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	<title>SÉTIMO DIA</title>
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	<description>Um Blog Adventista com Assuntos Contemporâneos</description>
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		<title>As mulheres a serviço de Cristo</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 01:51:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Blog Sétimo Dia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mulheres]]></category>
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		<description><![CDATA[Você acha que a liderança da igreja cristã era toda composta por homens? Até recentemente, essa era a minha impressão. Paulo e Pedro, Agostinho e Jerônimo, todos os papas, Lutero e Calvino, os presidentes da Conferência Geral. Todos homens! Imagine &#8230; <a href="http://setimodia.wordpress.com/2012/01/31/as-mulheres-a-servico-de-cristo/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=setimodia.wordpress.com&amp;blog=3973270&amp;post=16936&amp;subd=setimodia&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><a href="http://setimodia.files.wordpress.com/2012/01/box-woman-praying-sepia.jpg"><img class="alignleft  wp-image-16937" style="margin-top:1px;margin-bottom:1px;" title="box-woman-praying-sepia" src="http://setimodia.files.wordpress.com/2012/01/box-woman-praying-sepia.jpg?w=210&#038;h=140" alt="" width="210" height="140" /></a>Você acha que a liderança da igreja cristã era toda composta por homens? Até recentemente, essa era a minha impressão. Paulo e Pedro, Agostinho e Jerônimo, todos os papas, Lutero e Calvino, os presidentes da Conferência Geral. Todos homens! Imagine a minha surpresa, quando comecei a investigar além do óbvio e descobri que a história da igreja estava repleta de relatos de mulheres, algumas delas profundamente influentes. Em meus estudos, percebi que as mulheres têm sido importantes no desenvolvimento da igreja. No entanto, suas histórias têm sido geralmente negligenciadas, talvez porque sejam apenas histórias de mulheres, sem importância suficiente para compor livros de história. Quando as mulheres como um grupo são negligenciadas pela história, elas, conjuntamente, também são desqualificadas como tendo influência significativa para a igreja cristã. Vivemos com as consequências dessa desqualificação. <span id="more-16936"></span>Porque não conhecemos a nossa história, podemos acreditar que somente os homens realmente são importantes. Mas como os cristãos têm se tornado, cada vez mais, conscientes do legado das mulheres na igreja, a nossa posição sobre o papel das mulheres na igreja vai mudar.</p>
<p style="text-align:justify;">Gostaria de compartilhar com vocês algumas das histórias com que me deparei em meus estudos. São histórias de mulheres que tiveram dois denominadores em comum. O primeiro, elas eram cheias do Espírito Santo que lhes deu um sentido de missão e dignidade. Em segundo lugar, não tiveram medo de enfrentar qualquer obstáculo ou inimigo.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Christina de Markyate</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Considere Christina de Markyate (1096 –1166 aproximadamente). Seu nome de batismo era Theodora, mas ela mudou seu nome por amor a Cristo. A Inglaterra medieval acreditava que uma mulher que se mantinha virgem demonstrava ser uma pessoa verdadeiramente espiritual. Aos 13 anos, prometeu a si mesma de que Jesus seria seu único “marido”. Citando a Bíblia, Christina “contra-argumentou” com cada clérigo que tentou convencê-la a obedecer à ordem des seus pais – eles queriam obrigá-la a se casar. Trancada em seu quarto, ela não tinha ninguém para apoiá-la, somente Deus. Suprida pelo poder do Espírito Santo e por meio da oração contínua, ela foi capaz de resistir e viver a vida do jeito que pensava que deveria ser. Esse amor e amizade com Deus a moveram para além de qualquer dúvida ou medo de ser ela mesma, e de se tornar uma pessoa de autoridade e poder.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Katherine Zell</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Há também Katherine Zell (1497-1562), uma das mulheres mais francas da Reforma. Quando estava na casa dos 20 anos, ela se casou com um homem que tinha quase o dobro de sua idade, e eles realmente viveram felizes para sempre.1 Seu marido era um ex-padre católico que se tornou pastor luterano. Juntos, formavam uma equipe de trabalho para a Reforma em Estrasburgo, onde viviam, e lutavam pela paz entre católicos e protestantes. Alguns dos opositores da Reforma espalharam rumores maliciosos sobre o casal, dizendo que o marido traía Katherine com a empregada. Em vez de se calar em silêncio, Katherine publicou uma carta por meio da qual ela disse a todos na cidade que nunca teve uma empregada doméstica e que o seu maior desejo como um casal era a de morrer lado a lado em cruzes, cada um encorajando ao outro! “Katherine não tinha medo de dizer às pessoas a sua opinião. Atacou duramente a seus adversários que queriam calar sua voz: ‘Vocês me fazem lembrar que o apóstolo Paulo disse às mulheres para ficarem em silêncio na igreja. Eu lembraria vocês das palavras desse mesmo apóstolo que em Cristo não há mais masculino ou feminino, e da profecia de Joel’: ‘E acontecerá, depois, que derramarei o Meu Espírito sobre toda a carne; vossos filhos e vossas filhas profetizarão.’”2 Cuidadosamente, ela terminou sua declaração com humildade, mas também com bastante sarcasmo: “Não pretendo ser João Batista repreendendo os fariseus. Não tenho a pretensão de ser Natã censurando a Davi. Quero apenas ser o burro de Balaão, castigando a seu senhor. “Katherine não tinha medo de trabalhar duro pelo o que acreditava e fazer o que os outros tinham receio de fazer. Ela organizou reuniões entre os líderes da Igreja Católica e protestante. Conseguiu alimento e abrigo para os 3.000 refugiados que chegaram à cidade após a Guerra dos Camponeses. Cuidou de um dos líderes da cidade que ficou doente com hanseníase. Compilou e publicou hinos em forma de panfleto para inspirar os leigos a se concentrarem em Deus em sua vida cotidiana. E, no seu último trabalho em vida, realizou o funeral de uma mulher cuja fé não era a mesma que a do pastor luterano local, pois o ministro iria conduzir o serviço somente após excluí-la publicamente por negar a fé luterana. O conselho da cidade quis repreender devidamente a Katherine por sua transgressão, mas ela adoeceu e morreu antes que qualquer coisa pudesse ser feita.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Elizabeth Hooton</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Esta é outra história sobre uma mulher cristã corajosa. Elizabeth Hooton (1600-1672) foi a primeira quaker conversa e a primeira pregadora feminina quaker, na Inglaterra, no século 17. Como quaker, acreditava que todas as mulheres e os homens eram iguais perante Deus, e assim não hesitou em desafiar os padres em questões doutrinárias, ou ao se recusar a ajoelhar-se perante o rei Charles II.3 Foi espancada e presa na Inglaterra diversas vezes por seu comportamento e crenças, mas a opressão não paralisou suas atividades. Elizabeth era uma mulher de “ilimitada resistência e perseverança”.4 Foi aonde o Espírito a levou. Aos 61 anos, foi para a Nova Inglaterra como missionária mesmo sabendo da perseguição que a esperava. As autoridades puritanas de Massachusetts eram tão inflexíveis em não receber quaisquer quakers que tivessem violado uma lei, que proibiam os capitães dos navios (sob pena de uma multa de £100) a levarem os quakers ao porto de Boston. Assim, Elizabeth teve que descer do navio na Virgínia, e começar a andar. Ao chegor a Boston, foi presa. Mas o governador decidiu que ela era muito perigosa, mesmo para ficar na prisão. Dessa forma, foi forçada a caminhar para uma região afastada, no inverno, por dois dias, onde os guardas armados a deixaram para morrer entre ursos e lobos.</p>
<p style="text-align:justify;">Elizabeth finalmente voltou à Inglaterra, mas ficou apenas o tempo suficiente para obter a permissão do rei para comprar um terreno em Boston, a fim de construir uma casa. Ela era muito prática e pensou que Boston precisava de um lugar onde os perseguidos quakers pudessem ficar. Mas as autoridades de Boston não se preocuparam com a ordem do rei. Quando Elizabeth chegou em Boston, foi acorrentada à uma carroça e forçada a caminhar por três cidades. Em cada lugar, tiravam sua roupa até a cintura, e a chicoteavam com um chicote de três cordas. Após esse castigo, ela mais uma vez foi deixada em uma região isolada para morrer. Por causa dos seus esforços missionários na Nova Inglaterra, foi presa três vezes, recebeu nove severas chicotadas e foi expulsa duas vezes para uma região selvagem. No entanto, mais uma vez, Elizabeth desafiou o banimento imposto. Sobreviveu à vida selvagem e foi a uma viagem missionária para as Índias Ocidentais. Poucos dias depois de chegar à Jamaica, ela morreu em paz, longe de sua terra natal, em Nottinghamshire. O amor que doou à humanidade a motivou a enfrentar cada punição.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Ellen G. White</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Na Igreja Adventista, temos a nossa própria heroína, Ellen White. Era bastante jovem quando disse SIM ao chamado de Deus e se deixou encher pelo Espírito Santo. O sentido de missão divina lhe deu coragem para resistir às pessoas que a desprezaram e tentaram fazer o seu trabalho difícil. Em uma época em que não havia incentivo para as mulheres serem líderes religiosas, Ellen White escreveu, pregou, viajou e comandou o movimento adventista por mais de 50 anos. Onde estaria a Igreja Adventista do Sétimo Dia sem Ellen White? Não há certeza que a igreja teria existido se não fosse por ela.</p>
<p style="text-align:justify;">Ellen e as outras mulheres mencionadas são grandes exemplos do que pode acontecer quando alguém dedica totalmente a sua vida a Deus. Onde está o Espírito do Senhor, aí há liberdade. Liberdade do medo. Liberdade para viver a vida ao máximo.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Hanna Norheim</strong> faz mestrado em religião com bolsa de estudos da Fundação Fulbright na Universidade La Sierra, em La Sierra, Califórnia.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>REFERÊNCIAS</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong></strong>1. Ver Roland H. Bainton. Women of the Reformation: In Germany and Italy. Mineápolis: Augsburg Publishing House, 1971. p. 55.<br />
2. Ver Ruth A. Tucker eWalter Liefeld. Daughters of the Church: Women and Ministry from New Testament Times to the Present. Grand Rapids, Michigan: Zondervan, 1987. p. 183.<br />
3. Ibid., p. 227.<br />
4. Elaine C. Huber. “‘A Woman Must Not Speak’: Quaker Women in the English Left Wing” in Ruether and McLaughlin (eds.) op. cit., p. 165.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://dialogue.adventist.org/articles/21_2_norheim_p.htm" target="_blank">Diálogo</a></p>
<br />Filed under: <a href='http://setimodia.wordpress.com/category/mulheres/'>Mulheres</a> Tagged: <a href='http://setimodia.wordpress.com/tag/ellen-g-white/'>Ellen G. White</a>, <a href='http://setimodia.wordpress.com/tag/mulheres-2/'>mulheres</a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/setimodia.wordpress.com/16936/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/setimodia.wordpress.com/16936/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/setimodia.wordpress.com/16936/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/setimodia.wordpress.com/16936/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/setimodia.wordpress.com/16936/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/setimodia.wordpress.com/16936/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/setimodia.wordpress.com/16936/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/setimodia.wordpress.com/16936/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/setimodia.wordpress.com/16936/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/setimodia.wordpress.com/16936/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/setimodia.wordpress.com/16936/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/setimodia.wordpress.com/16936/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/setimodia.wordpress.com/16936/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/setimodia.wordpress.com/16936/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=setimodia.wordpress.com&amp;blog=3973270&amp;post=16936&amp;subd=setimodia&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>O ato de circuncisão é obrigatório ou opcional nos dias de hoje?</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 23:01:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Blog Sétimo Dia</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><a href="http://setimodia.files.wordpress.com/2012/01/brit-mila-circuncisao.jpg"><img class="alignleft  wp-image-16934" style="margin-top:1px;margin-bottom:1px;" title="brit-mila-circuncisao" src="http://setimodia.files.wordpress.com/2012/01/brit-mila-circuncisao.jpg?w=210&#038;h=140" alt="" width="210" height="140" /></a>A circuncisão, como sinal exterior do concerto entre Deus e Seu povo escolhido, foi instituída no tempo de Abraão (Gn 17:10-14, 23-27; 21:4; At 7:8) e incorporado posteriormente, de forma explícita, na lei de Moisés (Lv 12:3; Jo 7:22). Apesar de haver sido temporariamente interrompida durante a peregrinação no deserto, ela voltou a ser praticada logo após a entrada dos israelitas na Terra Prometida (Js 5:2-9). Que esse ato só alcançava o seu pleno sentido religioso quando acompanhado da dedicação incondicional da vida a Deus e a Sua vontade é evidente nas referências que falam de uma circuncisão do coração (ver Dt 10:16; 30:6; Jr 4:4).</p>
<p style="text-align:justify;"><span id="more-16933"></span>Enquanto que no Antigo Testamento a circuncisão era uma condição básica para pertencer ao povo de Deus (Gn 17:9-14), no Novo Testamento essa condição passou a ser o batismo cristão (ver Mt 28:18-20; Mc 16:15 e 16; At 2:37 e 38). Em resposta aos cristãos judaizantes que tentavam impor a circuncisão aos gentios que aceitavam o cristianismo, o Concílio de Jerusalém deixou clara a opcionalidade dessa prática (ver At 15; Gl 2).</p>
<p style="text-align:justify;">O apóstolo Paulo é incisivo em afirmar que “em Cristo Jesus, nem a circuncisão, nem a incircuncisão têm valor algum, mas a fé que atua pelo amor” (Gl 5:6), o “ser nova criatura” (Gl 6:15) e o “guardar as ordenanças de Deus” (1Cr 7:19). E o mesmo apóstolo acrescenta: “Foi alguém chamado, estando circunciso? Não desfaça a circuncisão. Foi alguém chamado, estando incircunciso? Não se faça circuncidar” (1Co 7:18). Hoje, portanto, a circuncisão, para os cristãos, não passa de uma opção pessoal, destituída de qualquer significado religioso.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Texto de autoria do Dr. Alberto Timm, publicado na Revista Sinais dos Tempos, junho de 1999, p. 29.</strong></p>
<br />Filed under: <a href='http://setimodia.wordpress.com/category/circuncisao/'>Circuncisão</a>, <a href='http://setimodia.wordpress.com/category/perguntas-e-respostas-biblicas/'>Perguntas e Respostas Bíblicas</a> Tagged: <a href='http://setimodia.wordpress.com/tag/circuncisao-2/'>circuncisão</a>, <a href='http://setimodia.wordpress.com/tag/perguntas-e-respostas-biblicas/'>Perguntas e Respostas Bíblicas</a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/setimodia.wordpress.com/16933/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/setimodia.wordpress.com/16933/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/setimodia.wordpress.com/16933/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/setimodia.wordpress.com/16933/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/setimodia.wordpress.com/16933/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/setimodia.wordpress.com/16933/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/setimodia.wordpress.com/16933/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/setimodia.wordpress.com/16933/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/setimodia.wordpress.com/16933/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/setimodia.wordpress.com/16933/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/setimodia.wordpress.com/16933/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/setimodia.wordpress.com/16933/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/setimodia.wordpress.com/16933/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/setimodia.wordpress.com/16933/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=setimodia.wordpress.com&amp;blog=3973270&amp;post=16933&amp;subd=setimodia&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
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		<title>Primeiro “templo ateu” será construído na Inglaterra</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 22:33:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Blog Sétimo Dia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ateísmo]]></category>
		<category><![CDATA[Alain de Botton]]></category>
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		<category><![CDATA[Richard Dawkins]]></category>

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		<description><![CDATA[Alain de Botton defende que é possível erigir “um templo para o amor, a amizade ou o respeito”. Ateus criticam muitos dos hábitos dos devotos seguidores de alguma fé. Mas agora parece que o ateísmo está querendo utilizar um elemento &#8230; <a href="http://setimodia.wordpress.com/2012/01/30/primeiro-templo-ateu-sera-construido-na-inglaterra/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=setimodia.wordpress.com&amp;blog=3973270&amp;post=16921&amp;subd=setimodia&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><a href="http://setimodia.files.wordpress.com/2012/01/templo-ateu.jpg"><img class="alignleft  wp-image-16922" style="margin-top:1px;margin-bottom:1px;" title="templo ateu" src="http://setimodia.files.wordpress.com/2012/01/templo-ateu.jpg?w=240&#038;h=179" alt="" width="240" height="179" /></a>Alain de Botton defende que é possível erigir “um templo para o amor, a amizade ou o respeito”.</p>
<p style="text-align:justify;">Ateus criticam muitos dos hábitos dos devotos seguidores de alguma fé. Mas agora parece que o ateísmo está querendo utilizar um elemento tipicamente religioso: erigir um templo de adoração.</p>
<p style="text-align:justify;">O escritor Alain de Botton anunciou seus planos de construir o primeiro “templo ateu” do Reino Unido e, possivelmente, do mundo. Com a colaboração do arquiteto Tom Greenall , a obra será construída em Londres .</p>
<p style="text-align:justify;"><span id="more-16921"></span>Dedicados à ideia de perspectiva, a torre negra terá cerca de 46 metros de altura, uma medida que remete à “verdadeira idade” da Terra: 4,6 bilhões ano. Ou seja, cada centímetro equivale 1.000 mil anos. Na base da torre haverá uma pequena lâmina de ouro de um milímetro de espessura, simbolizando o tempo de vida da humanidade na Terra.</p>
<p style="text-align:justify;">Mas um lugar de culto não é o único elemento da religião organizada que ateus podem se beneficiar, diz de Botton. Ele entende que ateus como Richard Dawkins e Christopher Hitchens nunca irão convencer as pessoas que o ateísmo é uma forma atraente de olhar a vida, pois o ateísmo proposto pelos dois pensadores é &#8220;destrutivo&#8221;, por atacar as religiões, ao contrário de sua proposta de harmonia entre as religiões.. Em seu livro mais recente “Religião Para ateus”, o autor aponta que o design, a arte e a ideia de comunidade poderão inspirar e atrair seguidores de uma “vida sem Deus”.</p>
