Vício: Doença ou Pecado?

PR. GEORGE VANDEMAN

Em Washington, pessoas estão se matando. Tudo por causa de uma ampola de crack (cocaína cristalizada). Os viciados em cocaína são vítimas de uma doença? E quanto aos viciados em álcool e fumo… Isso é uma doença, ou ousamos chamar de pecado? Seja o que for, existe ajuda se você precisar dela hoje.

Traficantes e dependentes enchem as ruas das grandes cidades. Precisando de dinheiro para sustentar seu hábito, prostitutas e ladrões andam pelos becos. Pessoas chegam a cometer homicídios por causa de uma ampola de crack. A fronteira sul da América é um canal do tráfico de drogas, sabia? A polícia vem travando uma batalha perdida… Para cada rei das drogas que ela consegue agarrar, surgem dois em seu lugar. E o mais perturbador de tudo é que os americanos tem uma demanda insaciável por esse produto químico.

Curiosamente, a questão da droga surgiu durante a campanha presidencial de 1988 como o problema número um da América. O presidente Bush no dia de sua posse enfatizou sua promessa de lutar contra o abuso das drogas. Eu estava sentado na plataforma atrás desse líder recém-empossado quando ele disse estas palavras: “Este flagelo tem que acabar.”

O flagelo da dependência das drogas foi particularmente perverso na capital dos Estados Unidos. Como prova disso, em 1988 a cidade de Washington teve o mais alto índice de homicídios da nação. Quando as mortes atingiram o máximo durante o primeiro trimestre de 1989, percebeu-se que algo drástico tinha que ser feito, e rapidamente. O presidente Bush nomeou William Bennett como o novo diretor do gabinete, na Casa Branca, do Conselho Nacional de Entorpecentes, o Czar federal das drogas.

Com um desafio maior do que seu título, Bennett lançou um ataque sem precedentes sobre o problema das drogas em Washington. Foi um projeto de 80 milhões de dólares para derrubar os traficantes e seus comparsas.

Os pais sabem que o contingente policial não é suficiente para salvar seus filhos do uso de drogas. Ficam em dúvida sobre o que dizer aos adolescentes… Especialmente quando a geração mais jovem ressalta a inconsistência de muitos adultos. Eles dizem: “Vocês me chamam de dependente, mas e quanto às suas bebidas? O álcool também não é uma droga? E quanto aos seus cigarros cheios de nicotina?”

Esses jovens tem sua razão, temos que admitir. Muitos adultos dão um exemplo fatal ao ter seus próprios vícios. Mais de mil fumantes morrem por dia devido a esse hábito. E quem pode computar o custo do alcoolismo em lares desfeitos, ossos quebrados e promessas não cumpridas?

Bem, chega de falar sobre o problema. Ouvimos a respeito todos os dias. Vamos procurar soluções. A verdadeira batalha deve ser ganha na mente e no coração dos consumidores. Se a demanda de drogas não parar, os fornecedores sempre acharão um meio de contrabandear sua mercadoria. Portanto a demanda de drogas, a dependência em si, deve ser confrontada. Isto levanta uma questão: estamos discutindo uma doença ou um pecado? A resposta é importante. Sabe, alguns sugerem que a dependência é um destino pré-determinado, algo programado desde o nascimento nos gens. Se isso for verdade, como você pode culpar um dependente por cumprir seu destino? Mas, por outro lado, se a dependência é um comportamento que pode ser evitado, um pecado a ser destruído, não há desculpa para a dependência da cocaína, ou o hábito do fumo e da bebida.

A primeira página de um jornal da Califórnia trouxe o triste relato de uma motorista bêbada que matou três adolescentes na rodovia 101. Eles caminhavam pelo acostamento da estrada em busca de ajuda para o seu carro enguiçado, quando foram atropelados por ela. Seu nível de álcool no sangue era o dobro do limite legal de intoxicação na Califórnia. Tragicamente, na noite anterior essa mesma motorista tinha sido detida por dirigir embriagada, e em seguida solta. As autoridades estão acusando-a de assassinato. Bem, se essa motorista é uma vítima indefesa de uma doença que ela não pode controlar, então a sociedade não deve responsabilizá-la pela morte daqueles adolescentes. Mas se ela pode ter escolhido, quanto a embriagar-se de novo na noite em que matou os garotos, será que ela não deve ser responsabilizada?

