqüentes interrupções, a luz brilhava na mente de centenas, e quando os dirigentes ouviram as palavras de Jesus, revestidas de poder a ponto de manterem a multidão em suspenso, sentiram-se irados e disseram: “És samaritano e tens demônio?” João 8:48. Jesus enfrentou tais acusações com calma dignidade, destemida e decididamente afirmando que os direitos do concerto se centralizavam nEle, e que não haviam sido recebidos através de Abraão. Declarou: “Antes que Abraão existisse, Eu sou.” João 8:58. A fúria dos judeus não reconheceu limites e eles se prepararam para apedrejá-Lo, mas os anjos de Deus, invisíveis aos homens, O conduziram para fora da assembléia. — The Signs of the Times, 26 de Maio de 1890.

Anjos malignos sob forma humana entre os ouvintes de Jesus

Misturando-se com os ouvintes [de Jesus], achavam-se anjos sob a forma de homens, fazendo suas sugestões, criticando, interpretando erroneamente e representando falsamente as palavras do Salvador. — The Review and Herald, 11 de Agosto de 1903.

Ele [Cristo] foi o Instrutor nas assembléias desses anjos antes que caíssem de sua elevada posição. — Mensagens Escolhidas 3:410.

A ressurreição de Lázaro

Cristo podia ter ordenado à pedra que se deslocasse por si mesma, e ela Lhe teria obedecido à voz. Poderia ter mandado aos anjos que se Lhe achavam ao lado, que fizessem isso. Ao Seu mando, mãos invisíveis teriam removido a pedra. Mas ela devia ser retirada por mãos humanas. Assim queria Cristo mostrar que a humanidade tem de cooperar com a divindade. O que o poder humano pode fazer, o divino não é solicitado a realizar. — O Desejado de Todas as Nações, 535.

Jesus perseguido de cidade em cidade durante seu ministério

Jesus foi perseguido de cidade em cidade durante Seu ministério. Sacerdotes e dirigentes estavam em Seu encalço. Interpretavam mal Sua missão e trabalho. Veio para os Seus, e os Seus não O receberam. Anjos vigiavam o conflito a cada passo. Observavam o espírito e obra do inimigo. Olhavam surpresos aos ardis lançados por Satanás contra o divino Filho de Deus. Viram que aquele que fora inferior apenas ao próprio Cristo em poder e glória, caíra a nível tão baixo a ponto de influenciar os homens a perseguirem a Jesus de cidade em cidade. — The Signs of the Times, 25 de Novembro de 1889.

Vez após outra Jesus poderia ter sido morto, não fora a presença dos anjos celestiais a assisti-Lo e a proteger Sua vida até o tempo em que o caso dos judeus como nação fosse decidido. — The Review and Herald, 12 de Outubro de 1897.

Ellen G.White, A Verdade sobre os Anjos, Capítulo 15.

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