Unidos pelo amor

A sobrevivência espiritual dos novos crentes muito depende do carinho recebido por eles na congregação.

A igreja do primeiro século é conhecida por seu companheirismo e crescimento espetacular: mais de um milhão de cristãos.A razão disso é ter seguido o modelo de amor fraternal e unidade ensinado por Jesus. Uma característica da igreja de Antioquia foram “as relações familiares do reino”.Essa condição provia um ambiente equillibrado para o amadurecimento, cuidado mútuo, unidade, disciplina, proteção e cura física.Era um estilo de vida tão parecido com o de Cristo, que “em Antioquia, foram os discípulos, pela primeira vez, chamados cristãos” (At 11:26). Sem dúvida, Barnabé, o “filho da consolação” honrou o próprio nome, fazendo sentir sua influência cristã nessa cidade e em toda a igreja primitiva. Ele acreditava nas relações afetivas do reino.

Em contrapartida, Saulo de Tarso conhecia o proselitismo judeu, mas desconhecia a afetuosa evangelização cristã. Finalmente, se deparou com as relações afetivas do reino, que de forma natural produziam a evangelização cristã. As comunidades cristãs, impregnadas do amor de Cristo tinham só uma ambição: “revelar a semelhança do caráter de Cristo, bem como trabalhar pelo desenvolvimento de Seu reino”.Isso as colocava naturalmente no caminho certo da missão cristã.

Impactos do amor

O primeiro impacto do amor em Saulo aconteceu quando ele era jovem membro do Sinédrio. Nessa condição, ele “tinha participado de maneira destacada no julgamento e condenação de Estêvão, e a impressionante evidência da presença de Deus com o mártir o havia deixado em dúvida quanto à justiça da causa que ele havia abraçado contra os seguidores de Jesus”. Sendo apedrejado, o primeiro mártir cristão “ajoelhando-se, clamou em alta voz: Senhor, não lhes imputes este pecado” (At 7:60). Isso causou tal impacto em Saulo que, de perseguidor, chegou a ser discípulo de Jesus.

Outro impacto da amizade cristã sobre ele aconteceu quando perseguia os cristãos nas casas deles (At 8:3). Porém, esse mesmo Saulo logo edificaria a igreja anunciando e ensinando publicamente e de casa em casa (At 20:20). Seguramente, a lembrança daquelas comunidades cristãs assoladas por ele fez com que dobrasse os esforços evangelizadores, usando a mesma estratégia de carinho e de ir pelas casas a fim de fortalecer no amor aquelas comunidades.

Mas, o impacto por excelência foi o encontro dele com Jesus. Paulo fala disso ao rei Agripa: “Ao meiodia, ó rei, indo eu caminho fora, vi uma luz no céu, mais resplandecente que o sol, que brilhou ao redor de mim e dos que iam comigo. E, caindo todos nós por terra, ouvi uma voz que me falava em língua hebraica: Saulo, Saulo, por que Me persegues?” (At 26:13, 14). Jesus o chamou num idioma familiar. A condescendência, paciência e longanimidade do Messias lhe falando na linguagem do seu coração, transformou o perseguidor em discípulo. Mais tarde, ele diria: “a bondade de Deus é que te conduz ao arrependimento” (Rm 2:4).

Numa visão, Ananias foi comissionado a visitar Saulo. “Ananias, porém, respondeu: Senhor, de muitos tenho ouvido a respeito desse homem, quantos males tem feito aos Teus santos em Jerusalém; e para aqui trouxe autorização dos principais sacerdotes para prender a todos os que invocam o Teu nome” (At 9:13, 14). Jesus o fez entender que Saulo havia sido transformado e tinha uma missão especial entre os gentios. Então, Saulo recebeu o impacto da visita de um dos seus perseguidos, o qual “impôs sobre ele as mãos, dizendo: Saulo, irmão, o Senhor me enviou, a saber, o próprio Jesus que te apareceu no caminho por onde vinhas, para que recuperes a vista e fiques cheio do Espírito Santo” (At 9:17).

