Filme A Invenção da Mentira

Imagine um mundo onde ninguem mente. Onde a mentira não existe. Como seriam as relações entre as pessoas? A  Invenção da Mentira é hilário, mas ao longo da história se torna uma ótima propaganda do ateísmo. Como cristãos, a história nos  deve levar a raciocinar como seria viver num mundo de verdade e justiça, até que Lúcifer, mentiu pela primeira vez:

(Ezequiel 28:15-17) – Perfeito eras nos teus caminhos, desde o dia em que foste criado, até que se achou iniqüidade em ti. Na multiplicação do teu comércio encheram o teu interior de violência, e pecaste; … Elevou-se o teu coração por causa da tua formosura, corrompeste a tua sabedoria por causa do teu resplendor …

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2 respostas para Filme A Invenção da Mentira

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  2. Jean Antonio disse:

    É um filme muito crítico e sarcástico sobre todas as hipocrisias sociais. Antagonicamente nos desperta o ridículo que seria um mundo desvelado de mentiras, como uma sociedade teria de ser tolerante para suportar o peso da verdade de nossas imperfeições com relação àquilo que ansiamos. É claro que Gervais potencializa isso sacrificando até a possibilidade de que as pessoas pudessem pelo menos omitir certas sensações desagradáveis ao outro, ele o faz, claro em nome da poesia e da comédia, que freqüentemente fala a verdade exagerando-a! Ateu declarado, o ponto central do filme está focado na invenção dA MENTIRA “religião”, que acontece quando o protagonista tenta consolar sua mãe aflita no leito da morte. A partir daí o autor faz escachadas sátiras às confusões éticas da Bíblia, como a definição do que é bom ou ruim e coloca em jogo inclusive a índole do que ele apelida ironicamente de Homem-do-céu. Sem pudor, Gervais explora todo o ridículo dessa INVENSÃO e mostra que o mundo pouco mudou em termos sociais e qualitativos depois dessa crença engolida dogmaticamente, se não fosse pelo fato de as pessoas estarem mais cômodas e resignadas com os conflitos humanos que continuam a existir. O filme corajosamente trás a proposta de se ponderar os valores da inverdade como solução para os problemas reais e põe “em tribuna” principalmente a religião e, para o fim, tendencia que a verdade despida de mentiras seria o melhor caminho para que tenhamos a liberdade e a maturidade de decidir os nosso próprios atos.

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