<p style="text-align:justify;">Ainda não foi anunciada uma data final para a abertura do templo, mas ele espera edificar outros templos parecidos em todo o Reino Unido. Também não foi revelado quem arcará com os custos da obra.</p>
<p style="text-align:justify;">“Por que as pessoas religiosas têm alguns dos mais belos edifícios na terra?”, pergunta Alain de Botton. “Chegou a hora dos ateus terem suas próprias versões das grandes igrejas e catedrais”.</p>
<p style="text-align:justify;">Esse conceito já era defendido por ele no livro e agora deve se tornar realidade. “As religiões sempre souberam que um belo edifício é uma parte indispensável para firmarem a sua mensagem. Apenas os nossos livros não conseguirão fazer isso”.</p>
<p style="text-align:justify;">Ele diz ainda que não precisa lembrar de um deus ou deuses em um local desse tipo. “Você pode construir um templo para tudo o que é positivo e bom. Isso poderia significar: um templo para o amor, a amizade ou o respeito”.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://noticias.gospelprime.com.br/primeiro-templo-ateu-sera-construido-na-inglaterra/" target="_blank">Traduzido e adaptado de Huffington Post e Dezeen</a> / <a href="http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI5584281-EI8142,00-Filosofo+Alain+de+Botton+propoe+templo+para+ateus+em+Londres.html" target="_blank">Terra</a></p>
<br />Filed under: <a href='http://setimodia.wordpress.com/category/ateismo/'>Ateísmo</a> Tagged: <a href='http://setimodia.wordpress.com/tag/alain-de-botton/'>Alain de Botton</a>, <a href='http://setimodia.wordpress.com/tag/ateismo/'>Ateísmo</a>, <a href='http://setimodia.wordpress.com/tag/atheism/'>Atheism</a>, <a href='http://setimodia.wordpress.com/tag/richard-dawkins/'>Richard Dawkins</a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/setimodia.wordpress.com/16921/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/setimodia.wordpress.com/16921/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/setimodia.wordpress.com/16921/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/setimodia.wordpress.com/16921/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/setimodia.wordpress.com/16921/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/setimodia.wordpress.com/16921/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/setimodia.wordpress.com/16921/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/setimodia.wordpress.com/16921/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/setimodia.wordpress.com/16921/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/setimodia.wordpress.com/16921/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/setimodia.wordpress.com/16921/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/setimodia.wordpress.com/16921/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/setimodia.wordpress.com/16921/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/setimodia.wordpress.com/16921/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=setimodia.wordpress.com&amp;blog=3973270&amp;post=16921&amp;subd=setimodia&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Seventh Day</media:title>
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		<title>“A maior nação cristã do mundo” está cada vez menos cristã</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 21:49:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Blog Sétimo Dia</dc:creator>
				<category><![CDATA[EUA nas Profecias]]></category>
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		<description><![CDATA[O grande declínio do cristianismo nos EUA afetará o mundo todo. O cristianismo está em declínio nos Estados Unidos, disso não há dúvida. Quando se examinam os números friamente não é possível chegar à outra conclusão. Ao longo das últimas &#8230; <a href="http://setimodia.wordpress.com/2012/01/30/a-maior-nacao-crista-do-mundo-esta-cada-vez-menos-crista/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=setimodia.wordpress.com&amp;blog=3973270&amp;post=16918&amp;subd=setimodia&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><a href="http://setimodia.files.wordpress.com/2012/01/bancos-vazios-250x155.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-16919" style="margin-top:1px;margin-bottom:1px;" title="bancos-vazios-250x155" src="http://setimodia.files.wordpress.com/2012/01/bancos-vazios-250x155.jpg?w=640" alt=""   /></a>O grande declínio do cristianismo nos EUA afetará o mundo todo.</p>
<p style="text-align:justify;">O cristianismo está em declínio nos Estados Unidos, disso não há dúvida. Quando se examinam os números friamente não é possível chegar à outra conclusão. Ao longo das últimas décadas, a porcentagem de cristãos na América só diminui. Isto é mais claro entre os jovens.</p>
<p style="text-align:justify;">Um dos motivos é que o significado de “cristianismo” para os cristãos americanos de hoje é muito diferente do que a religião significava para seus pais e seus avós. Milhões de cristãos nos Estados Unidos simplesmente não acreditam mais nos princípios fundamentais da fé cristã.</p>
<p style="text-align:justify;"><span id="more-16918"></span>Sem dúvida, os EUA, que ainda são considerados “a maior nação cristã do mundo” mesmo em crise econômica ainda é uma das mais influentes politica e culturalmente. Isto significa que qualquer mudança drástica por lá tem implicações profundas para o restante do mundo.</p>
<p style="text-align:justify;">Os Estados Unidos foram fundados por cristãos que estavam fugindo da perseguição religiosa. Para os primeiros colonos, a fé cristã era o centro de suas vidas, e isso afetou profundamente as leis que fizeram e as estruturas governamentais que eles estabeleceram.</p>
<p style="text-align:justify;">No geral, o cristianismo ainda é a maior religião do mundo. Segundo o Fórum Pew sobre Religião e Vida Pública, existem atualmente 2,2 bilhões de cristãos no mundo. Porém o centro da fé hoje se deslocou da Europa e América do Norte para a África e Ásia, onde está experimentando um crescimento explosivo.</p>
<p style="text-align:justify;">Enquanto vários países da Europa já dizem estar num mundo secularizado e “pós-cristão”, os Estados Unidos parece caminhar na mesma direção. Igrejas estão encolhendo, o ceticismo é crescente e apatia sobre assuntos espirituais parece ter atingido uma alta histórica.</p>
<p style="text-align:justify;">Mark Silk, professor de religião e vida pública no Trinity College escreveu em uma análise recente para o jornal USA Today que “o segredo sujo da religiosidade na América é: há tantas pessoas que não se interessam pelas questões espirituais e a curiosidade sobre questões existenciais é mínima”.</p>
<p style="text-align:justify;">Seu argumento é apoiado pelos números. Uma pesquisa realizada no ano passado pela LifeWay Research descobriu que 46% dos americanos nunca pensam se vão para o céu ou não. Isto é particularmente verdadeiro para os jovens. Os menores de 30 anos de idade estão abandonando em massa as igrejas dos EUA.</p>
<p style="text-align:justify;">David Kinnaman, o presidente do Grupo Barna, uma empresa de pesquisa evangélica, publicou em seu novo livro, “You Lost Me: Por que os cristãos jovens estão deixando a Igreja e repensando a Fé”, ele diz que as pessoas entre 18 e 29 anos caíram em um “buraco negro”. Há uma queda de 43% na frequência à igreja cristã nessa faixa etária.</p>
<p style="text-align:justify;">Mas não são apenas os jovens que estão deixando as igrejas americanas. A proporção de americanos que se consideram cristãos tem diminuído constantemente por muitos anos. Em 1990, 86% de todos os americanos consideravam-se cristãos. Em 2008, esse número caiu para 76%.</p>
<p style="text-align:justify;">Enquanto isso, o número de americanos que rejeitam totalmente a religião disparou. De acordo com dados do Censo norte-americano, o número de americanos com “sem religião” mais do que dobrou entre 1990 e 2008. Uma pesquisa recente aponta que 25 % dos americanos com idades entre 18 e 29 dizem que não têm religião.</p>
<p style="text-align:justify;">É bom lembrar que com isso caiu a arrecadação das igrejas e, consequentemente, os investimentos em projetos missionários em diferentes partes do mundo.</p>
<p style="text-align:justify;">Dave Olson, diretor de plantação de igrejas da Igreja Aliança, acredita que as expectativas do que vai acontecer com frequência à igreja nos EUA são desanimadoras. De acordo com ele, apenas 18,7 % dos americanos frequentam regularmente a igreja hoje em dia. Se este número continuar a diminuir no ritmo atual, em 2050 a porcentagem de americanos sentados na igreja aos domingos será metade do que é hoje.</p>
<p style="text-align:justify;">Um grande número de jovens norte-americanos que iam à igreja, enquanto eles estavam crescendo agora estão deixando as igrejas americanas inteiramente. Um estudo recente feito pelo grupo Barna descobriu que quase 60% de todos os cristãos com idade entre 15 e 29 não estão envolvidos ativamente em qualquer igreja.</p>
<p style="text-align:justify;">O fato é que um grande número de “cristãos evangélicos” estão rejeitando os princípios fundamentais da fé cristã. Por exemplo, uma pesquisa descobriu que 52% dos cristãos norte-americanos acreditam que “pelo menos uma das religiões não cristãs poderia conduzir à vida eterna”.</p>
<p style="text-align:justify;">Outra pesquisa descobriu que 29% de todos os cristãos americanos afirmam ter procurado contato com os mortos, 23% acreditam em astrologia e 22% acreditam em reencarnação.</p>
<p style="text-align:justify;">Segundo o Grupo Barna, menos de 1% de todos os americanos com idades entre 18 e 23 possuem uma “cosmovisão bíblica”.</p>
<p style="text-align:justify;">Se essa tendência não for revertida, em 20 anos as igrejas dos EUA devem ter o mesmo destino das europeias e começarão a fechar suas portas.</p>
<p style="text-align:justify;">As consequências dessa grande mudança e, em especial, na maneira com que as igrejas que ainda estão abertas pregam a mensagem cristã. Afinal, os Estados Unidos ainda é o maior produtor de material evangélico do mundo. A esmagadora maioria das Bíblias de estudo, comentários bíblicos, dicionários, enciclopédia, livros e software cristãos comercializados globalmente são produzidos por teólogos americanos.</p>
<p style="text-align:justify;">Isso sem falar no material que é distribuído apenas pela internet. O crescimento do liberalismo e do secularismo pode impactar fortemente toda a produção teológica mundial nos próximos anos.</p>
<p style="text-align:justify;">O declínio americano poderá ter sérias consequências no cristianismo de todo o mundo. Quem viver verá.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://noticias.gospelprime.com.br/a-maior-nacao-crista-do-mundo-esta-cada-vez-menos-crista/" target="_blank">Traduzido e adaptado de End Of The American Dream</a></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Nota <a href="http://gilbertotheiss.blogspot.com/2012/01/maior-nacao-crista-do-mundo-esta-cada.html" target="_blank">Gilberto Theiss</a>:</strong> Allan Bloom, Filósofo e catedrático na comissão de ciências na Universidade de Chicago &#8211; EUA, em seu esplêndido livro &#8220;O Declínio da Cultura Ocidental&#8221;, apresenta como os fenômenos e paradigmas mudaram no decorrer das últimas décadas. A geração dos anos 60, a era do rock, o apelo à sexualidade, o egocentrismo, o nihilismo, a criatividade, a educação liberal, a decomposição do ensino, o declínio das ciências humanas e a morte da própria religião cristã estão no âmago de todas os declínios de valores e princípios.</p>
<p style="text-align:justify;">Ao fazer menção do declínio do cristianismo, especialmente nos Estados Unidos, Bloom, embora não cristão, é contundente ao afirmar que, quando Nietzsche e o iluminismo decretaram a morte de Deus, consequentemente os valores, princípios, a família, a moralidade, o desejo pela pureza, integridade e o dever pelo direito e o desejo pelo saber e pela boa música moral, também passaram a ser assassinados. Interessante notar que Bloom reconhece a patologia da degradação atual como também resultante da morte de Deus.</p>
<p style="text-align:justify;">Ora, o que este ilustre professor reconhece era o que já sabíamos. Se Deus e Sua vontade não forem o centro da vida dos seres humanos, que tipo de mundo esperamos construir? Sem Deus, o único mundo que teremos nas próximas gerações será o mundo do caos político, social, cultural e da destruição. A religião cristã de hoje, como destacado por Bloom, vive a passos largos em direção à apostasia plena dos valores que a emolduraram por longos tempos &#8211; se é que já não tenha chegado lá.</p>
<p style="text-align:justify;">Um parecer semelhante podemos encontrar na declaração de Albert Mohler Junior, em seu livro escrito com outros autores, intitulado &#8220;Reforma Hoje&#8221; &#8211; Mohler destaca que a pós-modernidade realizou um assalto cruel à verdade e ao cristianismo, causando uma destruição dentro da própria igreja transformando a ortodoxia e a heresia em conceitos vazios e destituídos de valor. Segundo ele, as fronteiras do que é santo e profano, sagrado ou secular, desapareceram completamente. Termos como falsidade e verdade não são questões de indiferença moral para a igreja atual. Em nome do perspectivismo, alguns religiosos rejeitaram a unidade da verdade e adotaram a subjetividade incondicional. Consequentemente, a fim de ganhar distância do fundamentalismo, muitos evangélicos abandonaram completamente o próprio fundamento.</p>
<p style="text-align:justify;">Outro grande teólogo evangélico chamado Gene Edward Veith Junior, em seu livro intitulado &#8220;Tempos pós-modernos&#8221;, segue a mesma linha de raciocínio de Albert Mohler, James Boice, Sinclair Ferguson, Nancy Pearcey e Charles Colson, afirmando que o colapso da fé se desenvolve à medida em que o pós-modernismo, sob o fundamento do secularismo e relativismo, desconstrói a verdade absoluta para construir verdades aleatórias relativistas. A desconstrução da fé, o aparecimento de uma cultura global e a polarização estão construindo uma nova forma de viver, interpretar e de formar o conceito de verdade em prol de um anti-fundamentalismo religioso. Consequentemente a identidade cristã vai sendo minada e em seu lugar vem surgindo um simples conceito de &#8220;ala cultura&#8221;. Aliás, tudo em nossos dias tem se transformado em cultura &#8211; A cultura das drogas, a cultura do rock, a cultura das gangues de rua, a cultura dos cultos primitivos, a cultura do culto satânico e até a própria falta de cultura virou cultura em nossos dias. Neste ínterim, a religião cristã não passa de uma simples cultura e nada mais que isso.</p>
<p style="text-align:justify;">Estes, entre tantos outros motivos, foi o que levou Nancy Pearcey escrever &#8220;Verdade Absoluta&#8221; com o objetivo de libertar o cristianismo de seu cativeiro cultural, como bem está estampado logo na capa de seu livro; e Charles Colson em &#8220;E agora, como viveremos?&#8221;, tentando resgatar valores, princípios e crenças fundamentais como a da legitimidade da verdade de um Deus existente e atuante perdida mesmo no meio cristão.</p>
<p style="text-align:justify;">Mas, em todo caso, não precisamos ser pegos de surpresa quanto ao papel hipotético que o cristianismo tem exercido sobre o mundo, pois a Bíblia previa que este tipo de cristianismo em plena degradação seria um fato. Paulo em II Timóteo 3:1-5 apresenta uma lista nada animadora de imoralidade, perversidade, incredulidade e imoralidade para o final dos tempos. O mais chocante nestes versos é que, provavelmente o apóstolo estava afirmando que isto aconteceria entre os povos que se denominariam religiosos. A palavra &#8220;piedade&#8221; do verso 5,<em>eusebeias</em> no grego, pode ser traduzida também como religiosidade &#8211; ou seja, &#8220;tendo aparência de religioso, negando-lhe entretanto o poder&#8221;. Ele conclui a citação dizendo para fugir também destes que se dizem religiosos mas não são.</p>
<p style="text-align:justify;">O próprio Jesus em Lucas 18:8 afirmou que &#8220;quando vier o Filho do Homem, achará, porventura, fé na terra?&#8221;. Provavelmente, Jesus, ao ter contemplado o futuro e observado a situação caótica do cristianismo, não exitou em revelar que a fé também estaria em pleno declínio. Claro que, a busca pela espiritualidade em nossos dias é extravasante, mas, a busca pela submissão à Deus e à Sua vontade estão longe de serem buscados.</p>
<p style="text-align:justify;">Eu não diria que &#8220;quem viver verá&#8221; como é muito insinuado por ai, creio que já estamos vivendo neste futuro impactante de grandes mudanças envolvendo mistura plena da verdade com a mentira. Ellen White, falando sobre o fim, foi contundente em afirmar que: &#8220;Ao nos aproximarmos do fim do tempo, a falsidade estará tão misturada com a verdade que, somente os que têm a guia do Espírito Santo serão capazes de distinguir a verdade do erro&#8221; (<em>SDA Bible Commentary</em>, v.7, p. 907). Creio que já estamos vivendo neste tempo predito. O sucumbimento da fé, a relativização da verdade absoluta e a secularização dos padrões morais de Deus estão em alta.</p>
<p style="text-align:justify;">Somente um movimento bem fundamentado e protegido pela inspiração direta de Deus mediante a Bíblia e o dom profético é que seria capaz de ainda superar o tsunami de heresias revestidas de secularismo e relativismo. Embora isto seja um fato, os adventistas do sétimo dia devem ter em mente que, Israel, ao ser influenciados pelo Egito, perderam sua identidade como povo de Deus. O povo de Deus não está imune a esta situação. O Israel espiritual de hoje talvez nunca chegue a este ponto, mas o mesmo não podemos dizer daqueles que à frequentam. A igreja atual não se apostatará, mas o mesmo não podemos afirmar dos que ali se encontram para adorar. O secularismo e o relativismo jamais macularão as doutrinas desta igreja, mas o mesmo não podemos afirmar quanto à vida, os costumes, a arte, e os pensamentos dos que à frequentam. Segundo a profecia, a apostasia de muitos dentre o povo de Deus, por estarem mergulhados na heresia e mundanismo será grande. Assim declara Ellen White: &#8220;Permanecer em defesa da verdade e justiça, quando a maioria nos abandona, ferir as batalhas do Senhor, quando são poucos os campeões. Naquele tempo devemos tirar calor da frieza dos outros, coragem de sua covardia, e lealdade de sua traição&#8221; (2 TS, p. 31).</p>
<p style="text-align:justify;">Tirar calor da frieza dos outros, coragem de sua covardia, e lealdade de sua traição, é o mesmo que tentar produzir fogo no meio da chuva, com duas barras de gelo na mão, e dentro d&#8217;água. Portanto, quem viver verá? Não, este futuro chegou, bem vindo a ele. Este é o período do início da sacudidura, mas, como bem afirmou Pastor Jorge Mário, &#8220;logo chegará o tempo, em que não haverá mais tempo&#8221;. O tempo para buscar o reavivamento e reforma é hoje, agora, neste, exato momento. Lembre-se que, Deus tem uma dura advertência contra o secularismo e relativismo (Is 5:20 e 21), e em breve, esse Deus que foi expulso por Karl Marx do céu, retirado do inconsciente por Freud, banido da ciência por Darwin, assassinado por Nietzsche, transformado em um delírio por Richard Dawkins, secularizado e relativizado pelos cristãos pós-modernos, em breve virá gloriosamente nas nuvens do Céu, para espanto e terror dos incrédulos (Mt 24:30; Lc 21:27Ap 1:7; ITs 4:16,17)</p>