Mesmo a perseguida igreja de Damasco devia praticar a evangelização do amor para com seu perseguidor. Aquela congregação celebrou o batismo de Saulo e chegou a ser sua primeira igreja (At 9:19, 20). A conversão de Saulo e o carinho da igreja o transformaram em evangelista. “Com profundo afeto por quem eram seus irmãos segundo a carne, Saulo se entregou totalmente à obra de evangelização entre eles.” O impacto evangelizador foi muito grande, ao ponto de os judeus resolverem matar Saulo. E o carinho da igreja voltou a aflorar. “Mas, os seus discípulos tomaram-no de noite e, colocando-o num cesto, desceram-no pela muralha” (At 9:25).

Barnabé e Paulo

“Tendo chegado a Jerusalém, procurou juntar-se com os discípulos” (At 9:26). Ali, conheciam muito bem seu passado e com razão supunham que poderia estar querendo infiltrarse na igreja, para depois causar maior prejuízo. “Mas Barnabé, tomandoo consigo, levou-o aos apóstolos; e lhes contou como ele vira o Senhor no caminho, e que este lhe falara, e como em Damasco pregara ousadamente em nome de Jesus” (At 9:27). Deus pôs em contato com Paulo um membro da tribo religiosa levita e com experiência transcultural: José, natural de Chipre. Esse discípulo vivia a evangelização do amor e seguia tão de perto o modelo de Cristo que os apóstolos lhe deram por sobrenome Barnabé, que significa “filho da consolação” (At 4:36).

Para Barnabé, a amizade cristã não era apenas uma estratégia proselitista, mas uma realidade experimental, natural em um cristão. Ele não tinha uma fachada de cristão ao tratar com interessados, e outra forma de ser no trato interno da igreja. Barnabé sabia que o simples testemunho cristão levaria o evangelho a todas as etnias. Também sabia que a amizade cristã era fundamental para o desenvolvimento das comunidades cristãs. Por isso, como resultado de seu ministério em Antioquia, “muita gente se uniu ao Senhor” (At 11:24), a tal ponto que necessitou ajuda de outros obreiros. Foi assim que Barnabé buscou Saulo e o integrou ao ministério em Antioquia.

Inicialmente, Paulo não tinha muito clara a forma de viver o cristianismo no ministério, e foi um obstáculo para que Barnabé praticasse a amizade cristã com seu sobrinho Marcos (At 15:36-41). Ainda com bastante legalismo proselitista no coração, à primeira demonstração de desânimo por parte de Marcos, Paulo o descartou como inútil para o trabalho. Para ele, não era “justo levarem aquele que se afastara desde a Panfília, não os acompanhando no trabalho” (At 15:38). Fechado em sua atitude, contribuiu para a primeira divisão de uma equipe missionária. Mas, Barnabé esteve disposto a ser criticado por dar uma segunda oportunidade ao parente. E o tempo se encarregou de lhe dar razão. Mais tarde, Paulo reconheceu o erro cometido (2Tm 4:11).

Companheiros de lutas

Paulo sempre usa a expressão “companheiros de lutas”. Na primeira vez, ele a usou na carta aos filipenses, referindo-se a Epafrodito (Fp 2:25), cujo nome significa “amado”, e realmente esse discípulo honrou seu nome. Por isso, Paulo também o chamou de “irmão, cooperador”. Epafrodito expôs a vida para prestar ao apóstolo um serviço sagrado, reverente, obediente, abnegado e de relações cordiais (Fp 2:30).

Paulo enviou a Filipos esse “irmão, colaborador e companheiro”, para consolidar a evangelização e edificar a nova igreja (Fp 2:25-30; At 16:11-40). Epafrodito não era um caso isolado de amor abnegado dentro do cristianismo primitivo. Tertuliano menciona que os pagãos, maravilhados com o amor sacrifical dos cristãos daquela época, diziam: “’Vejam como se amam entre si e como estão dispostos a morrer uns pelos outros.’ E Minucio Feliz, disse, ao refletir sobre o ambiente que o amor causava entre os gentios: ‘Amam-se mesmo antes de se conhecerem’.”Essa evangelização pelo testemunho do amor cristão causou impacto no Império Romano.

