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	<title>SÉTIMO DIA</title>
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	<description>Um Blog Adventista com Assuntos Contemporâneos</description>
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		<title>Diferenças doutrinárias</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 20:57:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Blog Sétimo Dia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diferenças Doutrinárias]]></category>
		<category><![CDATA[Perguntas e Respostas Bíblicas]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma vez que as denominações cristãs alegam fundamentar seus ensinos na Bíblia, por que existem diferenças doutrinárias entre elas? Muitos teólogos e líderes cristãos estudam a Bíblia em busca de endosso para suas teorias doutrinárias, sem permitir que o próprio consenso das &#8230; <a href="http://setimodia.wordpress.com/2012/02/01/diferencas-doutrinarias/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=setimodia.wordpress.com&amp;blog=3973270&amp;post=16961&amp;subd=setimodia&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><a href="http://setimodia.files.wordpress.com/2012/02/diferenc3a7as.jpg"><img class="alignleft  wp-image-16963" style="margin-top:1px;margin-bottom:1px;" title="diferenças" src="http://setimodia.files.wordpress.com/2012/02/diferenc3a7as.jpg?w=240&#038;h=180" alt="" width="240" height="180" /></a>Uma vez que as denominações cristãs alegam fundamentar seus ensinos na Bíblia, por que existem diferenças doutrinárias entre elas?</p>
<p style="text-align:justify;">Muitos teólogos e líderes cristãos estudam a Bíblia em busca de endosso para suas teorias doutrinárias, sem permitir que o próprio consenso das Escrituras os ensinem. Enquanto os assim chamados conservadores da extrema-direita tentam manter a Bíblia presa às suas tradições humanas (tradicionalistas), os liberais da extrema-esquerda procuram reler as Escrituras da perspectiva da razão humana (racionalistas), ou da experiência pessoal (existencialistas) ou da cultura moderna (culturalistas). É comum encontrar indivíduos que rejeitam determinados ensinos das Escrituras, de aplicação universal, sob a alegação de que “a maioria crê diferente”, “a tradição da igreja ensina de outra forma”, “isso foi só para os judeus”, “o Espírito me revelou o contrário”, etc. Não reconhecendo mais a autoridade exclusiva das Escrituras, tais pessoas advogam um subjetivismo hermenêutico que tem contribuído para aumentar ainda mais esse grande mosaico de ensinos conflitantes.</p>
<p style="text-align:justify;"><span id="more-16961"></span>Existem, no entanto, vários movimentos que procuram eliminar ou, pelo menos, minimizar muitas dessas diferenças doutrinárias. O mais expressivo deles é, sem dúvida, o movimento ecumênico liderado pela Igreja Católica Romana desde o Concílio Ecumênico Vaticano II (1962-1965). Sob a pretensão de ser a legítima guardiã da fé apostólica, a Igreja de Roma tem apelado insistentemente aos demais cristãos para que estes “retornem” à fé católica, como a preparação para o Terceiro Milênio (ver Carta Encíclica UT UNUM SINT do Santo Padre João Paulo II Sobre o Empenho Ecumênico [São Paulo: Paulinas, 1995]; Rumo ao Novo Milênio: Projeto de Evangelização da Igreja no Brasil em Preparação ao Grande Jubileu do Ano 2000 [São Paulo: Paulinas, 1995]).</p>
<p style="text-align:justify;">A tentativa de eliminar as discórdias doutrinárias, através de um diálogo cordial e respeitoso entre indivíduos e entre denominações, é, em si, digna de apreciação (ver Jo 17:21-23; I Co 1:10). Mas para o cristão genuinamente comprometido com a Palavra de Deus, esse diálogo é aceitável apenas enquanto estiver baseado no reconhecimento incondicional da Bíblia como “a única regra de fé e prática” e “a intérprete de si mesma” (ver Is 8:20; Mt 7:20-23; Mc 7;6-9; Gl 1:8; Ap 22:18 e 19). No momento em que tradições eclesiásticas e posicionamentos pessoais conflitam com as Escrituras, nossa atitude deve ser semelhante a de Pedro e dos demais apóstolos, ao declararem: “Antes, importa obedecer a Deus do que aos homens” (At 5:29).</p>
<p style="text-align:justify;">Portanto, a pluralidade de ensinos conflitantes no seio do cristianismo não deriva tanto de possíveis dificuldades ou ambigüidades do texto bíblico como dos preconceitos que o próprio intérprete impõe ao texto em sua exposição das Escrituras. Devemos tentar eliminar essas diferenças doutrinárias, mas sem jamais abdicarmos do nosso compromisso incondicional com a autoridade normativa das Escrituras.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Texto de autoria do Dr. Alberto Timm, publicado na Revista Sinais dos Tempos, abril de 1999, p. 29.</strong></p>
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		<title>A Trindade: por que é importante?</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 17:04:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Blog Sétimo Dia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Trindade]]></category>

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		<description><![CDATA[Não me lembro de ter ouvido um sermão sobre a Trindade em minha infância ou adolescência. Na verdade, eu nunca tive nenhuma discussão prolongada sobre essa doutrina, senão em meu último ano da faculdade de teologia. Num seminário sobre a &#8230; <a href="http://setimodia.wordpress.com/2012/02/01/a-trindade-por-que-e-importante/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=setimodia.wordpress.com&amp;blog=3973270&amp;post=16957&amp;subd=setimodia&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><a href="http://setimodia.files.wordpress.com/2012/02/trindade.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-16958" style="margin-top:1px;margin-bottom:1px;" title="trindade" src="http://setimodia.files.wordpress.com/2012/02/trindade.jpg?w=640" alt=""   /></a>Não me lembro de ter ouvido um sermão sobre a Trindade em minha infância ou adolescência. Na verdade, eu nunca tive nenhuma discussão prolongada sobre essa doutrina, senão em meu último ano da faculdade de teologia. Num seminário sobre a Doutrina de Deus, o professor nos levou a uma discussão detalhada da história dessa doutrina e suas bases bíblicas. Mas, devo confessar que tudo me pareceu um pouco enigmático e impraticável. Minha trajetória teológica, porém, iria pouco a pouco se transformar numa preocupação que agora se tornou paixão. Minha indiferença transformou-se na convicção definida de que a doutrina da Trindade é a declaração teológica central do pensamento e prática cristãos. Na verdade, longe de ser um mistério irrelevante, ela expressa a essência daquilo que os cristãos desejam confessar acerca da natureza de Deus e Seu propósito para a felicidade humana.</p>
<p style="text-align:justify;"><span id="more-16957"></span>Pensar em teologia envolve dois passos básicos: Primeiro, o “quê” da doutrina. A fase “quê” envolve duas facetas importantes: (1) afirmar claramente a doutrina; e (2) avaliar a base bíblica para o seu ensino. Segundo, as reflexões sobre o “e então?” Essa fase procura clarificar pontos tais como as implicações teológicas e práticas da doutrina – especialmente sua coerência com outros ensinos cristãos, e a questão da salvação pessoal ou reconciliação com Deus.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>O “quê” da Trindade</strong></p>
<p style="text-align:justify;">A crença fundamental adventista do sétimo dia de número dois define a doutrina da seguinte forma: “Há um só Deus: Pai, Filho e Espírito Santo, uma unidade de três Pessoas coeternas”.1 No que tange a essa declaração, tanto a igreja cristã primitiva quanto o movimento adventista do sétimo dia tiveram que lidar com vários desafios. A questão de Deus o Pai nunca foi controversa, em virtude da longa tradição do ensino cristão ortodoxo. Enquanto a vasta maioria dos cristãos afirma a eterna divindade do Pai, sempre existiram controvérsias em torno das questões acerca da completa e eterna divindade do Filho, a personalidade do Espírito Santo e a profunda unidade do Trio. O espaço não nos permite uma discussão pormenorizada da evidência bíblica em prol da unidade triúna de Deus, mas se pudermos estabelecer a plena divindade do Filho e do Espírito, parece lógico que haverá uma profunda unidade com o Pai. Assim, os cristãos têm confessado que há um Deus (monoteísmo) que Se manifesta em amor como uma unidade tri-pessoal (não três Deuses, ou triteísmo).</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>A plena divindade do Filho</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Basicamente há três tipos fundamentais de evidências bíblicas que mostram que Jesus era inerentemente divino, tendo a mesma natureza e substância do Pai.2</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>1.</strong> <strong>Jesus é expressamente chamado de Deus no Novo Testamento.</strong> Hebreus 1 compara Jesus com os anjos. Nos versos 7 e 8, o autor diz que enquanto Deus fez os anjos como “ventos, e a Seus ministros como labaredas de fogo” (verso 7, ARA), acerca do Filho diz: “O Teu trono, ó Deus, é para todo o sempre” (vs. 8, ARA). O versículo 8 é uma das sete vezes em que a palavra grega theos (“Deus”) é diretamente usada com relação a Jesus no Novo Testamento (as outras seis são João 1:1, 18; 20:28; Romanos 9:5; Tito 2:13; e II Pedro 1:1).</p>
<p style="text-align:justify;">Sejamos bem claros quanto ao que os escritores do Novo Testamento, especialmente o autor de Hebreus, estão dizendo nesses versos. Eles estão se referindo a Jesus como “Deus”, e em Hebreus, o escritor está interpretando o Antigo Testamento mediante a aplicação do Salmo 45:6 a Jesus que originalmente se referia a Deus, o Pai.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>2.</strong> <strong>Jesus aplica a Si mesmo títulos e atribuições divinos.</strong> O exemplo mais singular é encontrado em João 8:58: “Respondeu Jesus: Eu lhes afirmo que antes de Abraão nascer, Eu Sou!” (NVI). Muito simples: o que Jesus estava dizendo é que Ele não era outro senão o Deus do Êxodo, e fez isso aplicando a passagem de Êxodo 3:14 a Si mesmo: “Disse Deus a Moisés: Eu Sou o que Sou” (NVI).</p>
<p style="text-align:justify;">Além disso, esse “Deus” que fala em Êxodo 3:14 prossegue e esclarece Sua identidade: “O Senhor, o Deus dos seus antepassados, o Deus de Abraão, o Deus de Isaque, o Deus de Jacó” (verso 15, NVI). Em outras palavras, Jesus não apenas reivindicou ser o Deus do Êxodo, mas também o “Senhor” (Yahweh) dos patriarcas. Não nos surpreende que os fariseus “apanharam pedras para apedrejá-Lo” (João 8:59, NVI) – a punição prevista no Antigo Testamento para blasfêmia (veja João 5:17, onde Jesus diz a mesma coisa).</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>3.</strong> <strong>A aplicação dos nomes divinos a Jesus pelos escritores do Novo Testamento.</strong> Em Hebreus 1:10-12, a Inspiração atribui o supremo título do Deus do Antigo Testamento (JHWH ou Yahweh) a Jesus. O autor de Hebreus faz isso ao aplicar o Salmo 102:25-27 a Cristo. Isso não é incomum entre os escritores do Novo Testamento, mas o que chama a atenção nessa aplicação é que esse Salmo originalmente se refere ao “Senhor” (Yahweh) do Antigo Testamento. Assim, o autor do Novo Testamento se sente muito à vontade ao aplicar a Jesus passagens que originalmente se referiam ao auto-existente Deus de Israel. A clara implicação é que Jesus é o “Senhor” Jehovah (JHWH) do Antigo Testamento. Apocalipse 1:17 descreve o uso semelhante de um título do Antigo Testamento – “o Primeiro e o Último.”</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>A plena divindade do Espírito Santo</strong></p>
<p style="text-align:justify;">As Escrituras fornecem inúmeras linhas de evidência que testificam da natureza divina do Espírito. A mais significativa vem do livro de Atos, na trágica história de Ananias e Safira. Esse casal, às escondidas, voltou atrás nos votos sagrados que havia feito a Deus. Quando eles vieram publicamente depositar a oferta parcial aos pés dos apóstolos, eles caíram mortos repentinamente. Pedro explicou de forma bem objetiva o que haviam feito: Vocês mentiram ao Espírito Santo. A isso se seguiu a impressionante revelação de que eles não haviam mentido aos homens, “mas a Deus” (Atos 5:3-4). A implicação óbvia é que o Espírito Santo é um ser divino.</p>
<p style="text-align:justify;">A próxima linha de evidência é encontrada nas muitas passagens que descrevem a obra do Espírito em termos daquilo que é exclusivo de Deus. O mais claro exemplo está em I Coríntios 2:9-11. Paulo declara que seus leitores podem ter algum conhecimento daquilo “que Deus preparou para aqueles que O amam” (vs. 9, NVI). E como tal conhecimento é possível? “Deus o revelou a nós por meio do Espírito” (vs. 10). E como é que o Espírito está a par desse conhecimento? “O Espírito sonda todas as coisas, até mesmo as coisas mais profundas de Deus. Pois quem conhece os pensamento do homem, a não ser o espírito do homem que nele está? Da mesma forma, ninguém conhece os pensamentos de Deus, a não ser o Espírito de Deus” (vss. 10-11, NVI).</p>
<p style="text-align:justify;">O que essa passagem sugere é o seguinte: Se alguém deseja saber “o que é verdadeiramente humano”, deve conseguir tal informação de um ser humano. Aquilo, porém, que é verdade no nível humano, muito mais o é no divino: “Da mesma forma, ninguém conhece os pensamentos de Deus, a não ser o Espírito de Deus” (vs. 10). Apenas um Ser divino pode verdadeiramente conhecer o que se passa na mente e no coração de outro Ser divino.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>O “e então?” da Trindade</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Qual é o significado do “e então?” da plena divindade do Filho e do Espírito? Antes de abordar essa importante questão, precisamos lidar com um ponto que incomoda a muitos: a aparente falta de lógica na confissão de que três são iguais a um. Esse ponto incomoda especialmente a mente racionalista de muitos estudantes universitários no Ocidente e nossos amigos muçulmanos fortemente monoteístas.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>A objeção lógica.</strong> Millard Erickson sugere que a razão humana não pode tolerar a estranha matemática trinitariana na qual “três = um.” Se você for a um supermercado, pegar três pães e tentar persuadir o caixa de que eles são na verdade um e que você não tem que pagar senão apenas o valor de um, o caixa poderá ser tentado a chamar imediatamente os seguranças.3</p>
<p style="text-align:justify;">A primeira resposta à lógica do pensamento trinitariano é admitir que estamos lidando com o mais profundo dos mistérios. Sabemos que em relacionamentos de amor parece desenvolver-se uma profunda unidade social e emocional. Diríamos então que os relacionamentos de amor são totalmente ilógicos e incoerentes? Penso que não. E essa parece ser a melhor maneira de explicar o mistério da Trindade e Sua unidade plural.</p>
<p style="text-align:justify;">Outra vez Erickson sabiamente indica o caminho para uma resposta aceitável: “Nós, portanto, sugerimos pensar na Trindade como uma sociedade de pessoas que, contudo, são um só Ser. Conquanto essa sociedade de pessoas tenha dimensões que não encontramos entre seres humanos quanto ao seu inter-relacionamento, existem alguns paralelos que ajudam a esclarecer o assunto. Amor é o relacionamento aglutinante dentro da Divindade, que une cada uma das pessoas às outras.”4</p>
<p style="text-align:justify;">Erickson, então, naturalmente apela para I João 4:8, 16: “Deus é amor.” Compreendemos realmente as profundezas dessa declaração inspirada que é tão desconcertante em sua simplicidade? Gostaria de sugerir que essas três palavras têm uma profunda contribuição a fazer à nossa compreensão de um Deus que preexistiu eternamente em estado de “unidade” trinitariana. “A declaração ‘Deus é amor’ não é uma definição de Deus, nem sequer a declaração de um atributo entre outros. Ela é uma caracterização bem básica de Deus.”5</p>
<p style="text-align:justify;">Para os cristãos trinitarianos, a pergunta fundamental acerca de Deus está direta e completamente relacionada com a questão do Seu amor. E se Deus não for “amor” no âmago de Seu ser, então qualquer questão acerca de Sua natureza imediatamente se torna irrelevante do ponto de vista bíblico. Nós, contudo, pensamos que o amor é a caracterização mais fundamental de Deus. Se Deus é verdadeiramente, na Sua essência, o Deus de “amor” (João 3:16; I João 4:8), então temos que considerar algumas implicações.</p>
<p style="text-align:justify;">Pode Alguém que existe desde a eternidade e que nos fez à Sua imagem de amor, ser realmente chamado amor se Ele existir tão-somente como um ser solitário ou unitário? Não é o amor, especialmente o amor divino, possível apenas se Aquele que fez nosso Universo for um ser plural que estava exercitando amor dentro de Sua pluralidade divina (trinitária) desde toda a eternidade passada? Não é o amor verdadeiro e altruísta possível apenas se ele proceder de um tipo de Deus que, por natureza, sempre será um Deus de amor como uma Trindade social?</p>
<p style="text-align:justify;">Sinto-me fortemente inclinado a afirmar que Deus é uma Trindade de amor e que Seu amor encontrou a revelação mais profunda na obra criadora, e na encarnação, vida, morte e ressurreição do plenamente divino Filho de Deus. A unidade trinitária de Deus, por fim, não é ilógica. Na verdade, ela é a fonte da única lógica que faz sentido absoluto – um amor que se auto-sacrifica, que é mutuamente submisso e um eterno canal da graça de poder criador e redentor.</p>
<p style="text-align:justify;">Tal amor infinito, porém, deve ser comunicado de forma prática a seres humanos finitos e pecadores. E é aqui que o “e então?” da plena divindade do Filho e do Espírito exerce um papel dramático na criação e na redenção.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Implicações da divindade de Cristo</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Primeiro, antes que a Trindade pudesse fazer com que a vida e a morte salvíficas de Cristo de fato gerassem a salvação de pecadores, havia a necessidade urgente de revelar aos seres humanos alienados pelo pecado como Deus realmente é. E o único Ser que poderia oferecer tal surpreendente revelação da natureza divina era Deus mesmo. E essa foi a missão primária de Jesus, o divino Filho de Deus.</p>