<p style="text-align:justify;"><em>Gilberto Theiss &#8211; Extensão em arqueologia do oriente próximo pela UEPB, Bacharelando em Teologia pelo SALT, e é coordenador do curso de capacitação teológica pelo portal Alto Clamor.</em></p>
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		<title>A Nova Era Não É Tão Nova</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 21:06:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Blog Sétimo Dia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Nova Era e Temas Relacionados]]></category>
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		<description><![CDATA[Que é a Nova Era? Como se tornou um movimento de massa? Para onde vai? Qual deve ser a defesa cristã? Você sabia que Bill Clinton passou a maior parte de suas férias do Natal de 1994 com Stephen Covey, &#8230; <a href="http://setimodia.wordpress.com/2012/01/30/a-nova-era-nao-e-tao-nova/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=setimodia.wordpress.com&amp;blog=3973270&amp;post=16915&amp;subd=setimodia&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><a href="http://setimodia.files.wordpress.com/2012/01/nova-era.jpg"><img class="alignleft  wp-image-16916" style="margin-top:1px;margin-bottom:1px;" title="NOVA ERA" src="http://setimodia.files.wordpress.com/2012/01/nova-era.jpg?w=210&#038;h=158" alt="" width="210" height="158" /></a>Que é a Nova Era? Como se tornou um movimento de massa? Para onde vai? Qual deve ser a defesa cristã?</p>
<p style="text-align:justify;"><span id="more-16915"></span>Você sabia que Bill Clinton passou a maior parte de suas férias do Natal de 1994 com Stephen Covey, o guru da Nova Era e autor de Sete Hábitos de Gente Ultra-eficiente?1 Ou você ouviu que a médium favorita da Rússia, Yevgenia Davitashvili, figura entre os conselheiros mais íntimos de Boris Yeltsin?2</p>
<p style="text-align:justify;">Naturalmente isto não quer dizer que o presidente dos Estados Unidos em seu próximo discurso no Congresso estará segurando um cristal que vibra, ou contemplando seu olho mágico, ao delinear sua política exterior. Também não quer dizer que Yeltsin está a ponto de declarar a Nova Era a religião oficial da Rússia. Não obstante, estas coisas têm significado.</p>
<p style="text-align:justify;">Observe a obsessão de Hollywood com a Nova Era e Cientologia. O mundo observa com fascinação os semideuses de Hollywood e suas produções em mãos de Steven Spielberg, George Lucas, Nicole Kidman, Tom Cruise, Demi Moore, John Travolta, Mimi Rogers e Sharon Gless. Ninguém está dizendo que toda sua produção seja má ou necessariamente orientada pela Nova Era, mas sua tendência e influência são inevitáveis &#8212; e significantes.3</p>
<p style="text-align:justify;">Da política ao entretenimento, da economia à gerência, do dólar à religião, a Nova Era se tornou uma força que não pode ser ignorada. Companhias multinacionais e universidades de renome incluem meditação yoga em seus programas e currículos. Pregadores e políticos admitem o uso do vocabulário da Nova Era em sua retórica. Astrologia e aconselhamento psíquico não são mais o apanágio de alguma vila supersticiosa; Nova York, Londres e Paris são seu novo hábitat.</p>
<p style="text-align:justify;">Tudo isto não significa necessariamente que haja uma conspiração da Nova Era para conquistar o mundo. Dê ao diabo algum crédito por sua subtileza! Ele raramente é tão explícito.</p>
<p style="text-align:justify;">A primeira coisa que podemos notar sobre a Nova Era é que seu conteúdo é vazio. Stephen Covey com seus Sete Hábitos distingue-se pelo uso repetitivo de termos como sinergia, paradigma e interdependente &#8212; às vezes na mesma sentença. Exemplo: &#8220;Embora você não possa controlar os paradigmas de outros numa interação interdependente do processo sinérgico, um grau elevado de sinergia existe dentro de seu círculo de influência.&#8221; Que significa tudo isto? Não se preocupe com o sentido; soa agradável, logo deverá ter um sentido. Contudo não há sentido, mas as &#8220;intuições holísticas, integradas, centradas em princípio&#8221; de Stephen Covey lhe granjearam uma fortuna.</p>
<p style="text-align:justify;">Poderíamos dispensar tudo isto como palavreado, mas as questões que suscitam são sérias &#8212; à nossa fé e à nossa vida &#8212; e não podemos ignorá-las. O que é a Nova Era? Como se tornou um movimento de massa no final da década dos 80? Aonde vai a Nova Era? Qual deve ser a defesa cristã? Para responder a estas perguntas, precisamos cavar os antecedentes, traçar uma linha através da história recente, entender seus gurus, e recorrer às profecias daquele antigo Livro que ilustra a cena final.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Que é a Nova Era?</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Definir a Nova Era não é fácil. Existe uma variedade de livros sobre a Nova Era, programas de televisão, filmes e músicas influenciadas pela Nova Era. Existem numerosos adeptos da Nova Era, e os que se encontram sob a influência do pensamento da Nova Era. Contudo, muitos deles, ou talvez a maioria deles, desde 1990, têm resistido à etiqueta da &#8220;Nova Era&#8221;. Deve-se admitir que há muitas faces e fases da Nova Era, e poucos aceitariam a definição que vou dar. Com efeito, algumas faces são agradáveis, e muitos adeptos estão na periferia do envolvimento e resistiriam à idéia de que a Nova Era tenha um cerne de ocultismo.</p>
<p style="text-align:justify;">Não obstante, precisamos tentar defini-la&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">A Nova Era é o sincretismo religioso por excelência; que absorve e tenta reconciliar um espectro tão amplo de crenças, práticas, teorias e superstições de muitas faces e muitos adeptos. A Nova Era:</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>•</strong> Leva a bordo todo o conceito da astrologia, até o ponto de utilizar seu nome.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>• </strong>É holística em vários sentidos. Quer ver a remoção de todas as fron teiras no mundo, tanto religiosas como nacionais, e quer unificar a mente, o corpo e o espírito num conceito integrado do indivíduo. Está comprometida com medicina alternativa e várias formas de terapia e pseudo-psicologia. Aspira ter contato com forças universais excluídas ou condenadas pela tradição judaico-cristã.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>• </strong>Utiliza do budismo o conceito do &#8220;deus interior&#8221;. A reverência que seus adeptos mostram pela unidade do ser humano e da criação, e o modo como personaliza a Natureza em expressões como &#8220;Mãe Terra&#8221;, os impelem ao panteísmo.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>• </strong>Do hinduísmo ela adota a reencarnação e técnicas de meditação. A reencarnação dispensa pecado e julgamento, oferecendo uma série de vidas nas quais se livram do &#8220;karma&#8221; negativo; e técnicas de meditação que são usadas para fazer da mente &#8220;uma posse vazia&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>• </strong>Recicla muito do espiritismo do século XIX. Adeptos da Nova Era propõem a idéia de que &#8220;iluminados&#8221; vivos tornam-se &#8220;canalizadores&#8221; (médiuns) para &#8220;iluminados&#8221; falecidos, &#8220;mestres&#8221; ou &#8220;cristos&#8221;. Assim os adeptos mais destacados terão o poder de &#8220;canalizar&#8221; algum &#8220;mestre&#8221; ou &#8220;guru&#8221; falecido.4</p>
<p style="text-align:justify;">A raiz original do movimento combinando hinduísmo, budismo e o ocultismo se encontra na Sociedade Teosófica de Mme. Helena Blavatsky, fundada nos Estados Unidos em 1875.5 Mas não é provável que a Sociedade Teosófica jamais tivesse mais de cem mil adeptos. Agora a Nova Era espalha-se pelo planeta como um miasma, contando milhões entre seus adeptos.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Como a Nova Era se tornou um movimento de massa?</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Durante a era da Guerra do Vietnã, a geração dos anos 60 tornou-se pacifista, beatniks, hippies e filhos das flores. Os flautistas desta geração foram os Beatles. No final da década as palavras absurdas de suas primeiras canções cederam lugar a mensagens esotéricas. Tinham começado a passar verões em ashrams na Índia aos pés de gurus. No auge de sua popularidade nas nações ocidentais, George Harrison e John Lennon estavam introduzindo a sabedoria esotérica do Oriente nas melodias de seus discos vendidos aos milhões.</p>
<p style="text-align:justify;">Subitamente o vocabulário do hinduísmo e do budismo estava na moda; reencarnação, yoga, meditação transcendental e outros.</p>
<p style="text-align:justify;">No começo dos anos 70, os gurus partiam da Índia para os Estados Unidos com passagem somente de ida. Em todas as nações ocidentais a canção &#8220;Hair&#8221; estava no ar. Todo mundo estava cantando &#8220;É o raiar da era de Aquário&#8230;&#8221;, poucos entendendo o que significava.</p>
<p style="text-align:justify;">A geração psicodélica dos anos 70 aceitou as premissas dos beatniks dos anos 60, e edificou sobre elas. Qualquer um da vanguarda praticava meditação transcendental. Havia yogas para todas as ocasiões: yoga mantra, yoga sidhi e yoga tantra. A astrologia tornou-se a indústria de maior crescimento.</p>
<p style="text-align:justify;">Nos terrenos das universidades ocidentais mais pessoas acreditavam na reencarnação do que na ressurreição.</p>
<p style="text-align:justify;">Com o passar do tempo, tornou-se aparente que além da religião oriental e astrologia, o ocultismo também estava envolvido no novo movimento.6</p>
<p style="text-align:justify;">Pessoas como o ocultista britânico Benjamin Creme e o cientologista norte-americano L. Ron Hubbard não podiam acreditar que suas idéias vetustas subitamente estivessem na moda. Creme cunhou o termo &#8220;Nova Era&#8221; por volta de 1977, anunciando que pelo fim do milênio a era do Peixe (cristianismo) seria substituída pela era de Aquário (a Nova Era), na qual um novo messias presidiria sobre uma nova ordem mundial.</p>
<p style="text-align:justify;">Foi necessário o materialismo crasso dos anos 80 &#8212; Thatcherismo, Reaganismo, o Milton Friedmanismo &#8212; para fazer da Nova Era um movimento de massa. A cultura Yuppie era uma dieta inadequada para o espírito humano e as pessoas reagiram. Ao passo que na Europa Oriental o público passou do comunismo para o cristianismo, no Ocidente, uma espiritualidade pagã ganhava terreno. A Nova Era tinha, com efeito, se tornado uma religião bem talhada para uma geração com evidente falta de idealismo político, com opinião desgastada do cristianismo, que tinha perdido sua orientação.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Para onde vai a Nova Era?</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Benjamin Creme é enfático em dizer que o Senhor Maitreya aguarda o momento de presidir sobre a nova ordem. Ele será, diz Creme, uma combinação do Cristo que volta, esperado pelos cristãos, do Messias esperado pelos judeus, do Imam Mahdi esperado pelos muçulmanos, o Krishna esperado pelos hinduístas e o novo Buda esperado pelos budistas. Os anos que precedem o ápice dos milênios serão decisivos.<br />
Mas para nós a questão decisiva agora é: Que dizem a Bíblia e o Espírito de Profecia sobre esta questão?</p>
<p style="text-align:justify;">Em Seu sermão escatológico registrado em cada um dos evangelhos sinóticos, Jesus profetizou a vinda de &#8220;falsos cristos e falsos profetas&#8221; nos tempos do fim; bem como vindas em lugares secretos ou no deserto. Em II Tessalo-nicenses 2:9-12, Paulo prediz que o aparecimento do &#8220;homem do pecado&#8221; seria acompanhado por todo &#8220;poder, e sinais e prodígios da mentira&#8221; e &#8220;com todo engano&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">Apocalipse 13:13 indica que grandes sinais acompanhariam as atividades das duas bestas na cena final. A presença do &#8220;dragão&#8221; no triunvirato maligno que operaria contra o povo de Deus (Apocalipse 16:13-15) indica que Satanás se envolverá diretamente no conflito final com o povo de Deus; demônios, de algum modo, operando direta- mente no grande conflito final.</p>
<p style="text-align:justify;">O capítulo 34 de O Grande Conflito delineia o papel dos demônios. Uma amplificação maior é provida: &#8220;Aparições terríveis de um caráter sobrenatural&#8230;&#8221; A descrição culmina nas palavras: &#8220;Como ato culminante do drama de engano, Satanás mesmo personificará a Cristo&#8221;7.</p>
<p style="text-align:justify;">Poderia o movimento da Nova Era ser quem facilitará esta intervenção satânica?</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Qual é a defesa do cristão?</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Um efeito positivo que o movimento da Nova Era tem tido sobre a igreja cristã é que ele fez com que muitos evangélicos reexaminassem as doutrinas da imortalidade da alma e do fogo eterno. Em seu livro Essentials (Hodder, 1988), o evangélico preeminente se declara contra ambas. A imortalidade da alma, ele reconhece, tem aberto espaço no quadro que a Nova Era preenche. O professor John Hick, em Death and Eternal Life (Macmillan, 1982), deriva os conceitos gêmeos da imortalidade da alma e de um inferno eterno da religião primitiva e da mitologia greco-romana.</p>
<p style="text-align:justify;">Mas o apóstolo Paulo delineia a melhor defesa cristã contra a Nova Era. No mundo do primeiro século, Éfeso era o centro do ocultismo.8 Era, nas palavras de Shakespeare, cheia de &#8220;feiticeiros que operam no escuro&#8221;. Algum tempo depois de sua estada de três anos na cidade, e apesar da fogueira de livros de magia (Atos 19:19), Paulo ainda sentia a necessidade de lembrar aos efésios que &#8220;nossa luta não é contra o sangue e a carne, e, sim, contra principados e potestades, contra os dominadores deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">E isto descreve bem a Nova Era. Enquanto comentaristas procuram os protagonistas &#8212; políticos, gurus, professores, magnatas de Hollywood &#8212; de conspiração da Nova Era, os conspiradores reais escapam da identificação. Não são seres de carne e sangue. São &#8220;entidades&#8221; possuídas de uma inteligência infinitamente maior. O conspirador principal é o próprio Satanás. O objetivo da conspiração é influenciar nossas mentes pela educação e a mídia, restringir nossas liberdades através de políticos velhacos e poderes político-religiosos, tentar destruir o povo de Deus e imitar a segunda vinda de Cristo. Estereotipamos ou ignoramos esta ameaça para nosso risco.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>David Marshall (Ph.D., Universidade de Hull) é editor-chefe da Casa Publicadora de Stanborough, Inglaterra, e autor de muitos artigos e livros, incluindo The Devil Hides Out (Autumn House, 1991), New Age Versus the Gospel (Autumn House, 1993) e Footprints of Paul (Autumn House, 1995).</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Notas e referências</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>1.</strong> The London Independent, domingo, 8 de janeiro de 1995.<br />
<strong>2.</strong> The London Sunday Times, 12 de fevereiro, 1995.<br />
<strong>3.</strong> Ver Walter Martin, The New Age Cult (Minneapolis, Minn.: Bethany House, 1989), págs. 20-21, 58, 85; também o Sunday Express de Londres, 19 de julho de 1992, pág. 17.<br />
<strong>4.</strong> Para uma definição mais ampla, ver o capítulo intitulado &#8220;Designer Religion&#8221; em meu New Age Versus the Gospel (Autumn House, 1993).<br />
<strong>5.</strong> A mais recente monografia erudita sobre este movimento é Madam Blavatsky&#8217;s Baboon: Theosophy and the Emergence of the Western Guru, de Peter Washington (Secker, 1993).<br />
<strong>6.</strong> Isto é documentado em meu livro The Devil Hides Out: New Age and the Occult: A Christian Perspective (Autumn House, 1991).<br />
<strong>7.</strong> Ellen G. White, O Grande Conflito (Tatuí, São Paulo: Casa Publicadora Brasileira, 1988), pág. 624.<br />
<strong>8.</strong> UpVer David Marshall, Footprints of Paul (Autumn House, 1995), págs. 59-63.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://dialogue.adventist.org/articles/07_3_marshall_p.htm" target="_blank">Diálogo</a></p>
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		<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 18:59:25 +0000</pubDate>
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		<title>Destino Eterno: Em que sentido o castigo dos ímpios será eterno?</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 18:18:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Blog Sétimo Dia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Inferno]]></category>

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		<description><![CDATA[Muitas pessoas associam o “castigo eterno” (Mt 25:46) com a crença popular de um inferno no qual os ímpios serão queimados por toda a eternidade. Mas, sendo assim, por que o pecado, que não é eterno, teve um início mas nunca poderá &#8230; <a href="http://setimodia.wordpress.com/2012/01/30/destino-eterno-em-que-sentido-o-castigo-dos-impios-sera-eterno/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=setimodia.wordpress.com&amp;blog=3973270&amp;post=16905&amp;subd=setimodia&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><a href="http://setimodia.files.wordpress.com/2012/01/hellfire.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-16907" style="margin-top:1px;margin-bottom:1px;" title="hellfire" src="http://setimodia.files.wordpress.com/2012/01/hellfire.jpg?w=640" alt=""   /></a>Muitas pessoas associam o “castigo eterno” (Mt 25:46) com a crença popular de um inferno no qual os ímpios serão queimados por toda a eternidade. Mas, sendo assim, por que o pecado, que não é eterno, teve um início mas nunca poderá ter fim? Por que uma criança que viveu apenas 12 anos neste mundo e morreu deveria ser submetida às chamas torturantes do inferno por toda a eternidade, à semelhança dos maiores criminosos da História? Não estaria essa crença medieval distorcendo o conceito bíblico de um Deus justo e amoroso?</p>
<p style="text-align:justify;"><span id="more-16905"></span>É certo que a Bíblia relaciona o “castigo eterno” dos ímpios com o “fogo eterno” (Mt 18:8; 25:41) ou “fogo inextinguível” (Mc 9:43) que os haverá de destruir após o milênio (Ap 20:7-15). Mas esse fogo será “inextinguível” no sentido de que não se apagará enquanto não houver cumprido completamente a sua missão destruidora. Será “eterno” em suas conseqüências. Aqueles que forem por ele destruídos jamais voltarão à existência. Judas 7 coloca a destruição de Sodoma, Gomorra e das cidades circunvizinhas (ver Gn 19:1-29), que não estão queimando até hoje, como um “exemplo do fogo eterno”.</p>