Na segunda vez em que Paulo usou a expressão “companheiro de lutas”, ele se referiu a Arquipo, na carta a Filemom. Essa carta é uma “pequena joia de amor cristão” que trata de “um
problema doméstico daqueles dias: a relação entre o senhor cristão e um arrependido escravo fugitivo”.Os termos da carta transpiram amizade. Notemos as palavras-chave: “Paulo, prisioneiro de Cristo Jesus, e o irmão Timóteo, ao amado Filemom, também nosso colaborador, e à irmã Áfia, e a Arquipo, nosso companheiro de lutas, e à igreja que está em tua casa” (Fl 1, 2). A fraternidade cristã de irmãs e irmãos amados colaborava e gerava a sinergia necessária para potencializar os resultados da evangelização.

Arquipo, Filemom e Áfia, como colaboradores de Paulo, se uniram na evangelização de Colossos e na comunhão da igreja na casa de Filemom (Fl 1, 5, 7, 17, 20). A carta foi escrita a Filemom para que a igreja de sua casa também fosse lugar de carinho para Onésimo, “o filho” espiritual de Paulo. Segundo a lei romana, um escravo fugitivo merecia a morte.O apóstolo, fazendo jogo de palavras, disse a Filemom que Onésimo (que significa útil) era alguém que, “antes, te foi inútil, atualmente, porém, é útil, a ti e a mim” (Fl 11). Paulo considerava Onésimo fiel e amado irmão (Cl 4:9), razão pela qual pede que fosse recebido, não como escravo, mas como “irmão caríssimo” (Fl 16, 17). Era esse o nível da amizade cristã (koinonia) e a principal causa da evangelização que resultou na igreja de Colossos.

Companheiros de prisão

Por três vezes, Paulo usa a expressão “companheiro de prisão” ou “prisioneiro comigo”. É assim que se refere a Epafras, Aristarco, Andrônico e Júnias (Fl 23, 24; Cl 4:10; Rm 16:7).  Epafras é uma contração do nome Epafrodito e significa “simpático”. Realmente, ele usou simpatia e serviço de amor na fundação da igreja de Colossos (Cl 1:7; 4:12). Levou informações dessa igreja a Paulo com quem compartilhou a prisão (Fl 23). Paulo também menciona Aristarco, como colaborador. Aristarco aparece enviando saudações à igreja de Colossos, e ali Paulo se refere a ele como “prisioneiro comigo” (Cl 4:10). Sendo romano, Paulo podia ser acompanhado por um médico e um servo. Talvez, por isso, dois companheiros cristãos – Lucas (médico) e Aristarco (servo exemplar) – aliviaram sua dura sorte como prisioneiro durante a viagem a Roma.10

Lucas registra que Gaio e Aristarco eram companheiros de viagem de Paulo (At 19:29). Aristarco participou das viagens de Paulo, esteve presente no tumulto de Éfeso (At 19:29), na Macedônia e Grécia (At 20:4), e permaneceu junto a ele durante sua primeira prisão em Roma. É-nos dito que “foi por vontade própria que Aristarco partilhou da prisão de Paulo, a fim de poder confortá-lo em suas aflições”. 11 Esses homens leais até as últimas consequências potencializavam o trabalho evangelístico do apóstolo.

Outra referência aos companheiros de prisão está ligada a Andrônico e Júnias (Rm 16:7). Paulo apresenta esse casal como “muito estimado entre os apóstolos”. O termo grego contém a ideia de que são pessoas “que levam um sinal”. Paulo acrescenta: “meus parentes… e estavam em Cristo antes de mim”. O parentesco e companheirismo cristãos resultaram em um apostolado frutífero reconhecido pela igreja. Os apóstolos eram missionários que estabeleciam novas igrejas ou ministérios e guiavam essas novas tarefas em suas etapas fundamentais.12 Esses apóstolos estavam “em Cristo” antes de Paulo. Podemos deduzir que bem poderiam ter sido alguns dos fundadores das “igrejas nas casas” em Roma. Possivelmente, esse casal oferecia a casa para que nela funcionasse uma igreja.