<p style="text-align:justify;">Agora, em se tratando realmente da provisão para a salvação, especialmente em Sua morte expiatória, apenas Alguém que é igual a Deus, por meio de Espírito Santo, seria poderoso o bastante para recriar seres humanos deformados pelo pecado à semelhança do caráter divino. Em outras palavras, apenas o divino Filho poderia gerar a conversão ou o novo nascimento, e ocasionar a mudança de caráter que faz com que o homem reflita a semelhança divina. Resumindo: apenas o Filho, que é o amor encarnado, poderia manifestar e produzir tal amor transformador.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>A plena divindade do Espírito</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Como acontece com a divindade do Filho, as implicações teológicas da divindade do Espírito derivam dos pontos relacionados à intenção de Deus de redimir a humanidade pecadora.</p>
<p style="text-align:justify;">Com toda a certeza, se Aquele que é igual ao Pai em natureza e caráter podia oferecer um sacrifício efetivo pelo pecado, então, da mesma forma, somente Alguém (o Espírito) que é plenamente divino podia comunicar de fato a eficácia desse sacrifício a seres humanos pecadores. Outra vez, é necessário um Espírito completamente divino para revelar ao pecador a obra do Filho completamente divino (I Coríntios 2:7-12).</p>
<p style="text-align:justify;">Somente o Espírito Santo podia trazer à humanidade decaída o convertedor e convencedor poder do grande amor de Deus, poder que gera contrição e conversão. Somente Alguém que tem estado em eterna e estreita ligação com o coração de Deus e do Filho, o coração de um amor que se auto-sacrifica, pode comunicar plenamente tal amor à humanidade perdida.</p>
<p style="text-align:justify;">Somente Alguém que atuou com o Filho na criação poderia estar equipado para operar a recriação nas almas arruinadas pelas forças destrutivas de Satanás e do pecado (Rom 8:10-11).</p>
<p style="text-align:justify;">Somente Alguém que pôde estar em plena sintonia com o coração do ministério encarnado de Jesus, e ainda assim, ao mesmo tempo, ser capaz de estar em todos os lugares (onipresença de Deus), podia representar de maneira hábil a presença pessoal e redentora de Cristo perante todo o mundo. O único Ser que podia fazer tal coisa é o Espírito Santo, um Ser pessoal sempre e todo-presente.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Um apelo</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Gostaria de desafiar cada leitor a ponderar com oração e cuidado sobre a Trindade e Suas profundas implicações para a vida e o destino que o Deus da Bíblia oferece à humanidade. Essa doutrina satisfaz às necessidades do moderno anseio por uma reflexão racional sobre o problema divino/humano, e ao mesmo tempo oferece um mistério verdadeiramente cativante para os gostos mais relacionais dos pós-modernistas. Além disso, o pensamento e a vida trinitarianos oferecem uma visão de relacionamentos que vivem em amor, os quais refletem a realidade mais profunda oferecida por Aquele que fez o mundo em amor e está buscando redimi-lo do pecado (que é contrário ao amor – a mais profunda antítese do amor divino).</p>
<p style="text-align:justify;">Além disso, não consigo pensar num melhor ponto da discussão quando se busca abordar as preocupações monoteísticas de nossos amigos muçulmanos. Se o amor de Jesus, o lado humano do amor da Trindade, não convencer, nada será capaz de fazê-lo. Os recursos do amor que flui do Pai, encarna-se em Cristo e é comunicado pela Pessoa plenamente divina do Espírito Santo proporcionam a mais rica visão teológica que se pode imaginar para o destino de um mundo perdido.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Woodrow W. Whidden (Ph.D. pela Universidade Andrew)</strong> é professor de Religião na Universidade Andrews, Berrien Springs, Michigan, E.U.A. Email: whiddenw@andrews.edu</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Referências</strong><br />
1. Manual da Igreja Adventista do Sétimo Dia, ed. revisada na Assembléia da Associação Geral de 2000 (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2004), 9.<br />
2. Para uma discussão detalhada da evidência, veja meus capítulos na Primeira Seção do livro A Trindade: Como entender os mistérios da Pessoa de Deus na Bíblia e na história do cristianismo (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2003), 19-135.<br />
3. Millard Erickson, Making Sense of the Trinity: Three Crucial Questions (Grand Rapids, MI: Baker Book House, 2000), 43-44.<br />
4. Idem., 58.<br />
5. Ibidem.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://dialogue.adventist.org/articles/16_3_whidden_p.htm" target="_blank">Diálogo</a></p>
<br />Filed under: <a href='http://setimodia.wordpress.com/category/trindade/'>Trindade</a> Tagged: <a href='http://setimodia.wordpress.com/tag/trindade/'>Trindade</a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/setimodia.wordpress.com/16957/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/setimodia.wordpress.com/16957/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/setimodia.wordpress.com/16957/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/setimodia.wordpress.com/16957/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/setimodia.wordpress.com/16957/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/setimodia.wordpress.com/16957/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/setimodia.wordpress.com/16957/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/setimodia.wordpress.com/16957/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/setimodia.wordpress.com/16957/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/setimodia.wordpress.com/16957/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/setimodia.wordpress.com/16957/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/setimodia.wordpress.com/16957/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/setimodia.wordpress.com/16957/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/setimodia.wordpress.com/16957/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=setimodia.wordpress.com&amp;blog=3973270&amp;post=16957&amp;subd=setimodia&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Seventh Day</media:title>
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			<media:title type="html">trindade</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>O que a Bíblia diz sobre a dança?</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 16:24:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Blog Sétimo Dia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dança]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma análise das referências bíblicas à dança revela o fato de que as danças israelitas consideradas como apropriadas eram de natureza litúrgica, sendo acompanhadas por hinos de louvor a Deus. Elas eram geralmente praticadas entre grupos de pessoas do mesmo sexo e &#8230; <a href="http://setimodia.wordpress.com/2012/02/01/o-que-a-biblia-diz-sobre-a-danca/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=setimodia.wordpress.com&amp;blog=3973270&amp;post=16953&amp;subd=setimodia&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><a href="http://setimodia.files.wordpress.com/2012/02/danc3a7a.jpg"><img class="alignleft  wp-image-16955" style="margin-top:1px;margin-bottom:1px;" title="dança." src="http://setimodia.files.wordpress.com/2012/02/danc3a7a.jpg?w=240&#038;h=240" alt="" width="240" height="240" /></a>Uma análise das referências bíblicas à dança revela o fato de que as danças israelitas consideradas como apropriadas eram de natureza litúrgica, sendo acompanhadas por hinos de louvor a Deus. Elas eram geralmente praticadas entre grupos de pessoas do mesmo sexo e sem quaisquer conotações sensuais (ver Êx 15:20; Jz 11:34; 21:21-23; I Sm 18:6; II Sm 6:14-16; I Cr 15:29).</p>
<p style="text-align:justify;">A Bíblia fala também de pelo menos duas ocasiões em que pessoas estavam envolvidas em danças inadequadas.</p>
<p style="text-align:justify;"><span id="more-16953"></span>A primeira delas foi a dança idolátrica dos israelitas no contexto da adoração do bezerro de ouro (Êx 32:19). A segunda foi a dança da filha de Herodias para agradar o rei Herodes e seus convidados, no banquete em que João Batista foi executado (Mt 14:6; Mc 6:22).</p>
<p style="text-align:justify;">Embora os judeus nos dias de Jesus continuassem praticando a dança (ver Lc 15:25), não encontramos nenhuma evidência no Novo Testamento de que a igreja cristã primitiva perpetuasse tal costume. Há quem sugira que esse rompimento cristão com a dança deve-se à degeneração desde já no tempo de Cristo.</p>
<p style="text-align:justify;">Em contraste com as danças litúrgicas do período bíblico, a maioria das danças modernas são praticadas sob o ritmo sensual das músicas profanas, que desconhecem completamente o princípio enunciado em Filipenses 4:8: “Finalmente, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é respeitável, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se alguma virtude há e se algum louvou existe, seja isso o que ocupe o vosso pensamento.”</p>
<p style="text-align:justify;">Grande parte das danças de hoje tem-se transformado em um dos maiores estimuladores do sensualismo. Mesmo não se envolvendo diretamente em relações sexuais explícitas, seus participantes geralmente se entregam ao sensualismo mental (ver Mt 15:19-20), desaprovado por Cristo em Mateus 5:27-28: “Ouvistes que foi dito: Não adulterarás. Eu, porém, vos digo: qualquer que olhar para uma mulher com intenção impura, no coração, já adulterou com ela.”</p>
<p style="text-align:justify;">Há aqueles que endossam as danças particulares entre cônjuges unidos pelos laços matrimoniais. Embora tais práticas pareçam inocentes à primeira vista, elas representam o primeiro passo rumo a estilos mais avançados de dança, integrando eventualmente o casal a grupos dançantes. Seja como for, o cristão dispõe hoje de outras formas de integração e entretenimento sociais mais condizentes com os princípios bíblicos de conduta do que a excitação e o sensualismo promovidos pela maioria das danças modernas.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Texto de autoria do Dr. Alberto Timm, publicado na Revista Sinais dos Tempos, novembro de 1997, p. 29.</strong></p>
<br />Filed under: <a href='http://setimodia.wordpress.com/category/danca/'>Dança</a> Tagged: <a href='http://setimodia.wordpress.com/tag/danca/'>Dança</a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/setimodia.wordpress.com/16953/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/setimodia.wordpress.com/16953/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/setimodia.wordpress.com/16953/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/setimodia.wordpress.com/16953/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/setimodia.wordpress.com/16953/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/setimodia.wordpress.com/16953/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/setimodia.wordpress.com/16953/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/setimodia.wordpress.com/16953/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/setimodia.wordpress.com/16953/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/setimodia.wordpress.com/16953/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/setimodia.wordpress.com/16953/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/setimodia.wordpress.com/16953/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/setimodia.wordpress.com/16953/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/setimodia.wordpress.com/16953/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=setimodia.wordpress.com&amp;blog=3973270&amp;post=16953&amp;subd=setimodia&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Seventh Day</media:title>
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			<media:title type="html">dança.</media:title>
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	</item>
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		<title>Muitos Creem, Poucos Confiam!</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 14:34:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Blog Sétimo Dia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fé]]></category>
		<category><![CDATA[Pensamentos para horas tranquilas]]></category>

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		<description><![CDATA[Num espetáculo de circo o apresentador pergunta para a platéia: -Quem crê que este equilibrista consegue atravessar na corda bamba de um lado para o outro, numa altura de quinze metros sem usar a rede de proteção? A multidão grita &#8230; <a href="http://setimodia.wordpress.com/2012/02/01/muitos-creem-poucos-confiam/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=setimodia.wordpress.com&amp;blog=3973270&amp;post=16950&amp;subd=setimodia&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><a href="http://setimodia.files.wordpress.com/2012/02/muitos-creem-poucos-confiam.jpg"><img class="alignleft  wp-image-16951" style="margin-top:1px;margin-bottom:1px;" title="Muitos creem poucos confiam" src="http://setimodia.files.wordpress.com/2012/02/muitos-creem-poucos-confiam.jpg?w=240&#038;h=170" alt="" width="240" height="170" /></a>Num espetáculo de circo o apresentador pergunta para a platéia:</p>
<p style="text-align:justify;">-Quem crê que este equilibrista consegue atravessar na corda bamba de um lado para o outro, numa altura de quinze metros sem usar a rede de proteção?</p>
<p style="text-align:justify;"><span id="more-16950"></span>A multidão grita unanimemente:</p>
<p style="text-align:justify;">-EU!!!!</p>
<p style="text-align:justify;">O artista faz seu trajeto sobre a corda bamba e todos aplaudem. Depois o apresentador volta a perguntar:</p>
<p style="text-align:justify;">-Quem crê que ele consegue agora passar de um lado para o outro na corda bamba pedalando uma bicicleta?</p>
<p style="text-align:justify;">-A multidão responde eufórica:</p>
<p style="text-align:justify;">-EU!!!</p>
<p style="text-align:justify;">Realizado o trajeto o apresentador volta a perguntar:</p>
<p style="text-align:justify;">-Ele agora vai atravessar na corda bamba pedalando a bicicleta com uma venda nos olhos. Quem crê que ele consegue?</p>
<p style="text-align:justify;">Todos gritam a uma só voz:</p>
<p style="text-align:justify;">-EU!!!</p>
<p style="text-align:justify;">O apresentador então aponta para o equilibrista e torna a perguntar:</p>
<p style="text-align:justify;">Quem confia em ir na garupa da bicicleta com ele?</p>
<p style="text-align:justify;">Houve um silêncio na platéia.</p>
<p style="text-align:center;"><strong>É muito fácil para nós, crer que Deus faz grandes milagres, mais ainda não aprendemos a entregar a nossa vida totalmente em Suas mãos.</strong></p>
<br />Filed under: <a href='http://setimodia.wordpress.com/category/fe/'>Fé</a>, <a href='http://setimodia.wordpress.com/category/pensamentos-para-horas-tranquilas/'>Pensamentos para horas tranquilas</a> Tagged: <a href='http://setimodia.wordpress.com/tag/fe/'>Fé</a>, <a href='http://setimodia.wordpress.com/tag/pensamentos-para-horas-tranquilas/'>Pensamentos para horas tranquilas</a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/setimodia.wordpress.com/16950/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/setimodia.wordpress.com/16950/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/setimodia.wordpress.com/16950/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/setimodia.wordpress.com/16950/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/setimodia.wordpress.com/16950/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/setimodia.wordpress.com/16950/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/setimodia.wordpress.com/16950/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/setimodia.wordpress.com/16950/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/setimodia.wordpress.com/16950/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/setimodia.wordpress.com/16950/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/setimodia.wordpress.com/16950/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/setimodia.wordpress.com/16950/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/setimodia.wordpress.com/16950/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/setimodia.wordpress.com/16950/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=setimodia.wordpress.com&amp;blog=3973270&amp;post=16950&amp;subd=setimodia&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Pesquisa mostra que britânicos estão mais desonestos. Será que você também?</title>
		<link>http://setimodia.wordpress.com/2012/02/01/pesquisa-mostra-que-britanicos-estao-mais-desonestos-sera-que-voce-tambem/</link>
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		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 14:12:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Blog Sétimo Dia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desonestidade]]></category>
		<category><![CDATA[Tempo do Fim]]></category>
		<category><![CDATA[desonestidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Em 2000, um teste de integridade foi realizado entre os britânicos. Em 2011, as mesmas perguntas feitas uma década antes foram repetidas. Os resultados mostram que as pessoas estão cada vez mais desonestas. A pesquisa foi idealizada pela Univerdade de &#8230; <a href="http://setimodia.wordpress.com/2012/02/01/pesquisa-mostra-que-britanicos-estao-mais-desonestos-sera-que-voce-tambem/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=setimodia.wordpress.com&amp;blog=3973270&amp;post=16941&amp;subd=setimodia&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><a href="http://setimodia.files.wordpress.com/2012/02/desonestidade.jpg"><img class="alignleft  wp-image-16943" style="margin-top:1px;margin-bottom:1px;" title="desonestidade" src="http://setimodia.files.wordpress.com/2012/02/desonestidade.jpg?w=220&#038;h=146" alt="" width="220" height="146" /></a>Em 2000, um teste de integridade foi realizado entre os britânicos. Em 2011, as mesmas perguntas feitas uma década antes foram repetidas. Os resultados mostram que as pessoas estão cada vez mais desonestas. A pesquisa foi idealizada pela Univerdade de Essex.</p>
<p style="text-align:justify;">O teste consiste em um questionário onde são apresentadas algumas situações e os 2,000 adultos participantes respondem se aquela atitude é justificável ou não.</p>