<p style="text-align:justify;">“A Bíblia esclarece que a sentença punitiva de cada impenitente será diretamente proporcional às suas obras” (Ap 20:11-15; ver também Mt 25:41-46). Cristo declara, em linguagem metafórica, que alguns serão castigados no juízo final com “poucos açoites” e outros com “muitos açoites” (Lc 12:47 e 48). E o livro do Apocalipse afirma que o diabo, a besta e o falso profeta “serão atormentados de dia e de noite, pelos séculos dos séculos” (Ap 20:10). Mas mesmo esse tormento mais prolongado haverá de os destruir completamente, não deixando deles “nem raiz nem ramo” (Ml 4:1). O pecado e o sofrimento tiveram um início, e terão também um fim. Chegará o dia em que não haverá mais “lágrimas”, nem “luto, nem pranto, nem dor” (Ap 21:4).</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Texto de autoria do Dr. Alberto Timm, publicado na Revista Sinais dos Tempos, maio/junho de 2001. p. 30.</strong></p>
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			<media:title type="html">Seventh Day</media:title>
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		<title>Amor ou paixão cega? Como diferenciá-los</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 16:27:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Blog Sétimo Dia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Namoro Cristão]]></category>
		<category><![CDATA[Paixão]]></category>
		<category><![CDATA[Amor]]></category>
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		<description><![CDATA[“Como posso saber se estou realmente amando?”, perguntou um leitor ao colunista de um jornal. E a resposta foi: “Se precisa perguntar, então não está amando.” A inadequação da resposta é aterradora, ainda assim muitos continuam pensando que quando o &#8230; <a href="http://setimodia.wordpress.com/2012/01/30/amor-ou-paixao-cega-como-diferencia-los/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=setimodia.wordpress.com&amp;blog=3973270&amp;post=16902&amp;subd=setimodia&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><a href="http://setimodia.files.wordpress.com/2012/01/amor-ou-paixc3a3o.jpg"><img class="alignleft  wp-image-16903" style="margin-top:1px;margin-bottom:1px;" title="amor ou paixão" src="http://setimodia.files.wordpress.com/2012/01/amor-ou-paixc3a3o.jpg?w=203&#038;h=270" alt="" width="203" height="270" /></a>“Como posso saber se estou realmente amando?”, perguntou um leitor ao colunista de um jornal. E a resposta foi: “Se precisa perguntar, então não está amando.” A inadequação da resposta é aterradora, ainda assim muitos continuam pensando que quando o amor os acertar, ele será percebido! Na verdade, a coisa não é bem assim.</p>
<p style="text-align:justify;">Estudos mostram que a maioria das pessoas tende a considerar os relacionamentos passados como paixões e o atual como amor verdadeiro. <span id="more-16902"></span>Outra pesquisa descobriu que a média das experiências de pessoas que vivem paixões é de seis a sete vezes, ao passo que as do amor verdadeiro é de uma a duas vezes. Você pode ter vivenciado muitos romances, mas o ponto é: Como pode afirmar se seu amor é verdadeiro ou apenas uma paixão efêmera?</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Amor e paixão possuem sintomas similares</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Amor e paixão possuem algo em comum &#8211; sentimentos fortes de afeição por alguém &#8211; o que complica a questão de perceber as diferenças, porquanto muitos dos sintomas se sobrepõem uns aos outros. A maioria das paixões arrebatadas e cegas pode conter uma porção de amor verdadeiro e o amor verdadeiro pode incluir muitos dos sintomas encontrados na paixão. Então, as diferenças entre amor e paixão são freqüentemente verificadas em grau, mais do que em definição. Portanto, devem-se examinar todas as evidências com extrema cautela.</p>
<p style="text-align:justify;">Amor e paixão compartilham três sintomas: atração sexual, desejo de estar próximo e emoções fortes.</p>
<p style="text-align:justify;"><em>Atração sexual.</em> A atração sexual pode estar presente sem o amor verdadeiro. É inteiramente possível, particularmente para o homem, ter um forte desejo sexual por uma mulher que ele antes não conhecia. Abraçar e acariciar aumenta a urgência dos sentimentos eróticos até que o sexo domine a relação. A paixão, por si só, não é indicação de amor verdadeiro. A atração sexual pode ser tão importante na paixão quanto no amor verdadeiro, e às vezes pode ser até dominante. O amor deve estar baseado em mais do que atração sexual ou paixão cega.</p>
<p style="text-align:justify;">Além disso, ninguém pode manter uma paixão por muito tempo e com tamanha intensidade, mesmo que jurem fazê-lo. Se todos os casais vão à procura de paixão, o relacionamento possivelmente terminará em poucos meses. Se um casal pretende chegar ao matrimônio baseando-se no ímpeto inicial da atração sexual, aprenderá que quando a paixão acabar, nada haverá que os mantenha unidos.</p>
<p style="text-align:justify;"><em>Desejo de proximidade.</em> O desejo de proximidade pode tornar-se imprescindível tanto na paixão como no amor verdadeiro. Você pode desejar estar junto à pessoa amada o tempo todo, temendo o momento em que se apartará dela. Você pode sentir-se vazio e sozinho quando seu(sua) amado(a) não está com você, mas isso não é necessariamente uma indicação de amor verdadeiro. O desejo de estar próximo pode ser tão forte na paixão quanto no amor verdadeiro.</p>
<p style="text-align:justify;"><em>Emoções fortes.</em> As pesquisas confirmam que experimentamos diferentes sintomas físicos no princípio da paixão. Sensações como caminhar nas nuvens quando tudo vai bem e sentir-se doente quando tudo vai mal; arrepios subindo e descendo pela coluna vertebral, incapacidade de concentração, dores no estômago ou dificuldade de comer, são sintomas muito comuns, mas as emoções fortes ocorrem tão freqüentemente na paixão quanto no amor verdadeiro, embora sentimentos inexplicáveis e emoções fortes indiquem mais a paixão. O amor verdadeiro abriga mais que uma mistura de sentimentos inexplicáveis, e se mantém após a diminuição das emoções fortes.</p>
<p style="text-align:justify;">Se você está sozinho(a), entediado(a) ou tentando superar o rompimento de um romance, mostra-se mais vulnerável a interpretar um novo romance como amor verdadeiro, ainda que esse seja pouco mais que paixão. Se você é inseguro(a) ou possui baixa auto-estima, deve ficar alerta. Pessoas maduras, bem como aquelas que possuem elevada auto-estima, podem ser enganadas por uma paixão, mas têm mais chances de reconhecer a diferença entre o amor verdadeiro e a paixão.</p>
<p style="text-align:justify;">Não fique com a impressão de que a paixão seja de todo ruim. Pode ser uma agradável e divertida experiência se reconhecê-la como tal &#8211; um curto interlúdio de uma fantasia romântica. Dando-se tempo suficiente, ela irá passar ou se desenvolverá num relacionamento verdadeiro que envolverá mais que um ímpeto de emoções. Lembre-se de que alguns relacionamentos que começam como paixão, desenvolvem-se em amor verdadeiro com o passar do tempo, enquanto são postos à prova.</p>
<p style="text-align:justify;">O amor verdadeiro difere da paixão na medida em que provê tempo e espaço para reconhecer as boas qualidades bem como as falhas do amigo(a) especial. Comprometer-se com, ter relações sexuais com, viver com, ou casar-se com alguém baseado nesses sentimentos precoces, é pura tolice e irá resultar em conseqüências previsíveis e negativas.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Identificando a realidade</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Durante a década de 1820, os mineiros da Corrida do Ouro ocasionalmente confundiram sulfeto de ferro com ouro. O sulfeto de ferro ou ouro dos tolos, como é chamado, pode ser detectado ao ser colocado numa panela quente. Enquanto o sulfeto espouca, desprende fumaça e emite um forte mau cheiro, o ouro verdadeiro não será danificado pelo calor e também não produzirá odor insuportável. Infelizmente, você não pode colocar a sua relação amorosa numa panela quente, para ver se ele produz um odor ruim, mas pode testá-lo seguindo estes nove fatores:</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>1.</strong> <em>O amor se desenvolve lentamente; a paixão, rapidamente.</em> A maioria das pessoas pensa que o apaixonar-se ocorre repentina e intensamente. Paulo diz: “Fiquei apaixonado no exato minuto em que a vi ontem. Ela parecia exatamente aquilo com que eu havia sempre sonhado. Senti como se a conhecesse há muito.”</p>
<p style="text-align:justify;">A avaliação de Paulo não permanecerá válida durante um ano após o encontro. Por quê? Porque o amor cresce e crescimento leva tempo. É impossível realmente conhecer uma pessoa após poucos encontros. Inicialmente, num relacionamento, as pessoas demonstram seu melhor comportamento. Os traços desagradáveis de caráter ficam ocultos e sob controle. Demanda meses ver uma pessoa em diferentes circunstâncias antes de você conhecê-la bem. Muitas pessoas escondem com sucesso traços de personalidade negativos até após o casamento.</p>
<p style="text-align:justify;">Não tire conclusões precipitadas. Permita que seu relacionamento cresça sem pressa. Comecem como amigos e não tentem saltar etapas. Os encontros mantidos com tranqüilidade tornam os relacionamentos agradáveis, e tais amizades podem levar ao verdadeiro amor que se assemelha à paixão em intensidade, mas em realidade possui raízes profundas.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>2.</strong> <em>O amor se apóia na compatibilidade; a paixão, na química e na aparência.</em> Steve sentiu-se atraído ao conhecer uma bela garota. Conforme suas próprias palavras, ele sentiu uma química instantânea. “Ou você sente a química ou não. Eu senti no minuto em que a vi.” De onde Steve tirou a idéia de que química e amor são a mesma coisa? De filmes, talvez!</p>
<p style="text-align:justify;">Essa “dependência química” para guiá-lo na direção do amor é tola e perigosa. A química está baseada mais no físico ou na atração sexual. Há necessidade de uma faísca de atração entre vocês, que os faz sentir mais vivos que nunca dantes, mas basear um casamento apenas nisso é ridículo.</p>
<p style="text-align:justify;">Você pode sentir-se fortemente atraído por alguém que acaba de conhecer e gostar de tudo nesta pessoa, mas há um longo caminho a percorrer antes de poder amá-la. O verdadeiro amor inclui química, mas brota de outros fatores tais como: caráter, personalidade, emoções, idéias e atitudes. Quando você está apaixonado, fica interessado na forma como o outro pensa e responde às situações, aos valores que vocês possuem em comum. Você observa suas atitudes com relação à família, sexo, dinheiro e amigos, bem como nos interesses comuns, origem similar e educação. Quanto mais têm em comum, maiores serão as chances de um verdadeiro amor.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>3.</strong> <em>O amor centraliza-se numa pessoa; a paixão pode envolver várias.</em> Uma pessoa apaixonada pode sentir-se “caída” por duas ou mais pessoas ao mesmo tempo. Essas pessoas freqüentemente diferem em personalidade em grau acentuado. Jan diz que está apaixonada por dois garotos, mas não consegue escolher entre eles. Steve é maduro, estável e responsável, entretanto Reggie é um irresponsável e incorrigível paquerador. Jan não está apaixonada por eles. Alguma coisa a atrai para o namorador, enquanto seus instintos maduros mostram-lhe que as qualidades de Steve possuem maior importância. Ela combina suas qualidades e pensa estar apaixonada pelos dois. O amor verdadeiro centraliza-se apenas numa pessoa, na qual caráter e personalidade possuem as qualidades essenciais. Você não tem como combinar diferentes pessoas para formar uma ideal.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>4.</strong> <em>O amor cria segurança; a paixão produz insegurança.</em> Enquanto o amor trabalha segundo o princípio da confiança, a paixão luta com a insegurança e pode tentar controlar o outro através dos ciúmes. Isso não significa que quando você está realmente apaixonado, jamais sentirá ciúmes, mas esse é menos freqüente e severo. O amor verdadeiro confia. Alguns se sentem lisonjeados com cenas de ciúmes, pensando ser isso um indicativo do amor verdadeiro. Ciúmes, entretanto, significam sentimentos de insegurança e auto-estima nada saudáveis, bem como possessividade. O amor verdadeiro não funciona assim.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>5.</strong> <em>O amor reconhece as realidades; a paixão as ignora.</em> O amor verdadeiro vê os problemas diretamente, sem minimizar sua seriedade, enquanto que a paixão ignora as diferenças de âmbito social, étnico, educacional ou religioso. Algumas vezes isso exerce pressão sobre alguém casado. A paixão argumenta que tal coisa não importa. Um casal enamorado, entretanto, enfrenta os problemas de forma franca. Quando um problema ameaça seu relacionamento, eles o discutem abertamente e o resolvem de forma inteligente. Negociam antecipadamente as soluções.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>6.</strong> <em>O amor motiva um comportamento positivo; a paixão tem efeitos destrutivos.</em> O amor é construtivo e manifesta o seu melhor. Ele provê nova energia, ambição e interesse na vida. O amor estimula a criatividade, interesse em crescimento e desenvolvimento pessoal, e leva você a agir de forma digna. Gera auto-estima, confiança e segurança, e o impulsiona rumo ao sucesso. Você estuda mais, planeja mais efetivamente, e poupa mais diligentemente. A vida adquire propósito e significado adicionais. Você pode sonhar acordado, mas permanece ligado à realidade e trabalha em seu mais alto nível.</p>
<p style="text-align:justify;">A paixão tem efeito destrutivo e desorganizador. Você será menos efetivo, menos eficiente, e incapaz de desenvolver seu verdadeiro potencial. Ele se desenvolve em sonhos irreais que fazem você se esquecer das realidades da vida, do trabalho, do estudo, de suas responsabilidades e de seu dinheiro.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>7.</strong> <em>O amor reconhece as falhas; a paixão as ignora.</em> O amor reconhece as finas qualidades no outro e as idealiza de certa maneira, mas não o considera isento de falhas. As faltas são admitidas, mas o respeito e admiração pelas boas qualidades se sobrepõem às más. A paixão impede você de ver qualquer erro. Você idealiza a tal ponto, que se recusa a admitir faltas e defende o seu(sua) amado(a) de todas as críticas. Admira tanto uma ou duas qualidades, que chega a se enganar acreditando que essas possam sobrepor-se às faltas. O amor torna-o capaz de querer, a despeito de todas as faltas, mas não o cega em relação à realidade.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>8.</strong> <em>O amor controla os contatos físicos; a paixão os explora.</em> O amor verdadeiro ajuda o casal a se controlar nas românticas expressões de intimidade. Ambos se respeitam mutuamente, tanto que limitam seu desejo por intimidade de maneira voluntária. A paixão exige intimidade muito mais cedo. Além do mais, tal intimidade torna-se algo de menor importância no relacionamento de um casal que se ama, em contraste com um par apaixonado. A razão para isso é que a paixão depende, em larga escala, da atração física e a excitação acaba levando a abraços e carícias. As pessoas que a experimentam pela primeira vez, pensam que deva ser algo muito especial e supõem estar amando. Elas ignoram o fato de que seus valores, metas e crenças podem estar em discordância. Caso se casem baseados somente na atração física, irão descobrir que seu interesse sexual declinará e as discordâncias aumentarão.</p>
<p style="text-align:justify;">Ainda que o amor verdadeiro inclua atração física, ele advém de outros fatores. O contato físico de um casal amante possui normalmente mais um profundo significado do que mero prazer. O contato físico para um apaixonado freqüentemente se torna a razão da relação. O prazer domina a experiência.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>9.</strong> <em>O amor obtém a aprovação da família e amigos; a paixão gera reprovação.</em> Se os pais ou os amigos não aprovam, tenha cuidado! Se eles estão convencidos de que você fez uma má escolha, estarão provavelmente corretos. Casamentos que carecem das bênçãos dos pais experimentam um alto índice de fracasso. Um pesquisador comparou as reclamações de casais felizes com as de casais divorciados. Os divorciados tendem a reclamar quase quatro vezes mais de que seus cônjuges não possuem nada em comum com os seus amigos. Descobriu-se também que casais felizes enfrentam bem menos problemas com parentes. Se parentes e amigos discordam, tome cuidado. Se aprovam, aceite com carinho.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Dê um tempo</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Se você analisa seu relacionamento, mas ainda não consegue decidir se se trata de amor verdadeiro ou não, dê tempo ao tempo. A paixão quer acelerar o relacionamento. As emoções fortes anulam o bom senso e tentam apressar um comprometimento que mais tarde trará arrependimento. O amor verdadeiro pode sobreviver ao teste do tempo (dois anos de namoro) para garantir que você esteja apto para o casamento. O tempo traz experiência e perspectiva.</p>
<p style="text-align:justify;">Todos os anos milhares de casais sobem ao altar; seus olhos estão radiantes de alegria, prometendo amor e fidelidade para sempre, não percebendo que cometem o maior erro de suas vidas. O que sucederá aos seus deslumbrados e persistentes olhares, às ternas promessas, aos beijos apaixonados e sussurros de amor?</p>
<p style="text-align:justify;">Muitos falham em compreender que ninguém fica “caidinho”. A decisão de amar é sua, de pensar a respeito, de investir tempo nisso e de possuir fortes sentimentos por alguém. Apaixonar-se é a parte mais fácil e divertida do amor. A parte difícil, o comprometimento de um amor incondicional à uma pessoa imperfeita, permanece. O amor genuíno diz: “Eu o amarei mesmo quando você falhar em suprir as minhas necessidades, em me rejeitar ou ignorar, em comportar-se estupidamente, em fazer escolhas que eu não faria, em discordar de mim e me tratar injustamente. Apesar disso eu o amarei para sempre.”</p>
<p style="text-align:justify;">Essa espécie de amor é um presente criativo de Deus para nós, e pode ser apreciado em sua totalidade apenas dentro do respaldo e da segurança do casamento. Somos apenas capazes de amar porque Ele nos amou primeiro. Firme-se primeiramente nEle e então terá menos chances de se desapontar no amor, e mais chances de encontrar nele a satisfação em seu jornadear terreno.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Nancy L. Van Pelt, CFLE, é autora de muitos livros, incluindo Smart Love: A Field Guide for Single Adults, do qual este artigo foi extraído e adaptado. Você pode entrar em contato com Nancy no http://www.heartnhome.com.</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://dialogue.adventist.org/articles/18_2_vanpelt_p.htm" target="_blank">Diálogo</a></p>