Ao se referir a Júnias como notável “entre os apóstolos”, Paulo lhe atribui a mesma autoridade de seu esposo e dos outros apóstolos, incluindo ele mesmo. Clemente de Alexandria dizia que as esposas dos apóstolos os acompanhavam como co-ministras.13 Semelhantemente a Áquila e Priscila, esse casal abria igrejas onde quer que fosse. Eram os grupos familiares de homens e mulheres que compunham a equipe de evangelização de Paulo, e que tanto fizeram para a evangelização durante o primeiro século.

Saudações e koinonia

As cartas de Paulo estão cheias de saudações para os colaboradores que se encontravam nas igrejas destinatárias das cartas (Rm 16:3-16; 1Co 16:20; 2Co 13:12; Fp 4:21). Ele manifestava especial interesse em criar laços de amizade que uniam as diferentes comunidades cristãs. Isso era muito importante para a evangelização de novos lugares e para confirmar igrejas e irmãos que, por diversos motivos, tinham bastante mobilidade.

Diante do trabalho que o apóstolo pensava realizar na Espanha (Rm 15:24, 28), é notável ver que a lista de saudações aos romanos é a maior de todas. Nela, estão incluídos amigos, familiares e leais companheiros que potencializariam suas forças para a evangelização de Roma e Espanha.

A igreja na casa de Áquila e Priscila era um dos lugares em que os cristãos de Roma se reuniam (Rm 1:7). Ali se manifestavam “as relações familiares do reino”. 14 Naquele lar-igreja, possivelmente, se reunisse “o clã dos Prisci” da nobreza romana, familiares de Priscila. 15 A mobilidade e os recursos de Áquila e Priscila lhes permitiram patrocinar igrejas domésticas em vários lugares como Éfeso, Corinto e Roma.16 As igrejas-casas eram grupos fraternos que potencializavam os laços familiares e transmitiam as boas-novas do Messias para a salvação do mundo.

Paulo era defensor da koinonia entre as igrejas, especialmente entre gentios e judeus, tanto que arrecadou uma oferta entre os gentios, para as igrejas da Judeia e a chamou de koinonia. A palavra “oferta” (Rm 15:26), originalmente é koinonia. Além disso, era comum o envio de saudações para os líderes das igrejas-casas das diversas cidades.

É-nos dito que, no primeiro século, “as igrejas eram fortalecidas na fé e, dia a dia, aumentavam em número” (At 16:5). Nisto residia o poder da evangelização da igreja primitiva: na abertura diária de novas igrejascasas e no companheirismo natural dos grupos familiares. Segundo Peter Wagner, “o método mais efetivo de evangelização debaixo do Céu, é o estabelecimento de novas igrejas”. 17 A igreja de Roma e outras mencionadas no Novo Testamento se referem a toda comunidade heterogênea de cristãos de um lugar, agrupados em igrejas-casas homogêneas, especialmente de duas grandes etnias: judeus e gentios.

Nessas igrejas-casas de grupos homogêneos, “as relações familiares do reino” bem como a abertura de novas igrejas aconteciam naturalmente. Paulo aconselhou os cristãos romanos: “Alegrai-vos com os que se alegram e chorai com os que choram” (Rm 12:15). Isso se cumpria nos pequenos grupos. Porém, Paulo também lutou para que não houvesse antagonismo entre os diferentes grupos étnicos. Ele propiciava a koinonia da igreja universal com a repetição de seu chamado à unidade, usando a marca distintiva “uns aos outros”.

Igrejas-casas em Corinto

Tudo indica que houve uma igreja na casa de Áquila e Priscila, em Corinto (At 18:1-4). Pelo menos, Paulo se hospedou com eles e trabalhavam juntos, enquanto evangelizavam Corinto. Escrevendo a carta aos romanos, ele afirmou que todas as igrejas dos gentios e ele agradeciam a Áquila e Priscila, porque estes expuseram a vida para salvá-lo, estabelecendo em sua casa um espaço de carinho no qual uma congregação se reunia regularmente (Rm 16:4).