<p style="text-align:justify;"><span id="more-16941"></span>Por exemplo, uma década atrás, 7 entre 10 pessoas achavam que traição é um ato injustificável. Hoje, esse número caiu pela metade. Em 2011, apenas 1 entre 3 pessoas condenam mentir por interesses próprios. Metade dos participantes respondeu que falsificar um currículo para uma entrevista de trabalho pode ser uma atitude justificada em ocasiões.</p>
<p style="text-align:justify;">De acordo com a pesquisa, as pessoas mais jovens tendem a justificar comportamentos desonestos. Isso poderia dizer que a população britânica terá uma próxima geração mais desonesta do que a de agora. A esperança dos pesquisadores é que os resultados signifiquem que as pessoas tornam-se mais íntegras e maduras com a idade.</p>
<p style="text-align:justify;">Esses foram os resultados atingidos pelos britânicos, mas e você? O teste de integridade a seguir foi o disponibilizado para realizar a pesquisa acima mencionada.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>O TESTE DE INTEGRIDADE</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Responda as perguntas abaixo classificando as situações como justificáveis ou não e some os resultados (lembre-se de ser honesto consigo mesmo).</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Evitar o pagamento da tarifa do transporte público.</strong><br />
(1) Nunca justificado (2) Raramente justificado (3) Às vezes justificado (4) Sempre justificado</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Driblar os impostos se você tiver uma chance.</strong><br />
(1) Nunca justificado (2) Raramente justificado (3) Às vezes justificado (4) Sempre justificado</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Ultrapassar o limite de velocidade.</strong><br />
(1) Nunca justificado (2) Raramente justificado (3) Às vezes justificado (4) Sempre justificado</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Guardar dinheiro que você achou na rua.</strong><br />
(1) Nunca justificado (2) Raramente justificado (3) Às vezes justificado (4) Sempre justificado</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Mentir por interesses próprios.</strong><br />
(1) Nunca justificado (2) Raramente justificado (3) Às vezes justificado (4) Sempre justificado</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Não comunicar ao dono um estrago que você tenha feito a um carro que estava estacionado.</strong><br />
(1) Nunca justificado (2) Raramente justificado (3) Às vezes justificado (4) Sempre justificado</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Jogar lixo na rua ou local público.</strong><br />
(1) Nunca justificado (2) Raramente justificado (3) Às vezes justificado (4) Sempre justificado</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Dirigir sob a influência de álcool.</strong><br />
(1) Nunca justificado (2) Raramente justificado (3) Às vezes justificado (4) Sempre justificado</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Alterar um currículo para se beneficiar em uma entrevista.</strong><br />
(1) Nunca justificado (2) Raramente justificado (3) Às vezes justificado (4) Sempre justificado</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Comprar um objeto que você sabe que foi roubado.</strong><br />
(1) Nunca justificado (2) Raramente justificado (3) Às vezes justificado (4) Sempre justificado</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>O RESULTADO DA SOMA</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Até 15 –</strong> Considerada uma pessoa honesta que realmente tenta fazer o que é certo.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Entre 15 e 20 –</strong> Está acima da média de integridade comparado com os britânicos, mas não se importa de quebrar as regras ocasionalmente.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Entre 20 e 25 –</strong> Não é fundamentalmente desonesto, mas quebrar as regras não é um problema quando trará benefícios.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Mais de 25 –</strong> Viver pelas regras não é importante e achar uma maneira de quebrá-las para se beneficiar é algo fácil de fazer.</p>
<p style="text-align:justify;">A figura abaixo mostra os resultados obtidos pelos britânicos em 2011.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://setimodia.files.wordpress.com/2012/02/britons-score.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-16942" title="Britons-score" src="http://setimodia.files.wordpress.com/2012/02/britons-score.png?w=640" alt=""   /></a></p>
<p><a href="http://www.blogdasaude.com.br/saude-espiritual/2012/02/01/pesquisa-mostra-que-britanicos-estao-mais-desonestos-sera-que-voce-tambem/" target="_blank">Blog da Saúde</a></p>
<p><strong>Nota: </strong><strong>A honestidade pessoal &#8211; que é?</strong></p>
<p style="text-align:justify;">As palavras honestidade, honesto e derivados vêm de uma raiz latina que significa &#8220;aquilo que dá lustro, brilho, adorno, honra&#8221;. Que sentido tem esse termo? De modo geral, a honestidade é qualidade do caráter, e se manifesta na conduta do homem. É a prática da retidão em tudo. Daí, significa aquilo que é decoroso, honrado, digno, decente. É a maneira de portar-se com honorabilidade, justiça, com irrepreensível modo de viver.</p>
<p style="text-align:justify;">A Bíblia faz diversos comentários sobre o significado da honestidade. O texto de Filipenses 4:8-9 é uma boa fórmula da honestidade cristã:<em> &#8221;Tudo o que é verdadeiro, respeitável, justo. puro, amável, de boa fama, virtuoso e digno de louvor”. </em>São oito ingredientes simples, claros, que toda a gente aprecia e louva.</p>
<p style="text-align:justify;">Ser justo, em essência, é ser honesto. De acordo com o apóstolo Paulo, no texto de Efésios 4:24-32, isso é uma conseqüência da regeneração, v. 24. Todo o homem honesto anda em justiça e retidão que provém da verdade, v. 24; foge de qualquer malícia, v. 31; anda na luz, fugindo às trevas do erro, do mal, da falsidade e da hipocrisia. A honestidade pessoal é, sem dúvida, um efeito da nossa <em>&#8220;santa vocação&#8221;,</em> pois fomos chamados por Deus a uma vida digna, mansa, humilde e boa, Efésios 4:1-2.</p>
<p style="text-align:justify;">De acordo com os ensinos bíblicos, a honorabilidade consiste em viver de acordo com as coisas elevadas, Colosenses 3:1-2. Jesus afirmou que <em>&#8220;são bem-aventurados os limpos de coração&#8221;,</em>Mateus 5:8. A comunhão com o Pai exige sinceridade, retidão, probidade espiritual. Probidade é a integridade de caráter, próprio do homem honrado e reto. Deus espera tais atitudes dos que o amam e afirmam ser seus servos.</p>
<p style="text-align:center;"><strong>O crente tem que ser sal e luz, mesmo vivendo numa sociedade corrupta e corruptora.</strong></p>
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		<title>As mulheres a serviço de Cristo</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 01:51:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Blog Sétimo Dia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[Ellen G. White]]></category>
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		<description><![CDATA[Você acha que a liderança da igreja cristã era toda composta por homens? Até recentemente, essa era a minha impressão. Paulo e Pedro, Agostinho e Jerônimo, todos os papas, Lutero e Calvino, os presidentes da Conferência Geral. Todos homens! Imagine &#8230; <a href="http://setimodia.wordpress.com/2012/01/31/as-mulheres-a-servico-de-cristo/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=setimodia.wordpress.com&amp;blog=3973270&amp;post=16936&amp;subd=setimodia&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><a href="http://setimodia.files.wordpress.com/2012/01/box-woman-praying-sepia.jpg"><img class="alignleft  wp-image-16937" style="margin-top:1px;margin-bottom:1px;" title="box-woman-praying-sepia" src="http://setimodia.files.wordpress.com/2012/01/box-woman-praying-sepia.jpg?w=210&#038;h=140" alt="" width="210" height="140" /></a>Você acha que a liderança da igreja cristã era toda composta por homens? Até recentemente, essa era a minha impressão. Paulo e Pedro, Agostinho e Jerônimo, todos os papas, Lutero e Calvino, os presidentes da Conferência Geral. Todos homens! Imagine a minha surpresa, quando comecei a investigar além do óbvio e descobri que a história da igreja estava repleta de relatos de mulheres, algumas delas profundamente influentes. Em meus estudos, percebi que as mulheres têm sido importantes no desenvolvimento da igreja. No entanto, suas histórias têm sido geralmente negligenciadas, talvez porque sejam apenas histórias de mulheres, sem importância suficiente para compor livros de história. Quando as mulheres como um grupo são negligenciadas pela história, elas, conjuntamente, também são desqualificadas como tendo influência significativa para a igreja cristã. Vivemos com as consequências dessa desqualificação. <span id="more-16936"></span>Porque não conhecemos a nossa história, podemos acreditar que somente os homens realmente são importantes. Mas como os cristãos têm se tornado, cada vez mais, conscientes do legado das mulheres na igreja, a nossa posição sobre o papel das mulheres na igreja vai mudar.</p>
<p style="text-align:justify;">Gostaria de compartilhar com vocês algumas das histórias com que me deparei em meus estudos. São histórias de mulheres que tiveram dois denominadores em comum. O primeiro, elas eram cheias do Espírito Santo que lhes deu um sentido de missão e dignidade. Em segundo lugar, não tiveram medo de enfrentar qualquer obstáculo ou inimigo.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Christina de Markyate</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Considere Christina de Markyate (1096 –1166 aproximadamente). Seu nome de batismo era Theodora, mas ela mudou seu nome por amor a Cristo. A Inglaterra medieval acreditava que uma mulher que se mantinha virgem demonstrava ser uma pessoa verdadeiramente espiritual. Aos 13 anos, prometeu a si mesma de que Jesus seria seu único “marido”. Citando a Bíblia, Christina “contra-argumentou” com cada clérigo que tentou convencê-la a obedecer à ordem des seus pais – eles queriam obrigá-la a se casar. Trancada em seu quarto, ela não tinha ninguém para apoiá-la, somente Deus. Suprida pelo poder do Espírito Santo e por meio da oração contínua, ela foi capaz de resistir e viver a vida do jeito que pensava que deveria ser. Esse amor e amizade com Deus a moveram para além de qualquer dúvida ou medo de ser ela mesma, e de se tornar uma pessoa de autoridade e poder.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Katherine Zell</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Há também Katherine Zell (1497-1562), uma das mulheres mais francas da Reforma. Quando estava na casa dos 20 anos, ela se casou com um homem que tinha quase o dobro de sua idade, e eles realmente viveram felizes para sempre.1 Seu marido era um ex-padre católico que se tornou pastor luterano. Juntos, formavam uma equipe de trabalho para a Reforma em Estrasburgo, onde viviam, e lutavam pela paz entre católicos e protestantes. Alguns dos opositores da Reforma espalharam rumores maliciosos sobre o casal, dizendo que o marido traía Katherine com a empregada. Em vez de se calar em silêncio, Katherine publicou uma carta por meio da qual ela disse a todos na cidade que nunca teve uma empregada doméstica e que o seu maior desejo como um casal era a de morrer lado a lado em cruzes, cada um encorajando ao outro! “Katherine não tinha medo de dizer às pessoas a sua opinião. Atacou duramente a seus adversários que queriam calar sua voz: ‘Vocês me fazem lembrar que o apóstolo Paulo disse às mulheres para ficarem em silêncio na igreja. Eu lembraria vocês das palavras desse mesmo apóstolo que em Cristo não há mais masculino ou feminino, e da profecia de Joel’: ‘E acontecerá, depois, que derramarei o Meu Espírito sobre toda a carne; vossos filhos e vossas filhas profetizarão.’”2 Cuidadosamente, ela terminou sua declaração com humildade, mas também com bastante sarcasmo: “Não pretendo ser João Batista repreendendo os fariseus. Não tenho a pretensão de ser Natã censurando a Davi. Quero apenas ser o burro de Balaão, castigando a seu senhor. “Katherine não tinha medo de trabalhar duro pelo o que acreditava e fazer o que os outros tinham receio de fazer. Ela organizou reuniões entre os líderes da Igreja Católica e protestante. Conseguiu alimento e abrigo para os 3.000 refugiados que chegaram à cidade após a Guerra dos Camponeses. Cuidou de um dos líderes da cidade que ficou doente com hanseníase. Compilou e publicou hinos em forma de panfleto para inspirar os leigos a se concentrarem em Deus em sua vida cotidiana. E, no seu último trabalho em vida, realizou o funeral de uma mulher cuja fé não era a mesma que a do pastor luterano local, pois o ministro iria conduzir o serviço somente após excluí-la publicamente por negar a fé luterana. O conselho da cidade quis repreender devidamente a Katherine por sua transgressão, mas ela adoeceu e morreu antes que qualquer coisa pudesse ser feita.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Elizabeth Hooton</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Esta é outra história sobre uma mulher cristã corajosa. Elizabeth Hooton (1600-1672) foi a primeira quaker conversa e a primeira pregadora feminina quaker, na Inglaterra, no século 17. Como quaker, acreditava que todas as mulheres e os homens eram iguais perante Deus, e assim não hesitou em desafiar os padres em questões doutrinárias, ou ao se recusar a ajoelhar-se perante o rei Charles II.3 Foi espancada e presa na Inglaterra diversas vezes por seu comportamento e crenças, mas a opressão não paralisou suas atividades. Elizabeth era uma mulher de “ilimitada resistência e perseverança”.4 Foi aonde o Espírito a levou. Aos 61 anos, foi para a Nova Inglaterra como missionária mesmo sabendo da perseguição que a esperava. As autoridades puritanas de Massachusetts eram tão inflexíveis em não receber quaisquer quakers que tivessem violado uma lei, que proibiam os capitães dos navios (sob pena de uma multa de £100) a levarem os quakers ao porto de Boston. Assim, Elizabeth teve que descer do navio na Virgínia, e começar a andar. Ao chegor a Boston, foi presa. Mas o governador decidiu que ela era muito perigosa, mesmo para ficar na prisão. Dessa forma, foi forçada a caminhar para uma região afastada, no inverno, por dois dias, onde os guardas armados a deixaram para morrer entre ursos e lobos.</p>
<p style="text-align:justify;">Elizabeth finalmente voltou à Inglaterra, mas ficou apenas o tempo suficiente para obter a permissão do rei para comprar um terreno em Boston, a fim de construir uma casa. Ela era muito prática e pensou que Boston precisava de um lugar onde os perseguidos quakers pudessem ficar. Mas as autoridades de Boston não se preocuparam com a ordem do rei. Quando Elizabeth chegou em Boston, foi acorrentada à uma carroça e forçada a caminhar por três cidades. Em cada lugar, tiravam sua roupa até a cintura, e a chicoteavam com um chicote de três cordas. Após esse castigo, ela mais uma vez foi deixada em uma região isolada para morrer. Por causa dos seus esforços missionários na Nova Inglaterra, foi presa três vezes, recebeu nove severas chicotadas e foi expulsa duas vezes para uma região selvagem. No entanto, mais uma vez, Elizabeth desafiou o banimento imposto. Sobreviveu à vida selvagem e foi a uma viagem missionária para as Índias Ocidentais. Poucos dias depois de chegar à Jamaica, ela morreu em paz, longe de sua terra natal, em Nottinghamshire. O amor que doou à humanidade a motivou a enfrentar cada punição.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Ellen G. White</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Na Igreja Adventista, temos a nossa própria heroína, Ellen White. Era bastante jovem quando disse SIM ao chamado de Deus e se deixou encher pelo Espírito Santo. O sentido de missão divina lhe deu coragem para resistir às pessoas que a desprezaram e tentaram fazer o seu trabalho difícil. Em uma época em que não havia incentivo para as mulheres serem líderes religiosas, Ellen White escreveu, pregou, viajou e comandou o movimento adventista por mais de 50 anos. Onde estaria a Igreja Adventista do Sétimo Dia sem Ellen White? Não há certeza que a igreja teria existido se não fosse por ela.</p>
<p style="text-align:justify;">Ellen e as outras mulheres mencionadas são grandes exemplos do que pode acontecer quando alguém dedica totalmente a sua vida a Deus. Onde está o Espírito do Senhor, aí há liberdade. Liberdade do medo. Liberdade para viver a vida ao máximo.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Hanna Norheim</strong> faz mestrado em religião com bolsa de estudos da Fundação Fulbright na Universidade La Sierra, em La Sierra, Califórnia.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>REFERÊNCIAS</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong></strong>1. Ver Roland H. Bainton. Women of the Reformation: In Germany and Italy. Mineápolis: Augsburg Publishing House, 1971. p. 55.<br />
2. Ver Ruth A. Tucker eWalter Liefeld. Daughters of the Church: Women and Ministry from New Testament Times to the Present. Grand Rapids, Michigan: Zondervan, 1987. p. 183.<br />
3. Ibid., p. 227.<br />
4. Elaine C. Huber. “‘A Woman Must Not Speak’: Quaker Women in the English Left Wing” in Ruether and McLaughlin (eds.) op. cit., p. 165.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://dialogue.adventist.org/articles/21_2_norheim_p.htm" target="_blank">Diálogo</a></p>
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		<title>O ato de circuncisão é obrigatório ou opcional nos dias de hoje?</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 23:01:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Blog Sétimo Dia</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Perguntas e Respostas Bíblicas]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><a href="http://setimodia.files.wordpress.com/2012/01/brit-mila-circuncisao.jpg"><img class="alignleft  wp-image-16934" style="margin-top:1px;margin-bottom:1px;" title="brit-mila-circuncisao" src="http://setimodia.files.wordpress.com/2012/01/brit-mila-circuncisao.jpg?w=210&#038;h=140" alt="" width="210" height="140" /></a>A circuncisão, como sinal exterior do concerto entre Deus e Seu povo escolhido, foi instituída no tempo de Abraão (Gn 17:10-14, 23-27; 21:4; At 7:8) e incorporado posteriormente, de forma explícita, na lei de Moisés (Lv 12:3; Jo 7:22). Apesar de haver sido temporariamente interrompida durante a peregrinação no deserto, ela voltou a ser praticada logo após a entrada dos israelitas na Terra Prometida (Js 5:2-9). Que esse ato só alcançava o seu pleno sentido religioso quando acompanhado da dedicação incondicional da vida a Deus e a Sua vontade é evidente nas referências que falam de uma circuncisão do coração (ver Dt 10:16; 30:6; Jr 4:4).</p>