Não faz muito tempo um grupo de pessoas suscitou muita controvérsia ao desafiar a crença de que o alcoolismo é uma doença. Na verdade, foi só a partir dos anos sessenta que essa noção de que o vício é uma doença tornou-se popular. E muitos psicólogos cristãos e pastores, quase que por omissão, aceitaram as conclusões de pesquisadores seculares. Agora, muitos especialistas reconhecem que o alcoolismo é um problema de comportamento em vez de meramente uma doença.
Herbert Fingarette é consultor sobre alcoolismo e dependência da Organização Mundial de Saúde e pesquisador do Centro Stanford para estudos avançados e ciência comportamental. Ele recentemente escreveu o livro: Beber Excessivamente: o Mito do Alcoolismo como Doença. O mito, notou? Ele sugere no livro que ver o hábito como uma doença é ignorar a responsabilidade e “negar a dimensão espiritual” da dependência do álcool. Fingarette nos lembra que não existe qualquer evidência científica que indique que os alcoólicos são incapazes de fazer algo para banir seu hábito. É a fixação do que bebe que determina o consumo do álcool. Atualmente, ele acrescenta: “Nenhuma autoridade de expressão aceita o conceito clássico de doença para o alcoolismo.”

Suponha que algumas pessoas sofram de uma fraqueza genética para o alcoolismo. Todos nós sofremos compulsões e predisposições para pecar de um modo ou de outro. E toda vez que cedemos a estas fraquezas, temos que enfrentar as conseqüências. Os alcoólicos e todos os demais com dependências devem assumir a responsabilidade por seu comportamento. Eles não são vítimas indefesas, do mesmo modo como as vítimas que eles costumam atingir. Considere isto. Pode parecer bonito e compassivo dizer aos amigos dependentes que eles não tem culpa por seu problema, que eles são vítimas de uma doença que não podem controlar. Mas pense bem nisso, amigo… O que estarão ouvindo realmente de nós é que eles não tem mais jeito. Isto é péssimo para eles, e não é verdade. Os dependentes podem se erguer e obter ajuda. Mas enquanto não assumirem a responsabilidade por sua dependência eles jamais agirão de modo responsável. Portanto vamos incentivar as pessoas para que mudem. Isto é importante. Quando unimos nossa vontade com a força de Deus, podemos fazer tudo através de Cristo. Seu amor nos dá força.

Há anúncios na TV americana para que os dependentes busquem ajuda para seu problema. Obviamente o dependente pode desprezar a ajuda, ao contrário das doenças em que não temos saída a não ser buscar ajuda. Portanto, o alcoolismo é uma “desordem de comportamento”, não apenas uma “doença”. E francamente, “desordem de comportamento” é apenas um outro meio de dizer “pecado”.

O que a Bíblia diz sobre a dependência? Bem, a Palavra de Deus não exalta a natureza humana, eu lhe garanto. Ela é muito franca sobre o problema do pecado que todos nós sofremos. Jeremias dezessete, nove diz: “Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e desesperadamente corrupto…”

Este problema do pecado é considerado um tipo de doença, de certo modo. Vemos isso em Isaías um, cinco. “…Toda a cabeça está enferma e todo o coração fraco.”

Evidentemente a dependência pode ser considerada uma doença no sentido de que todo pecado é uma doença… Mas não é uma doença como o sarampo, sobre o qual não temos controle. E desde que a responsabilidade humana está envolvida na dependência, é de se esperar que a Bíblia tenha alguma advertência sincera sobre esse comportamento destrutivo, você não acha? E ela tem.

No Novo Testamento o apóstolo Paulo enumera vários pecados, incluindo entre eles coisas como o adultério e o ódio. Gálatas cinco, versículo vinte e um descreve isto de modo bem forte: “Invejas, homicídios, bebedices, glutonarias, e coisas semelhantes a estas, acerca das quais vos declaro, como já antes vos disse, que os que cometem tais coisas não herdarão o Reino de Deus.”

Esta é uma declaração forte da Palavra de Deus. A bebedice é relacionada com várias práticas pecaminosas que nos desqualificam para o Céu. Por favor, entenda que o Senhor não nos considera culpados quando nos arrependemos de nossos pecados e vamos honestamente até Ele buscar ajuda, mesmo quando lutamos e falhamos. O que nos rouba a vida eterna é a teimosa recusa em enfrentar nossos pecados e trocá-los pelo que Jesus tem a nos oferecer. Esse é o problema.

Lembra da história que Cristo contou sobre o filho pródigo? Aquele jovem abandonou seu pai e saiu de casa indo para bem longe, onde desperdiçou tudo numa vida dissoluta. Finalmente, a Bíblia diz, ele “caiu em si”. Em outras palavras, ele confrontou o seu comportamento. Aí ele tomou a grande decisão e disse a si mesmo. “Levantar-me-ei, e irei ter com meu pai, e dir-lhe-ei: pai, pequei contra o céu e perante ti…” (Lucas 15:18) Chega de viver erradamente aqui. Chega de desculpas. O pródigo assumiu total responsabilidade por suas bebedeiras e as chamou de pecado. Ele disse: “eu pequei.” Aí ele fez algo a respeito… Ele agiu indo para casa. O pai correu para receber seu filho arrependido, perdoando-o total e livremente com a declaração: “porque este meu filho estava morto, e reviveu, tinha-se perdido, e foi achado.” (Lucas 15:24) Note que o filho tinha-se perdido, estava espiritualmente morto. Não apenas doente, mas perdido. Graças a Deus, agora que o rapaz havia confrontado seu comportamento de dependência e ido para a casa de seu pai, ele estava vivo e salvo.