A maioria das igrejas da Grécia era composta de gentios, e Paulo transmitiu aos romanos as saudações de Gaio e de “todas as igrejas de Cristo” (Rm 16:16, 23). O carinho natural nas relações familiares do reino foi notado quando Paulo solicitou cuidado especial pela irmã Febe, diaconisa da igreja de Cencreia (Rm 16:1). Febe tinha sido protetora ou defensora do povo, havia ajudado muitas pessoas e ao próprio Paulo (Rm 16:2), destacandose como hospitaleira. 18 Possivelmente, na casa dela também funcionasse uma igreja. O efeito evangelizador do amor cristão deve se expandir. Para isso, devemos responder com mais carinho ao afeto cristão que recebemos; e até mesmo devolver com o bem o mal recebido (Rm 12:21).

Os judeus da sinagoga de Corinto rejeitaram o evangelho de Paulo, forçando-o a ir à casa de um gentio “chamado Tício Justo”, resultando na conversão de Crispo (At 18:8). Possivelmente, nas casas de Justo e Crispo também funcionassem igrejas. Havia também a família de Estéfanas (1Co 16:15, 16). O apóstolo pediu aos coríntios que aceitassem a liderança dessa família, porque ela era dedicada ao serviço dos santos. Seguramente, a casa de Estéfanas também serviu como lugar de reuniões. A importância dada por Paulo aos que trabalhavam liderando igrejas-casas e o contexto bíblico (1Co 16; Rm 16:19) confirmam essa possibilidade. Paulo ficou em Corinto por um ano e meio (At 18:4-11), dando origem à igreja local, seguramente agrupada em casas como as de Áquila e Priscila, Gaio, Febe, Justo, Crispo e Estéfanas.

De vez em quando, toda a igreja se reunia em um lugar (1Co 11:20; 14:23), a fim de potencializar a koinonia dos cristãos de Corinto. Possivelmente, faziam isso na casa de Gaio (Rm 16:23). Nas igrejas-casas, ministrava-se o cuidado mútuo dos membros, como se fossem uma família ou um corpo (1Co 12:24-26).

Portanto, não há dúvida de que o verdadeiro companheirismo leva à valorização de todos os grupos humanos e ao cumprimento da missão em cada um desses grupos. Dos escritos de Paulo, chegamos à conclusão de que o afeto cristão da igreja primitiva a distinguiu de outras comunidades do primeiro século. E ainda hoje, a sobrevivência espiritual dos novos crentes muito depende do carinho recebido por eles nas igrejas e nos pequenos grupos. Se faltar o afeto, morrerá a igreja; porque também morrerá a evangelização ensinada pelo Senhor.

Referências:

Barret, World Christian Encyclopedia, v. 4.
Hemphill, El Modelo de Antioquia, p. 104.
Ibid., p. 113-128.
Ellen G. White, Atos dos Apóstolos, p. 48.
Ibid., p. 113.
Francis D. Nichol, Comentário Bíblico Adventista del Séptimo Dia, v. 6, p. 235.
Manuel De Tuya, Bíblia Comentada (Madri: Biblioteca de Autores Cristianos, 1964), v. 1221.
Francis D. Nichol, Op. Cit., v. 7, p. 390, 391.
Ibid., p. 390.
10 Ibid., v. 6, p. 439.
11 Ellen G. White, Atos dos Apóstolos, p. 440.
12 Robert Clinton, Spiritual Gifts (Alberta, Canadá: Horison House Publishers, 1985), p. 75.
13 Richard Baukham, Gospel Women (Grand Rapids, MI: Eerdmans, 2002),, p. 215, 217.
14 Hemphill, Op. Cit., p. 104.
15 Francis D. Nichol, Op. Cit.. v. 6, p. 355.
16 Gordon Fee, Primeira Epístola a los Coríntios (Grand Rapids, MI: Eerdmans, 1994), p. 946, 947.
17 C. Peter Wagner, Plantando Iglesias Para una Maior Cosecha (Miami, FL: Unilit, 1997), p.11.
18 Ellen G. White, Parábolas de Jesus, p. 570.

Daniel Rode – Professor de Teologia, jubilado, reside na Argentina. Texto publicado na Revista Ministério Jan/Fev-2011.

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