<p style="text-align:justify;"><span id="more-16933"></span>Enquanto que no Antigo Testamento a circuncisão era uma condição básica para pertencer ao povo de Deus (Gn 17:9-14), no Novo Testamento essa condição passou a ser o batismo cristão (ver Mt 28:18-20; Mc 16:15 e 16; At 2:37 e 38). Em resposta aos cristãos judaizantes que tentavam impor a circuncisão aos gentios que aceitavam o cristianismo, o Concílio de Jerusalém deixou clara a opcionalidade dessa prática (ver At 15; Gl 2).</p>
<p style="text-align:justify;">O apóstolo Paulo é incisivo em afirmar que “em Cristo Jesus, nem a circuncisão, nem a incircuncisão têm valor algum, mas a fé que atua pelo amor” (Gl 5:6), o “ser nova criatura” (Gl 6:15) e o “guardar as ordenanças de Deus” (1Cr 7:19). E o mesmo apóstolo acrescenta: “Foi alguém chamado, estando circunciso? Não desfaça a circuncisão. Foi alguém chamado, estando incircunciso? Não se faça circuncidar” (1Co 7:18). Hoje, portanto, a circuncisão, para os cristãos, não passa de uma opção pessoal, destituída de qualquer significado religioso.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Texto de autoria do Dr. Alberto Timm, publicado na Revista Sinais dos Tempos, junho de 1999, p. 29.</strong></p>
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		<title>Primeiro “templo ateu” será construído na Inglaterra</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 22:33:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Alain de Botton]]></category>
		<category><![CDATA[Atheism]]></category>
		<category><![CDATA[Richard Dawkins]]></category>

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		<description><![CDATA[Alain de Botton defende que é possível erigir “um templo para o amor, a amizade ou o respeito”. Ateus criticam muitos dos hábitos dos devotos seguidores de alguma fé. Mas agora parece que o ateísmo está querendo utilizar um elemento &#8230; <a href="http://setimodia.wordpress.com/2012/01/30/primeiro-templo-ateu-sera-construido-na-inglaterra/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=setimodia.wordpress.com&amp;blog=3973270&amp;post=16921&amp;subd=setimodia&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><a href="http://setimodia.files.wordpress.com/2012/01/templo-ateu.jpg"><img class="alignleft  wp-image-16922" style="margin-top:1px;margin-bottom:1px;" title="templo ateu" src="http://setimodia.files.wordpress.com/2012/01/templo-ateu.jpg?w=240&#038;h=179" alt="" width="240" height="179" /></a>Alain de Botton defende que é possível erigir “um templo para o amor, a amizade ou o respeito”.</p>
<p style="text-align:justify;">Ateus criticam muitos dos hábitos dos devotos seguidores de alguma fé. Mas agora parece que o ateísmo está querendo utilizar um elemento tipicamente religioso: erigir um templo de adoração.</p>
<p style="text-align:justify;">O escritor Alain de Botton anunciou seus planos de construir o primeiro “templo ateu” do Reino Unido e, possivelmente, do mundo. Com a colaboração do arquiteto Tom Greenall , a obra será construída em Londres .</p>
<p style="text-align:justify;"><span id="more-16921"></span>Dedicados à ideia de perspectiva, a torre negra terá cerca de 46 metros de altura, uma medida que remete à “verdadeira idade” da Terra: 4,6 bilhões ano. Ou seja, cada centímetro equivale 1.000 mil anos. Na base da torre haverá uma pequena lâmina de ouro de um milímetro de espessura, simbolizando o tempo de vida da humanidade na Terra.</p>
<p style="text-align:justify;">Mas um lugar de culto não é o único elemento da religião organizada que ateus podem se beneficiar, diz de Botton. Ele entende que ateus como Richard Dawkins e Christopher Hitchens nunca irão convencer as pessoas que o ateísmo é uma forma atraente de olhar a vida, pois o ateísmo proposto pelos dois pensadores é &#8220;destrutivo&#8221;, por atacar as religiões, ao contrário de sua proposta de harmonia entre as religiões.. Em seu livro mais recente “Religião Para ateus”, o autor aponta que o design, a arte e a ideia de comunidade poderão inspirar e atrair seguidores de uma “vida sem Deus”.</p>
<p style="text-align:justify;">Ainda não foi anunciada uma data final para a abertura do templo, mas ele espera edificar outros templos parecidos em todo o Reino Unido. Também não foi revelado quem arcará com os custos da obra.</p>
<p style="text-align:justify;">“Por que as pessoas religiosas têm alguns dos mais belos edifícios na terra?”, pergunta Alain de Botton. “Chegou a hora dos ateus terem suas próprias versões das grandes igrejas e catedrais”.</p>
<p style="text-align:justify;">Esse conceito já era defendido por ele no livro e agora deve se tornar realidade. “As religiões sempre souberam que um belo edifício é uma parte indispensável para firmarem a sua mensagem. Apenas os nossos livros não conseguirão fazer isso”.</p>
<p style="text-align:justify;">Ele diz ainda que não precisa lembrar de um deus ou deuses em um local desse tipo. “Você pode construir um templo para tudo o que é positivo e bom. Isso poderia significar: um templo para o amor, a amizade ou o respeito”.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://noticias.gospelprime.com.br/primeiro-templo-ateu-sera-construido-na-inglaterra/" target="_blank">Traduzido e adaptado de Huffington Post e Dezeen</a> / <a href="http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI5584281-EI8142,00-Filosofo+Alain+de+Botton+propoe+templo+para+ateus+em+Londres.html" target="_blank">Terra</a></p>
<br />Filed under: <a href='http://setimodia.wordpress.com/category/ateismo/'>Ateísmo</a> Tagged: <a href='http://setimodia.wordpress.com/tag/alain-de-botton/'>Alain de Botton</a>, <a href='http://setimodia.wordpress.com/tag/ateismo/'>Ateísmo</a>, <a href='http://setimodia.wordpress.com/tag/atheism/'>Atheism</a>, <a href='http://setimodia.wordpress.com/tag/richard-dawkins/'>Richard Dawkins</a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/setimodia.wordpress.com/16921/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/setimodia.wordpress.com/16921/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/setimodia.wordpress.com/16921/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/setimodia.wordpress.com/16921/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/setimodia.wordpress.com/16921/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/setimodia.wordpress.com/16921/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/setimodia.wordpress.com/16921/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/setimodia.wordpress.com/16921/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/setimodia.wordpress.com/16921/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/setimodia.wordpress.com/16921/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/setimodia.wordpress.com/16921/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/setimodia.wordpress.com/16921/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/setimodia.wordpress.com/16921/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/setimodia.wordpress.com/16921/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=setimodia.wordpress.com&amp;blog=3973270&amp;post=16921&amp;subd=setimodia&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Seventh Day</media:title>
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			<media:title type="html">templo ateu</media:title>
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		<title>“A maior nação cristã do mundo” está cada vez menos cristã</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 21:49:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Blog Sétimo Dia</dc:creator>
				<category><![CDATA[EUA nas Profecias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Mundo Religioso]]></category>
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		<description><![CDATA[O grande declínio do cristianismo nos EUA afetará o mundo todo. O cristianismo está em declínio nos Estados Unidos, disso não há dúvida. Quando se examinam os números friamente não é possível chegar à outra conclusão. Ao longo das últimas &#8230; <a href="http://setimodia.wordpress.com/2012/01/30/a-maior-nacao-crista-do-mundo-esta-cada-vez-menos-crista/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=setimodia.wordpress.com&amp;blog=3973270&amp;post=16918&amp;subd=setimodia&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><a href="http://setimodia.files.wordpress.com/2012/01/bancos-vazios-250x155.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-16919" style="margin-top:1px;margin-bottom:1px;" title="bancos-vazios-250x155" src="http://setimodia.files.wordpress.com/2012/01/bancos-vazios-250x155.jpg?w=640" alt=""   /></a>O grande declínio do cristianismo nos EUA afetará o mundo todo.</p>
<p style="text-align:justify;">O cristianismo está em declínio nos Estados Unidos, disso não há dúvida. Quando se examinam os números friamente não é possível chegar à outra conclusão. Ao longo das últimas décadas, a porcentagem de cristãos na América só diminui. Isto é mais claro entre os jovens.</p>
<p style="text-align:justify;">Um dos motivos é que o significado de “cristianismo” para os cristãos americanos de hoje é muito diferente do que a religião significava para seus pais e seus avós. Milhões de cristãos nos Estados Unidos simplesmente não acreditam mais nos princípios fundamentais da fé cristã.</p>
<p style="text-align:justify;"><span id="more-16918"></span>Sem dúvida, os EUA, que ainda são considerados “a maior nação cristã do mundo” mesmo em crise econômica ainda é uma das mais influentes politica e culturalmente. Isto significa que qualquer mudança drástica por lá tem implicações profundas para o restante do mundo.</p>
<p style="text-align:justify;">Os Estados Unidos foram fundados por cristãos que estavam fugindo da perseguição religiosa. Para os primeiros colonos, a fé cristã era o centro de suas vidas, e isso afetou profundamente as leis que fizeram e as estruturas governamentais que eles estabeleceram.</p>
<p style="text-align:justify;">No geral, o cristianismo ainda é a maior religião do mundo. Segundo o Fórum Pew sobre Religião e Vida Pública, existem atualmente 2,2 bilhões de cristãos no mundo. Porém o centro da fé hoje se deslocou da Europa e América do Norte para a África e Ásia, onde está experimentando um crescimento explosivo.</p>
<p style="text-align:justify;">Enquanto vários países da Europa já dizem estar num mundo secularizado e “pós-cristão”, os Estados Unidos parece caminhar na mesma direção. Igrejas estão encolhendo, o ceticismo é crescente e apatia sobre assuntos espirituais parece ter atingido uma alta histórica.</p>
<p style="text-align:justify;">Mark Silk, professor de religião e vida pública no Trinity College escreveu em uma análise recente para o jornal USA Today que “o segredo sujo da religiosidade na América é: há tantas pessoas que não se interessam pelas questões espirituais e a curiosidade sobre questões existenciais é mínima”.</p>
<p style="text-align:justify;">Seu argumento é apoiado pelos números. Uma pesquisa realizada no ano passado pela LifeWay Research descobriu que 46% dos americanos nunca pensam se vão para o céu ou não. Isto é particularmente verdadeiro para os jovens. Os menores de 30 anos de idade estão abandonando em massa as igrejas dos EUA.</p>
<p style="text-align:justify;">David Kinnaman, o presidente do Grupo Barna, uma empresa de pesquisa evangélica, publicou em seu novo livro, “You Lost Me: Por que os cristãos jovens estão deixando a Igreja e repensando a Fé”, ele diz que as pessoas entre 18 e 29 anos caíram em um “buraco negro”. Há uma queda de 43% na frequência à igreja cristã nessa faixa etária.</p>
<p style="text-align:justify;">Mas não são apenas os jovens que estão deixando as igrejas americanas. A proporção de americanos que se consideram cristãos tem diminuído constantemente por muitos anos. Em 1990, 86% de todos os americanos consideravam-se cristãos. Em 2008, esse número caiu para 76%.</p>
<p style="text-align:justify;">Enquanto isso, o número de americanos que rejeitam totalmente a religião disparou. De acordo com dados do Censo norte-americano, o número de americanos com “sem religião” mais do que dobrou entre 1990 e 2008. Uma pesquisa recente aponta que 25 % dos americanos com idades entre 18 e 29 dizem que não têm religião.</p>
<p style="text-align:justify;">É bom lembrar que com isso caiu a arrecadação das igrejas e, consequentemente, os investimentos em projetos missionários em diferentes partes do mundo.</p>
<p style="text-align:justify;">Dave Olson, diretor de plantação de igrejas da Igreja Aliança, acredita que as expectativas do que vai acontecer com frequência à igreja nos EUA são desanimadoras. De acordo com ele, apenas 18,7 % dos americanos frequentam regularmente a igreja hoje em dia. Se este número continuar a diminuir no ritmo atual, em 2050 a porcentagem de americanos sentados na igreja aos domingos será metade do que é hoje.</p>
<p style="text-align:justify;">Um grande número de jovens norte-americanos que iam à igreja, enquanto eles estavam crescendo agora estão deixando as igrejas americanas inteiramente. Um estudo recente feito pelo grupo Barna descobriu que quase 60% de todos os cristãos com idade entre 15 e 29 não estão envolvidos ativamente em qualquer igreja.</p>
<p style="text-align:justify;">O fato é que um grande número de “cristãos evangélicos” estão rejeitando os princípios fundamentais da fé cristã. Por exemplo, uma pesquisa descobriu que 52% dos cristãos norte-americanos acreditam que “pelo menos uma das religiões não cristãs poderia conduzir à vida eterna”.</p>
<p style="text-align:justify;">Outra pesquisa descobriu que 29% de todos os cristãos americanos afirmam ter procurado contato com os mortos, 23% acreditam em astrologia e 22% acreditam em reencarnação.</p>
<p style="text-align:justify;">Segundo o Grupo Barna, menos de 1% de todos os americanos com idades entre 18 e 23 possuem uma “cosmovisão bíblica”.</p>
<p style="text-align:justify;">Se essa tendência não for revertida, em 20 anos as igrejas dos EUA devem ter o mesmo destino das europeias e começarão a fechar suas portas.</p>
<p style="text-align:justify;">As consequências dessa grande mudança e, em especial, na maneira com que as igrejas que ainda estão abertas pregam a mensagem cristã. Afinal, os Estados Unidos ainda é o maior produtor de material evangélico do mundo. A esmagadora maioria das Bíblias de estudo, comentários bíblicos, dicionários, enciclopédia, livros e software cristãos comercializados globalmente são produzidos por teólogos americanos.</p>
<p style="text-align:justify;">Isso sem falar no material que é distribuído apenas pela internet. O crescimento do liberalismo e do secularismo pode impactar fortemente toda a produção teológica mundial nos próximos anos.</p>
<p style="text-align:justify;">O declínio americano poderá ter sérias consequências no cristianismo de todo o mundo. Quem viver verá.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://noticias.gospelprime.com.br/a-maior-nacao-crista-do-mundo-esta-cada-vez-menos-crista/" target="_blank">Traduzido e adaptado de End Of The American Dream</a></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Nota <a href="http://gilbertotheiss.blogspot.com/2012/01/maior-nacao-crista-do-mundo-esta-cada.html" target="_blank">Gilberto Theiss</a>:</strong> Allan Bloom, Filósofo e catedrático na comissão de ciências na Universidade de Chicago &#8211; EUA, em seu esplêndido livro &#8220;O Declínio da Cultura Ocidental&#8221;, apresenta como os fenômenos e paradigmas mudaram no decorrer das últimas décadas. A geração dos anos 60, a era do rock, o apelo à sexualidade, o egocentrismo, o nihilismo, a criatividade, a educação liberal, a decomposição do ensino, o declínio das ciências humanas e a morte da própria religião cristã estão no âmago de todas os declínios de valores e princípios.</p>
<p style="text-align:justify;">Ao fazer menção do declínio do cristianismo, especialmente nos Estados Unidos, Bloom, embora não cristão, é contundente ao afirmar que, quando Nietzsche e o iluminismo decretaram a morte de Deus, consequentemente os valores, princípios, a família, a moralidade, o desejo pela pureza, integridade e o dever pelo direito e o desejo pelo saber e pela boa música moral, também passaram a ser assassinados. Interessante notar que Bloom reconhece a patologia da degradação atual como também resultante da morte de Deus.</p>
<p style="text-align:justify;">Ora, o que este ilustre professor reconhece era o que já sabíamos. Se Deus e Sua vontade não forem o centro da vida dos seres humanos, que tipo de mundo esperamos construir? Sem Deus, o único mundo que teremos nas próximas gerações será o mundo do caos político, social, cultural e da destruição. A religião cristã de hoje, como destacado por Bloom, vive a passos largos em direção à apostasia plena dos valores que a emolduraram por longos tempos &#8211; se é que já não tenha chegado lá.</p>
<p style="text-align:justify;">Um parecer semelhante podemos encontrar na declaração de Albert Mohler Junior, em seu livro escrito com outros autores, intitulado &#8220;Reforma Hoje&#8221; &#8211; Mohler destaca que a pós-modernidade realizou um assalto cruel à verdade e ao cristianismo, causando uma destruição dentro da própria igreja transformando a ortodoxia e a heresia em conceitos vazios e destituídos de valor. Segundo ele, as fronteiras do que é santo e profano, sagrado ou secular, desapareceram completamente. Termos como falsidade e verdade não são questões de indiferença moral para a igreja atual. Em nome do perspectivismo, alguns religiosos rejeitaram a unidade da verdade e adotaram a subjetividade incondicional. Consequentemente, a fim de ganhar distância do fundamentalismo, muitos evangélicos abandonaram completamente o próprio fundamento.</p>