Os alcoólicos não estão perdidos por beberem, mas apenas por rejeitarem a Jesus Cristo como seu refúgio e buscarem em vez disso, seu consolo na garrafa. Os dependentes de drogas não estão perdidos por causa do desejo insaciável. Acontece que eles se entregam a uma falsa realização em lugar daquela que jesus oferece.

Vamos sondar um pouco mais fundo a natureza do pecado, o porquê da entrega à dependência ser pecado. Em Romanos 13, versículos 13 e 14 encontramos o seguinte: “Andemos honestamente, como de dia, não em glutonarias, nem em bebedeiras, nem em desonestidades, nem em dissoluções, nem em contendas e inveja; mas revesti-vos do Senhor jesus Cristo, e não tenhais cuidado da carne em suas concupiscências.”

Toda imoralidade, inclusive bebedeira, é um fraco substituto de Jesus em nossa vida. Quando estamos solitários, Ele quer que encontremos companhia Nele, não no pecado. Quando sofremos stress, ele nos convida para ir até Ele e descansar. Quando estamos felizes, Ele sente prazer ao compartilharmos nossa alegria com Ele. Amigo, por quais quer que sejam as razões que levem as pessoas a beber ou usar drogas, sejam essas drogas cocaína, fumo ou qualquer outra… Jesus quer que em vez disso dependamos Dele. É por isso que o texto citado nos diz para “revestirmos do Senhor Jesus Cristo”.

Para ter um tal relacionamento, a Bíblia diz, devemos evitar provisão para a carne e satisfazer seus desejos. Portanto diga não ao pecado e diga sim a jesus!

Vamos tornar tudo isto prático: Se a sua luta é contra o álcool, retire as cervejas da sua geladeira. Livre-se delas. Se cocaína é o seu problema, jogue-a pelo esgoto. Você fuma? Jogue fora seus cigarros. Talvez você precise de aconselhamento profissional… Encontre alguém que possa ajudá-lo com sua dependência. Não confie naqueles que pensam que sabem mais do que Deus sobre enfrentar e confessar nossos pecados. Acima de tudo, meu amigo, ponha Jesus em primeiro lugar na sua vida!

Lembre-se, as dependências são a expressão do vazio sem Cristo. Podemos encontrar nossa realização Nele e no que ele oferece, em vez de ficarmos brincando com as falsidades do diabo. Há uma razão muito especial para tratarmos nosso corpo com responsabilidade. O Senhor jesus sacrificou Sua vida para que pudéssemos pertencer a Ele. “Ou não sabeis que o vosso corpo é o templo do Espírito Santo, que habita em vós, proveniente de Deus, e que não sois de vós mesmos? Porque fostes comprados por bom preço; glorificai pois a Deus no vosso corpo, e no vosso espírito, os quais pertencem a Deus.” (I Coríntios 6: 19,20).

Pense nisso… O Deus vivo e amoroso faz residência dentro de nosso corpo e da nossa mente! Naturalmente, tal privilégio traz suas responsabilidades. Se Deus faz de nosso corpo humano Seu templo, o mínimo que podemos fazer é cuidar bem dele. Você não acha?

Os cristãos previdentes reconhecem isso agora. Os adventistas do sétimo dia, há mais de um século, entendem que a boa religião se interessa pela boa saúde. Por isso eles não fazem uso do fumo e das bebidas e dão ênfase às vantagens dos exercícios, do ar puro, da luz do sol e de uma dieta balanceada. O viver saudável compensa? É claro que sim. O estilo de vida dos adventistas abstendo-se das bebidas alcoólicas e do fumo, e fazendo uma dieta de alimentos naturais os ajuda a viver de sete a nove anos mais do que a população em geral, segundo as pesquisas… Com 50 por cento a menos de casos de câncer e doenças do coração. Amigo, estou com 73 anos de idade e agradeço a Deus pela boa saúde. Juntamente com os cristãos mais conservadores, os adventistas do sétimo dia ensinam a total abstinência no álcool. Não podia ser de outro modo, se encontramos na Palavra de Deus essa instrução em Coríntios 10, versículo 31: “Portanto, quer comais, quer bebais, ou façais qualquer outra coisa, fazei tudo para a glória de Deus.”