<br />Filed under: <a href='http://setimodia.wordpress.com/category/familia/namoro-cristao-familia/'>Namoro Cristão</a>, <a href='http://setimodia.wordpress.com/category/paixao/'>Paixão</a> Tagged: <a href='http://setimodia.wordpress.com/tag/amor/'>Amor</a>, <a href='http://setimodia.wordpress.com/tag/namoro-cristao/'>Namoro Cristão</a>, <a href='http://setimodia.wordpress.com/tag/paixao-2/'>paixão</a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/setimodia.wordpress.com/16902/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/setimodia.wordpress.com/16902/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/setimodia.wordpress.com/16902/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/setimodia.wordpress.com/16902/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/setimodia.wordpress.com/16902/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/setimodia.wordpress.com/16902/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/setimodia.wordpress.com/16902/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/setimodia.wordpress.com/16902/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/setimodia.wordpress.com/16902/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/setimodia.wordpress.com/16902/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/setimodia.wordpress.com/16902/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/setimodia.wordpress.com/16902/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/setimodia.wordpress.com/16902/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/setimodia.wordpress.com/16902/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=setimodia.wordpress.com&amp;blog=3973270&amp;post=16902&amp;subd=setimodia&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Seria a Bíblia o produto de uma congregação de cientistas e filósofos com a ajuda do  suposto “Deus” Judeu?</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Jan 2012 00:50:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Blog Sétimo Dia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bíblia Sagrada]]></category>
		<category><![CDATA[Perguntas e Respostas Bíblicas]]></category>

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		<description><![CDATA[Os adeptos da “alta crítica” e do “método crítico-histórico” de interpretação bíblica obliteram o elemento sobrenatural das Escrituras. As profecias bíblicas são por eles consideradas como sendo escritas após os eventos preditos por elas terem sido cumpridos. Os relatos dos milagres bíblicos, &#8230; <a href="http://setimodia.wordpress.com/2012/01/27/seria-a-biblia-o-produto-de-uma-congregacao-de-cientistas-e-filosofos-com-a-ajuda-do-suposto-deus-judeu/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=setimodia.wordpress.com&amp;blog=3973270&amp;post=16893&amp;subd=setimodia&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><a href="http://setimodia.files.wordpress.com/2012/01/bc3adblia.jpg"><img class="alignleft  wp-image-16894" style="margin-top:1px;margin-bottom:1px;" title="bíblia" src="http://setimodia.files.wordpress.com/2012/01/bc3adblia.jpg?w=240&#038;h=134" alt="" width="240" height="134" /></a>Os adeptos da “alta crítica” e do “método crítico-histórico” de interpretação bíblica obliteram o elemento sobrenatural das Escrituras. As profecias bíblicas são por eles consideradas como sendo escritas após os eventos preditos por elas terem sido cumpridos. Os relatos dos milagres bíblicos, por sua vez, são tidos como meras ilustrações retóricas de realidades espirituais. Conseqüentemente, a Bíblia não é mais considerada por tais indivíduos como uma revelação proposicional e normativa de Deus para os seres humanos, mas simplesmente como o produto da própria cultura religiosa em que foi concebida.</p>
<p style="text-align:justify;"><span id="more-16893"></span>Mesmo refletindo componentes das várias culturas daquela época, a própria Bíblia reivindica para si a prerrogativa de ser a revelação divina para os seres humanos de todas as épocas e lugares. Centenas de vezes aparecem, ao longo do texto bíblico, expressões como “assim diz o Senhor”, “palavra do Senhor” e outras similares, para confirmar que o conteúdo transmitido pelo profeta era resultante de uma comunicação proposicional da parte de Deus (ver Hb 1:1 e 2). Em I Pedro 1:20 e 21 é dito que “nenhuma profecia da Escritura provém de particular elucidação; porque nunca jamais qualquer profecia foi dada por vontade humana; entretanto, homens [santos] falaram da parte de Deus, movidos pelo Espírito Santo”.</p>
<p style="text-align:justify;">Que o conteúdo das Escrituras não era normativo apenas para a cultura daquela época é evidente na própria comissão deixada por Cristo: “Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações&#8230;; ensinando-os a guardar todas as coisas que vos tenho ordenado. E eis que estou convosco todos os dias até à consumação do século” (Mt 28:19-20). Cristo não teria comissionado os Seus seguidores a ensinar a “todas as nações” se tais ensinos não fossem normativos para todas essas nações!</p>
<p style="text-align:justify;">Com base no que a Bíblia diz a respeito de si mesma, somos levados a crer que ela não é um simples produto da cultura religiosa ou filosófica daquela época. Ela é, em realidade, a revelação proposicional e normativa de Deus, em linguagem humana, a todos os seres humanos de todos os tempos e lugares. Mas essa pressuposição básica não nos deve impedir de fazermos uma cuidadosa distinção entre os princípios universais e as aplicações temporais desses princípios encontrados no conteúdo das Escrituras.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Texto de autoria do Dr. Alberto Timm, publicado na Revista Sinais dos Tempos, fevereiro de 1999, p. 29.</strong></p>
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		<title>A ligação mente-corpo: algumas descobertas recentes</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Jan 2012 18:23:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Blog Sétimo Dia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência e Religião]]></category>
		<category><![CDATA[Ellen G. White]]></category>
		<category><![CDATA[Fractal]]></category>

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		<description><![CDATA[A desgraça nos atinge sem aviso prévio. Tad, nosso filho mais jovem, nos havia trazido muita alegria. Enquanto observávamos seu crescimento, alimentávamos grandes esperanças quanto ao futuro. Embora estivéssemos preocupados com seu crescente número de tropeções e quedas, jamais suspeitávamos &#8230; <a href="http://setimodia.wordpress.com/2012/01/27/a-ligacao-mente-corpo-algumas-descobertas-recentes/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=setimodia.wordpress.com&amp;blog=3973270&amp;post=16884&amp;subd=setimodia&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><a href="http://setimodia.files.wordpress.com/2012/01/corpo-mente.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-16888" style="margin-top:1px;margin-bottom:1px;" title="corpo mente" src="http://setimodia.files.wordpress.com/2012/01/corpo-mente.jpg?w=640" alt=""   /></a>A desgraça nos atinge sem aviso prévio. Tad, nosso filho mais jovem, nos havia trazido muita alegria. Enquanto observávamos seu crescimento, alimentávamos grandes esperanças quanto ao futuro. Embora estivéssemos preocupados com seu crescente número de tropeções e quedas, jamais suspeitávamos que a situação fosse tão séria quanto se tornaria. Depois de intensos exames, os médicos diagnosticaram sua enfermidade como sendo a Síndrome de Niemann-Pick — uma enfermidade degenerativa do cérebro. <span id="more-16884"></span>Tad estava com onze anos. Pouco se sabia sobre essa enfermidade terminal, mas decidi buscar tudo o que fosse possível a respeito. Enquanto os médicos tentavam tratar Tad, assumi a batalha sob outro ângulo. Quis envolver-me com o estado de Tad não apenas emocionalmente, mas também de forma inteligente, para que Tad se sentisse tão confortável e bem tratado quanto possível. Em desespero comecei a estudar anatomia e fisiologia do cérebro. Desejava sondar os mistérios ocultos nessa massa de tecido que atuava como centro de comando da vida de meu filho, de suas atividades e esperanças. A ciência do cérebro subitamente se tornou o foco impulsionador de minha vida.</p>
<p style="text-align:justify;">Tad faleceu seis anos após o diagnóstico, um pouquinho antes de completar seu décimo sétimo aniversário. Embora essa trágica perda deixasse um vazio permanente em nossos corações, a aventura da ciência do cérebro tornou-se-me um catalisador para prover-me de novas percepções sobre a relação mente-corpo. Li todos os livros e artigos que me chegaram às mãos. Assisti conferências e seminários sobre o cérebro. Dissequei o cérebro humano em laboratórios de neuroanatomia. Meu papel como educadora de professores se expandiu, incluindo o conhecimento da neurobiologia do aprendizado. Presentemente, utilizo esse conhecimento para ajudar professores a compreenderem as conexões mente-corpo e facilitar o aprendizado.</p>
<p style="text-align:justify;">Essa pesquisa sobre o cérebro também rendeu uma dissertação doutoral — uma análise comparativa de dois grandes grupos de dados relevantes à educação: a atual pesquisa educacional do cérebro e os conselhos centenários de Ellen G. White aos educadores. Embora esse estudo houvesse comparado dados provenientes de duas perspectivas filosóficas aparentemente dissonantes — naturalismo e teísmo — tal cotejo proveu novas percepções com relação ao vínculo integral entre mente e corpo. O estudo também conduziu a uma postulada conclusão: uma estrutura ativa do tipo fractal (veja a coluna lateral) opera nos processos vitais e pode ser identificada no relacionamento entre mente e corpo.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Uma dinâmica tríade do tipo fractal</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://setimodia.files.wordpress.com/2012/01/fractais.gif"><img class="alignright size-full wp-image-16885" style="margin-top:1px;margin-bottom:1px;" title="fractais" src="http://setimodia.files.wordpress.com/2012/01/fractais.gif?w=640" alt=""   /></a>O tema penetrante que emergiu desse estudo comparativo é que existe uma relação dinâmica entre os três principais componentes da função cerebral — processamento cortical (pensamento de ordem elevada ou pensamento consciente), estimulação física e influência sócio-espírito-emocional1 sobre as funções do cérebro e do corpo através da neuroquímica. Há cerca de cem anos, Ellen G. White referiu-se a essas três funções como as “capacidades físicas, mentais e espirituais”.2</p>
<p style="text-align:justify;">O fato novo a respeito dessa antiga construção triádica diz respeito aos dados científicos que corroboram e/ou negam aquilo que fora simplesmente especulado filosoficamente. Sabíamos intuitivamente que essa totalidade envolve mente, corpo e espírito. Presentemente, com o conhecimento ampliado sobre o cérebro e suas relações com o corpo, o conceito de integralidade pode basear-se numa perspectiva ainda mais objetiva. Com a ajuda de nova tecnologia de imagens cerebrais, podemos agora ver como o cérebro funciona e não apenas nos envolver em especulação baseada em comportamentos exteriores.</p>
<p style="text-align:justify;">O conhecimento obtido a partir da s novas técnicas de imagens aperfeiçoou-se ainda mais, graças ao crescente conhecimento da neuroquímica — o campo que une mente e corpo. Em 1972, a descoberta de Candace Pert sobre o receptor opiáceo abriu caminho para maior compreensão de como os elementos químicos formam, no interior de nossos corpos, uma dinâmica rede de informações que vincula mente e corpo.3 Pert equipara a neuroquímica às emoções — os fenômenos que ocorrem quando um neurônio se comunica com outro e produz atitudes, espírito e ação. As emoções influenciam todo pensamento potencial antes que esse se processe nas áreas corticais de “ordem elevada”, como pensamento consciente.</p>
<p style="text-align:justify;">De que forma as novas percepções sobre mente-corpo-espírito se relacionam com a teoria fractal? Antes de dar essa explicação, talvez um pouco de história ajude a esclarecer aqueles que não se acham familiarizados com o termo fractal.</p>
<p style="text-align:justify;">Quando criança eu costumava gastar tempo com papai num pequeno avião. Desde as alturas, fascinavam-me os padrões observados nos terrenos não cultivados lá embaixo. Anos mais tarde, os padrões vistos a partir do avião ainda apareciam em pequenos pedaços de rocha sobre os quis eu escrevia versos e os oferecia de presente. Posteriormente ainda, arquétipos similares eram evidentes nos microscópios do laboratório de ciência, ou através de telescópios ao observar galáxias e nebulosas muito além da atmosfera terrestre. Esses padrões repetitivos ou tipo fractal, aparentes no micro e no macrocosmo como eu observara ao longo dos anos, tornaram-se mesmo mais significativos depois que li a obra Leadership and the New Science, de Margareth Wheatley, e me familiarizei com a teoria fractal. Seriam esses padrões naturais a evidência de um grande plano organizacional ou desígnio inteligente?</p>
<p style="text-align:justify;">Em meus estudos do cérebro, uma construção mental repetitiva também veio à tona por meio da palavra de numerosos especialistas sobre cérebro e aprendizado, enquanto descreviam a função em nível neuronal dentro do próprio cérebro como um órgão, e holisticamente no relacionamento entre mente e corpo. Seria essa repetição uma evidência de representação fractal adicional?</p>
<p style="text-align:justify;">Os pesquisadores concordavam claramente que três principais funções contribuíam para a realidade humana — intelecto, emoção e atividade física. Entretanto, teria alguém mais alinhado o estudo do cérebro com a teoria fractal? Uma revisão da literatura confirmou a conexão. Mercier, Bieberich, Ferandez e outros também haviam discutido a função fractal num contexto neurocientífico4.</p>
<p style="text-align:justify;">Comparando esses grandes conjuntos de dados, comecei a ver evidências da reciprocidade holística entre mente, corpo e espírito — microscopicamente ao nível celular, anatomicamente na organização do próprio cérebro, e evidentemente no relacionamento entre cérebro e corpo. Examinemos mais detidamente esses três níveis de forma e função, começando com a estrutura anatômica do cérebro.</p>
<p style="text-align:justify;">Na década de 1970, quando Paul MacLean propôs a teoria cerebral triúna, descreveu três níveis para o cérebro — o córtex, o sistema límbico e o tronco cerebral-cerebelo. Nessa época, MacLean cria que cada uma dessas áreas funcionava como um cérebro dentro do cérebro. Desde então, MacLean se uniu a outros na adoção de uma postura diferente. O pensamento atual sugere que cada uma dessas três áreas funciona como parte de um todo dinâmico. Cada uma das áreas depende das outras duas quando ocorre um processamento simultâneo e simbiótico.</p>
<p style="text-align:justify;">Embora o conceito original de MacLean tenha mudado, as três principais áreas por ele identificadas ainda são consideradas as áreas básicas da anatomia cerebral. Cada área é multifuncional e se integra com as outras duas partes e suas funções. Essas três áreas continuam identificadas com as funções principais que têm lugar em cada área.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>O cérebro como órgão fractal</strong></p>
<p style="text-align:justify;">A área cortical do cérebro é comumente identificada como a do pensamento de ordem mais elevada e o pensamento consciente. O centro límbico está associado à emoção, à entrada sensorial provida pelo ambiente e a memória, enquanto que o tronco cerebral e o cerebelo conduzem informações de entrada e saída, dos músculos, órgãos e outros aspectos do corpo físico, e coordenam os movimentos físicos. Em certo sentido, o córtex pode ser visto como o componente mental, a área límbica como o componente emociono-sócio-espiritual, e o tronco cerebral e o cerebelo como o componente físico.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>O neurônio como órgão fractal</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Em escala menor, o fractal mental-físico-espiritual é novamente evidente. A minúscula célula neuronal responde a sinais neuroquímicos (função emocional), decide suas respostas aos sinais (função mental) e atua sobre essa decisão (função física) através da inibição ou transferência da ação potencial. O neurônio não opera apenas nessas três aptidões, mas também influencia e é influenciado profundamente pelos mesmos elementos. O córtex, o sistema límbico e o tronco cerebral-cerebelo estão constantemente afetando o neurônio e sendo afetados pela função neuronal.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Corpo-mente-espírito como órgão fractal</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://setimodia.files.wordpress.com/2012/01/16_2_caviness_p_g2.gif"><img class="alignright size-full wp-image-16886" style="margin-top:1px;margin-bottom:1px;" title="16_2_caviness_p_g2" src="http://setimodia.files.wordpress.com/2012/01/16_2_caviness_p_g2.gif?w=640" alt=""   /></a>Observando o corpo-mente a partir de uma perspectiva mais ampla, vemos que o cérebro (mental) controla a cognição, o corpo (físico) provê os aportes que estimulam a função do cérebro e a neuroquímica (emociono-sócio-espiritual) é criada pela estimulação sensorial — geralmente a partir do ambiente, que ativa os elementos neuroquímicos para que atuem em rede e integrem corpo e cérebro. Inquestionavelmente, a interação entre corpo, mente e espírito afeta suas partes constituintes. Seria verdade que corpo, mente e espírito são afetados por uma representação mais ampla desse postulado fractal? Existe abundante evidência de que essa construção fractal é funcional com os ambientes que cercam o indivíduo. Influências mentais, físicas e espirituais não apenas nos rodeiam; elas também contribuem para a qualidade de nossa capacidade intelectual, de nossa saúde física e para as condições e desenvolvimento emocional, social e espiritual. Considere o impacto ambiental entre essas três realidades.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Estímulos mentais no ambiente</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Examinemos primeiramente a capacidade intelectual. Durante séculos feriu-se o debate entre natureza versus educação, e tradicionalmente a natureza parece ter tomado a dianteira. A grande questão tem sido: O que determina a inteligência: a genética (natureza) ou a influência ambiental (educação)? Novos conhecimentos sobre o aprimoramento e a capacidade cerebral de mudar e crescer indicam que a natureza e a educação são iguais em determinar a capacidade cognitiva. Influências ambientais têm muito a ver com a ativação de funções genéticas que, de outra forma, poderiam permanecer latentes.</p>
<p style="text-align:justify;">Segundo, as influências filosóficas dominantes também exercem papel significativo sobre o estado mental da pessoa. O sistema de crenças dos pais desempenha poderoso impacto sobre as atitudes, hábitos e relacionamentos dos filhos. Mesmo antes de a criança ter explícita memória de ocorrências biográficas, os que cuidam dela moldam implicitamente sua orientação mental em formas que são extremamente difíceis ou mesmo impossíveis de serem mudadas. Além disso, a escola desenvolve as crenças e orientações da sociedade. Essas impressões mentais moldam nossas vidas e, em grande medida, determinam nossas funções vitais.</p>
<p style="text-align:justify;">Terceiro, aquilo que imaginamos que os outros pensam a nosso respeito exerce profundo impacto sobre nosso autoconceito e capacidade de recuperação. O considerável volume da pesquisa atual sobre o perigo dos estereótipos sugere que, consciente ou inconscientemente, a percepção que os outros têm de nós determina nossas atitudes e desempenho. Esse fenômeno se relaciona intimamente com as considerações seguintes.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Estímulos emocionais, sociais e espirituais no ambiente</strong></p>