<p style="text-align:justify;">Outro grande teólogo evangélico chamado Gene Edward Veith Junior, em seu livro intitulado &#8220;Tempos pós-modernos&#8221;, segue a mesma linha de raciocínio de Albert Mohler, James Boice, Sinclair Ferguson, Nancy Pearcey e Charles Colson, afirmando que o colapso da fé se desenvolve à medida em que o pós-modernismo, sob o fundamento do secularismo e relativismo, desconstrói a verdade absoluta para construir verdades aleatórias relativistas. A desconstrução da fé, o aparecimento de uma cultura global e a polarização estão construindo uma nova forma de viver, interpretar e de formar o conceito de verdade em prol de um anti-fundamentalismo religioso. Consequentemente a identidade cristã vai sendo minada e em seu lugar vem surgindo um simples conceito de &#8220;ala cultura&#8221;. Aliás, tudo em nossos dias tem se transformado em cultura &#8211; A cultura das drogas, a cultura do rock, a cultura das gangues de rua, a cultura dos cultos primitivos, a cultura do culto satânico e até a própria falta de cultura virou cultura em nossos dias. Neste ínterim, a religião cristã não passa de uma simples cultura e nada mais que isso.</p>
<p style="text-align:justify;">Estes, entre tantos outros motivos, foi o que levou Nancy Pearcey escrever &#8220;Verdade Absoluta&#8221; com o objetivo de libertar o cristianismo de seu cativeiro cultural, como bem está estampado logo na capa de seu livro; e Charles Colson em &#8220;E agora, como viveremos?&#8221;, tentando resgatar valores, princípios e crenças fundamentais como a da legitimidade da verdade de um Deus existente e atuante perdida mesmo no meio cristão.</p>
<p style="text-align:justify;">Mas, em todo caso, não precisamos ser pegos de surpresa quanto ao papel hipotético que o cristianismo tem exercido sobre o mundo, pois a Bíblia previa que este tipo de cristianismo em plena degradação seria um fato. Paulo em II Timóteo 3:1-5 apresenta uma lista nada animadora de imoralidade, perversidade, incredulidade e imoralidade para o final dos tempos. O mais chocante nestes versos é que, provavelmente o apóstolo estava afirmando que isto aconteceria entre os povos que se denominariam religiosos. A palavra &#8220;piedade&#8221; do verso 5,<em>eusebeias</em> no grego, pode ser traduzida também como religiosidade &#8211; ou seja, &#8220;tendo aparência de religioso, negando-lhe entretanto o poder&#8221;. Ele conclui a citação dizendo para fugir também destes que se dizem religiosos mas não são.</p>
<p style="text-align:justify;">O próprio Jesus em Lucas 18:8 afirmou que &#8220;quando vier o Filho do Homem, achará, porventura, fé na terra?&#8221;. Provavelmente, Jesus, ao ter contemplado o futuro e observado a situação caótica do cristianismo, não exitou em revelar que a fé também estaria em pleno declínio. Claro que, a busca pela espiritualidade em nossos dias é extravasante, mas, a busca pela submissão à Deus e à Sua vontade estão longe de serem buscados.</p>
<p style="text-align:justify;">Eu não diria que &#8220;quem viver verá&#8221; como é muito insinuado por ai, creio que já estamos vivendo neste futuro impactante de grandes mudanças envolvendo mistura plena da verdade com a mentira. Ellen White, falando sobre o fim, foi contundente em afirmar que: &#8220;Ao nos aproximarmos do fim do tempo, a falsidade estará tão misturada com a verdade que, somente os que têm a guia do Espírito Santo serão capazes de distinguir a verdade do erro&#8221; (<em>SDA Bible Commentary</em>, v.7, p. 907). Creio que já estamos vivendo neste tempo predito. O sucumbimento da fé, a relativização da verdade absoluta e a secularização dos padrões morais de Deus estão em alta.</p>
<p style="text-align:justify;">Somente um movimento bem fundamentado e protegido pela inspiração direta de Deus mediante a Bíblia e o dom profético é que seria capaz de ainda superar o tsunami de heresias revestidas de secularismo e relativismo. Embora isto seja um fato, os adventistas do sétimo dia devem ter em mente que, Israel, ao ser influenciados pelo Egito, perderam sua identidade como povo de Deus. O povo de Deus não está imune a esta situação. O Israel espiritual de hoje talvez nunca chegue a este ponto, mas o mesmo não podemos dizer daqueles que à frequentam. A igreja atual não se apostatará, mas o mesmo não podemos afirmar dos que ali se encontram para adorar. O secularismo e o relativismo jamais macularão as doutrinas desta igreja, mas o mesmo não podemos afirmar quanto à vida, os costumes, a arte, e os pensamentos dos que à frequentam. Segundo a profecia, a apostasia de muitos dentre o povo de Deus, por estarem mergulhados na heresia e mundanismo será grande. Assim declara Ellen White: &#8220;Permanecer em defesa da verdade e justiça, quando a maioria nos abandona, ferir as batalhas do Senhor, quando são poucos os campeões. Naquele tempo devemos tirar calor da frieza dos outros, coragem de sua covardia, e lealdade de sua traição&#8221; (2 TS, p. 31).</p>
<p style="text-align:justify;">Tirar calor da frieza dos outros, coragem de sua covardia, e lealdade de sua traição, é o mesmo que tentar produzir fogo no meio da chuva, com duas barras de gelo na mão, e dentro d&#8217;água. Portanto, quem viver verá? Não, este futuro chegou, bem vindo a ele. Este é o período do início da sacudidura, mas, como bem afirmou Pastor Jorge Mário, &#8220;logo chegará o tempo, em que não haverá mais tempo&#8221;. O tempo para buscar o reavivamento e reforma é hoje, agora, neste, exato momento. Lembre-se que, Deus tem uma dura advertência contra o secularismo e relativismo (Is 5:20 e 21), e em breve, esse Deus que foi expulso por Karl Marx do céu, retirado do inconsciente por Freud, banido da ciência por Darwin, assassinado por Nietzsche, transformado em um delírio por Richard Dawkins, secularizado e relativizado pelos cristãos pós-modernos, em breve virá gloriosamente nas nuvens do Céu, para espanto e terror dos incrédulos (Mt 24:30; Lc 21:27Ap 1:7; ITs 4:16,17)</p>
<p style="text-align:justify;"><em>Gilberto Theiss &#8211; Extensão em arqueologia do oriente próximo pela UEPB, Bacharelando em Teologia pelo SALT, e é coordenador do curso de capacitação teológica pelo portal Alto Clamor.</em></p>
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		<title>A Nova Era Não É Tão Nova</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 21:06:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Blog Sétimo Dia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Nova Era e Temas Relacionados]]></category>
		<category><![CDATA[Nova Era]]></category>

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		<description><![CDATA[Que é a Nova Era? Como se tornou um movimento de massa? Para onde vai? Qual deve ser a defesa cristã? Você sabia que Bill Clinton passou a maior parte de suas férias do Natal de 1994 com Stephen Covey, &#8230; <a href="http://setimodia.wordpress.com/2012/01/30/a-nova-era-nao-e-tao-nova/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=setimodia.wordpress.com&amp;blog=3973270&amp;post=16915&amp;subd=setimodia&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><a href="http://setimodia.files.wordpress.com/2012/01/nova-era.jpg"><img class="alignleft  wp-image-16916" style="margin-top:1px;margin-bottom:1px;" title="NOVA ERA" src="http://setimodia.files.wordpress.com/2012/01/nova-era.jpg?w=210&#038;h=158" alt="" width="210" height="158" /></a>Que é a Nova Era? Como se tornou um movimento de massa? Para onde vai? Qual deve ser a defesa cristã?</p>
<p style="text-align:justify;"><span id="more-16915"></span>Você sabia que Bill Clinton passou a maior parte de suas férias do Natal de 1994 com Stephen Covey, o guru da Nova Era e autor de Sete Hábitos de Gente Ultra-eficiente?1 Ou você ouviu que a médium favorita da Rússia, Yevgenia Davitashvili, figura entre os conselheiros mais íntimos de Boris Yeltsin?2</p>
<p style="text-align:justify;">Naturalmente isto não quer dizer que o presidente dos Estados Unidos em seu próximo discurso no Congresso estará segurando um cristal que vibra, ou contemplando seu olho mágico, ao delinear sua política exterior. Também não quer dizer que Yeltsin está a ponto de declarar a Nova Era a religião oficial da Rússia. Não obstante, estas coisas têm significado.</p>
<p style="text-align:justify;">Observe a obsessão de Hollywood com a Nova Era e Cientologia. O mundo observa com fascinação os semideuses de Hollywood e suas produções em mãos de Steven Spielberg, George Lucas, Nicole Kidman, Tom Cruise, Demi Moore, John Travolta, Mimi Rogers e Sharon Gless. Ninguém está dizendo que toda sua produção seja má ou necessariamente orientada pela Nova Era, mas sua tendência e influência são inevitáveis &#8212; e significantes.3</p>
<p style="text-align:justify;">Da política ao entretenimento, da economia à gerência, do dólar à religião, a Nova Era se tornou uma força que não pode ser ignorada. Companhias multinacionais e universidades de renome incluem meditação yoga em seus programas e currículos. Pregadores e políticos admitem o uso do vocabulário da Nova Era em sua retórica. Astrologia e aconselhamento psíquico não são mais o apanágio de alguma vila supersticiosa; Nova York, Londres e Paris são seu novo hábitat.</p>
<p style="text-align:justify;">Tudo isto não significa necessariamente que haja uma conspiração da Nova Era para conquistar o mundo. Dê ao diabo algum crédito por sua subtileza! Ele raramente é tão explícito.</p>
<p style="text-align:justify;">A primeira coisa que podemos notar sobre a Nova Era é que seu conteúdo é vazio. Stephen Covey com seus Sete Hábitos distingue-se pelo uso repetitivo de termos como sinergia, paradigma e interdependente &#8212; às vezes na mesma sentença. Exemplo: &#8220;Embora você não possa controlar os paradigmas de outros numa interação interdependente do processo sinérgico, um grau elevado de sinergia existe dentro de seu círculo de influência.&#8221; Que significa tudo isto? Não se preocupe com o sentido; soa agradável, logo deverá ter um sentido. Contudo não há sentido, mas as &#8220;intuições holísticas, integradas, centradas em princípio&#8221; de Stephen Covey lhe granjearam uma fortuna.</p>
<p style="text-align:justify;">Poderíamos dispensar tudo isto como palavreado, mas as questões que suscitam são sérias &#8212; à nossa fé e à nossa vida &#8212; e não podemos ignorá-las. O que é a Nova Era? Como se tornou um movimento de massa no final da década dos 80? Aonde vai a Nova Era? Qual deve ser a defesa cristã? Para responder a estas perguntas, precisamos cavar os antecedentes, traçar uma linha através da história recente, entender seus gurus, e recorrer às profecias daquele antigo Livro que ilustra a cena final.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Que é a Nova Era?</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Definir a Nova Era não é fácil. Existe uma variedade de livros sobre a Nova Era, programas de televisão, filmes e músicas influenciadas pela Nova Era. Existem numerosos adeptos da Nova Era, e os que se encontram sob a influência do pensamento da Nova Era. Contudo, muitos deles, ou talvez a maioria deles, desde 1990, têm resistido à etiqueta da &#8220;Nova Era&#8221;. Deve-se admitir que há muitas faces e fases da Nova Era, e poucos aceitariam a definição que vou dar. Com efeito, algumas faces são agradáveis, e muitos adeptos estão na periferia do envolvimento e resistiriam à idéia de que a Nova Era tenha um cerne de ocultismo.</p>
<p style="text-align:justify;">Não obstante, precisamos tentar defini-la&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">A Nova Era é o sincretismo religioso por excelência; que absorve e tenta reconciliar um espectro tão amplo de crenças, práticas, teorias e superstições de muitas faces e muitos adeptos. A Nova Era:</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>•</strong> Leva a bordo todo o conceito da astrologia, até o ponto de utilizar seu nome.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>• </strong>É holística em vários sentidos. Quer ver a remoção de todas as fron teiras no mundo, tanto religiosas como nacionais, e quer unificar a mente, o corpo e o espírito num conceito integrado do indivíduo. Está comprometida com medicina alternativa e várias formas de terapia e pseudo-psicologia. Aspira ter contato com forças universais excluídas ou condenadas pela tradição judaico-cristã.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>• </strong>Utiliza do budismo o conceito do &#8220;deus interior&#8221;. A reverência que seus adeptos mostram pela unidade do ser humano e da criação, e o modo como personaliza a Natureza em expressões como &#8220;Mãe Terra&#8221;, os impelem ao panteísmo.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>• </strong>Do hinduísmo ela adota a reencarnação e técnicas de meditação. A reencarnação dispensa pecado e julgamento, oferecendo uma série de vidas nas quais se livram do &#8220;karma&#8221; negativo; e técnicas de meditação que são usadas para fazer da mente &#8220;uma posse vazia&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>• </strong>Recicla muito do espiritismo do século XIX. Adeptos da Nova Era propõem a idéia de que &#8220;iluminados&#8221; vivos tornam-se &#8220;canalizadores&#8221; (médiuns) para &#8220;iluminados&#8221; falecidos, &#8220;mestres&#8221; ou &#8220;cristos&#8221;. Assim os adeptos mais destacados terão o poder de &#8220;canalizar&#8221; algum &#8220;mestre&#8221; ou &#8220;guru&#8221; falecido.4</p>
<p style="text-align:justify;">A raiz original do movimento combinando hinduísmo, budismo e o ocultismo se encontra na Sociedade Teosófica de Mme. Helena Blavatsky, fundada nos Estados Unidos em 1875.5 Mas não é provável que a Sociedade Teosófica jamais tivesse mais de cem mil adeptos. Agora a Nova Era espalha-se pelo planeta como um miasma, contando milhões entre seus adeptos.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Como a Nova Era se tornou um movimento de massa?</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Durante a era da Guerra do Vietnã, a geração dos anos 60 tornou-se pacifista, beatniks, hippies e filhos das flores. Os flautistas desta geração foram os Beatles. No final da década as palavras absurdas de suas primeiras canções cederam lugar a mensagens esotéricas. Tinham começado a passar verões em ashrams na Índia aos pés de gurus. No auge de sua popularidade nas nações ocidentais, George Harrison e John Lennon estavam introduzindo a sabedoria esotérica do Oriente nas melodias de seus discos vendidos aos milhões.</p>
<p style="text-align:justify;">Subitamente o vocabulário do hinduísmo e do budismo estava na moda; reencarnação, yoga, meditação transcendental e outros.</p>
<p style="text-align:justify;">No começo dos anos 70, os gurus partiam da Índia para os Estados Unidos com passagem somente de ida. Em todas as nações ocidentais a canção &#8220;Hair&#8221; estava no ar. Todo mundo estava cantando &#8220;É o raiar da era de Aquário&#8230;&#8221;, poucos entendendo o que significava.</p>
<p style="text-align:justify;">A geração psicodélica dos anos 70 aceitou as premissas dos beatniks dos anos 60, e edificou sobre elas. Qualquer um da vanguarda praticava meditação transcendental. Havia yogas para todas as ocasiões: yoga mantra, yoga sidhi e yoga tantra. A astrologia tornou-se a indústria de maior crescimento.</p>
<p style="text-align:justify;">Nos terrenos das universidades ocidentais mais pessoas acreditavam na reencarnação do que na ressurreição.</p>
<p style="text-align:justify;">Com o passar do tempo, tornou-se aparente que além da religião oriental e astrologia, o ocultismo também estava envolvido no novo movimento.6</p>
<p style="text-align:justify;">Pessoas como o ocultista britânico Benjamin Creme e o cientologista norte-americano L. Ron Hubbard não podiam acreditar que suas idéias vetustas subitamente estivessem na moda. Creme cunhou o termo &#8220;Nova Era&#8221; por volta de 1977, anunciando que pelo fim do milênio a era do Peixe (cristianismo) seria substituída pela era de Aquário (a Nova Era), na qual um novo messias presidiria sobre uma nova ordem mundial.</p>
<p style="text-align:justify;">Foi necessário o materialismo crasso dos anos 80 &#8212; Thatcherismo, Reaganismo, o Milton Friedmanismo &#8212; para fazer da Nova Era um movimento de massa. A cultura Yuppie era uma dieta inadequada para o espírito humano e as pessoas reagiram. Ao passo que na Europa Oriental o público passou do comunismo para o cristianismo, no Ocidente, uma espiritualidade pagã ganhava terreno. A Nova Era tinha, com efeito, se tornado uma religião bem talhada para uma geração com evidente falta de idealismo político, com opinião desgastada do cristianismo, que tinha perdido sua orientação.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Para onde vai a Nova Era?</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Benjamin Creme é enfático em dizer que o Senhor Maitreya aguarda o momento de presidir sobre a nova ordem. Ele será, diz Creme, uma combinação do Cristo que volta, esperado pelos cristãos, do Messias esperado pelos judeus, do Imam Mahdi esperado pelos muçulmanos, o Krishna esperado pelos hinduístas e o novo Buda esperado pelos budistas. Os anos que precedem o ápice dos milênios serão decisivos.<br />
Mas para nós a questão decisiva agora é: Que dizem a Bíblia e o Espírito de Profecia sobre esta questão?</p>
<p style="text-align:justify;">Em Seu sermão escatológico registrado em cada um dos evangelhos sinóticos, Jesus profetizou a vinda de &#8220;falsos cristos e falsos profetas&#8221; nos tempos do fim; bem como vindas em lugares secretos ou no deserto. Em II Tessalo-nicenses 2:9-12, Paulo prediz que o aparecimento do &#8220;homem do pecado&#8221; seria acompanhado por todo &#8220;poder, e sinais e prodígios da mentira&#8221; e &#8220;com todo engano&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">Apocalipse 13:13 indica que grandes sinais acompanhariam as atividades das duas bestas na cena final. A presença do &#8220;dragão&#8221; no triunvirato maligno que operaria contra o povo de Deus (Apocalipse 16:13-15) indica que Satanás se envolverá diretamente no conflito final com o povo de Deus; demônios, de algum modo, operando direta- mente no grande conflito final.</p>
<p style="text-align:justify;">O capítulo 34 de O Grande Conflito delineia o papel dos demônios. Uma amplificação maior é provida: &#8220;Aparições terríveis de um caráter sobrenatural&#8230;&#8221; A descrição culmina nas palavras: &#8220;Como ato culminante do drama de engano, Satanás mesmo personificará a Cristo&#8221;7.</p>