O que existe, mesmo em um copo de vinho que possa glorificar a Deus? Você acha que o álcool nos ajuda a sermos melhores pais e melhores cônjuges? Ele nos torna cidadãos mais responsáveis? Mais trabalhadores? Cristãos mais fiéis? Não, amigo, eu não consigo ver nada no álcool que glorifique a Deus. E você, consegue? Alguns dizem que um copo ocasional de vinho tem efeito medicinal… Mas os médicos atualmente sugerem alternativas que não tem o potencial de uma arma carregada do vinho. Sem dúvida nossa única segurança contra o alcoolismo é a total abstinência. A dependência entra sorrateiramente, e se instala até nos que bebem social e responsavelmente. Porque no momento de crise pessoal, eles se vêem dependendo cada vez mais de um gole, e depois disso eles sentem dificuldades em diminuir a dose. Foram fisgados. E o custo da dependência é assustador, especialmente hoje em dia.

Nos tempos bíblicos se uma pessoa se embebedasse ela poderia cair do seu jumento. Atualmente, a intoxicação causa acidentes fatais. E quando consideramos o aumento do índice de divórcios e as muitas tentações que empanam a nossa integridade, percebemos quão importante é nos dias de hoje ouvir o alerta das Escrituras quanto a orarmos e sermos sóbrios. Sim, a Bíblia nos oferece um substituto maravilhoso para o álcool. Efésios 5:18 diz: “E não vos embriagueis com vinho, no qual há devassidão, mas enchei-vos do Espírito.”

De que modo somos cheios do Espírito? Confiando a nossa vida a Jesus dia a dia, nos submetendo à orientação de Deus através da Sua palavra. Lembre-se, para vencer o álcool, a cocaína, o fumo ou qualquer outra coisa, não é o bastante “apenas dizer não”. Devemos também dizer “sim” a Jesus, confiando nossa vida a Ele. Aí o Espírito de Deus poderá nos fortalecer para honrá-Lo com nosso corpo… O seu templo.

Recordo-me agora de Tom Benefiel. Em certa época ele era um dependente de drogas em Long Beach, Califórnia, vivendo loucamente com sua namorada. aí, sem que Tom soubesse ela começou a assistir o programa “Está Escrito” tornando-se uma expectadora regular. Logo ela começou a pensar diferente sobre o modo como estava vivendo com Tom.

Quando convidei nosso público de casa para assistir uma série de reuniões que eu estava realizando na comunidade ali perto, ela compareceu. De algum modo ela conseguiu levar o Tom com ela. E lá estavam eles na primeira fila, Tom com seus cabelos longos e contas coloridas. Ele estampava um largo sorriso… Não porque estava particularmente feliz por estar na igreja. Tom sempre estampava aquele sorriso quando estava drogado. Eu o vi ali sorrindo para mim, de modo que retribuí o sorriso. Eu não sabia porque ele estava sorrindo, eu só achei que ele era um hippie feliz. Mas naquela noite o bom Deus abriu a mensagem do seu amor para a mente drogada do Tom. Noite após noite ele voltou, sempre na primeira fila. O Espírito Santo trouxe o arrependimento a seu coração e o ganhou para Cristo. Um ponto crucial na conversão de Tom foi quando ele decidiu enfrentar o seu problema de drogas e considerar pecado aquela dependência. E sabe duma coisa, o dia do batismo dele foi uma experiência gloriosa.

Aí surgiu a questão: O que Tom iria fazer de sua vida? Seu corpo e mente de vinte e sete anos tinham sido castigados pelas drogas. Um emprego rentável parecia impossível. Mas o pastor local deu uma sugestão surpreendente… Por que não pensar em seu pastor?

Um pastor, mas justo isso? Tom orou quanto à idéia e reconheceu a orientação de Deus. Uma série de milagres dramáticos abriu o caminho para ele cursar a Universidade de Loma Linda, onde Tom obteve sempre ótimas notas. O Senhor curou a mente marcada pelas drogas de Tom.

Após ter se formado, a Igreja Adventista do Sétimo Dia o convidou para trabalhar em um programa de testemunhos para estudantes em Oxnard, Califórnia. Foi lá que ele conheceu sua esposa, Annie.

Hoje eles formam uma dinâmica dupla pastoral, e grandes amigos meus, ganhando almas para o Senhor Jesus Cristo.

Deus transformou a vida de Tom, trazendo a ele a paz e o poder de Jesus Cristo… E sabe, Ele pode fazer o mesmo por você.

Sobre Blog Sétimo Dia

“SOLO CHRISTO”, “SOLA GRATIA”, “SOLA FIDE”, “SOLA SCRIPTURA” (salvação somente em Cristo, somente devido à graça de Deus, somente pela instrumentalidade da fé, somente com base na Escritura)
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