<p style="text-align:justify;">A inteligência emocional, uma expressão popularizada por Daniel Goleman na década de 1990, representa agora uma bem fundamentada construção na teoria educacional, graças aos novos conhecimentos sobre a função cerebral. O papel da emoção na cognição é inegavelmente profundo. Mas a emoção também desempenha um papel de primeira grandeza em outras disciplinas. O mundo dos entretenimentos aufere gigantescos lucros ao aplicar o apelo emocional às audiências ao redor do mundo. Novos campos de estudos — neurocardiologia, neuroeconomia e neuropsicologia, para citar apenas uns poucos — também é feito uso desse foco relativamente novo sobre a emoção.</p>
<p style="text-align:justify;">Você pode querer saber de que forma a neurociência relaciona a economia com a emoção. Paul Zak, da Claremont Graduate University, explica que prazer e escolha conduzem o mercado de capitais. Confiança é outro fator significativo. Novas pesquisas sobre confiança sugerem que quando duas pessoas confiam uma na outra, elevam-se os níveis de oxitocina de ambas. A oxitocina é um hormônio — um neuroquímico — que produz relaxamento. Sítios receptores dispostos ao longo do cérebro respondem favoravelmente a níveis apropriados desse neurotransmissor, o qual também produz interligações. Que corretor de ações não gostaria de ter um cliente que se vinculasse profissionalmente a ele e, subseqüentemente, à sua empresa?</p>
<p style="text-align:justify;">A pesquisa sobre feromônios e transferência de sinais de variabilidade no ritmo cardíaco, além de outras influências emocionais, sociais e espirituais, continua provendo informações acerca do poderoso papel da neuroquímica em nosso ambiente. Nossa própria neuroquímica não afeta apenas o que nos cerca; o ambiente impressiona igualmente o nosso interior, de modo consciente ou inconsciente. Os benefícios obtidos por níveis positivos de emoções sobre a mente e corpo, aumentam as funções do sistema imunológico, do coração, da respiração e da digestão.</p>
<p style="text-align:justify;">Muitas pesquisas têm abordado o efeito das emoções negativas sobre o corpo e a mente. Martin E. P. Sligman, ex-presidente da Associação Americana de Psicologia, descreve como as emoções negativas podem conduzir à depressão clínica. Em sua investigação sobre formas de corrigir essa tendência ao desequilíbrio emocional, Seligman começou colaborando com Mihaly Csikszentmihalyi, autor de Flow, um livro acerca do valor da experiência motivacional de pico. Juntos prosseguiram enfocando a emoção positiva.</p>
<p style="text-align:justify;">Barbara Fredrickson, da Universidade de Michigan, está presentemente fazendo especialização em psicofisiologia e os efeitos das emoções positivas sobre a mente e o cérebro. Num artigo para a American Scientist,5 Fredrickson menciona pesquisas que sugerem que as emoções positivas promovem a longevidade, o funcionamento individual e coletivo, o bem-estar psicológico e a saúde física. Ela está pesquisando “como e por que” a ‘bondade’ é importante.”6</p>
<p style="text-align:justify;">Emoções negativas — ira, temor, tristeza, etc. — são “experiências extremamente diferentes” que sinalizam respostas autonômicas específicas, evidenciadas pela expressão facial. Emoções positivas — alegria, entretenimento, serenidade, etc. — são “relativamente indiferenciadas” e “não produzem respostas autonômicas distinguíveis”. As emoções negativas tendem a conduzir-nos para alguma atividade sobrevivencial, ao passo que as emoções positivas nos ajudam a “resolver problemas concernentes ao crescimento e desenvolvimento pessoais”.7</p>
<p style="text-align:justify;">As emoções positivas promovem a saúde física, intelectual e psicossocial, que perdura “muito depois de a emoção positiva haver desaparecido”, sugere Fredrickson. Esse efeito positivo provê aumento da capacidade de recuperação e do otimismo, que podem ajudar a desfazer os efeitos danosos das emoções negativas sobre a mente e o corpo.</p>
<p style="text-align:justify;">“Pessoas que sentem regularmente emoções positivas são, de alguma forma, erguidas numa “espiral ascendente” de contínuo crescimento e realização. Elas se “tornam mais úteis aos outros” e podem “transformar as comunidades em organizações sociais mais coesas e harmoniosas, e de moral mais elevado”.8</p>
<p style="text-align:justify;">Há mais de cem anos Ellen White apresentou um conselho similar. Ela afirmou que quando a mente humana se conecta à mente divina, o Espírito Santo habita no coração. Ela explica que nessa ocorrência, o efeito do amor exerce influência poderosa e benéfica sobre a mente e o corpo. Subseqüentemente, forma-se ao nosso redor uma atmosfera salutar para todos os que se aproximam. Emoções negativas, por outro lado, são-nos daninhas e também aos que nos cercam.9</p>
<p style="text-align:justify;">As emoções não apenas servem para transmitir dados neurológicos entre os neurônios dentro do cérebro, mas também entre cérebro e corpo. Elas também se expandem ativamente para a comunidade que nos cerca, influenciando-a. Pesquisas acerca de emoções positivas provêem novo significado para o valor da função espiritual como mantenedora da saúde da mente e do corpo. O culto congregacional, a confiança no poder divino, as pausas para agradecer pelos alimentos antes das refeições, o desvio do foco de si mesmo para as necessidades alheias, etc., podem ser mais benéficos do que até então se admitia. Talvez escolhas desse tipo representem tendências inatas em busca do holismo.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Estímulos físicos do ambiente</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Fisicamente, através do som, tato, paladar, olfato e visão, o ambiente nos estimula à ação, à medida que tentamos sobreviver e desenvolver-nos. O desequilíbrio constitui parte importante desse processo, no sentido de requerer mobilidade através de intercâmbios. Um exemplo tornará mais claro esse ponto.</p>
<p style="text-align:justify;">O Dr. George Javor, bioquímico da Universidade de Loma Linda, Califórnia, sugere que a matéria viva busca constantemente mover-se rumo ao equilíbrio. Contudo, se ela atinge o ponto de equilíbrio e aí permanece, a vida se dissipa.10</p>
<p style="text-align:justify;">James Zull, da Universidade Case Western Reserve, afirma que “movimento é cognição expressa”. Os circuitos internos dos lobos corticais naturalmente movimentam a cognição de forma repetitiva, da integração sensorial para o processamento executivo, e finalmente rumo à ação no centro motor do córtex. Conseqüentemente, as exigências sociais de trabalho e serviço promovem a saúde mental e corpórea.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>A natureza da sobreposição dos estímulos ambientais</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Quem sabe já lhe haja ocorrido que essas três influências ambientais de alguma forma se sobrepõem em a Natureza. De acordo com a teoria fractal, cada componente — mental, emocional, social, espiritual e físico — contém efetivamente elementos dos outros dois componentes.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>O papel vital do serviço</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Há cerca de cem anos, Ellen White promoveu a idéia de que o aprendizado resulta do “harmonioso desenvolvimento das capacidades físicas, mentais e espirituais”.11 Além disso, ela declarou que tal desenvolvimento harmonioso “prepara o estudante para a alegria do serviço neste mundo e para o elevado gozo de um serviço mais amplo no mundo futuro”. O serviço, como o quarto componente no cultivo do desenvolvimento humano, é crítico para a função holística. Como fator de desequilíbrio, mantém um estado saudável.</p>
<p style="text-align:justify;">É vital obter benefícios educacionais, relacionais e físicos; contudo, receber constantemente e não retribuir pode truncar o potencial humano. Como o Mar Morto, se recebermos mas não dermos algo altruisticamente para a comunidade que nos cerca, disso resultarão estagnação e perda de potencial. Quando a unidade humana — mente, corpo e espírito — é acionada em benevolência para com a comunidade da qual é uma parte fractal, garante-se a integridade da substância vital e o potencial humano tende a expandir-se.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Equilibrando a Pirâmide</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://setimodia.files.wordpress.com/2012/01/16_2_caviness_p_g3.gif"><img class="size-full wp-image-16887 aligncenter" title="16_2_caviness_p_g3" src="http://setimodia.files.wordpress.com/2012/01/16_2_caviness_p_g3.gif?w=640" alt=""   /></a>A função holística poderá ocorrer mais provavelmente quando favorecermos o equilíbrio entre mente, corpo e espírito (veja a Figura A). A Figura B mostra como uma parte da tríade fractal pode absorver as outras duas e levar ao desequilíbrio pessoal. Um fractal “achatado” provavelmente truncará o potencial. Quando, porém, as três dimensões se encontram em equilíbrio, e essa integralidade é canalizada em amorável serviço a outros, alcançamos nosso potencial.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Linda Caviness (Ph.D. pela Andrews University)</strong> <strong>leciona na Escola de Educação da Universidade La Sierra. </strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>REFERÊNCIAS</strong><br />
1. Embora nem todos os escritores que aplicam a pesquisa do cérebro à educação utilizem o termo espiritual, não é incomum encontrar-se referências às funções holísticas da atividade cerebral nos campos mental, físico, emocional e social. O termo espiritual é utilizado, mas não com tanta freqüência.<br />
2. Ellen G. White, Education (Mountain View, Calif.: Pacific Press Publ. Assn., 1903), p. 13.<br />
3. C. B. Pertner, Molecules of Emotion (New York: Scribner, 1997).<br />
4. Ver F. Mercier, “Anatomy of the Brain Neurogenic Zones Revisited: Fractones and the Fibroblast/Macrophage Network,” Journal of Comparative Neurology, 451 (16 de setembro de 2002) 2:170-88; E. Bieberich, “Recurrent Fractal Networks: A Strategy for the Exchange of Local and Global Information Processing in the Brain,” Biosystems 66 (ago.- set. de 2002):145-164; e E. Ferandez, “Use of Fractal Theory in Neuroscience: Methods, Advantages, and Potential Problems,” Journal of Neuroscience Methods 24 (Aug. 2001) 4:309-321.<br />
5. Barbara L. Frederickson, “The Value of Positive Emotions,” American Scientist 91 (jul.-ago., 2003): 330-335.<br />
6. Idem, p. 330.<br />
7. Idem, p. 332.<br />
8. Idem, p. 335.<br />
9. Ellen G. White, “Life, Love, and Union,” The Signs of the Times, 29 de outubro de 1898, b.; “Sabbath-School Influences,” Sabbath School Worker, 1 de abril de 1886, a; Sons and Daughters of God (Washington, D.C.: Review and Herald Publ. Assn., 1955); Mind, Character, and Personality, 2 vols. (Nashville, Tenn.: Southern Publ. Assn., 1977), vol. 1, p. 802; Reflecting Christ (Hagerstown, Md.: Review and Herald Publ. Assn., 1985), p. 262; Faith and Works (Nashville. Tenn.: Southern Publ. Assn., 1979), p. 65.<br />
10. George T. Javor, “Life: An Evidence for Creation,” Origins 28 (mar. 2000) 1:24-33.<br />
11. White, Education.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://dialogue.adventist.org/articles/16_2_caviness_p.htm" target="_blank">Diálogo</a></p>
<br />Filed under: <a href='http://setimodia.wordpress.com/category/ciencia-e-religiao/'>Ciência e Religião</a> Tagged: <a href='http://setimodia.wordpress.com/tag/ciencia-e-religiao/'>Ciência e Religião</a>, <a href='http://setimodia.wordpress.com/tag/ellen-g-white/'>Ellen G. White</a>, <a href='http://setimodia.wordpress.com/tag/fractal/'>Fractal</a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/setimodia.wordpress.com/16884/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/setimodia.wordpress.com/16884/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/setimodia.wordpress.com/16884/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/setimodia.wordpress.com/16884/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/setimodia.wordpress.com/16884/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/setimodia.wordpress.com/16884/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/setimodia.wordpress.com/16884/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/setimodia.wordpress.com/16884/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/setimodia.wordpress.com/16884/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/setimodia.wordpress.com/16884/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/setimodia.wordpress.com/16884/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/setimodia.wordpress.com/16884/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/setimodia.wordpress.com/16884/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/setimodia.wordpress.com/16884/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=setimodia.wordpress.com&amp;blog=3973270&amp;post=16884&amp;subd=setimodia&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Existe base bíblica para o batismo de crianças por imersão?</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Jan 2012 14:45:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Blog Sétimo Dia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Batismo]]></category>
		<category><![CDATA[Batismo Infantil]]></category>

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		<description><![CDATA[Nas Escrituras encontramos referências à circuncisão de crianças (Gn 17:12; Lv 12:3; Lc 2:21; confrontar com Gl 5:6; 6:15), à apresentação de crianças em tenra idade ao Senhor (Lv 12:6-8; Lc 2:22-24), bem como ao fato de Cristo haver abençoado algumas crianças &#8230; <a href="http://setimodia.wordpress.com/2012/01/27/existe-base-biblica-para-o-batismo-de-criancas-por-imersao/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=setimodia.wordpress.com&amp;blog=3973270&amp;post=16881&amp;subd=setimodia&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><a href="http://setimodia.files.wordpress.com/2012/01/batismoinfantil.jpg"><img class="alignleft  wp-image-16882" style="margin-top:1px;margin-bottom:1px;" title="batismoinfantil" src="http://setimodia.files.wordpress.com/2012/01/batismoinfantil.jpg?w=203&#038;h=203" alt="" width="203" height="203" /></a>Nas Escrituras encontramos referências à circuncisão de crianças (Gn 17:12; Lv 12:3; Lc 2:21; confrontar com Gl 5:6; 6:15), à apresentação de crianças em tenra idade ao Senhor (Lv 12:6-8; Lc 2:22-24), bem como ao fato de Cristo haver abençoado algumas crianças durante o Seu ministério (Mc 10:13-16); mas em nenhum lugar aparece, ao longo do Texto Sagrado, qualquer alusão ao batismo de crianças. Foi somente após a Era Apostólica que tanto o batismo infantil quanto o batismo por aspersão acabaram sendo incorporados ao cristianismo.</p>
<p style="text-align:justify;"><span id="more-16881"></span>Várias evidências bíblicas mostram que durante a Era Apostólica o batismo era ministrado por imersão. Por exemplo, se o rito não fosse praticado dessa forma, que necessidade haveria de João Batista oficializá-lo onde havia “muitas águas” (Jo 3:23)? Como Jesus poderia ter saído “da água” (Mt 3:16; Mc 1:10), após ser batizado, se Ele não houvesse entrado? E que razão haveria para Filipe entrar com o eunuco na água, a fim de batizá-lo (At 8:36-39)? Além disso, a própria expressão de Paulo “sepultados com Ele [Cristo] no batismo” (Rm 6:4) só tem significado se o batismo for por imersão.</p>
<p style="text-align:justify;">Já a ministração do batismo apenas às pessoas que tenham condições de entender o significado desse rito baseia-se <strong>(1)</strong> no fato de Cristo ter dado o exemplo, batizando-se como adulto (ver Lc 3:21-23); <strong>(2)</strong> na ordem de Cristo de que só deveriam ser batizados aqueles que previamente exercessem fé (ver Mc 16:16); <strong>(3)</strong> no ensino apostólico de que, antes de ser batizada, a pessoa deve se arrepender e crer no Evangelho (ver At 2:38; 8:36, 37; 16:30-33); e <strong>(4)</strong> no fato de não encontrarmos qualquer texto nas Escrituras que fale a respeito do batismo de crianças. Diante disso, somos levados à conclusão de que o batismo infantil por aspersão é uma prática baseada na tradição pós-apostólica, não sancionada pelas Escrituras.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Texto de autoria do Dr. Alberto Timm, publicado na Revista Sinais dos Tempos, maio de 1999, p. 29.</strong></p>
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		<title>Alegria: o segredo de viver contente</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Jan 2012 13:29:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Blog Sétimo Dia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Alegria]]></category>
		<category><![CDATA[Cristianismo Prático]]></category>

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		<description><![CDATA[É possível confundir felicidade com alegria. De fato, isso é fácil. As pessoas vivem em seus pequenos espaços aqui na Terra, pensando desfrutar alegria em seu coração, quando, na realidade, o que realmente têm é boa saúde, condições estáveis e &#8230; <a href="http://setimodia.wordpress.com/2012/01/27/alegria-o-segredo-de-viver-contente/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=setimodia.wordpress.com&amp;blog=3973270&amp;post=16825&amp;subd=setimodia&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><a href="http://setimodia.files.wordpress.com/2012/01/alegria-cristc3a3.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-16826" style="margin-top:1px;margin-bottom:1px;" title="alegria cristã" src="http://setimodia.files.wordpress.com/2012/01/alegria-cristc3a3.jpg?w=640" alt=""   /></a>É possível confundir felicidade com alegria. De fato, isso é fácil. As pessoas vivem em seus pequenos espaços aqui na Terra, pensando desfrutar alegria em seu coração, quando, na realidade, o que realmente têm é boa saúde, condições estáveis e estômago satisfeito. O contrário é também possível. É comum alguém estar sobremodo triste e sentir-se tão longe da alegria como o Norte dista do Sul, e que nunca a alcançará.</p>
<p style="text-align:justify;">O fato é que se algum elemento externo, circunstância ou pessoa afetarem seu contentamento, então o que você possui não é, na verdade, alegria. A alegria é como a fé. Enquanto a fé espera algo que você não pode ver e acredita na promessa de algo que não pode tocar, a alegria é crer na esperança do Céu. <span id="more-16825"></span>Alegria é olhar para um quadro mais amplo; é alento para a jornada e não impressões do cenário por onde você passa ao longo do caminho.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Quando a caminhada é árdua</strong></p>
<p style="text-align:justify;">A alegria manifesta-se sob circunstâncias difíceis. É nesse momento que ela se revela. É nesse momento que você a exercita como um músculo. A felicidade, por outro lado, se desvanece em face do sofrimento. A alegria resiste ao sofrimento. Essa é a diferença entre felicidade e alegria. Felicidade é um sentimento. Alegria é um estado de ser.</p>
<p style="text-align:justify;">As boas-novas são de que a alegria está disponível a todos. Orando por Seus discípulos, Jesus disse: “Mas, agora, vou para junto de Ti e isto falo no mundo para que eles tenham o Meu gozo completo em si mesmos. Eu lhes tenho dado a Tua palavra, e o mundo os odiou, porque eles não são do mundo, como também Eu não Sou. Não peço que os tires do mundo, e sim que os guardes do mal” (João 17:13-15).</p>