<p style="text-align:justify;">Poderia o movimento da Nova Era ser quem facilitará esta intervenção satânica?</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Qual é a defesa do cristão?</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Um efeito positivo que o movimento da Nova Era tem tido sobre a igreja cristã é que ele fez com que muitos evangélicos reexaminassem as doutrinas da imortalidade da alma e do fogo eterno. Em seu livro Essentials (Hodder, 1988), o evangélico preeminente se declara contra ambas. A imortalidade da alma, ele reconhece, tem aberto espaço no quadro que a Nova Era preenche. O professor John Hick, em Death and Eternal Life (Macmillan, 1982), deriva os conceitos gêmeos da imortalidade da alma e de um inferno eterno da religião primitiva e da mitologia greco-romana.</p>
<p style="text-align:justify;">Mas o apóstolo Paulo delineia a melhor defesa cristã contra a Nova Era. No mundo do primeiro século, Éfeso era o centro do ocultismo.8 Era, nas palavras de Shakespeare, cheia de &#8220;feiticeiros que operam no escuro&#8221;. Algum tempo depois de sua estada de três anos na cidade, e apesar da fogueira de livros de magia (Atos 19:19), Paulo ainda sentia a necessidade de lembrar aos efésios que &#8220;nossa luta não é contra o sangue e a carne, e, sim, contra principados e potestades, contra os dominadores deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">E isto descreve bem a Nova Era. Enquanto comentaristas procuram os protagonistas &#8212; políticos, gurus, professores, magnatas de Hollywood &#8212; de conspiração da Nova Era, os conspiradores reais escapam da identificação. Não são seres de carne e sangue. São &#8220;entidades&#8221; possuídas de uma inteligência infinitamente maior. O conspirador principal é o próprio Satanás. O objetivo da conspiração é influenciar nossas mentes pela educação e a mídia, restringir nossas liberdades através de políticos velhacos e poderes político-religiosos, tentar destruir o povo de Deus e imitar a segunda vinda de Cristo. Estereotipamos ou ignoramos esta ameaça para nosso risco.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>David Marshall (Ph.D., Universidade de Hull) é editor-chefe da Casa Publicadora de Stanborough, Inglaterra, e autor de muitos artigos e livros, incluindo The Devil Hides Out (Autumn House, 1991), New Age Versus the Gospel (Autumn House, 1993) e Footprints of Paul (Autumn House, 1995).</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Notas e referências</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>1.</strong> The London Independent, domingo, 8 de janeiro de 1995.<br />
<strong>2.</strong> The London Sunday Times, 12 de fevereiro, 1995.<br />
<strong>3.</strong> Ver Walter Martin, The New Age Cult (Minneapolis, Minn.: Bethany House, 1989), págs. 20-21, 58, 85; também o Sunday Express de Londres, 19 de julho de 1992, pág. 17.<br />
<strong>4.</strong> Para uma definição mais ampla, ver o capítulo intitulado &#8220;Designer Religion&#8221; em meu New Age Versus the Gospel (Autumn House, 1993).<br />
<strong>5.</strong> A mais recente monografia erudita sobre este movimento é Madam Blavatsky&#8217;s Baboon: Theosophy and the Emergence of the Western Guru, de Peter Washington (Secker, 1993).<br />
<strong>6.</strong> Isto é documentado em meu livro The Devil Hides Out: New Age and the Occult: A Christian Perspective (Autumn House, 1991).<br />
<strong>7.</strong> Ellen G. White, O Grande Conflito (Tatuí, São Paulo: Casa Publicadora Brasileira, 1988), pág. 624.<br />
<strong>8.</strong> UpVer David Marshall, Footprints of Paul (Autumn House, 1995), págs. 59-63.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://dialogue.adventist.org/articles/07_3_marshall_p.htm" target="_blank">Diálogo</a></p>
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		<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 18:59:25 +0000</pubDate>
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		<title>Destino Eterno: Em que sentido o castigo dos ímpios será eterno?</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 18:18:04 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Inferno]]></category>

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		<description><![CDATA[Muitas pessoas associam o “castigo eterno” (Mt 25:46) com a crença popular de um inferno no qual os ímpios serão queimados por toda a eternidade. Mas, sendo assim, por que o pecado, que não é eterno, teve um início mas nunca poderá &#8230; <a href="http://setimodia.wordpress.com/2012/01/30/destino-eterno-em-que-sentido-o-castigo-dos-impios-sera-eterno/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=setimodia.wordpress.com&amp;blog=3973270&amp;post=16905&amp;subd=setimodia&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><a href="http://setimodia.files.wordpress.com/2012/01/hellfire.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-16907" style="margin-top:1px;margin-bottom:1px;" title="hellfire" src="http://setimodia.files.wordpress.com/2012/01/hellfire.jpg?w=640" alt=""   /></a>Muitas pessoas associam o “castigo eterno” (Mt 25:46) com a crença popular de um inferno no qual os ímpios serão queimados por toda a eternidade. Mas, sendo assim, por que o pecado, que não é eterno, teve um início mas nunca poderá ter fim? Por que uma criança que viveu apenas 12 anos neste mundo e morreu deveria ser submetida às chamas torturantes do inferno por toda a eternidade, à semelhança dos maiores criminosos da História? Não estaria essa crença medieval distorcendo o conceito bíblico de um Deus justo e amoroso?</p>
<p style="text-align:justify;"><span id="more-16905"></span>É certo que a Bíblia relaciona o “castigo eterno” dos ímpios com o “fogo eterno” (Mt 18:8; 25:41) ou “fogo inextinguível” (Mc 9:43) que os haverá de destruir após o milênio (Ap 20:7-15). Mas esse fogo será “inextinguível” no sentido de que não se apagará enquanto não houver cumprido completamente a sua missão destruidora. Será “eterno” em suas conseqüências. Aqueles que forem por ele destruídos jamais voltarão à existência. Judas 7 coloca a destruição de Sodoma, Gomorra e das cidades circunvizinhas (ver Gn 19:1-29), que não estão queimando até hoje, como um “exemplo do fogo eterno”.</p>
<p style="text-align:justify;">“A Bíblia esclarece que a sentença punitiva de cada impenitente será diretamente proporcional às suas obras” (Ap 20:11-15; ver também Mt 25:41-46). Cristo declara, em linguagem metafórica, que alguns serão castigados no juízo final com “poucos açoites” e outros com “muitos açoites” (Lc 12:47 e 48). E o livro do Apocalipse afirma que o diabo, a besta e o falso profeta “serão atormentados de dia e de noite, pelos séculos dos séculos” (Ap 20:10). Mas mesmo esse tormento mais prolongado haverá de os destruir completamente, não deixando deles “nem raiz nem ramo” (Ml 4:1). O pecado e o sofrimento tiveram um início, e terão também um fim. Chegará o dia em que não haverá mais “lágrimas”, nem “luto, nem pranto, nem dor” (Ap 21:4).</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Texto de autoria do Dr. Alberto Timm, publicado na Revista Sinais dos Tempos, maio/junho de 2001. p. 30.</strong></p>
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			<media:title type="html">Seventh Day</media:title>
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		<title>Amor ou paixão cega? Como diferenciá-los</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 16:27:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Blog Sétimo Dia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Namoro Cristão]]></category>
		<category><![CDATA[Paixão]]></category>
		<category><![CDATA[Amor]]></category>
		<category><![CDATA[paixão]]></category>

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		<description><![CDATA[“Como posso saber se estou realmente amando?”, perguntou um leitor ao colunista de um jornal. E a resposta foi: “Se precisa perguntar, então não está amando.” A inadequação da resposta é aterradora, ainda assim muitos continuam pensando que quando o &#8230; <a href="http://setimodia.wordpress.com/2012/01/30/amor-ou-paixao-cega-como-diferencia-los/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=setimodia.wordpress.com&amp;blog=3973270&amp;post=16902&amp;subd=setimodia&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><a href="http://setimodia.files.wordpress.com/2012/01/amor-ou-paixc3a3o.jpg"><img class="alignleft  wp-image-16903" style="margin-top:1px;margin-bottom:1px;" title="amor ou paixão" src="http://setimodia.files.wordpress.com/2012/01/amor-ou-paixc3a3o.jpg?w=203&#038;h=270" alt="" width="203" height="270" /></a>“Como posso saber se estou realmente amando?”, perguntou um leitor ao colunista de um jornal. E a resposta foi: “Se precisa perguntar, então não está amando.” A inadequação da resposta é aterradora, ainda assim muitos continuam pensando que quando o amor os acertar, ele será percebido! Na verdade, a coisa não é bem assim.</p>
<p style="text-align:justify;">Estudos mostram que a maioria das pessoas tende a considerar os relacionamentos passados como paixões e o atual como amor verdadeiro. <span id="more-16902"></span>Outra pesquisa descobriu que a média das experiências de pessoas que vivem paixões é de seis a sete vezes, ao passo que as do amor verdadeiro é de uma a duas vezes. Você pode ter vivenciado muitos romances, mas o ponto é: Como pode afirmar se seu amor é verdadeiro ou apenas uma paixão efêmera?</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Amor e paixão possuem sintomas similares</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Amor e paixão possuem algo em comum &#8211; sentimentos fortes de afeição por alguém &#8211; o que complica a questão de perceber as diferenças, porquanto muitos dos sintomas se sobrepõem uns aos outros. A maioria das paixões arrebatadas e cegas pode conter uma porção de amor verdadeiro e o amor verdadeiro pode incluir muitos dos sintomas encontrados na paixão. Então, as diferenças entre amor e paixão são freqüentemente verificadas em grau, mais do que em definição. Portanto, devem-se examinar todas as evidências com extrema cautela.</p>
<p style="text-align:justify;">Amor e paixão compartilham três sintomas: atração sexual, desejo de estar próximo e emoções fortes.</p>
<p style="text-align:justify;"><em>Atração sexual.</em> A atração sexual pode estar presente sem o amor verdadeiro. É inteiramente possível, particularmente para o homem, ter um forte desejo sexual por uma mulher que ele antes não conhecia. Abraçar e acariciar aumenta a urgência dos sentimentos eróticos até que o sexo domine a relação. A paixão, por si só, não é indicação de amor verdadeiro. A atração sexual pode ser tão importante na paixão quanto no amor verdadeiro, e às vezes pode ser até dominante. O amor deve estar baseado em mais do que atração sexual ou paixão cega.</p>
<p style="text-align:justify;">Além disso, ninguém pode manter uma paixão por muito tempo e com tamanha intensidade, mesmo que jurem fazê-lo. Se todos os casais vão à procura de paixão, o relacionamento possivelmente terminará em poucos meses. Se um casal pretende chegar ao matrimônio baseando-se no ímpeto inicial da atração sexual, aprenderá que quando a paixão acabar, nada haverá que os mantenha unidos.</p>
<p style="text-align:justify;"><em>Desejo de proximidade.</em> O desejo de proximidade pode tornar-se imprescindível tanto na paixão como no amor verdadeiro. Você pode desejar estar junto à pessoa amada o tempo todo, temendo o momento em que se apartará dela. Você pode sentir-se vazio e sozinho quando seu(sua) amado(a) não está com você, mas isso não é necessariamente uma indicação de amor verdadeiro. O desejo de estar próximo pode ser tão forte na paixão quanto no amor verdadeiro.</p>
<p style="text-align:justify;"><em>Emoções fortes.</em> As pesquisas confirmam que experimentamos diferentes sintomas físicos no princípio da paixão. Sensações como caminhar nas nuvens quando tudo vai bem e sentir-se doente quando tudo vai mal; arrepios subindo e descendo pela coluna vertebral, incapacidade de concentração, dores no estômago ou dificuldade de comer, são sintomas muito comuns, mas as emoções fortes ocorrem tão freqüentemente na paixão quanto no amor verdadeiro, embora sentimentos inexplicáveis e emoções fortes indiquem mais a paixão. O amor verdadeiro abriga mais que uma mistura de sentimentos inexplicáveis, e se mantém após a diminuição das emoções fortes.</p>
<p style="text-align:justify;">Se você está sozinho(a), entediado(a) ou tentando superar o rompimento de um romance, mostra-se mais vulnerável a interpretar um novo romance como amor verdadeiro, ainda que esse seja pouco mais que paixão. Se você é inseguro(a) ou possui baixa auto-estima, deve ficar alerta. Pessoas maduras, bem como aquelas que possuem elevada auto-estima, podem ser enganadas por uma paixão, mas têm mais chances de reconhecer a diferença entre o amor verdadeiro e a paixão.</p>
<p style="text-align:justify;">Não fique com a impressão de que a paixão seja de todo ruim. Pode ser uma agradável e divertida experiência se reconhecê-la como tal &#8211; um curto interlúdio de uma fantasia romântica. Dando-se tempo suficiente, ela irá passar ou se desenvolverá num relacionamento verdadeiro que envolverá mais que um ímpeto de emoções. Lembre-se de que alguns relacionamentos que começam como paixão, desenvolvem-se em amor verdadeiro com o passar do tempo, enquanto são postos à prova.</p>
<p style="text-align:justify;">O amor verdadeiro difere da paixão na medida em que provê tempo e espaço para reconhecer as boas qualidades bem como as falhas do amigo(a) especial. Comprometer-se com, ter relações sexuais com, viver com, ou casar-se com alguém baseado nesses sentimentos precoces, é pura tolice e irá resultar em conseqüências previsíveis e negativas.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Identificando a realidade</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Durante a década de 1820, os mineiros da Corrida do Ouro ocasionalmente confundiram sulfeto de ferro com ouro. O sulfeto de ferro ou ouro dos tolos, como é chamado, pode ser detectado ao ser colocado numa panela quente. Enquanto o sulfeto espouca, desprende fumaça e emite um forte mau cheiro, o ouro verdadeiro não será danificado pelo calor e também não produzirá odor insuportável. Infelizmente, você não pode colocar a sua relação amorosa numa panela quente, para ver se ele produz um odor ruim, mas pode testá-lo seguindo estes nove fatores:</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>1.</strong> <em>O amor se desenvolve lentamente; a paixão, rapidamente.</em> A maioria das pessoas pensa que o apaixonar-se ocorre repentina e intensamente. Paulo diz: “Fiquei apaixonado no exato minuto em que a vi ontem. Ela parecia exatamente aquilo com que eu havia sempre sonhado. Senti como se a conhecesse há muito.”</p>
<p style="text-align:justify;">A avaliação de Paulo não permanecerá válida durante um ano após o encontro. Por quê? Porque o amor cresce e crescimento leva tempo. É impossível realmente conhecer uma pessoa após poucos encontros. Inicialmente, num relacionamento, as pessoas demonstram seu melhor comportamento. Os traços desagradáveis de caráter ficam ocultos e sob controle. Demanda meses ver uma pessoa em diferentes circunstâncias antes de você conhecê-la bem. Muitas pessoas escondem com sucesso traços de personalidade negativos até após o casamento.</p>
<p style="text-align:justify;">Não tire conclusões precipitadas. Permita que seu relacionamento cresça sem pressa. Comecem como amigos e não tentem saltar etapas. Os encontros mantidos com tranqüilidade tornam os relacionamentos agradáveis, e tais amizades podem levar ao verdadeiro amor que se assemelha à paixão em intensidade, mas em realidade possui raízes profundas.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>2.</strong> <em>O amor se apóia na compatibilidade; a paixão, na química e na aparência.</em> Steve sentiu-se atraído ao conhecer uma bela garota. Conforme suas próprias palavras, ele sentiu uma química instantânea. “Ou você sente a química ou não. Eu senti no minuto em que a vi.” De onde Steve tirou a idéia de que química e amor são a mesma coisa? De filmes, talvez!</p>
<p style="text-align:justify;">Essa “dependência química” para guiá-lo na direção do amor é tola e perigosa. A química está baseada mais no físico ou na atração sexual. Há necessidade de uma faísca de atração entre vocês, que os faz sentir mais vivos que nunca dantes, mas basear um casamento apenas nisso é ridículo.</p>
<p style="text-align:justify;">Você pode sentir-se fortemente atraído por alguém que acaba de conhecer e gostar de tudo nesta pessoa, mas há um longo caminho a percorrer antes de poder amá-la. O verdadeiro amor inclui química, mas brota de outros fatores tais como: caráter, personalidade, emoções, idéias e atitudes. Quando você está apaixonado, fica interessado na forma como o outro pensa e responde às situações, aos valores que vocês possuem em comum. Você observa suas atitudes com relação à família, sexo, dinheiro e amigos, bem como nos interesses comuns, origem similar e educação. Quanto mais têm em comum, maiores serão as chances de um verdadeiro amor.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>3.</strong> <em>O amor centraliza-se numa pessoa; a paixão pode envolver várias.</em> Uma pessoa apaixonada pode sentir-se “caída” por duas ou mais pessoas ao mesmo tempo. Essas pessoas freqüentemente diferem em personalidade em grau acentuado. Jan diz que está apaixonada por dois garotos, mas não consegue escolher entre eles. Steve é maduro, estável e responsável, entretanto Reggie é um irresponsável e incorrigível paquerador. Jan não está apaixonada por eles. Alguma coisa a atrai para o namorador, enquanto seus instintos maduros mostram-lhe que as qualidades de Steve possuem maior importância. Ela combina suas qualidades e pensa estar apaixonada pelos dois. O amor verdadeiro centraliza-se apenas numa pessoa, na qual caráter e personalidade possuem as qualidades essenciais. Você não tem como combinar diferentes pessoas para formar uma ideal.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>4.</strong> <em>O amor cria segurança; a paixão produz insegurança.</em> Enquanto o amor trabalha segundo o princípio da confiança, a paixão luta com a insegurança e pode tentar controlar o outro através dos ciúmes. Isso não significa que quando você está realmente apaixonado, jamais sentirá ciúmes, mas esse é menos freqüente e severo. O amor verdadeiro confia. Alguns se sentem lisonjeados com cenas de ciúmes, pensando ser isso um indicativo do amor verdadeiro. Ciúmes, entretanto, significam sentimentos de insegurança e auto-estima nada saudáveis, bem como possessividade. O amor verdadeiro não funciona assim.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>5.</strong> <em>O amor reconhece as realidades; a paixão as ignora.</em> O amor verdadeiro vê os problemas diretamente, sem minimizar sua seriedade, enquanto que a paixão ignora as diferenças de âmbito social, étnico, educacional ou religioso. Algumas vezes isso exerce pressão sobre alguém casado. A paixão argumenta que tal coisa não importa. Um casal enamorado, entretanto, enfrenta os problemas de forma franca. Quando um problema ameaça seu relacionamento, eles o discutem abertamente e o resolvem de forma inteligente. Negociam antecipadamente as soluções.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>6.</strong> <em>O amor motiva um comportamento positivo; a paixão tem efeitos destrutivos.</em> O amor é construtivo e manifesta o seu melhor. Ele provê nova energia, ambição e interesse na vida. O amor estimula a criatividade, interesse em crescimento e desenvolvimento pessoal, e leva você a agir de forma digna. Gera auto-estima, confiança e segurança, e o impulsiona rumo ao sucesso. Você estuda mais, planeja mais efetivamente, e poupa mais diligentemente. A vida adquire propósito e significado adicionais. Você pode sonhar acordado, mas permanece ligado à realidade e trabalha em seu mais alto nível.</p>
<p style="text-align:justify;">A paixão tem efeito destrutivo e desorganizador. Você será menos efetivo, menos eficiente, e incapaz de desenvolver seu verdadeiro potencial. Ele se desenvolve em sonhos irreais que fazem você se esquecer das realidades da vida, do trabalho, do estudo, de suas responsabilidades e de seu dinheiro.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>7.</strong> <em>O amor reconhece as falhas; a paixão as ignora.</em> O amor reconhece as finas qualidades no outro e as idealiza de certa maneira, mas não o considera isento de falhas. As faltas são admitidas, mas o respeito e admiração pelas boas qualidades se sobrepõem às más. A paixão impede você de ver qualquer erro. Você idealiza a tal ponto, que se recusa a admitir faltas e defende o seu(sua) amado(a) de todas as críticas. Admira tanto uma ou duas qualidades, que chega a se enganar acreditando que essas possam sobrepor-se às faltas. O amor torna-o capaz de querer, a despeito de todas as faltas, mas não o cega em relação à realidade.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>8.</strong> <em>O amor controla os contatos físicos; a paixão os explora.</em> O amor verdadeiro ajuda o casal a se controlar nas românticas expressões de intimidade. Ambos se respeitam mutuamente, tanto que limitam seu desejo por intimidade de maneira voluntária. A paixão exige intimidade muito mais cedo. Além do mais, tal intimidade torna-se algo de menor importância no relacionamento de um casal que se ama, em contraste com um par apaixonado. A razão para isso é que a paixão depende, em larga escala, da atração física e a excitação acaba levando a abraços e carícias. As pessoas que a experimentam pela primeira vez, pensam que deva ser algo muito especial e supõem estar amando. Elas ignoram o fato de que seus valores, metas e crenças podem estar em discordância. Caso se casem baseados somente na atração física, irão descobrir que seu interesse sexual declinará e as discordâncias aumentarão.</p>
<p style="text-align:justify;">Ainda que o amor verdadeiro inclua atração física, ele advém de outros fatores. O contato físico de um casal amante possui normalmente mais um profundo significado do que mero prazer. O contato físico para um apaixonado freqüentemente se torna a razão da relação. O prazer domina a experiência.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>9.</strong> <em>O amor obtém a aprovação da família e amigos; a paixão gera reprovação.</em> Se os pais ou os amigos não aprovam, tenha cuidado! Se eles estão convencidos de que você fez uma má escolha, estarão provavelmente corretos. Casamentos que carecem das bênçãos dos pais experimentam um alto índice de fracasso. Um pesquisador comparou as reclamações de casais felizes com as de casais divorciados. Os divorciados tendem a reclamar quase quatro vezes mais de que seus cônjuges não possuem nada em comum com os seus amigos. Descobriu-se também que casais felizes enfrentam bem menos problemas com parentes. Se parentes e amigos discordam, tome cuidado. Se aprovam, aceite com carinho.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Dê um tempo</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Se você analisa seu relacionamento, mas ainda não consegue decidir se se trata de amor verdadeiro ou não, dê tempo ao tempo. A paixão quer acelerar o relacionamento. As emoções fortes anulam o bom senso e tentam apressar um comprometimento que mais tarde trará arrependimento. O amor verdadeiro pode sobreviver ao teste do tempo (dois anos de namoro) para garantir que você esteja apto para o casamento. O tempo traz experiência e perspectiva.</p>
<p style="text-align:justify;">Todos os anos milhares de casais sobem ao altar; seus olhos estão radiantes de alegria, prometendo amor e fidelidade para sempre, não percebendo que cometem o maior erro de suas vidas. O que sucederá aos seus deslumbrados e persistentes olhares, às ternas promessas, aos beijos apaixonados e sussurros de amor?</p>
<p style="text-align:justify;">Muitos falham em compreender que ninguém fica “caidinho”. A decisão de amar é sua, de pensar a respeito, de investir tempo nisso e de possuir fortes sentimentos por alguém. Apaixonar-se é a parte mais fácil e divertida do amor. A parte difícil, o comprometimento de um amor incondicional à uma pessoa imperfeita, permanece. O amor genuíno diz: “Eu o amarei mesmo quando você falhar em suprir as minhas necessidades, em me rejeitar ou ignorar, em comportar-se estupidamente, em fazer escolhas que eu não faria, em discordar de mim e me tratar injustamente. Apesar disso eu o amarei para sempre.”</p>
<p style="text-align:justify;">Essa espécie de amor é um presente criativo de Deus para nós, e pode ser apreciado em sua totalidade apenas dentro do respaldo e da segurança do casamento. Somos apenas capazes de amar porque Ele nos amou primeiro. Firme-se primeiramente nEle e então terá menos chances de se desapontar no amor, e mais chances de encontrar nele a satisfação em seu jornadear terreno.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Nancy L. Van Pelt, CFLE, é autora de muitos livros, incluindo Smart Love: A Field Guide for Single Adults, do qual este artigo foi extraído e adaptado. Você pode entrar em contato com Nancy no http://www.heartnhome.com.</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://dialogue.adventist.org/articles/18_2_vanpelt_p.htm" target="_blank">Diálogo</a></p>
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	</item>
		<item>
		<title>Seria a Bíblia o produto de uma congregação de cientistas e filósofos com a ajuda do  suposto “Deus” Judeu?</title>
		<link>http://setimodia.wordpress.com/2012/01/27/seria-a-biblia-o-produto-de-uma-congregacao-de-cientistas-e-filosofos-com-a-ajuda-do-suposto-deus-judeu/</link>
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		<pubDate>Sat, 28 Jan 2012 00:50:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Blog Sétimo Dia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bíblia Sagrada]]></category>
		<category><![CDATA[Perguntas e Respostas Bíblicas]]></category>

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		<description><![CDATA[Os adeptos da “alta crítica” e do “método crítico-histórico” de interpretação bíblica obliteram o elemento sobrenatural das Escrituras. As profecias bíblicas são por eles consideradas como sendo escritas após os eventos preditos por elas terem sido cumpridos. Os relatos dos milagres bíblicos, &#8230; <a href="http://setimodia.wordpress.com/2012/01/27/seria-a-biblia-o-produto-de-uma-congregacao-de-cientistas-e-filosofos-com-a-ajuda-do-suposto-deus-judeu/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=setimodia.wordpress.com&amp;blog=3973270&amp;post=16893&amp;subd=setimodia&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><a href="http://setimodia.files.wordpress.com/2012/01/bc3adblia.jpg"><img class="alignleft  wp-image-16894" style="margin-top:1px;margin-bottom:1px;" title="bíblia" src="http://setimodia.files.wordpress.com/2012/01/bc3adblia.jpg?w=240&#038;h=134" alt="" width="240" height="134" /></a>Os adeptos da “alta crítica” e do “método crítico-histórico” de interpretação bíblica obliteram o elemento sobrenatural das Escrituras. As profecias bíblicas são por eles consideradas como sendo escritas após os eventos preditos por elas terem sido cumpridos. Os relatos dos milagres bíblicos, por sua vez, são tidos como meras ilustrações retóricas de realidades espirituais. Conseqüentemente, a Bíblia não é mais considerada por tais indivíduos como uma revelação proposicional e normativa de Deus para os seres humanos, mas simplesmente como o produto da própria cultura religiosa em que foi concebida.</p>
<p style="text-align:justify;"><span id="more-16893"></span>Mesmo refletindo componentes das várias culturas daquela época, a própria Bíblia reivindica para si a prerrogativa de ser a revelação divina para os seres humanos de todas as épocas e lugares. Centenas de vezes aparecem, ao longo do texto bíblico, expressões como “assim diz o Senhor”, “palavra do Senhor” e outras similares, para confirmar que o conteúdo transmitido pelo profeta era resultante de uma comunicação proposicional da parte de Deus (ver Hb 1:1 e 2). Em I Pedro 1:20 e 21 é dito que “nenhuma profecia da Escritura provém de particular elucidação; porque nunca jamais qualquer profecia foi dada por vontade humana; entretanto, homens [santos] falaram da parte de Deus, movidos pelo Espírito Santo”.</p>
<p style="text-align:justify;">Que o conteúdo das Escrituras não era normativo apenas para a cultura daquela época é evidente na própria comissão deixada por Cristo: “Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações&#8230;; ensinando-os a guardar todas as coisas que vos tenho ordenado. E eis que estou convosco todos os dias até à consumação do século” (Mt 28:19-20). Cristo não teria comissionado os Seus seguidores a ensinar a “todas as nações” se tais ensinos não fossem normativos para todas essas nações!</p>
<p style="text-align:justify;">Com base no que a Bíblia diz a respeito de si mesma, somos levados a crer que ela não é um simples produto da cultura religiosa ou filosófica daquela época. Ela é, em realidade, a revelação proposicional e normativa de Deus, em linguagem humana, a todos os seres humanos de todos os tempos e lugares. Mas essa pressuposição básica não nos deve impedir de fazermos uma cuidadosa distinção entre os princípios universais e as aplicações temporais desses princípios encontrados no conteúdo das Escrituras.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Texto de autoria do Dr. Alberto Timm, publicado na Revista Sinais dos Tempos, fevereiro de 1999, p. 29.</strong></p>
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		<title>A ligação mente-corpo: algumas descobertas recentes</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Jan 2012 18:23:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Blog Sétimo Dia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência e Religião]]></category>
		<category><![CDATA[Ellen G. White]]></category>
		<category><![CDATA[Fractal]]></category>

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		<description><![CDATA[A desgraça nos atinge sem aviso prévio. Tad, nosso filho mais jovem, nos havia trazido muita alegria. Enquanto observávamos seu crescimento, alimentávamos grandes esperanças quanto ao futuro. Embora estivéssemos preocupados com seu crescente número de tropeções e quedas, jamais suspeitávamos &#8230; <a href="http://setimodia.wordpress.com/2012/01/27/a-ligacao-mente-corpo-algumas-descobertas-recentes/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=setimodia.wordpress.com&amp;blog=3973270&amp;post=16884&amp;subd=setimodia&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><a href="http://setimodia.files.wordpress.com/2012/01/corpo-mente.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-16888" style="margin-top:1px;margin-bottom:1px;" title="corpo mente" src="http://setimodia.files.wordpress.com/2012/01/corpo-mente.jpg?w=640" alt=""   /></a>A desgraça nos atinge sem aviso prévio. Tad, nosso filho mais jovem, nos havia trazido muita alegria. Enquanto observávamos seu crescimento, alimentávamos grandes esperanças quanto ao futuro. Embora estivéssemos preocupados com seu crescente número de tropeções e quedas, jamais suspeitávamos que a situação fosse tão séria quanto se tornaria. Depois de intensos exames, os médicos diagnosticaram sua enfermidade como sendo a Síndrome de Niemann-Pick — uma enfermidade degenerativa do cérebro. <span id="more-16884"></span>Tad estava com onze anos. Pouco se sabia sobre essa enfermidade terminal, mas decidi buscar tudo o que fosse possível a respeito. Enquanto os médicos tentavam tratar Tad, assumi a batalha sob outro ângulo. Quis envolver-me com o estado de Tad não apenas emocionalmente, mas também de forma inteligente, para que Tad se sentisse tão confortável e bem tratado quanto possível. Em desespero comecei a estudar anatomia e fisiologia do cérebro. Desejava sondar os mistérios ocultos nessa massa de tecido que atuava como centro de comando da vida de meu filho, de suas atividades e esperanças. A ciência do cérebro subitamente se tornou o foco impulsionador de minha vida.</p>
<p style="text-align:justify;">Tad faleceu seis anos após o diagnóstico, um pouquinho antes de completar seu décimo sétimo aniversário. Embora essa trágica perda deixasse um vazio permanente em nossos corações, a aventura da ciência do cérebro tornou-se-me um catalisador para prover-me de novas percepções sobre a relação mente-corpo. Li todos os livros e artigos que me chegaram às mãos. Assisti conferências e seminários sobre o cérebro. Dissequei o cérebro humano em laboratórios de neuroanatomia. Meu papel como educadora de professores se expandiu, incluindo o conhecimento da neurobiologia do aprendizado. Presentemente, utilizo esse conhecimento para ajudar professores a compreenderem as conexões mente-corpo e facilitar o aprendizado.</p>
<p style="text-align:justify;">Essa pesquisa sobre o cérebro também rendeu uma dissertação doutoral — uma análise comparativa de dois grandes grupos de dados relevantes à educação: a atual pesquisa educacional do cérebro e os conselhos centenários de Ellen G. White aos educadores. Embora esse estudo houvesse comparado dados provenientes de duas perspectivas filosóficas aparentemente dissonantes — naturalismo e teísmo — tal cotejo proveu novas percepções com relação ao vínculo integral entre mente e corpo. O estudo também conduziu a uma postulada conclusão: uma estrutura ativa do tipo fractal (veja a coluna lateral) opera nos processos vitais e pode ser identificada no relacionamento entre mente e corpo.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Uma dinâmica tríade do tipo fractal</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://setimodia.files.wordpress.com/2012/01/fractais.gif"><img class="alignright size-full wp-image-16885" style="margin-top:1px;margin-bottom:1px;" title="fractais" src="http://setimodia.files.wordpress.com/2012/01/fractais.gif?w=640" alt=""   /></a>O tema penetrante que emergiu desse estudo comparativo é que existe uma relação dinâmica entre os três principais componentes da função cerebral — processamento cortical (pensamento de ordem elevada ou pensamento consciente), estimulação física e influência sócio-espírito-emocional1 sobre as funções do cérebro e do corpo através da neuroquímica. Há cerca de cem anos, Ellen G. White referiu-se a essas três funções como as “capacidades físicas, mentais e espirituais”.2</p>
<p style="text-align:justify;">O fato novo a respeito dessa antiga construção triádica diz respeito aos dados científicos que corroboram e/ou negam aquilo que fora simplesmente especulado filosoficamente. Sabíamos intuitivamente que essa totalidade envolve mente, corpo e espírito. Presentemente, com o conhecimento ampliado sobre o cérebro e suas relações com o corpo, o conceito de integralidade pode basear-se numa perspectiva ainda mais objetiva. Com a ajuda de nova tecnologia de imagens cerebrais, podemos agora ver como o cérebro funciona e não apenas nos envolver em especulação baseada em comportamentos exteriores.</p>
<p style="text-align:justify;">O conhecimento obtido a partir da s novas técnicas de imagens aperfeiçoou-se ainda mais, graças ao crescente conhecimento da neuroquímica — o campo que une mente e corpo. Em 1972, a descoberta de Candace Pert sobre o receptor opiáceo abriu caminho para maior compreensão de como os elementos químicos formam, no interior de nossos corpos, uma dinâmica rede de informações que vincula mente e corpo.3 Pert equipara a neuroquímica às emoções — os fenômenos que ocorrem quando um neurônio se comunica com outro e produz atitudes, espírito e ação. As emoções influenciam todo pensamento potencial antes que esse se processe nas áreas corticais de “ordem elevada”, como pensamento consciente.</p>
<p style="text-align:justify;">De que forma as novas percepções sobre mente-corpo-espírito se relacionam com a teoria fractal? Antes de dar essa explicação, talvez um pouco de história ajude a esclarecer aqueles que não se acham familiarizados com o termo fractal.</p>
<p style="text-align:justify;">Quando criança eu costumava gastar tempo com papai num pequeno avião. Desde as alturas, fascinavam-me os padrões observados nos terrenos não cultivados lá embaixo. Anos mais tarde, os padrões vistos a partir do avião ainda apareciam em pequenos pedaços de rocha sobre os quis eu escrevia versos e os oferecia de presente. Posteriormente ainda, arquétipos similares eram evidentes nos microscópios do laboratório de ciência, ou através de telescópios ao observar galáxias e nebulosas muito além da atmosfera terrestre. Esses padrões repetitivos ou tipo fractal, aparentes no micro e no macrocosmo como eu observara ao longo dos anos, tornaram-se mesmo mais significativos depois que li a obra Leadership and the New Science, de Margareth Wheatley, e me familiarizei com a teoria fractal. Seriam esses padrões naturais a evidência de um grande plano organizacional ou desígnio inteligente?</p>