<p style="text-align:justify;">Quando Jesus disse: “O mundo os odiou”, Ele Se refere a nós. O mundo, em rebelião contra Deus, nos odeia. Não espere palavras de encorajamento do mundo, mas indiferença. Mas, o que o mundo nos dá não é importante. Temos plenitude de alegria ao nosso dispor. Hoje, neste momento, neste instante. A alegria é constante e permanente, independente das circunstâncias.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Gostar tal como é</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Anne Hobbs Purdy, uma jovem que viajou até remota área do Alaska para ensinar, estava ansiosa para ser aceita pelo povo nativo. Ela perguntou a um dos nativos sobre quando deixaria de ser uma cheechako, recém-chegada, e se tornaria uma habitante do Alaska. Ele respondeu que algumas pessoas nunca se tornavam verdadeiros habitantes da região, pois não aprendiam a gostar do Alaska tal como ele era. Elas apenas o toleravam.</p>
<p style="text-align:justify;">Creio que essa é a chave para viver uma vida cristã mais plena de alegria.</p>
<p style="text-align:justify;">Não podemos ser cristãos jubilosos se nunca aprendermos a gostar da vida tal como ela é. Não podemos ser cristãos cheios de alegria se apenas a tolerarmos. Isso é o que Paulo quis dizer quando escreveu: “Aprendi a viver contente em toda e qualquer situação. Tanto sei estar humilhado como também ser honrado; de tudo e em todas as circunstâncias, já tenho experiência, tanto de fartura como de fome; assim de abundância como de escassez; tudo posso nAquele que me fortalece” (Filipenses 4:11-13).</p>
<p style="text-align:justify;">Sentado na prisão, com frio, fome e solidão, Paulo não desejava estar numa praia tropical cercado de amigos, bebendo água de coco e se divertindo em festas. Ele se contentava onde estava, não desejando estar em outro lugar. Foi nesse momento, com frio, fome e solitário que ele se sentiu aquecido, alimentado e confortado pelo Deus sempre presente e muito próximo, sobretudo, durante as terríveis experiências pelas quais devemos, às vezes, passar. Se não passarmos por essas situações, viveremos apenas a metade de uma experiência real.</p>
<p style="text-align:justify;">Muitos estão habituados a uma vida tranqüila. Se o trabalho for penoso, enfadonho ou difícil, por que fazê-lo? Se algo tiver de ser consertado, conserte-o. Se puder ser melhorado, aprimore-o. Os cristãos não se acomodam ao status quo e não deixam as coisas de lado, simplesmente — eles avançam. Porque não é na comodidade que crescemos, mas no desconforto.</p>
<p style="text-align:justify;">Podemos perder essa lição vital de vista, se tentarmos escapar da parte desconfortável. Pense em suas próprias orações por um minuto. Escreva algumas dentre as 10 mais proferidas. Analise-as agora. Quantas delas são pedidos para Deus facilitar algo e quantas Lhe pedem para conduzir o pedinte a lugares desconfortáveis, que podem dificultar sua vida, mas sob Sua guia e a Seu serviço?</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Sem dor, não há proveito</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Muitos de nós evitamos a todo preço as situações dolorosas. Não é de admirar que tenhamos dificuldade em aprender de Deus, que nos permite passar por “provações”. Ao primeiro sinal de dor, já estamos procurando uma saída. Mas, alegria e dor andam de mãos dadas. Tiago, um dos líderes da igreja cristã primitiva, afirma: “Meus irmãos, tende por motivo de toda alegria o passardes por várias provações, sabendo que a provação da vossa fé, uma vez confirmada, produz perseverança. Ora, a perseverança deve ter ação completa, para que sejais perfeitos e íntegros, em nada deficientes” (Tiago 1:2-4).</p>
<p style="text-align:justify;">A alegria está na provação, do mesmo modo que o poder está na Palavra de Deus. A questão não é se podemos simplesmente suportar a provação, ranger os dentes, premir os olhos, ficar calados e agüentar firmes, mas se conseguimos relaxar e simplesmente “passar” pela provação, perguntando a Deus que lição Ele quer que aprendamos. Não é isso o que Tiago diz? “A provação da vossa fé produz perseverança.” Passar pela provação, sem revolta e ira, torna-nos mais perseverantes. Estaremos mais capacitados a relaxar e a suportar a provação. Teremos uma visão mais clara para aceitar a lição extraída da situação.</p>
<p style="text-align:justify;">Assim, a expressão “a perseverança deve ter ação completa” significa que, no decorrer da experiência, começamos a buscar a lição da prova como primeira resposta, em vez de procurar uma saída, ou alguém a quem culpar, ou mesmo manter-nos firmes até passarmos por isso e esquecermos. O salmista foi capaz de exclamar: “Faze-me ouvir júbilo e alegria, para que exultem os ossos que esmagastes” (Salmos 51:8).</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Evitar o complexo de mártir</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Todos temos, diariamente, a oportunidade de servir ao próximo; mas quantos a aproveitam para fazê-lo com regozijo, alegria, como se fizessem para Jesus? O apóstolo declara: “Tudo quanto fizerdes, fazei-o de coração, como para o Senhor e não para os homens” (Colossenses 3:23). O verso não quer dizer “fazei-o como para o Senhor, assim você poderá se sentir superior aos outros.” Como alguém que já passou por tempos difíceis, posso dizer-lhes que servir ao Senhor não é o mesmo que ter complexo de mártir, ainda que às vezes eu desejasse que assim fosse. É bem mais fácil permitir que sentimentos de justiça própria estimulem o que você faz, do que trabalhar espontaneamente. Esse verso nos impele a um nível mais elevado de trabalho. Ele nos incentiva ao serviço de amor, do qual nada se espera em retorno.</p>
<p style="text-align:justify;">Tente isso. A próxima vez que tiver de fazer alguma coisa para alguém — atender ao telefone, apanhar roupa suja do chão, preparar uma refeição, emprestar dinheiro, alimentar animais de estimação, seja o que for, experimente isto: simplesmente ofereça seu serviço a Deus, não à pessoa a quem você está ajudando. Seu trabalho se transformará numa expressão da alegria que flui do coração. Como resultado, seus sentimentos de auto-estima e realização não dependerão da resposta humana às suas ações, mas estarão arraigados no insondável amor de Deus para conosco, Seus filhos obedientes.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Gratidão</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Uma maneira simples de se manter “abastecido” de alegria para a jornada é contar as bênçãos concedidas. Certa vez, quando eu estava muito deprimida, comecei a escrever um “diário de gratidão”. Cada noite, antes de me deitar, escrevia no meu diário cinco coisas pelas quais estava grata. Algumas vezes era uma tarefa fácil, mas houve ocasiões em que lutei para encontrar cinco razões de agradecimento. Tendo esse “compromisso” cada noite, comecei a observar motivos de gratidão durante o dia, sobre os quais poderia escrever mais tarde. Desse modo, eu estava conscientemente procurando aspectos positivos de minha vida. Estava treinando minha mente a procurar fatores positivos. Logo notei que muitas coisas desagradáveis passaram despercebidas, porque meu cérebro não lhes estava dando importância. Elas não eram dignas de consideração; eu não as escrevia no diário.</p>
<p style="text-align:justify;">Se você quer uma prova de como isso funciona, experimente observar um tipo específico de automóvel. Eu nunca tinha visto um PT Cruiser antes, até que um amigo comprou um. Comecei a observar esses automóveis com mais consciência. Repentinamente, vi que os PT Cruisers estavam por toda parte. Cada vez que saía de casa, via uma meia dúzia deles, pelo menos. Antes do final da semana, penso que tinha visto esse modelo em todas as cores. Jesus disse: “Pedi, e dar-se-vos-á” (Mateus 7:7). Podemos aplicar esse princípio em muitas áreas, inclusive a da alegria.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>O que você está esperando?</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Não é suficiente estar apenas consciente de nossa alegria, ainda que isso seja o começo. É-nos igualmente importante compartilhá-la. A falta de regozijo no coração das pessoas é uma das principais razões de tantas tragédias ao nosso redor, sejam pessoais ou corporativas. Quando não temos alegria, não há esperança para o futuro. Quando a possuímos, isso faz toda a diferença.</p>
<p style="text-align:justify;">Sabemos como é a vida sem esperança. Podemos ver nos jornais ou nos noticiários televisivos. Alguns cristãos debatem sobre quão mau deverá ficar o mundo até que Jesus volte. Estará tão pervertido como nos dias de Noé? Tão iníquo como Sodoma e Gomorra? Se você perguntar aos pais de uma criança que foi seqüestrada e morta, ou a amigos das vítimas de franco-atiradores, ou a soldados em guerra, ou a um paciente de câncer, ou a pessoas morrendo de fome ou AIDS, eles lhe dirão que o mundo é excessivamente mau. Deus não está esperando que o mundo fique pior. Qualquer atrocidade é “má o suficiente”.</p>
<p style="text-align:justify;">Deus espera por nós. Ele espera que Seu povo viva a alegria que foi posta em sua vida, e que a compartilhe com outros. Quando o Titanic afundou, centenas de pessoas pereceram. É verdade que não havia botes salva-vidas suficientes para todos, mas muitos morreram, não por falta de botes (muitos escaleres não estavam totalmente cheios), mas porque não entraram nos botes.</p>
<p style="text-align:justify;">Jesus nos deu essa missão: “‘Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda a criatura’” (Marcos 16:15). Ele nos deu alegria — motivação — para cumpri-la. É nossa responsabilidade ir ao mundo e pregar as boas-novas do evangelho de Cristo. Isso não é somente responsabilidade dos pastores. Se fosse apenas trabalho do ministro, Jesus teria dito: “Apóiem seus pastores enquanto eles vão por todo o mundo&#8230;” Mas Ele não disse isso. Ele ordenou a cada um de nós: “Vá”.<br />
É também interessante que Ele não disse: “Se você quiser, poderá ir por todo o mundo” ou “poderá transmitir programas por satélite a todo o mundo”, ou mesmo “se sentir o chamado para ser missionário, você poderá ir por todo o mundo”. Ele simplesmente disse: “Vá”.</p>
<p style="text-align:justify;">Não temos de viajar para longe. O mundo está ao nosso redor. Estamos todos conectados de algum modo a outras pessoas. Essa é a parte do “mundo” pela qual somos responsáveis. O que está acontecendo em seu mundo, e o que você fará a respeito?</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Isso nos traz a alegria de volta</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Completamos o círculo quando percebemos que é a alegria que Jesus colocou em nosso coração que nos dá coragem, força e perseverança para prosseguir, obedecer à Sua ordem e cumprir Sua missão. Sem alegria, iremos apenas fazer as coisas mecanicamente e, mais cedo ou mais tarde, entraremos em colapso.</p>
<p style="text-align:justify;">Porém, não há necessidade disso, pois somos filhos do Rei. Ellen White disse: “Por que não seria completo o nosso regozijo — pleno e sem nada faltar? Temos a certeza de que Jesus é nosso Salvador e que podemos participar abundantemente dos fartos suprimentos que Ele nos proveu&#8230; É nosso privilégio buscar constantemente a alegria de Sua presença. Ele deseja que sejamos animosos e cheios de louvor ao Seu nome. Almeja que tenhamos luz na fisionomia e alegria no coração”.*</p>
<p style="text-align:justify;">Podemos ter essa luz, essa alegria, a cada dia. É nosso dever e privilégio viver com alegria e caminhar na luz, disseminando-as ao mundo que nos cerca. Abasteça-se de alegria, e comece sua jornada de hoje.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Céleste Perrino-Walker</strong> é editora da revista Listen. Este artigo foi adaptado de seu livro Joy, The Secret of Being Content, publicado recentemente pela Review and Herald Publishing Association.</p>
<p style="text-align:justify;">* Ellen G. White, Para Conhecê-Lo (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 1965), p. 142.</p>
<br />Filed under: <a href='http://setimodia.wordpress.com/category/alegria/'>Alegria</a>, <a href='http://setimodia.wordpress.com/category/cristianismo-pratico/'>Cristianismo Prático</a> Tagged: <a href='http://setimodia.wordpress.com/tag/alegria/'>Alegria</a>, <a href='http://setimodia.wordpress.com/tag/cristianismo-pratico/'>Cristianismo Prático</a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/setimodia.wordpress.com/16825/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/setimodia.wordpress.com/16825/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/setimodia.wordpress.com/16825/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/setimodia.wordpress.com/16825/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/setimodia.wordpress.com/16825/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/setimodia.wordpress.com/16825/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/setimodia.wordpress.com/16825/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/setimodia.wordpress.com/16825/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/setimodia.wordpress.com/16825/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/setimodia.wordpress.com/16825/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/setimodia.wordpress.com/16825/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/setimodia.wordpress.com/16825/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/setimodia.wordpress.com/16825/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/setimodia.wordpress.com/16825/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=setimodia.wordpress.com&amp;blog=3973270&amp;post=16825&amp;subd=setimodia&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Castelo Forte é o Nosso Deus!</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Jan 2012 22:14:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Blog Sétimo Dia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Deus]]></category>
		<category><![CDATA[Pensamentos para horas tranquilas]]></category>
		<category><![CDATA[Frases]]></category>
		<category><![CDATA[Frases Cristãs]]></category>

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<p style="text-align:center;">Castelo forte é nosso Deus, refugio e fortaleza.<br />
Com Seu poder defende os Seus, e os livra com presteza!</p>
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		<title>A ciência descobre Deus</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Jan 2012 22:09:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Blog Sétimo Dia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência e Religião]]></category>
		<category><![CDATA[Criacionismo]]></category>
		<category><![CDATA[Antony Flew]]></category>

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		<description><![CDATA[Eminentes intelectuais do mundo ficaram chocados! Não poderia ser verdade o que estavam ouvindo! Em 9 de dezembro de 2004, a agência Associated Press divulgou a notícia de que o legendário filósofo britânico Antony Flew, que liderou a causa ateísta &#8230; <a href="http://setimodia.wordpress.com/2012/01/26/a-ciencia-descobre-deus/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=setimodia.wordpress.com&amp;blog=3973270&amp;post=16812&amp;subd=setimodia&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><a href="http://setimodia.files.wordpress.com/2012/01/cic3aancia-deus.jpg"><img class="alignleft  wp-image-16813" style="margin-top:1px;margin-bottom:1px;" title="ciência Deus" src="http://setimodia.files.wordpress.com/2012/01/cic3aancia-deus.jpg?w=240&#038;h=180" alt="" width="240" height="180" /></a>Eminentes intelectuais do mundo ficaram chocados! Não poderia ser verdade o que estavam ouvindo! Em 9 de dezembro de 2004, a agência Associated Press divulgou a notícia de que o legendário filósofo britânico Antony Flew, que liderou a causa ateísta durante mais de meio século, havia mudado de opinião e decidido que Deus deve existir. A estonteante notícia espalhou-se rapidamente por todo o mundo. A mudança de Flew se dava exatamente no sentido oposto ao dos “etos” ora dominantes, promulgados pela maioria dos círculos científicos.</p>
<p style="text-align:justify;"><span id="more-16812"></span>A impressionante reviravolta de Flew, ocorrida cerca de um ano antes, não foi uma conversão a alguma religião tradicional. Ele passou a crer em um Deus que tinha de ser o Originador de tudo o que encontramos, e não um Deus que tenha produzido uma revelação sobrenatural de si mesmo, como a Bíblia. Não obstante, ele comenta que está aberto à possibilidade de que esse Deus poderia, ou deveria, ter-Se revelado.</p>
<p style="text-align:justify;">Flew é bastante conhecido. Escreveu quase duas dúzias de livros sobre filosofia, e tem sido considerado como o mais influente filósofo ateísta em todo o mundo. Por que razão esse tão famoso e proeminente pensador teria mudado e declarado que Deus tem de existir? A resposta é simples. Por causa dos dados científicos. A ciência que hoje rejeita Deus como explicação para a natureza, ao mesmo tempo está provendo abundantes dados em favor da Sua existência. Flew declarou numa entrevista1: “Penso que os argumentos mais impressionantes a favor da existência de Deus são os que se apóiam nas recentes descobertas científicas.” De especial importância para ele é o modelo “Big Bang” da origem do Universo, e a necessária precisão das forças físicas para que a matéria possa existir.</p>
<p style="text-align:justify;">Flew também se impressionou com as descobertas no mundo biológico. A vida é muito complexa, e ele se refere especialmente ao “poder reprodutivo” dos seres vivos, para o qual os evolucionistas não conseguiram explicação. Ele comenta ainda: “Parece-me hoje que as descobertas de mais de cinqüenta anos de pesquisas sobre o DNA proporcionaram material para um novo argumento extremamente poderoso em favor do desígnio. Por “argumento em favor do desígnio” Flew entende as evidências em prol de um arquiteto, que seria Deus. Flew está desejoso de lançar por terra a dominante, mas restritiva, filosofia da ciência naturalista (mecanicista) que exclui Deus, permitindo que os dados da natureza falem por si mesmos. Esses dados apontam para a necessidade de Deus. Em suas próprias palavras, ele “teve de se dirigir para onde as evidências conduzem”.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>A sintonia fina do Universo</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Numerosas evidências indicam que o Universo tinha de ser exatamente como é, senão sua existência, e especialmente a vida que nele se encontra, não seriam possíveis. O cosmólogo Hugh Ross enumera 45 diferentes tópicos relacionados com as características físicas do Universo, que precisam estar devidamente ajustadas.2</p>
<p style="text-align:justify;">Um exemplo conhecido é provido pelo nosso próprio Sol. Sem ele a vida na Terra não seria possível, porque a superfície do planeta se apresentaria extremamente fria. Assim, precisamos da luz solar para provimento de energia às plantas, que mantêm a vida através da cadeia alimentar. O Sol produz energia combinando hidrogênio para produzir hélio. Esse é um processo complexo de liberação de energia. É o mesmo processo que tem lugar quando uma bomba de hidrogênio explode; assim podemos imaginar nosso Sol como uma bomba de hidrogênio bem controlada. Nesse processo estão envolvidos valores precisos para as forças físicas que mantêm sob controle a fusão do hidrogênio. Contamos com a constância do Sol, e raramente a apreciamos quando, dia após dia, ele torna possível a vida. De fato, ele tem continuado a fazer exatamente o mesmo durante um tempo extremamente longo. Não há possibilidade para muita variação dentro do que já descobrimos. Por exemplo, se a Terra estivesse apenas 5% mais próxima do Sol, ou 1% mais distante, isso eliminaria toda a possibilidade de vida em nosso planeta.3</p>