<p style="text-align:justify;">Em meus estudos do cérebro, uma construção mental repetitiva também veio à tona por meio da palavra de numerosos especialistas sobre cérebro e aprendizado, enquanto descreviam a função em nível neuronal dentro do próprio cérebro como um órgão, e holisticamente no relacionamento entre mente e corpo. Seria essa repetição uma evidência de representação fractal adicional?</p>
<p style="text-align:justify;">Os pesquisadores concordavam claramente que três principais funções contribuíam para a realidade humana — intelecto, emoção e atividade física. Entretanto, teria alguém mais alinhado o estudo do cérebro com a teoria fractal? Uma revisão da literatura confirmou a conexão. Mercier, Bieberich, Ferandez e outros também haviam discutido a função fractal num contexto neurocientífico4.</p>
<p style="text-align:justify;">Comparando esses grandes conjuntos de dados, comecei a ver evidências da reciprocidade holística entre mente, corpo e espírito — microscopicamente ao nível celular, anatomicamente na organização do próprio cérebro, e evidentemente no relacionamento entre cérebro e corpo. Examinemos mais detidamente esses três níveis de forma e função, começando com a estrutura anatômica do cérebro.</p>
<p style="text-align:justify;">Na década de 1970, quando Paul MacLean propôs a teoria cerebral triúna, descreveu três níveis para o cérebro — o córtex, o sistema límbico e o tronco cerebral-cerebelo. Nessa época, MacLean cria que cada uma dessas áreas funcionava como um cérebro dentro do cérebro. Desde então, MacLean se uniu a outros na adoção de uma postura diferente. O pensamento atual sugere que cada uma dessas três áreas funciona como parte de um todo dinâmico. Cada uma das áreas depende das outras duas quando ocorre um processamento simultâneo e simbiótico.</p>
<p style="text-align:justify;">Embora o conceito original de MacLean tenha mudado, as três principais áreas por ele identificadas ainda são consideradas as áreas básicas da anatomia cerebral. Cada área é multifuncional e se integra com as outras duas partes e suas funções. Essas três áreas continuam identificadas com as funções principais que têm lugar em cada área.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>O cérebro como órgão fractal</strong></p>
<p style="text-align:justify;">A área cortical do cérebro é comumente identificada como a do pensamento de ordem mais elevada e o pensamento consciente. O centro límbico está associado à emoção, à entrada sensorial provida pelo ambiente e a memória, enquanto que o tronco cerebral e o cerebelo conduzem informações de entrada e saída, dos músculos, órgãos e outros aspectos do corpo físico, e coordenam os movimentos físicos. Em certo sentido, o córtex pode ser visto como o componente mental, a área límbica como o componente emociono-sócio-espiritual, e o tronco cerebral e o cerebelo como o componente físico.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>O neurônio como órgão fractal</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Em escala menor, o fractal mental-físico-espiritual é novamente evidente. A minúscula célula neuronal responde a sinais neuroquímicos (função emocional), decide suas respostas aos sinais (função mental) e atua sobre essa decisão (função física) através da inibição ou transferência da ação potencial. O neurônio não opera apenas nessas três aptidões, mas também influencia e é influenciado profundamente pelos mesmos elementos. O córtex, o sistema límbico e o tronco cerebral-cerebelo estão constantemente afetando o neurônio e sendo afetados pela função neuronal.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Corpo-mente-espírito como órgão fractal</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://setimodia.files.wordpress.com/2012/01/16_2_caviness_p_g2.gif"><img class="alignright size-full wp-image-16886" style="margin-top:1px;margin-bottom:1px;" title="16_2_caviness_p_g2" src="http://setimodia.files.wordpress.com/2012/01/16_2_caviness_p_g2.gif?w=640" alt=""   /></a>Observando o corpo-mente a partir de uma perspectiva mais ampla, vemos que o cérebro (mental) controla a cognição, o corpo (físico) provê os aportes que estimulam a função do cérebro e a neuroquímica (emociono-sócio-espiritual) é criada pela estimulação sensorial — geralmente a partir do ambiente, que ativa os elementos neuroquímicos para que atuem em rede e integrem corpo e cérebro. Inquestionavelmente, a interação entre corpo, mente e espírito afeta suas partes constituintes. Seria verdade que corpo, mente e espírito são afetados por uma representação mais ampla desse postulado fractal? Existe abundante evidência de que essa construção fractal é funcional com os ambientes que cercam o indivíduo. Influências mentais, físicas e espirituais não apenas nos rodeiam; elas também contribuem para a qualidade de nossa capacidade intelectual, de nossa saúde física e para as condições e desenvolvimento emocional, social e espiritual. Considere o impacto ambiental entre essas três realidades.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Estímulos mentais no ambiente</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Examinemos primeiramente a capacidade intelectual. Durante séculos feriu-se o debate entre natureza versus educação, e tradicionalmente a natureza parece ter tomado a dianteira. A grande questão tem sido: O que determina a inteligência: a genética (natureza) ou a influência ambiental (educação)? Novos conhecimentos sobre o aprimoramento e a capacidade cerebral de mudar e crescer indicam que a natureza e a educação são iguais em determinar a capacidade cognitiva. Influências ambientais têm muito a ver com a ativação de funções genéticas que, de outra forma, poderiam permanecer latentes.</p>
<p style="text-align:justify;">Segundo, as influências filosóficas dominantes também exercem papel significativo sobre o estado mental da pessoa. O sistema de crenças dos pais desempenha poderoso impacto sobre as atitudes, hábitos e relacionamentos dos filhos. Mesmo antes de a criança ter explícita memória de ocorrências biográficas, os que cuidam dela moldam implicitamente sua orientação mental em formas que são extremamente difíceis ou mesmo impossíveis de serem mudadas. Além disso, a escola desenvolve as crenças e orientações da sociedade. Essas impressões mentais moldam nossas vidas e, em grande medida, determinam nossas funções vitais.</p>
<p style="text-align:justify;">Terceiro, aquilo que imaginamos que os outros pensam a nosso respeito exerce profundo impacto sobre nosso autoconceito e capacidade de recuperação. O considerável volume da pesquisa atual sobre o perigo dos estereótipos sugere que, consciente ou inconscientemente, a percepção que os outros têm de nós determina nossas atitudes e desempenho. Esse fenômeno se relaciona intimamente com as considerações seguintes.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Estímulos emocionais, sociais e espirituais no ambiente</strong></p>
<p style="text-align:justify;">A inteligência emocional, uma expressão popularizada por Daniel Goleman na década de 1990, representa agora uma bem fundamentada construção na teoria educacional, graças aos novos conhecimentos sobre a função cerebral. O papel da emoção na cognição é inegavelmente profundo. Mas a emoção também desempenha um papel de primeira grandeza em outras disciplinas. O mundo dos entretenimentos aufere gigantescos lucros ao aplicar o apelo emocional às audiências ao redor do mundo. Novos campos de estudos — neurocardiologia, neuroeconomia e neuropsicologia, para citar apenas uns poucos — também é feito uso desse foco relativamente novo sobre a emoção.</p>
<p style="text-align:justify;">Você pode querer saber de que forma a neurociência relaciona a economia com a emoção. Paul Zak, da Claremont Graduate University, explica que prazer e escolha conduzem o mercado de capitais. Confiança é outro fator significativo. Novas pesquisas sobre confiança sugerem que quando duas pessoas confiam uma na outra, elevam-se os níveis de oxitocina de ambas. A oxitocina é um hormônio — um neuroquímico — que produz relaxamento. Sítios receptores dispostos ao longo do cérebro respondem favoravelmente a níveis apropriados desse neurotransmissor, o qual também produz interligações. Que corretor de ações não gostaria de ter um cliente que se vinculasse profissionalmente a ele e, subseqüentemente, à sua empresa?</p>
<p style="text-align:justify;">A pesquisa sobre feromônios e transferência de sinais de variabilidade no ritmo cardíaco, além de outras influências emocionais, sociais e espirituais, continua provendo informações acerca do poderoso papel da neuroquímica em nosso ambiente. Nossa própria neuroquímica não afeta apenas o que nos cerca; o ambiente impressiona igualmente o nosso interior, de modo consciente ou inconsciente. Os benefícios obtidos por níveis positivos de emoções sobre a mente e corpo, aumentam as funções do sistema imunológico, do coração, da respiração e da digestão.</p>
<p style="text-align:justify;">Muitas pesquisas têm abordado o efeito das emoções negativas sobre o corpo e a mente. Martin E. P. Sligman, ex-presidente da Associação Americana de Psicologia, descreve como as emoções negativas podem conduzir à depressão clínica. Em sua investigação sobre formas de corrigir essa tendência ao desequilíbrio emocional, Seligman começou colaborando com Mihaly Csikszentmihalyi, autor de Flow, um livro acerca do valor da experiência motivacional de pico. Juntos prosseguiram enfocando a emoção positiva.</p>
<p style="text-align:justify;">Barbara Fredrickson, da Universidade de Michigan, está presentemente fazendo especialização em psicofisiologia e os efeitos das emoções positivas sobre a mente e o cérebro. Num artigo para a American Scientist,5 Fredrickson menciona pesquisas que sugerem que as emoções positivas promovem a longevidade, o funcionamento individual e coletivo, o bem-estar psicológico e a saúde física. Ela está pesquisando “como e por que” a ‘bondade’ é importante.”6</p>
<p style="text-align:justify;">Emoções negativas — ira, temor, tristeza, etc. — são “experiências extremamente diferentes” que sinalizam respostas autonômicas específicas, evidenciadas pela expressão facial. Emoções positivas — alegria, entretenimento, serenidade, etc. — são “relativamente indiferenciadas” e “não produzem respostas autonômicas distinguíveis”. As emoções negativas tendem a conduzir-nos para alguma atividade sobrevivencial, ao passo que as emoções positivas nos ajudam a “resolver problemas concernentes ao crescimento e desenvolvimento pessoais”.7</p>
<p style="text-align:justify;">As emoções positivas promovem a saúde física, intelectual e psicossocial, que perdura “muito depois de a emoção positiva haver desaparecido”, sugere Fredrickson. Esse efeito positivo provê aumento da capacidade de recuperação e do otimismo, que podem ajudar a desfazer os efeitos danosos das emoções negativas sobre a mente e o corpo.</p>
<p style="text-align:justify;">“Pessoas que sentem regularmente emoções positivas são, de alguma forma, erguidas numa “espiral ascendente” de contínuo crescimento e realização. Elas se “tornam mais úteis aos outros” e podem “transformar as comunidades em organizações sociais mais coesas e harmoniosas, e de moral mais elevado”.8</p>
<p style="text-align:justify;">Há mais de cem anos Ellen White apresentou um conselho similar. Ela afirmou que quando a mente humana se conecta à mente divina, o Espírito Santo habita no coração. Ela explica que nessa ocorrência, o efeito do amor exerce influência poderosa e benéfica sobre a mente e o corpo. Subseqüentemente, forma-se ao nosso redor uma atmosfera salutar para todos os que se aproximam. Emoções negativas, por outro lado, são-nos daninhas e também aos que nos cercam.9</p>
<p style="text-align:justify;">As emoções não apenas servem para transmitir dados neurológicos entre os neurônios dentro do cérebro, mas também entre cérebro e corpo. Elas também se expandem ativamente para a comunidade que nos cerca, influenciando-a. Pesquisas acerca de emoções positivas provêem novo significado para o valor da função espiritual como mantenedora da saúde da mente e do corpo. O culto congregacional, a confiança no poder divino, as pausas para agradecer pelos alimentos antes das refeições, o desvio do foco de si mesmo para as necessidades alheias, etc., podem ser mais benéficos do que até então se admitia. Talvez escolhas desse tipo representem tendências inatas em busca do holismo.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Estímulos físicos do ambiente</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Fisicamente, através do som, tato, paladar, olfato e visão, o ambiente nos estimula à ação, à medida que tentamos sobreviver e desenvolver-nos. O desequilíbrio constitui parte importante desse processo, no sentido de requerer mobilidade através de intercâmbios. Um exemplo tornará mais claro esse ponto.</p>
<p style="text-align:justify;">O Dr. George Javor, bioquímico da Universidade de Loma Linda, Califórnia, sugere que a matéria viva busca constantemente mover-se rumo ao equilíbrio. Contudo, se ela atinge o ponto de equilíbrio e aí permanece, a vida se dissipa.10</p>
<p style="text-align:justify;">James Zull, da Universidade Case Western Reserve, afirma que “movimento é cognição expressa”. Os circuitos internos dos lobos corticais naturalmente movimentam a cognição de forma repetitiva, da integração sensorial para o processamento executivo, e finalmente rumo à ação no centro motor do córtex. Conseqüentemente, as exigências sociais de trabalho e serviço promovem a saúde mental e corpórea.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>A natureza da sobreposição dos estímulos ambientais</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Quem sabe já lhe haja ocorrido que essas três influências ambientais de alguma forma se sobrepõem em a Natureza. De acordo com a teoria fractal, cada componente — mental, emocional, social, espiritual e físico — contém efetivamente elementos dos outros dois componentes.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>O papel vital do serviço</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Há cerca de cem anos, Ellen White promoveu a idéia de que o aprendizado resulta do “harmonioso desenvolvimento das capacidades físicas, mentais e espirituais”.11 Além disso, ela declarou que tal desenvolvimento harmonioso “prepara o estudante para a alegria do serviço neste mundo e para o elevado gozo de um serviço mais amplo no mundo futuro”. O serviço, como o quarto componente no cultivo do desenvolvimento humano, é crítico para a função holística. Como fator de desequilíbrio, mantém um estado saudável.</p>
<p style="text-align:justify;">É vital obter benefícios educacionais, relacionais e físicos; contudo, receber constantemente e não retribuir pode truncar o potencial humano. Como o Mar Morto, se recebermos mas não dermos algo altruisticamente para a comunidade que nos cerca, disso resultarão estagnação e perda de potencial. Quando a unidade humana — mente, corpo e espírito — é acionada em benevolência para com a comunidade da qual é uma parte fractal, garante-se a integridade da substância vital e o potencial humano tende a expandir-se.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Equilibrando a Pirâmide</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://setimodia.files.wordpress.com/2012/01/16_2_caviness_p_g3.gif"><img class="size-full wp-image-16887 aligncenter" title="16_2_caviness_p_g3" src="http://setimodia.files.wordpress.com/2012/01/16_2_caviness_p_g3.gif?w=640" alt=""   /></a>A função holística poderá ocorrer mais provavelmente quando favorecermos o equilíbrio entre mente, corpo e espírito (veja a Figura A). A Figura B mostra como uma parte da tríade fractal pode absorver as outras duas e levar ao desequilíbrio pessoal. Um fractal “achatado” provavelmente truncará o potencial. Quando, porém, as três dimensões se encontram em equilíbrio, e essa integralidade é canalizada em amorável serviço a outros, alcançamos nosso potencial.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Linda Caviness (Ph.D. pela Andrews University)</strong> <strong>leciona na Escola de Educação da Universidade La Sierra. </strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>REFERÊNCIAS</strong><br />
1. Embora nem todos os escritores que aplicam a pesquisa do cérebro à educação utilizem o termo espiritual, não é incomum encontrar-se referências às funções holísticas da atividade cerebral nos campos mental, físico, emocional e social. O termo espiritual é utilizado, mas não com tanta freqüência.<br />
2. Ellen G. White, Education (Mountain View, Calif.: Pacific Press Publ. Assn., 1903), p. 13.<br />
3. C. B. Pertner, Molecules of Emotion (New York: Scribner, 1997).<br />
4. Ver F. Mercier, “Anatomy of the Brain Neurogenic Zones Revisited: Fractones and the Fibroblast/Macrophage Network,” Journal of Comparative Neurology, 451 (16 de setembro de 2002) 2:170-88; E. Bieberich, “Recurrent Fractal Networks: A Strategy for the Exchange of Local and Global Information Processing in the Brain,” Biosystems 66 (ago.- set. de 2002):145-164; e E. Ferandez, “Use of Fractal Theory in Neuroscience: Methods, Advantages, and Potential Problems,” Journal of Neuroscience Methods 24 (Aug. 2001) 4:309-321.<br />
5. Barbara L. Frederickson, “The Value of Positive Emotions,” American Scientist 91 (jul.-ago., 2003): 330-335.<br />
6. Idem, p. 330.<br />
7. Idem, p. 332.<br />
8. Idem, p. 335.<br />
9. Ellen G. White, “Life, Love, and Union,” The Signs of the Times, 29 de outubro de 1898, b.; “Sabbath-School Influences,” Sabbath School Worker, 1 de abril de 1886, a; Sons and Daughters of God (Washington, D.C.: Review and Herald Publ. Assn., 1955); Mind, Character, and Personality, 2 vols. (Nashville, Tenn.: Southern Publ. Assn., 1977), vol. 1, p. 802; Reflecting Christ (Hagerstown, Md.: Review and Herald Publ. Assn., 1985), p. 262; Faith and Works (Nashville. Tenn.: Southern Publ. Assn., 1979), p. 65.<br />
10. George T. Javor, “Life: An Evidence for Creation,” Origins 28 (mar. 2000) 1:24-33.<br />
11. White, Education.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://dialogue.adventist.org/articles/16_2_caviness_p.htm" target="_blank">Diálogo</a></p>
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