<p style="text-align:justify;">O valor exato das quatro forças básicas da física é um dos mais fortes argumentos científicos a favor da existência de Deus. Poderia suceder que somente por acaso existissem esses valores exatos, com o seu preciso campo de atuação? A existência de uma Inteligência superior parece ser necessária a fim de planejar tudo isso. As quatro forças básicas são a força nuclear forte, a força nuclear fraca, a força eletromagnética e a gravidade. A força nuclear forte, por exemplo, é extremamente poderosa, mas felizmente se manifesta somente no núcleo atômico, senão quase tudo no Universo seria compactado. Por outro lado, a gravidade é muito fraca, mas atua a distâncias bastante grandes, mantendo a conformação do nosso sistema solar e das galáxias. Experiências e cálculos indicam que uma mudança de apenas alguns pontos percentuais nas forças básicas faria com que todo o Universo entrasse em colapso. O Universo parece equilibrar-se no fio de uma navalha. A relação entre algumas dessas forças tem de ser extremamente precisa. Referindo-se à gravidade e à força eletromagnética, o físico Paul Davies comenta: “Os cálculos mostram que alterações na intensidade de cada uma dessas forças, de somente 1 parte em 1040, significariam catástrofe para estrelas como o nosso Sol”.4 Esse é um valor extremamente preciso. Significa que se deve ter precisão de 1 em 10 seguido de 40 zeros.</p>
<p style="text-align:justify;">A chance dessa precisão ocorrer por via do acaso é extremamente remota, mas isso é insignificante ao se combinarem as várias probabilidades existentes. Para sermos matematicamente corretos, ao combinarmos improbabilidades, devemos multiplicá-las entre si. Isso resulta em cifras extremamente improváveis para o que os cientistas estão descobrindo. Roger Penrose, matemático e físico da Universidade de Oxford, fez a conta e descobriu que a precisão necessária para o Universo era de 1 parte em 10 seguidos de 10122 zeros.5 Essa é uma probabilidade extremamente diminuta. Se tentássemos escrever esse número marcando um zero em cada átomo existente no Universo, faltariam átomos logo ao iniciarmos esse processo.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Como a vida teve início?</strong></p>
<p style="text-align:justify;">O mais desconcertante problema enfrentado pela evolução é a origem da vida. Após um século de pesquisas e proposições de vários tipos de cenários, não surgiu ainda um modelo plausível. O problema hoje é muito mais agudo do que há décadas, porque estamos descobrindo sistemas cada vez mais intrincados nos seres vivos, que são complexos e que não poderão operar a menos que todas as partes estejam juntas. Às vezes isso é chamado de complexidade irredutível,6 e representa a principal pedra de tropeço para o processo evolutivo gradual, porque não existiria nenhuma vantagem evolutiva para a sobrevivência, até que todas as partes necessárias estivessem presentes. A maioria dos sistemas biológicos é desse tipo, e assim Deus parece essencial à origem de qualquer espécie de vida.</p>
<p style="text-align:justify;">A forma mais simples de vida independente que conhecemos é a de um ínfimo micróbio denominado Micoplasma. Os vírus, que são muito mais simples, não se qualificam como a primeira forma de vida supostamente evoluída na Terra, porque não podem se reproduzir por si mesmos, mas só pela sua associação a células vivas onde são encontrados. O minúsculo Micoplasma nada tem de simples; de fato, é extremamente complexo. Seu DNA provê mais de meio milhão de bits de informação, que, mediante o código genético, ditam a fórmula de quase 500 diferentes espécies de moléculas de proteína que executam uma multidão de funções químicas específicas essenciais ao micróbio.</p>
<p style="text-align:justify;">Uma só molécula de proteína é extremamente complexa e difícil de ser elaborada com a configuração exata e necessária para a sua função adequada. Com freqüência, várias centenas de aminoácidos ligados uns aos outros estão presentes, e pouca variação pode ocorrer para que a proteína não deixe de funcionar adequadamente.</p>
<p style="text-align:justify;">Helbert Yockey, biólogo molecular da Universidade da Califórnia, em Berkeley, calculou o tempo que levaria para produzir um tipo específico de proteína na Terra, antes do início da vida. Ele supôs que isso poderia acontecer em qualquer local dos oceanos terrestres, e que esses mares já estivessem bem abastecidos de aminoácidos. Seus cálculos indicaram que levaria 1023 anos para ser produzida uma proteína específica. Em outras palavras, os quase 5 bilhões de anos que os geólogos comumente atribuem à idade da Terra, são 10 trilhões de vezes menores que o tempo necessário para produzir uma espécie especifica de molécula de proteína. Ora, são necessárias numerosíssimas espécies específicas de moléculas de proteína para a vida, todas no mesmo local e ao mesmo tempo. As moléculas de proteína são frágeis e por isso, decorrido o tempo esperado para o aparecimento de uma segunda molécula específica de proteína, provavelmente a primeira já se teria desintegrado muito antes, tornando assim impossível a origem espontânea da vida.</p>
<p style="text-align:justify;">As proteínas são apenas o início dos problemas para a evolução da vida por si mesma. O DNA é muito mais complexo do que as proteínas, e necessário para produzi-la; e as proteínas são necessárias para a produção do DNA! Para existir vida, ambos são necessários — o DNA e as proteínas — e qualquer deles que evoluísse primeiro não apresentaria o valor para sobrevivência que a evolução necessitaria para acontecer. São necessárias também todas as outras espécies de moléculas como lipídios e carboidratos, e muitas estruturas altamente especializadas que se encontram nas células vivas. Além do mais, é necessário o código genético. Como produzir um complexo código genético mediante mudanças evolutivas aleatórias? O código é inútil até que o DNA que o dita, e as moléculas especiais que o lêem, entendam a mesma linguagem.</p>
<p style="text-align:justify;">Após a evolução da primeira vida sobre a Terra, o organismo resultante desapareceria caso não pudesse reproduzir-se. A reprodução é uma das principais características dos organismos vivos — e é extremamente complexa. Na reprodução tem-se de duplicar todas as muitas partes necessárias da célula, sem o que o novo organismo não sobreviverá. Às vezes o processo pode ser muito sofisticado. Por exemplo, quando o DNA é copiado para uma nova célula ou organismo, podem ocorrer erros na cópia da informação. Esses erros são bastante comuns, e a vida se tornaria impossível se não houvesse um sistema de revisão e edição. Há na célula um conjunto de proteínas que conferem o novo DNA produzido, e quando detectam um erro de cópia, removem-no e o substituem por uma versão correta. A complexidade é ainda maior em organismos avançados. Órgãos como o olho humano, que apresenta complexos sistemas de acomodação, e o cérebro, com seus 100 bilhões de conexões nervosas, também têm de ser levados em conta. No decorrer de todo o processo evolutivo, muitos milhares de novas espécies de proteínas seriam necessários. Atualmente, entretanto, os bilhões de anos propostos para a evolução são um intervalo de tempo muito curto para produzir sequer uma molécula específica de proteína! Deus parece ser absolutamente essencial.</p>
<h3 style="text-align:justify;">Um paradoxo!</h3>
<p style="text-align:justify;">Em vista dessas evidências avassaladoras da necessidade de Deus, por que a comunidade científica não divulga tudo isso? Em lugar, encontramos um número significativo de cientistas tentando ardorosamente demonstrar como a vida poderia ter surgido por si mesma. Outros cientistas alegam que toda sintonia fina do Universo é somente uma seqüência de acasos bem-sucedidos. Ainda muitos outros cientistas que crêem em Deus guardam silêncio quando vem a foco a questão da Sua existência. Essencialmente, Deus é excluído dos compêndios e revistas científicas. Como atualmente praticada, a ciência é uma combinação peculiar de pesquisa em busca da verdade sobre a natureza, e de filosofia secular excludente de Deus. Lidamos hoje com uma comunidade científica que tem esse forte compromisso materialista (mecanicista, naturalístico), que considera anticientífico incluir Deus como fator explanatório na ciência. Não é permitida a presença de Deus no cardápio das possíveis explanações científicas. Isso desmente o quadro usual da ciência, que é apresentada como pesquisa aberta da verdade, que segue os dados da natureza para onde eles possam conduzir. Esse potente secularismo existe na ciência, a despeito do fato de que 40% dos cientistas nos EUA crêem num Deus que responde a suas orações, contra 45% que não crêem, e 15% que não têm certeza.7 Parece que aquilo em que os cientistas crêem, e aquilo que publicam quando se revestem do secularismo da ciência, podem ser coisas bastante divergentes.</p>
<p style="text-align:justify;">Nos séculos passados, a ciência não era uma filosofia secular. Alguns dos maiores cientistas de todos os tempos, como Isaac Newton, incluíam Deus em suas explanações acerca da natureza. Outros eminentes cientistas que ajudaram a estabelecer os fundamentos da ciência moderna, como Kepler, Boyle, Galileu, Lineu e Pascal, todos criam em um Deus que se manifestava na natureza, e a Ele se referiram em seus escritos científicos. Eles não viam nenhum conflito entre suas descobertas e Deus, pois criam ser Ele quem estabeleceu as leis e a consistência da natureza, que tornam possível seu estudo científico. Demonstravam que Deus e boa ciência podem coexistir. Hoje a norma é que se deve tentar explicar tudo materialisticamente, sem a presença de Deus.</p>
<p style="text-align:justify;">Deve-se conservar a perspectiva de que, no decorrer dos séculos, os padrões do pensamento humano mudaram dramaticamente. As prioridades intelectuais na Antigüidade eram diferentes daquelas durante a Idade Média, como essas foram diferentes das de nossa era científica. E podemos esperar maiores mudanças no futuro. Isso levanta uma importante questão: a ciência é boa ou má? A resposta é que uma das lições mais importantes que podemos tirar desta era científica é que existem tanto a boa como a má ciência. Descobrir a intensidade das forças da física é boa ciência. Descrever o fóssil Archaeoraptor como um intermediário evolutivo entre dinossauros e aves é má ciência. Realmente, esse fóssil mostrou ser uma composição fraudulenta. A cauda de um dinossauro foi tão habilmente acrescida ao corpo de uma ave por um colecionador de fósseis, que conseguiu iludir numerosos cientistas os quais, por sua vez, estavam muito desejosos de demonstrar que as aves evoluíram dos dinossauros.8 Não desejamos esquecer o lado bom da ciência, que é tão importante, mas não queremos ser iludidos pela má ciência.</p>
<p style="text-align:justify;">Como podemos distinguir entre a boa e a má ciência? Infelizmente, não se pode acreditar sempre no que dizem os cientistas. Por exemplo, se transparece na natureza que tem que existir um Deus presente para a explicação das complexidades descobertas, alguns cientistas podem submeter-se ao “etos” secular e à pressão sociológica da comunidade científica e não relatar esse fato. Preconceitos como esse exigem que cavemos mais fundo nos questionamentos, para descobrirmos o que realmente está acontecendo. Isso pode ser trabalhoso, e muitos não disporão de tempo para assim proceder. Contudo, deve-se ser pelo menos cauteloso para aceitar pronunciamentos científicos. Tendo-se oportunidade para estudar mais profundamente certo tópico, algumas das características de uma firme conclusão científica são: (1) concordância com todos os dados disponíveis; (2) possibilidade de testar as idéias, especialmente mediante experimentos repetíveis que possam refutá-las; (3) preditibilidade de conclusões não conhecidas; (4) não ocultação da conclusão pela teoria ou por controvérsia. Muitos cientistas não compreendem como é difícil demonstrar um simples fato científico, e infelizmente muito do que se publica em ciência é somente especulação.</p>
<h3 style="text-align:justify;">Conclusão</h3>
<p style="text-align:justify;">Em resumo: toda a precisão que estamos descobrindo no Universo e toda a complexidade evidenciada nos seres vivos, indicam ser necessário um Deus Criador. Foi isso que convenceu Antony Flew da existência de Deus. Deus parece ser essencial para explicar o que a ciência tem descoberto. As observações sobre as forças da física, as proteínas e o DNA, são todas repetíveis, e portanto, provêm evidências científicas altamente qualificadas sobre a existência de Deus. Infelizmente, o ideal secularista é tão forte na ciência, que a idéia de um Deus Planejador hoje é geralmente rejeitada pela comunidade científica. Essa rejeição é baseada em fatores pessoais e sociológicos, e não em dados científicos.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Ariel A. Roth (Ph. D. pela Universidade de Michigan)</strong> foi diretor do Geoscience Research Institute e editor da revista Origins. Publicou mais de 150 artigos em revistas científicas e outras. Seu livro Origins: Linking Science and Scripture foi traduzido em 13 línguas, inclusive em português. Embora aposentado, continua a pesquisar, escrever e fazer palestras. Seu endereço eletrônico é arielroth@verizon.net.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>REFERÊNCIAS</strong><br />
1. Gary Habermas e A. Flew. “My Pilgrimage from Atheism to Theism: A Discussion Between Antony Flew and Gary Habermas,” Philosophia Christi 6 (2004) 2:197-211.<br />
2. H. Ross, “Big Bang Model Refined by Fire,” in W. A. Dembski, ed., Mere Creation: Science, Faith and Intelligent Design (Downers Grove, Illinois: InterVarsity Press, 1998), pp. 363-384.<br />
3. H. M. Hart, “Habitable Zones About Main Sequence Stars,” Icarus 37 (1979): 351-357.<br />
4. P. Davies, Superforce (New York: Simon and Schuster, 1984), p. 242.<br />
5. R. Penrose, The Emperor’s New Mind (Oxford: Oxford University Press, 1989), p. 344.<br />
6. M. J. Behe, Darwin’s Black Box: The Biochemical Challenge to Evolution (New York: Touchstone, 1996).<br />
7. E. J. Larson e L. William, “Scientists Are Still Keeping the Faith,” Nature 386 (1997): 435-436. Novo levantamento feito pela National Academy of Science indica uma proporção menor de crentes em Deus para um grupo de cientistas bastante pequeno, mas de liderança.<br />
8. Ver, por exemplo, T. Rowe, “The Archaeoraptor Forgery.” Nature 410 (2201): 539-540.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://dialogue.adventist.org/articles/17_2_roth_p.htm" target="_blank">Diálogo</a></p>
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			<media:title type="html">Seventh Day</media:title>
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			<media:title type="html">ciência Deus</media:title>
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		<title>Segundo o NT, os conversos ao cristianismo devem ser batizados em  nome da Trindade ou apenas em nome de Cristo?</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Jan 2012 21:19:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Blog Sétimo Dia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Batismo]]></category>
		<category><![CDATA[Perguntas e Respostas Bíblicas]]></category>
		<category><![CDATA[Trindade]]></category>
		<category><![CDATA[fórmula batismal]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><a href="http://setimodia.files.wordpress.com/2012/01/batismo-em-nome-pai-filho-espc3adrito-santo.jpg"><img class="alignleft  wp-image-16810" style="margin-top:1px;margin-bottom:1px;" title="batismo em nome pai filho espírito santo" src="http://setimodia.files.wordpress.com/2012/01/batismo-em-nome-pai-filho-espc3adrito-santo.jpg?w=240&#038;h=180" alt="" width="240" height="180" /></a>Na grande comissão evangélica de Mateus 28:18-20, Cristo ordenou que o Evangelho fosse pregado a “todas as nações”, e que os conversos dessas nações fossem batizados “em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo” (verso 19). No entanto, eventos registrados no livro de Atos falam de conversos que foram batizados “em nome de Jesus Cristo” (At 2:38; 8:16; 10:48; 19:5). Diante disso surge a indagação: Esses batismos “em nome de Jesus” invalidam a ordem de ministrar-se o batismo em nome da Trindade?</p>
<p style="text-align:justify;"><span id="more-16809"></span>Várias teorias têm sido propostas para explicar essa aparente tensão entre a ordem de Cristo e a prática da igreja apostólica. A mais convincente delas parece ser a de que as referências ao batismo “em nome de Jesus Cristo” não estejam sugerindo uma nova fórmula batismal, mas apenas enfatizando a condição básica para esse rito ser ministrado. Em outras palavras, um judeu étnico ou prosélito, que já cria no verdadeiro Deus, só poderia ser batizado na comunidade cristã se ele cresse também em Jesus de Nazaré como o prometido Messias.</p>
<p style="text-align:justify;">O mesmo Cristo que declarou, em Mateus 28:19, que o rito do batismo deve ser ministrado “em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo”, também afirmou, em Marcos 16:16, que a submissão a esse rito deve ser precedida pela fé que se centraliza no próprio Cristo (Jo 3:16; Hb 12:2). Por ocasião do Pentecostes, aqueles que, em resposta ao discurso de Pedro, aceitaram a Jesus de Nazaré como o Messias, foram batizados “em nome de Jesus Cristo” (At 2:38) como demonstração pública dessa aceitação.</p>
<p style="text-align:justify;">Mas é importante notar que mesmo os textos que falam do batismo “em nome de Jesus Cristo” estão impregnados pelo conceito da Trindade. Analisando-se o conteúdo desses textos, percebe-se, em primeiro lugar, que aqueles que foram então batizados “em nome de Jesus Cristo” eram pessoas que já criam previamente em Deus o Pai. Além disso, em todas essas ocasiões o batismo “em nome de Jesus Cristo” foi acompanhado pelo recebimento prévio, simultâneo ou posterior do “dom do Espírito Santo” (At 2:38; 8:14-17; 10:44-48; 19:1-6).</p>
<p style="text-align:justify;">Procurando invalidar a fórmula batismal em nome da Trindade, alguns indivíduos alegam que o texto de Mateus 28:19 não aparece no original grego do Novo Testamento. Essa alegação é totalmente infundada, pois não existem quaisquer evidências textuais que a comprovem. Embora hajam discussões significativas a respeito do conteúdo original de Marcos 16:9-20 (ver Bruce M. Metzger, A Textual Commentary on the Greek New Testament, ed. corr. [Londres: United Bible Societies, 1975], pp. 122-128), o mesmo não ocorre com Mateus 28:18-20.</p>
<p style="text-align:justify;">Cremos, portanto, que a ministração do batismo “em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito” é parte dos ensinos de Cristo que devem ser observados por Sua igreja “até à consumação do século” (Mt 28:20).</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Texto de autoria do Dr. Alberto Timm, publicado na Revista Sinais dos Tempos, agosto de 1999, p. 29.</strong></p>
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